080223-RedesLivres
Last edited February 27, 2008
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  Site ANATEL

O provimento de conexão à internet via acesso discado, ADSL, radiofreqüência, cable modem, entre outras tecnologias, deverá estar associado a um serviço de telecomunicações devidamente regulamentado pela Anatel. Os serviços de telecomunicações que dão suporte ao provimento de conexão à internet, por sua vez, só deverão ser explorados por empresas que possuam concessão, permissão ou autorização emitida pela Anatel.

Ao contratar um serviço de acesso à internet, há a necessidade de se contratar não apenas o provimento de conexão à internet, que é um serviço de valor adicionado, mas também um prestador de serviços de telecomunicações que lhe dê suporte. O usuário do serviço de telecomunicações tem a opção de contratar o provedor de serviço de conexão à internet da própria prestadora ou outro que seja por ela habilitado.

Empresas que oferecem acesso à internet banda larga precisam de autorização da Anatel para explorar o serviço de telecomunicações que irá suportar a conexão. Já para instalar ou operar serviços de comunicação de dados dentro de uma instituição - quando a atividade de telecomunicações estiver restrita aos limites de uma mesma edificação ou propriedade móvel ou imóvel - não há necessidade de concessão, permissão ou autorização da Anatel.

 
 

(Site papagallis)

Anatel cria marco regulatório para as redes livres nos municípios

Publicado por Alberto Blumenschein em Sexta-feira, 15/Junho/2007 em Redes.

Em março de 2007 a Anatel publicou as normas para a criação de redes sem fio de acesso público e gratuito nos 5,500 municípios brasileiros. Era uma regra que estava faltando para permitir aos municípios construirem as redes de acesso banda larga para o uso da administração pública e de seus cidadãos.

A partir da criação de uma companhia municipal destinada a este fim, a aquisição das licenças (Serviços de comunicação multimídia - SCM e Serviços Limitado privado - SLP) e a homologação da infraestrutura os municípios estarão aptos a iniciar o serviço.

Ainda não existe nenhum projeto cadastrado na Anatel mas espera-se que muitos dos mais de 4,500 pequenos municípios brasileiros venham a interessar-se pelo programa.

O  Minicom já tem um programa com  estratégias para “para três brasis”. O primeiro envolve 696 cidades com ampla oferta de banda larga, em que o ministério deve fazer apenas ações pontuais para cobrir áreas de periferias, em que o serviço não esteja disponível. No segundo grupo, estariam 2.951 municípios, onde a cobertura plena se dará por meio do acesso individual, num prazo estimado de quatro anos. E, finalmente, os 1.916 municípios que dependem de recursos públicos.

Este é um grande avanço para a democratização do acesso às redes e ampliação da inclusão digital em nosso país e por isso merece nota.

 

(www.redelivre.org.br)


Estatuto Social da Rede Livre de Compartilhamento da Cultura Digital - REDE LIVRE

Secretaria   18/07/2007


Capítulo I - Natureza, duração, sede, fins, objetivos e meios

Artigo 1º - A REDE LIVRE DE COMPARTILHAMENTO DA CULTURA DIGITAL, também designada pela sigla REDE LIVRE, é uma associação civil, pessoa jurídica de direito privado, sem fins econômicos e lucrativos, sem vinculação político-partidária ou religiosa, com duração por prazo indeterminado e sede provisória na Rua Cônego Eugênio Leite, 883, Pinheiros, CEP 05414-012, cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, regida pelo presente Estatuto e pelas demais disposições legais que lhe forem aplicadas.

Parágrafo Único - A REDE LIVRE poderá se organizar em tantas unidades quantas forem necessárias para realizar seus objetivos.

Artigo 2º - São objetivos principais da REDE LIVRE DE COMPARTILHAMENTO DA CULTURA DIGITAL - REDE LIVRE:

  1. formar e capacitar jovens para darem suporte aos cidadãos e cidadãs brasileiros que queiram usar software livre ou de código aberto em suas residências, escolas e locais de lazer e trabalho;
  2. capacitar as comunidades para portar a sua produção simbólica para a rede mundial de computadores, visando criar novas formas de gestão e distribuição da produção e cultura locais.

Artigo 3º - São objetivos genéricos da REDE LIVRE DE COMPARTILHAMENTO DA CULTURA DIGITAL - REDE LIVRE:

  1. apoiar iniciativas para a difusão e implementação do software livre ou de código aberto em todas as atividades e em quaisquer regiões do país, principalmente visando a convergência digital das mídias;
  2. organizar programas e projetos educativos e campanhas de sensibilização para a disseminação da cultura de compartilhamento do conhecimento e da produção artístico-cultural, bem como, adoção e desenvolvimento do software livre ou de código aberto;
  3. contribuir com o desenvolvimento e prospecção de soluções inovadoras em software livre ou de código aberto;
  4. criar, projetar, desenvolver, traduzir e suportar soluções em software livre ou de código aberto inéditas ou que não estejam disponíveis em língua portuguesa;
  5. organizar a proteção jurídica às iniciativas do software livre ou de código aberto;
  6. realizar e apoiar congressos nacionais e internacionais voltados à disseminação da cultura do software livre e à prática cultural do compartilhamento;
  7. organizar cursos, seminários e eventos educacionais, de especialização e capacitação em software livre ou de código aberto, ferramentas educacionais e de produção cultural, em conjunto com as comunidades, universidades, institutos de pesquisa e instituições públicas e privadas;
  8. incentivar e orientar a imprensa e demais órgãos para a cobertura correta do movimento de software livre ou de código aberto e de compartilhamento do conhecimento e manifestações artístico-culturais;
  9. assessorar os órgãos governamentais na implementação do software livre ou de código aberto;
  10. editar, publicar, filmar, gravar e exibir, em quaisquer mídias, conteúdos técnicos, culturais e políticos de disseminação do software livre ou de código aberto e da cultura da colaboração;
  11. organizar consórcios, cooperativas, força-tarefa e redes de ação e compartilhamento para desenvolver soluções e plataformas em software livre ou de código aberto;
  12. promover, gerir, organizar, manter e projetar programas de inclusão digital;
  13. promover estudos e pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias em software livre ou de código aberto;
  14. produzir e divulgar informações e conhecimentos técnicos e científicos que digam respeito ao software livre ou de código aberto, à cultura do compartilhamento e à disseminação e distribuição da produção artístico-cultural por meios digitais.

Parágrafo Único - A REDE LIVRE não distribui entre os seus associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores, eventuais excedentes operacionais auferidos mediante o exercício de suas atividades, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, aplicando-os integralmente na consecução de seus objetivos.

Artigo 4º - No desenvolvimento de suas atividades, a REDE LIVRE observará os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência e não promoverá qualquer discriminação de raça, cor, gênero, orientação sexual, condição social, origem ou religião.

Artigo 5º - Para cumprir seus propósitos a REDE LIVRE poderá atuar por meio de execução direta de projetos, programas ou planos de ações; doação de recursos físicos, humanos e financeiros, bem como na prestação de serviços intermediários de apoio a outras organizações sem fins econômicos e a órgãos do setor público e privado, que atuem em áreas afins.

Artigo 6º - A REDE LIVRE adotará práticas de gestão administrativa, necessárias e suficientes a coibir a obtenção, de forma individual ou coletiva, de benefícios ou vantagens pessoais, em decorrência da participação no respectivo processo decisório.

Capítulo II - Do quadro de associados

Artigo 7º - A REDE LIVRE é composta pelas seguintes categorias de associados:

  1. fundadores;
  2. efetivos.

Parágrafo 1º - São associados fundadores aqueles que participarem da assembléia de constituição da REDE LIVRE.

Parágrafo 2º - Serão associados efetivos todos aqueles que queiram contribuir com a disseminação do software livre ou de código aberto, com a defesa da liberdade e compartilhamento do conhecimento e que concordem com este Estatuto.

Parágrafo 3º - A petição para se associar será submetida à aprovação, ou rejeição, da Diretoria que fundamentará sua decisão por escrito.

Parágrafo 4º - Em cada Assembléia Geral, a Diretoria submeterá à votação o seu parecer de rejeição, ou aceitação, das petições de novos associados.

Parágrafo 5º - Os associados, independentemente da categoria, não respondem subsidiária, nem solidariamente pelas obrigações da REDE LIVRE, não podendo falar em seu nome, salvo se expressamente autorizados pela Diretoria.

Artigo 8º - São direitos dos associados:

  1. tomar parte nas Assembléias Gerais com igual direito de voto;
  2. votar e ser votado para os cargos eletivos da REDE LIVRE;
  3. participar das atividades promovidas pela REDE LIVRE;
  4. licenciar-se ou solicitar sua exclusão do quadro de associados mediante notificação escrita à Diretoria;
  5. receber publicações e comunicações da REDE LIVRE.

Parágrafo 1º - O associado poderá fazer-se representar por instrumento de procuração.

Parágrafo 2º - Os direitos do associado não se transmitem.

Artigo 9º - São deveres de todos os associados:

  1. exercer a defesa do compartilhamento e liberdade do conhecimento, bem como, praticar a divulgação do software livre ou de código aberto, pautando seus atos pelos mais elevados princípios solidários, morais e éticos;
  2. zelar pelo patrimônio da REDE LIVRE;
  3. participar dos encargos da REDE LIVRE, cooperando, na medida de suas possibilidades, para maior desenvolvimento da REDE LIVRE;
  4. cumprir e fazer cumprir o presente Estatuto, as decisões das Assembléias e da Diretoria;
  5. respeitar os regulamentos e normas que vierem a ser definidos pela Diretoria.

Artigo 10 - Poderá ser excluído da REDE LIVRE, por justa causa, o associado que descumprir o presente Estatuto ou praticar qualquer ato contrário ao mesmo.

Parágrafo Único - A exclusão só é admissível havendo justa causa, assim reconhecida em procedimento que assegure direito de defesa e de recurso à Assembléia Geral.

Capítulo III - Dos órgãos da REDE LIVRE

Artigo 11 - São órgãos da REDE LIVRE:

  1. Assembléia Geral;
  2. Diretoria;
  3. Conselho Fiscal.

Capítulo IV - Da Assembléia Geral

Artigo 12 - A Assembléia Geral é o órgão máximo da REDE LIVRE DE COMPARTILHAMENTO DA CULTURA DIGITAL - REDE LIVRE.

Artigo 13 - Compete à Assembléia Geral:

  1. eleger a Diretoria;
  2. eleger o Conselho Fiscal;
  3. destituir a Diretoria;
  4. destituir o Conselho Fiscal;
  5. aprovar as contas da REDE LIVRE apresentadas pela Diretoria;
  6. alterar o Estatuto;
  7. deliberar sobre a extinção da REDE LIVRE;
  8. aprovar o planejamento anual apresentado pela Diretoria;
  9. aprovar a proposta orçamentária anual;
  10. aprovar o relatório anual de execução;
  11. homologar os nomes dos novos associados.

Artigo 14 - Compete privativamente à Assembléia Geral:

  1. destituir os membros da Diretoria e do Conselho Fiscal;
  2. alterar o Estatuto.

Parágrafo Único - Para as deliberações referentes aos itens acima exige-se o voto concorde de pelo menos 2/3 (dois terços) dos presentes em assembléia especialmente convocada para esse fim, cujo quórum será de maioria absoluta em primeira votação e em segunda chamada com no mínimo um terço dos associados.

Artigo 15 - A Assembléia Geral reunir-se-á, ordinariamente, 1 (uma) vez por ano e será convocada pelo Presidente com no mínimo 15 (quinze) dias de antecedência.

Parágrafo Único - A publicidade far-se-á por e-mail, sítio na internet, jornal, carta, edital afixado, cartazes, ou qualquer outro meio eficaz para a devida publicidade.

Artigo 16 - As Assembléias Gerais Ordinárias serão convocadas pelo Presidente na conformidade deste Estatuto e as Extraordinárias poderão ser convocadas pelo Presidente ou por 20% (vinte por cento) dos associados, ou pelo Conselho Fiscal, com antecedência de no mínimo 15 (quinze) dias, por escrito, dirigido ao Secretário.

Parágrafo 1º - As Assembléias Gerais Ordinárias serão convocadas para serem realizadas em qualquer parte do território nacional, a critério da Diretoria e deliberarão com o quórum de maioria absoluta em primeira votação e em segunda chamada com no mínimo um terço dos associados.

Parágrafo 2º - É permitida a declaração de posição e de voto quando o Presidente, após consultar a Diretoria, solicitar a manifestação dos associados por correspondência, inclusive eletrônica, sobre assuntos a serem votados nas Assembléias Gerais Extraordinárias e Ordinárias.

Capítulo V - Da Diretoria

Artigo 17 - A Diretoria da REDE LIVRE compor-se-á de:

  1. Presidente;
  2. Secretário;
  3. Diretor Financeiro.

Artigo 18 - O mandato da Diretoria será de 2 (dois) anos, podendo haver uma reeleição sucessiva por igual período e não havendo limite para reeleições não sucessivas.

Artigo 19 - Compete ao Presidente:

  1. representar a REDE LIVRE ativa e passivamente, em juízo ou fora dele;
  2. convocar e presidir as reuniões da Diretoria, dando execução às resoluções votadas;
  3. contratar, nomear e demitir os coordenadores executivos da REDE LIVRE, aprovados pela Diretoria, responsáveis pela execução das atividades da REDE LIVRE;
  4. adquirir, onerar e alienar imóveis da REDE LIVRE, administrar seu patrimônio, prestando contas de seus atos na Assembléia Geral Ordinária;
  5. assinar os cheques da REDE LIVRE conjuntamente com o Diretor Financeiro;
  6. aplicar penas disciplinares na forma deste Estatuto ou do Regimento Interno, se houver.

Parágrafo Único - O presidente será substituído em suas faltas, impedimentos ou em caso de vacância do cargo pelo Secretário, e sucessivamente, pelo Diretor Financeiro.

Artigo 20 - O Secretário é o chefe da secretaria e lhe compete:

  1. secretariar as reuniões da Diretoria;
  2. ter em sua guarda e responsabilidade os documentos que digam respeito à secretaria, notadamente as atas das Assembléias Gerais, da Diretoria e dos Congressos e demais eventos, bem como o fichário dos associados;
  3. receber da coordenação executiva da REDE LIVRE os relatórios e a agenda de atividades, assegurando que sejam disponibilizados na Internet;
  4. receber as propostas de candidatos a associados e submetê-las à homologação da Diretoria e posteriormente à Assembléia Geral;
  5. comunicar a aceitação de novos associados;
  6. organizar as eleições, bem como consultas prévias, facultando a todas as chapas uma perfeita equidade na sua divulgação.

Parágrafo Único - o Secretário será substituído em seus impedimentos pelo Diretor Financeiro.

Artigo 21 - Ao Diretor Financeiro compete:

  1. coordenar os serviços da tesouraria;
  2. guardar e aplicar os valores da REDE LIVRE em caixa ou bancos;
  3. controlar o recebimento de doações e contribuições;
  4. executar os pagamentos;
  5. assinar cheques juntamente com o Presidente;
  6. elaborar proposta orçamentária anual;
  7. apresentar anualmente o relatório de prestação de contas;
  8. elaborar o inventário patrimonial.

Parágrafo 1º - Os cheques e outros documentos para movimentação de numerários da REDE LIVRE serão assinados obrigatoriamente pelo Presidente e pelo Diretor Financeiro.

Parágrafo 2º - O Secretário substituirá o Diretor Financeiro nos seus impedimentos ou vacância do cargo.

Artigo 22 - A REDE LIVRE remunera seus dirigentes que efetivamente atuam na gestão executiva e aqueles que lhe prestam serviços específicos, respeitados, em ambos os casos, os valores praticados pelo mercado na região onde exercem suas atividades.

Artigo 23 - Em caso de vacância de algum dos cargos da Diretoria, será convocada Assembléia Geral para preenchimento da vaga até final do mandato.

Artigo 24 - A Diretoria elaborará um Regimento Interno para regular e detalhar as disposições contidas neste Estatuto.

Capítulo VI - Das Coordenadorias

Artigo 25 - Para cumprimento fiel de seus objetivos, colocando-os em prática, a REDE LIVRE será auxiliada e assessorada por Coordenadorias.

Artigo 26 - As Coordenadorias serão responsáveis pelas unidades da REDE LIVRE, pela implementação dos programas e pelos projetos específicos definidos pela Diretorias.

Artigo 27 - Os coordenadores serão indicados e poderão ser contratados pela Diretoria.

Artigo 28 - O funcionamento e a estrutura das Coordenadorias serão disciplinados pelo Regimento Interno.

Capítulo VII - Do Conselho Fiscal

Artigo 29 - O Conselho Fiscal é o órgão responsável por fiscalizar a administração contábil-financeira da REDE LIVRE, será composto por 3 (três) membros, eleitos pela Assembléia Geral, com mandato de dois anos, permitida a recondução.

Artigo 30 - Compete ao Conselho Fiscal:

  1. opinar sobre os balanços e relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para os organismos superiores da REDE LIVRE;
  2. representar para a Assembléia Geral sobre qualquer irregularidade verificada nas contas da REDE LIVRE;
  3. requisitar à Diretoria, a qualquer tempo, documentação comprobatória das operações econômico-financeiras realizadas pela REDE LIVRE;
  4. convocar extraordinariamente a Assembléia Geral;
  5. acompanhar o trabalho de eventuais auditores externos independentes.

Artigo 31 - Os membros do Conselho Fiscal se reunirão pelo menos uma vez por ano ou a qualquer tempo quando convocados pela Diretoria ou pela maioria de seus membros.

Parágrafo Único - Em caso de vacância, o mandato será assumido por membro indicado em Assembléia Geral.

Artigo 32 - Os membros do Conselho Fiscal não serão remunerados.

Capítulo VIII - Do Patrimônio e da Liquidação

Artigo 33 - O patrimônio da REDE LIVRE é constituído de contribuições, doações nacionais e internacionais, de pessoas físicas e jurídicas, bem como, subvenções, contratações, comercialização de produtos, bens materiais e imateriais.

Artigo 34 - Constituem também fontes de recursos da REDE LIVRE

  1. termos de parceria, convênios e contratos firmados com o poder público da administração direta, indireta e fundacional, empresas públicas estatais e de economia mista, para financiamento de projetos na sua área de atuação;
  2. termos de parceria, convênios, contratos e acordos firmados com empresas privadas e agências nacionais e internacionais;
  3. doações, legados e heranças;
  4. rendimentos de aplicações de seus ativos financeiros e outros, pertinentes ao patrimônio sob a sua administração;
  5. contribuição dos associados.

Artigo 35 - No caso de dissolução da REDE LIVRE, o respectivo patrimônio líquido será transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos termos da Lei 9790/99, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social da extinta.

Artigo 36 - Na hipótese da REDE LIVRE obter e, posteriormente, perder a qualificação instituída pela lei 9790/99, o acervo patrimonial disponível, adquirido com recursos públicos durante o período em que perdurou a qualificação, será contabilmente apurado e transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos termos da Lei 9790/99, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social.

Capítulo IX - Da Prestação de Contas

Artigo 37 - A prestação de contas da REDE LIVRE observará no mínimo:

  1. os princípios fundamentais de contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade;
  2. a publicidade, por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício fiscal, ao relatório de atividades e das demonstrações financeiras da entidade, incluindo as certidões negativas de débitos junto ao INSS e ao FGTS, colocando-os à disposição para o exame de qualquer cidadão;
  3. a realização de auditoria, inclusive por auditores independentes se for o caso, da aplicação dos eventuais recursos objeto de Termo de Parceria, conforme previsto em regulamento;
  4. a prestação de contas de todos os recursos e bens de origem pública recebidos será feita, conforme determina o parágrafo único do Art. 70 da Constituição Federal.

Capítulo X - Das Eleições

Artigo 38 - As eleições para compor a Diretoria da REDE LIVRE dar-se-ão em Assembléia Geral especialmente convocada para o evento.

Parágrafo 1º - Os candidatos à Diretoria deverão informar 30 dias antes ao Secretário o cargo pelo qual tem interesse em ser eleito na Assembléia Geral, cabendo ao Secretário divulgar no sítio da internet da entidade os nomes dos candidatos até quinze dias antes das eleições;

Parágrafo 2º - Poderão ser computados votos enviados por e-mail no dia da Assembléia Geral, assinados digitalmente, na forma regulamentada pela Comissão Eleitoral e divulgada 30 dias antes da eleição no site da entidade.

Capítulo XI - Da Transparência Total

Artigo 39 - Será obrigatória a divulgação pública, por meio do site da REDE LIVRE na Internet, das doações, contribuições e recursos obtidos, bem como, é indispensável a veiculação mensal de toda a movimentação orçamentária da REDE LIVRE e o relatório de execução.

Capítulo XII - Das Disposições Gerais

Artigo 40 - O exercício social compreenderá o período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de cada ano.

Artigo 41 - Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria e referendados pela Assembléia Geral.

(site Instituto Ethos)

Rede Livre propõe compartilhamento da cultura digital, inclusão e geração de renda

Uma associação voluntária de educadores, desenvolvedores de tecnologia, pensadores, tecno-artistas, organizadores e gestores de iniciativas sociais e ciberculturais, os integrantes da Rede Livre defendem a colaboração e o compartilhamento do conhecimento como valores essenciais. Seu principal projeto é a capacitação de jovens em tecnologias da informação e comunicação, nas áreas de exclusão social, com a finalidade de disseminar o empreendedorismo e a cultura do software livre.

"Apostamos na inclusão digital de milhares de jovens como possibilidade de elevação da capacidade tecnológica do nosso país", afirma Sergio Amadeu, diretor-presidente da Rede Livre. Ele ressalta que essa missão se tornará possível "se abrirmos espaços para que as pessoas com talento e vocação para criar, manipular e remixar algoritmos e softwares possam exercer suas qualidades e realizar suas potencialidades", destaca Sérgio Amadeu da Silveira, diretor-presidente da Rede Livre.

Passo a passo
O projeto de capacitação tem os seguintes passos e finalidades: despertar o interesse pelas tecnologias da informação nos estudantes de áreas excluídas; encontrar aqueles que têm vontade de aprendê-las e dominá-las; formar e treinar o maior número destes jovens em alta tecnologia por meio de cursos; manter os jovens conectados em uma rede virtual de apoio, requalificar e debater a cibercultura; abrir espaços para a profissionalização, com uma boa remuneração, quão mais as tecnologias livres forem disseminadas.

Dois cursos de formação de jovens devem começar entre este e o próximo mês em São Paulo. Um deles na Escola Técnica Estadual (ETE) de Carapicuíba e outro na ONG Coletivo Digital, ambos na zona oeste paulistana. Para o primeiro, foram selecionados 20 jovens, e para o segundo, outros 12. "Um grupo de 120 jovens de baixa renda, com idades entre 16 e 24 anos, provenientes da rede pública de ensino (pré-requisitos), se inscreveu e foi aprovado, após provas de lógica e interpretação de texto", conta Maria Cristina Vendrameto, diretora da ETE Carapicuíba, com quem a Rede mantém um termo de cooperação até janeiro de 2007. "Ficamos muito entusiasmados com esta iniciativa, estimulada por um professor da Fatec. Ela representa um salto qualitativo, social e econômico, com a promoção dos jovens no mercado de trabalho".

O curso técnico, com ensino de Linux e seus aplicativos, Cidadania e Empreendedorismo terá duração de dois meses e meio. Na seqüência, eles farão um teste final para integrar a Rede Livre, que os apresentará com foto e contatos de e-mail e telefone para aplicar o software livre, com suporte via internet. "A ampliação cultural e de formação desse jovem será mantida após o término do curso", promete Sérgio, para quem uma empresa pode ajudar o projeto pagando um módulo de formação (R$ 30 mil) de 20 jovens, além de contribuir para a ampliação da entidade.

Depois de formada a primeira turma de jovens, uma das principais tarefas desta Rede será realizar uma campanha para que os cidadãos, as entidades da sociedade civil e as pequenas empresas usem software livre. "Os jovens capacitados poderão ser chamados para dar suporte às pessoas que quiserem migrar seu computador para soluções livres, mais estáveis, seguras e que não implicam no pagamento de royalties para companhias que monopolizam algoritmos", propõe Sérgio, que também é professor da Faculdade Cásper Libero (SP).

Por intermédio do Portal da Rede Livre, o cidadão poderá chamar um jovem técnico e contratá-lo para migrar seu computador, instalar programas livres, dar suporte a sua máquina (PC ou lap top) e até a sua rede, esteja ela instalada em uma pequena empresa, em uma ONG, em um telecentro ou em uma escola.

A partir desse procedimento, os idealizadores da Rede Livre pretendem que os contratantes remunerem diretamente os novos técnicos e com isso se reduza a pirataria, ampliando a base de software livre no País, dando experiência e prática tecnológica aos jovens, assegurando sua empregabilidade em uma sociedade cada vez mais informacional.

"A sugestão de remuneração será de R$ 50, a exemplo do que um técnico comumente já cobra para instalar um software pirata. Vamos ainda sugerir que ele faça um backup da máquina do usuário, ensinando-o a salvar sempre seus documentos, e orientando-o por meio de um programa de computador em seu planejamento financeiro. A prestação de serviço tem de ser qualificada, inclusive, porque previmos em sua formação aulas de cidadania, comportamento e adequação", complementa Sérgio.

De acordo com Jorge Sukarie, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), o software livre é uma alternativa ao software proprietário. "Acreditamos em uma coexistência das duas plataformas. Temos entre nossos 750 associados tanto produtores de software livre como proprietário, inclusive quem os fabrique simultaneamente. Temos de aplaudir e incentivar toda iniciativa que venha a incentivar o uso de ambos".

Quanto à pirataria, para a Abes, é preciso respeitar o modelo desenvolvedor, que pode envolver o pagamento de licença, a despeito do código aberto do software livre. "Não é difícil vermos a apreensão de produtos Linux pela polícia em lotes de produtos piratas. Essa tecnologia está longe de contribuir e solucionar a inclusão digital no Brasil. Apresentei um estudo ao ITI, por ocasião do programa PC Conectado, que mostrava como uma obrigação de uso de software livre levaria ao estímulo à pirataria. Faltam soluções a essa plataforma", dispara Jorge.

Onde tudo começou
Fundada em fevereiro de 2006 como uma associação civil sem fins lucrativos, a organização possui dois objetivos centrais: formar jovens em tecnologias abertas e capacitá-los profissionalmente para dar suporte a usuários residenciais e pequenas empresas e instituições que desejem utilizar software livre; além de capacitar as comunidades para a rede mundial de computadores, visando criar novas formas de gestão e distribuição da produção e cultura locais.

"A idéia de redes de colaboração é bem antiga, assim como os softwares livres, como Linux e Apache", revela Sérgio, que participou do governo federal, em 2004, como presidente do Instituto Tecnologia da Informação (ITI), órgão ligado à Casa Civil.

Ele conta que tudo começou a partir de uma demanda de uso de software livre por donas de casa. "Fui para Brasília e comecei a implantar o software livre na Administração Pública federal". Hoje, reconhece, muitas empresas, pequenas, médias e grandes trabalham com código aberto, garantindo serviços em softwares livres.

No entanto, adverte, para o usuário residencial, quem presta serviço é um profissional que usa software pirata, por conta do alto custo do produto e sua respectiva licença. "Essa pirataria é altamente funcional para um modelo de software proprietário", diz.

"Fiquei na capital federal por 2,7 anos. Em 2004, menos de 4% dos servidores do governo federal usavam software livre. Quando saí, eram mais de 30%. Hoje, devemos ter quase 40% dos softwares de rede livre. A Embrapa, por exemplo, produziu uma série, entre os quais o 'Agrolivre', liberando os códigos-fontes para manter o softwares atualizados de forma colaborativa", pontua.

O diretor-presidente da Rede lança mão da gastronomia para descrever o código-fonte. "Ele é a receita do software, entregue junto com o produto. É um arquivo digital explicativo que o acompanha. O modelo do software livre permite uso, alteração e estudos do produto de forma aberta, não condicionada. Com isso, é possível redistribuir o acesso. Aqui, pegamos a lei de Copyright e licenciamos a General Public License (GPL)", salienta Sérgio.

Cortando gastos
A utilização de forma legal do software proprietário, com a chancela de uma empresa, prevê o pagamento da licença de uso. Como alternativa, a Rede Livre propõe a utilização de software livre e o remanejamento dos recursos com a licença para o treinamento de usuários.

"A maior parte dos programas de inclusão digital do governo federal tem hoje custo muito inferior por não terem o custo das licenças de propriedade. O mesmo acontece nos telecentros das prefeituras que usam software livre. O que a gente usaria em custo das licenças, propomos gastar com a capacitação dos usuários", explica o diretor-presidente da entidade.

"O software livre cresce muito no Brasil, pois há empresários que são usuários desse tipo de tecnologia da informação. Em Birigui, no interior de São Paulo, por exemplo, o setor calçadista se uniu e começou a produzir software aberto e a fazer atualizações em regime colaborativo", destaca Sérgio.

Segundo o presidente da Abes, o software livre e proprietário não são excludentes. "Não acreditamos em um modelo único de negócios de sucesso, isso é uma decisão de mercado. No caso do software livre, não quer dizer que o produto seja necessariamente gratuito. Eventualmente, a licença por ele pode ser cobrada ou não. O código aberto igualmente prescinde de atualização como no código fechado. O desenvolvimento e adaptação também devem ser considerados pelo fabricante, inclusive o do software livre", lembra Jorge.

Com 750 associados, o presidente da Abes diz não saber quantos deles operam com modelo de software livre, mas, afirma, é minoria.

"Não vemos sentido em uma legislação obrigatória para utilização desta ou daquela plataforma, inclusive em nível de governo, como já houve no passado. Essa obrigatoriedade pode causar um desembolso ainda maior por parte do governo ou de quem quer que seja. A própria legislação atual, Lei nº 8666, já é suficientemente clara para a melhor análise e utilização de uma ou outra plataforma. Não devemos tomar uma decisão sentimental ou política na escolha de um software, ela não deve se sobrepor a uma decisão técnica e de preço", ressalta Jorge.

Colaboração global
O sistema Linux mantém pelo mundo cerca de 1.500 'colaboradores', que trocam informações sobre esse software pela internet. "A Nasa e a Casa Branca usam Linux, assim como o governo federal e os telecentros do governo da Bahia", comenta Sérgio.

No Brasil, entre os que já integram a Rede Livre estão profissionais com história e experiência nas áreas de Tecnologia da Informação e Educação como Imre Simon (USP), Demi Getchko (Comitê Gestor Internet do Brasil), Nelson Pretto (diretor da Faculdade de Educação da UFBA), Pedro Rezende (criptográfo e professor da UNB), Wagner Meira (professor da Ciência da Computação da UFMG), Ricardo Kobashi (coordenador do Acessa São Paulo), Carlinhos Cecconi (projeto Twiki Brasil), Marcia Padilha (Educação), entre outros. Pelo menos três empresas já são parceiras da iniciativa: a Spread Teleinformática e a Insigne Free Software do Brasil; e outras quatro ONGs: a SaferNet Brasil, PSL Brasil, Rits e o Coletivo Digital, que também empresta sua sede.

Por fim, para a Rede Livre, o fator essencial no mundo atual é a capacidade que as pessoas terão de produzir-se a si mesmas. Neste contexto, a educação e a formação são elementos decisivos. Nossa formação básica é pensada em 3 vertentes: tecnologias abertas (administração de sistema GNU/Linux e aplicativos livres); cidadania digital e empreendedorismo. Depois do curso, cada jovem capacitado passará a integrar uma rede de informação e capacitação online, ganhará sua inclusão na área voltada aos cidadãos que procuram suporte, obterá um espaço para hospedar seu blog bem como sua conta de e-mail, entre outros instrumentos de comunicação. A idéia básica é a de que cada jovem deverá ser capaz de aprender continuamente. Também o jovem será freqüentemente apresentado a projetos colaborativos de desenvolvimento de software livre. Assim, será incentivado a tornar-se um desenvolvedor, o que elevará sua empregabilidade pessoal e a inteligência coletiva nacional.

"A Rede Livre é um projeto simples, mas ousado. Com sua ação de capacitação vários objetivos são efetivados: combate à pirataria, ampliação do uso de software livre, profissionalização de jovens carentes em alta tecnologia, disseminação das práticas solidárias e colaborativas. "Nossa ação é uma ação de cidadania em uma sociedade da informação e do conhecimento em que a Educação e a Capacidade Tecnológica são as bases para obtermos melhores condições de vida e trabalho", conclui Sérgio.

Data: 08/08/2006 Fonte:
Raio-X  
Nome da empresa: Rede Livre de Compartilhamento da Cultura Digital
Nº de funcionários: 31
Nome do contato: Sérgio Amadeu da Silveira
Cargo: diretor-presidente
Telefone: (11) 3083-5134
Email: sergioamadeu@uol.com.br
Endereço: Rua Cônego Eugênio Leite, 883 - Pinheiros - São Paulo/SP
Site: http://www.sitio.redelivre.org.br
 

FreeNetworks.org Peering Agreement v1.1

A FreeNetworks.org network is defined as any computer network that identifies itself as affiliated with FreeNetworks.org, and must also follow this agreement.

Preamble

There are now many community networks, but they are seperated geographically and socially and do not form a coherent network. This document is an attempt to connect those network islands by providing the minimum baseline template for a peering agreement between owners of individual network nodes - the FreeNetworks.org Peering Agreement (FNPA).

The FNPA is a way of formalizing the interaction between two peers. Owners of network nodes assert their right of ownership by declaring their willingness to donate the free exchange of data across their networks.

The FNPA is maintained at http://freenetworks.org/ by a group of volunteers from around the world. It is intended to be used as a template for other small-scale peering documents and licenses.

Agreement

Article I. Free Transit:

  1. The owner agrees to provide free transit accross their free network.
  2. The owner agrees not to modify or interfere with data as it passes through their free network, except when filtering or rate limiting is necessary in order to protect the network.

Article II. Open Communication:

  1. The owner agrees to publish the information necessary for peering to take place.
  2. This information shall be published under a free licence.

Article III. No Warranty:

  1. There is no guaranteed level of service.
  2. The service is provided "as is", with no warranty or liability whatsoever of any kind.
  3. The service can be scaled back or withdrawn at any time with no notice.

Article IV. Terms of Use:

  1. The owner is entitled to formulate an 'acceptable use policy' (AUP).
  2. This AUP may or may not contain information about additional services provided (apart from basic access).
  3. The owner is free to formulate this policy as long as it does not contradict articles I and II of this agreement (see Article V).

Article V. Local Amendments:

  • (to be filled in ad-hoc by the node owner as this document is implemented)

Definition of terms:

  • Owner: The owner of the node is the entity operating the network equipment or donating functionality to the FreeNetwork.
  • Transit: Transit is the exchange of data into, out of, or across a network.
  • Free Transit: Free transit means that the owner will neither charge for the transit of data nor modify the data.
  • Free Network: The Free Network is the sum of interconnected hardware and software resources, whose FreeTransit has been donated by the owners of those resources.
  • The Service: The Service is made up of Free transit and Additional Services.
  • Additional Services: In terms of the FNPA, an additional service is anything over and above Free Transit. For example, provision of a DHCP server, a web server, or a mail server.

The FNPA in practice

The FNPA shall be implemented in data readable form following agreed standards in community network node databases to facilitate automatic interconnection of nodes.

 
Ilegal, "gato velox" espalha internet de banda larga no Rio

Conexão sem fio clandestina sai por até R$ 30; centrais fornecem até ficha de inscrição e carteirinha aos clientes

Com velocidade baixa, o serviço, que desafia polícia e provedores, só dá acesso a sites simples; downloads são praticamente inviáveis

ITALO NOGUEIRA
DA SUCURSAL DO RIO

Parte do sinal que conecta moradores da região metropolitana do Rio à internet é clandestino. O chamado "gato velox" se espalhou pelo subúrbio da capital e municípios vizinhos e desafia polícia e provedores que oferecem o serviço.
Por até R$ 30, moradores de bairros de classe média baixa ou mesmo em favelas conseguem uma conexão de internet banda larga de velocidade de dados limitada, mas que, pela via criminosa, permite fugir do acesso discado e da "exclusão digital". Os "gatos" costumam ser oferecidos onde as concessionárias não oferecem seus serviços de acesso à internet.
"A infra-estrutura para conectar essas pessoas e a falta de interesse das empresas deixa muito a desejar. Isso mostra uma demanda não atendida", afirmou Rodrigo Baggio, presidente do Comitê para a Democratização da Informática.
Há cerca de um ano na praça, os fraudadores têm sofisticado a transmissão de sinais de ponto a ponto. Abandonam aos poucos os metros de cabo que ligam o distribuidor ao cliente e passam a usar antenas, dificultando o trabalho da polícia. Algumas centrais clandestinas fornecem até ficha de inscrição e carteirinha para controlar o número e o perfil dos clientes.
"Qualquer jovem pode fazer isso. Os equipamentos se encontram facilmente na esquina e na internet. Eles acham que não estão cometendo crime, mas estão", diz o delegado Rodolfo Waldeck, da Defesa dos Serviços Delegados.
Geralmente, o "gato" oferece uma conexão com velocidade baixa (em média, 50 kBps, quantidade de dados enviados ou recebidos por segundo), que permite apenas o acesso simples a páginas na internet pouco "pesadas" -sem muita informação digital. Downloads são praticamente inviáveis. Na maioria dos casos, o uso da internet limita-se à visita a sites de relacionamento, bate-papo, mensagens eletrônicas, pesquisa e para o uso de programas de mensagens instantâneas.
A polícia já realizou prisões por distribuição irregular de sinal. Em São Gonçalo, a 25 km do Rio, Bruno Rafael Paulino de Assumpção, 25, foi preso há um mês por montar e usar uma rede clandestina de distribuição de sinal de internet. Ele responde ao processo em liberdade. A estrutura da rede impressionou os agentes da Draco (Delegacia de Repressão às Ações de Crimes Organizados) e de funcionários da Velox, serviço oferecido pela Oi no Rio.
Bruno comprou um plano de 300 kBps da provedora no nome da mãe, Maria das Graças Paulino de Assumpção, 50, e o instalou na casa de uma amiga.
De lá, uma antena enviava o sinal para a residência da família, a cerca de 3 km de distância (onde a Velox não oferecia acesso), segundo a polícia. Na casa da família, o sinal era dividido por dez computadores, em uma lan house -outras duas casas também captavam a conexão por antena.
O uso de antenas dificulta a identificação do local onde há o ponto "legal" da rede clandestina. Em São Gonçalo, a Draco investiga se redes clandestinas fornecem conexão à internet para comerciantes e até para um shopping da região.
"A velocidade é um pouco melhor que a conexão discada, mas não tenho que ocupar uma linha telefônica e disputar o acesso", afirmou o usuário de uma rede ilegal em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, que não quis se identificar.
Algumas centrais, porém, oferecem serviço mais amplo e "personalizado". Em Bangu (zona oeste), um dos "gatos" oferece três planos de R$ 30 (150 kBps), R$ 60 (300 kBps) e R$ 110 (600 kBps). A atividade, em alguns casos, é feita por milícias, como ocorre com o "gatonet" (TV a cabo clandestina).

Para acusado, serviço é apenas "quebra de contrato", e não "fraude ou roubo"

DA SUCURSAL DO RIO

O técnico em informática Bruno de Assumpção, 25, preso há um mês e que responde em liberdade a processo por vender o "gato velox", disse que a distribuição de conexão de internet é uma "quebra de contrato", e não "fraude ou roubo".
Delegados assumem que a prática é de difícil tipificação, mas, segundo o delegado Rodolfo Waldeck, "pode ser caracterizado como furto". Assumpção responde pela acusação de "desenvolver clandestinamente atividades de comunicações" e estelionato.
Ele afirmou que aprendeu a montar a rede em pesquisas na internet e com cursos técnicos.

 

FOLHA - Você fez um "gato"?
BRUNO DE ASSUMPÇÃO -
Não conheço o serviço como gato, pois é pago para a Velox. Na realidade é uma quebra de contrato, não é uma fraude ou roubo. Gato é gato de energia, que não tem contrato nenhum; engata na rede de energia e liga sem pagar. Com o Velox, você paga, tem contrato, só que, geralmente, é quebra de contrato, pois nele diz que é só para consumo próprio.

FOLHA - Por que montou a lan house dessa forma?
ASSUMPÇÃO -
Estava desempregado e decidi montar uma lan house em razão da disponibilidade que eu tenho. Trabalho no ramo, com rede doméstica, sem fio. Mas fui um pouco inocente quanto ao serviço de internet. Comprei todos os equipamentos com empréstimos, mas, quando fui tentar obter o serviço de internet, soube que era impossível no meu bairro. A solução foi a rede sem fio.

FOLHA - Quanto você gastou?
ASSUMPÇÃO -
Uns R$ 12 mil.

FOLHA - Como você aprendeu a trabalhar no ramo?
ASSUMPÇÃO -
[Conexão sem fio] eu pesquisei na internet e por consultas de um técnico.

 
 WIRELESS-STATION.COM (El Prat de Llobregat / Barcelona / España)

Página principal en: http://www.wireless-station.com

Bucaneros de las ondas y comunidades libres inalámbricas

Artículos / Comunidad
Fecha: 20 Jun 2004 - 06:55 PM
Fenómenos como la detección de redes y la creación de comunidades libres inalámbricas sacan a relucir la dimensión social de la tecnología.

Para amplias capas de usuarios, Internet es un espacio de libertad que no debe ser sacrificado en aras de los intereses comerciales de las empresas ¿Vencerá David a Goliat? ¿Será posible una cohabitación de dos pulsiones presentes en la sociedad y en apariencia opuestas como la mercantil y la social?


Redes vulnerables, corsarios al acecho

La caza de las redes Wi-Fi se ha convertido en un verdadero deporte para una singular ralea de corsarios de los mares inalámbricos.

La tecnología Wi-Fi hace furor. Tanto las redes privadas como empresariales crecen como champiñones. Y es que el número de ‘hotspots’ (o puntos de trasmisión) y de comunidades inalámbricas no cesa de crecer.

El entusiasmo ha sido tal que muchos pasaron por alto que uno de los principales inconvenientes de esta tecnología en comparación con las redes alámbricas es su relativa permeabilidad.

No todos los administradores han valorado adecuadamente los riesgos inherentes de la tecnología Wi-Fi. Muchos incluso olvidan habilitar el protocolo WEP que sirve para cifrar las comunicaciones de datos, un elemento indispensable para la seguridad.

Los bucaneros informáticos han visto el cielo abierto cuando han descubierto esta debilidad.

Un grupo de estos aprovechan estos resquicios de las redes inalámbricas para hacer su agosto en forma de sabotaje o espionaje.


Filibusteros piadosos y...sumamente cívicos

Pero no todos estos bucaneros inalámbricos son de este pelaje y ralea.

Hay corsarios 'con buenas intenciones' que utilizan esta posibilidad como actividad lúdica y reivindicativa animados por un espíritu cívico y comunitario. Incluso ayudan a los posibles pirateados al indicarles sus fallos de seguridad.

Estos corsarios se agrupan en dos tendencias : los 'wardrivers' y los 'warchalkers'


Wardriving o peinar la ciudad

El 'Wardriving' consiste en recorrer una zona en un vehículo, por lo general, un coche, con el fin de tratar de localizar puntos (llamados nodos) de acceso inalámbrico.


"Wardriving en Málaga"

Para sus practicantes el 'Wardriving es sólo un deporte inofensivo que no pretende causar daño alguno. Es una especie de caza electrónica cuyo único botín consiste en localizar redes.

Cuando muchas empresas implantaron sus redes inalámbricas en sus oficinas y sus empleados empezaron a utilizar sus portátiles abrieron sin saberlo la caja de los truenos.

La caza tiene lugar cerca de edificios de oficinas, donde existe mayor probabilidad de encontrar este tipo de sistemas, buscando redes Wi-Fi vulnerables a las que poder conectarse.


En cuanto a las armas, éstas aunan la efectividad con una estética decididamente antiheroica, esto es, con una estética menos tecnológica y más casera.

Esta filosofía es la que permite que estos piratas como seña de identidad tribal utilicen los "Antenas ‘Pringles’" envases cilíndricos de las patatas fritas Pringles para fabricarse las antenas, lo que además les permite conseguir un 15% más de ganancia receptiva.


Warchalking o señalética de tiza

El 'warchalking' consiste en marcar con tiza en plena via pública la presencia de redes inalámbricas Wi-Fi con la idea de de sacar a la luz de este tipo de redes y subsidiariamente entablar un debate sobre internet al servicio de la ciudadanía.

Si por una casualidad se encuentra dibujados en la pared dos arcos cóncavos en aspa, no piense que es un círculo de tiza caucasiano sino uno de los signos utilizados para el 'warchalking.


”’Warchalking’ en Londres

Y es que la señáletica de tiza es también un lenguaje codificado. Este lenguaje icónico se basa en la tradición de los signos utilizados por los 'hobos' esos míseros braceros itinerantes que erraban por la América profunda tras la Depresión de 1929 y cuyos avatares y penas se plasmaron en grandes clásicos del blues.

La idea de la señalética de tiza se le ocurrió a Matt Jones, un arquitecto de la información que ha trabajado para la BBC al ver a un grupo de estudiantes de arquitectura de Londres que dibujaban con tiza planos en una acera. Se le ocurrio combinar esta idea con el lenguaje de tiza utilizado por los hobos.

Esta visibilidad "permitirá animar a los novatos e entablar un debate entre usuarios de Wi-Fi, operadoras y grupos sociales", opina.

Este debate es importante, aun cuando "se interrumpa brutalmente cuando los administradores de sistematas descubran que su red tiene brechas y es visible gracias al 'warchalking', pues les obligará a mejorar su seguridad".

La actividad puede parecer pueril frente al poder de las operadoras, pero al menos en las paredes y calles de nuestras ciudades se recuerda la idea de que Internet y democracia eran dos conceptos indisolublemente unidos cuando se creó la Red. Pero Mat Jones no pierde la esperanza. "Si se utiliza la tiza se hace algo muy beneficioso para las operadoras al decirles que se les ha detectado. Así, pueden decidiri mejorar la seguridad o optar por un entorno inalámbrico de libre uso", dice.


Comunidades inalámbricas libres

Las redes inlámbricas libres representan para muchos la libertad, por cuanto permite a grupos o comunidades construirse y gestionar su propia infraestructura al margen de las posibilidades comerciales que ofertan redes de comunicaciones.


”Instalando una red inalámbrica libre”

Una red libre es una red a la que cualquiera puede acceder. Aunque no todaslas redes comparten los mismos propósitos, todas coinciden en la libertad que las redes inalámbricas proporcionan.

Ser capaces de crear grandes redes saltándose a la torera la pesada burocracia de las operadoras telefónicas tiene un cariz de gesta y es quizás el rasgo que mejor define a estas comunidades.

En una red libre todos los que poseen un equipo adecuado puede enviar y recibir datos desde todos los puntos de la red sin pagar nada. Ello no es óbice para poder conectarse a otras redes de pago (por ejemplo, Internet).


Las metas de estas comunidades no son muchas pero sí ambiciosas. En primer lugar, crear una red libre y distribuida, es decr, que no perteneza a nadie en particular sino a todo.

En segundo lugar, se pretende acercar la tecnología y favorecer la comunicación de la sociedad. La premisa es que las redes libres fomentan la capacitación técnica de los usuarios y acerca las nuevas tecnologías a los ciudadanos, eliminando muchas de las barreras que hoy en día existen para el pleno desarrollo de la sociedad de la información y la sociedad del conocimiento y creando nuevos canales de comunicación entre las personas de una manera absolutamente libre y gratuita.

Un último fin, que tiene también un marcado acento comunitario, es la idea de servir de red de emergencia para su uso en caso de catástrofes. En esas situaciones las redes libres constituyen una alternativa de comunicación. Al no depender de los canales, medios de transmisión habituales, permiten conectarse a la red desde cualquier punto y en todo momento y se erigen en de red de emergencia y así atender a las necesidades de comunicación y transmisión de voz y datos que puedan surgir.

A pesar de la utilidad social de las redes libres, el futuro no es tan halagüeño por la pulsión controladsora de las empresas privadas que quieren tener atado y bien atado este 'negocio'.

"Los pioneros comenzamos a mirar, comenzamos a ver otras opciones, para huir de lo que nos ata y de los que 'antes decían que era una tonteria y no llegaría a nada', y ahora hace crecer a las mismas multinacionales que han sido capaces de subirse al tren y bajo el amparo del poder, volver a convertir lo que era gratis en algo que sólo les hace ganar dinero a ellos", afirma con profunda preocupación Sils, 'nick' de un miembro de Wireless-station.com (una red inalámbrica libre de la provincia de Barcelona).

"No nos dejemos engañar, ya lo estan haciendo, ya lo estan probando y luego nos sorprenderan con que la 'tecnologia ha hecho un gran avance' y 'tendremos que pagarles a ellos' para conseguir lo que aun es más económico que las redes normales... ¡pagaremos por el aire !", afirma.

Fuente: Instituto Universitario de Postgrado

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Aquesta és la pàgina arrel de la xarxa oberta en malla de guifi.net. Des d'aquest mapa o els enllaços a les diferents zones pots obtenir major detall dels nodes i continguts de la xarxa. Amb aquesta aplicació es proporciona un conjunt d'eines de suport als col·lectius que volen formar xarxa oberta, entre d'altres: Mapes i utilitats geogràfiques per calcular distàncies i comprovar perfils, gràfiques de trànsit de la xarxa i disponibilitat, reserva de rangs i assignació d'adreces de xarxa, configuració dels equips, suport als usuaris... Si vols fer xarxa, només cal que t'hi apuntis. Si ets de fora de la zona arrel, l'extenem, que d'això es tracta.

Ésta es la pàgina raiz de la red en forma de malla de guifi.net. Desde este mapa puedes navegar por las distintas zonas i obtener detalles sobre sus nodos y contenidos. Con esta aplicación se ofrece un conjunto de herramientas a los colectivos que quieren formar una red libre, entre otras: Mapas y utilidades geográficas para obtener distancias y perfiles, monitorización del tráfico de la red y disponibilidad, reserva y asignación de direcciones de red, configuración y soporte a los usuarios... Estás invitado a formar parte de la red. La zona raiz puede ampliarse para incluir tu zona, el código és libre y también puedes traducir la web a otros idiomas.

This is the root page of the guifi.net mesh network. From here you can drill down to obtain any detail of the network nodes and services. This application provides a set of functions for supporting wireless communities such as mapping tools, availability and bandwith usage graphs, network ip allocations, configuration tools, user forums, etc. If you wish to join guifi.net network and extend this root zone, just do it: This has been built on open source and supports multi-language.

informació de zona

Nodes llistats a guifi.net World

Nom de la ZonaFuncionantPlaneadoEn construcciónEn pruebasTotal
Alava02002
Andalucia02002
Andorra00000
Badajoz20002
Catalunya3.6321.430991425.323
Ceuta10001
Franja de Ponent01001
Galicia01001
Guinea Bissau01001
Haiti01001
Illes Balears261110
London00000
México00000
Murcia00000
Occitania01001
País Valencià21003

3.6391.4461001435.348
rroca – Dom, 15/01/2006 – 18:04
 
 http://guifi.net/es/guifi_zones
Coordinación de grupos y comunidades de las redes libres

Taller Virtual: módulo gestión de la red

Fruto de los intensos debates sobre el próspero panorama de desarrollo y coordinación de las redes libres que hemos estado viviendo en la lista de correo de redlibre ha salido entre otras ideas la de organizar un Taller Virtual para que podamos explicar, preguntar, practicar, ... sobre un mòdulo de gestión de redes.

Relación de participantes, apuntaros para poder organizarlo mejor:

- Manuel Villaverde
- Hilario
- Lluís Dalmau
- Javier Barrio
- Sebastián Galeano
- Jose D. Domenech
- Alberto Lopez
- A. Ramon Garcia
- astula.net (perdon pero no sé tu nombre snif snif)
- ...

lluis.dalmau – Jue, 14/02/2008 – 18:03

Puesta en marcha de la red en Ripoll

Durante estos últimos dias se ha estado trabajando en la construcción de la red troncal con puntos de acceso de la red guifi.net en Ripoll, capital de la comarca del Ripollès, enlazando los nuevos supernodos de cobertura de Ripoll con los de la vecina comarca de Osona.

Algunas fotografias, incluyendo las de la espectacular torre del Catllar:

  1. Xevi en la Torre con Ripoll al fondo
lluis.dalmau – Mar, 08/01/2008 – 08:44
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BadalonaWireless Lo realizado en 2007 q no es poco :)

Los últimos acontecimientos sobre BadalonaWireless:

  • 16/12/07 - Enlace BDNGuasch-BCNpontTreball:

    Este enlace une la red de Badalona con Sant Antoni en Barcelona; patrocinado voluntariamente por gente de Badalona y la entidad Xarxa@ntoni; Pont del Treball (Sant Marti) se convierte en la segunda union con Barcelona y seguramente será la unión con otros nodos de Barcelona como los de UPF o PobleNou.

  • 02/12/07 - montaje Supernodo BCNpontTreball:

    En colaboracion con Xarxa@ntoni la red ciudadana de SantAntoni (BCN) se ha montado el supernodo que unira la red de Badalona directamente con Rda. St Pau - Parlament en Barcelona.


    El montaje a sido llevado a cabo por Jmaria Moles, Xabier de Xarxa@ntoni y al final SGaleano :P nos dio 15Megas reales y sostenidos de ancho de banda entre SantMarti y Rda StPau (5900m). A la espera de poder alinear mejor las antenas en Rda. StPau.
  • 30/11/07 - Cena de celebración 3000 nodos guifi.net y premio nacional de telecomunicaciones

    Se ha realizado en Pla de l'Os (Balenyà) la cena de celebración de los 3000 nodos guifi.net y la entrega del premio nacional de telecomunicaciones por parte de la Generalitat de Catalunya.
  • 17/11/07 - Cambio supernodo BDNCtraStaColoma22:

    A causa de un problema con el trasto el pasado Agosto que ha estado funcionando desde 2004 en el nodo BDNCtraStaColoma22 (antes badalonawireless-n05) se ha procedido a remplazar el trasto con lo recaudado en apadrinamiento voluntario, el nuevo trasto ya es usando el nuevos trastos mikrotik y son ampliables, además se ha cambiado la antena de cobertura de una omnidireccional de 8dbi a una sectorial 120º/14dbi. Este supernodo es el utilizado para conectar con SantAndreu (bcn) y con Sant Adria de Besos.
  • 06/11/07 - Recogida del Galardón del premio nacional de Telecomunicaciones al proyecto Guifi.net:

    El proyecto Guifi.net ha sido galardonado por la Generalitat de Catalunya con el Premi Nacional de Telecomunicacions 2007.
    "El jurado ha galardonado Guifi.net con el Premio Nacional de Telecomunicaciones porque es una red de telecomunicaciones abierta, de banda ancha y neutral, que, todo respetando los criterios marcados por la normativa vigente, logra prestaciones de alto nivel y a bajo coste, y garantiza el acceso universal a la sociedad de la información y la incorporación de servicios de valor añadido allí dónde es implantada. El jurado ha resaltado también que los 2.700 nodos de red ya operativos, y su ritmo de crecimiento en Catalunya son una contribución importante al equilibrio territorial, así como una buena forma de afrontar la brecha digital."
SGaleano – Mié, 02/01/2008 – 11:46
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Primeros pasos de la red libre en Espinelves

Ahora mismo acabo de llegar a casa una vez hemos acabado la reunión en el Ayuntamiento para exponer que són las redes libres y abiertas, qué se puede hacer con ellas, como iniciar un proyecto guifi.net en el pueblo, como enlazar el pueblo con la troncal de la red y como añadir contenidos a la red.

Siempre es importante hacer pedagogia sobre la importancia de hacer todas las redes en el formato libre, abierto y neutral porqué esta es la fórmula para tener una infraestructura de telecomunicaciones potente y coordinada en la que puedan participar particulares, empreses y adminstraciones.

lluis.dalmau – Jue, 20/12/2007 – 23:02
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Encuentro sobre Open Hardware en París

El encuentro tubo lugar el 14 de diciembre en las instalaciones que openpattern.org tiene cerca de Paris y Vic Hayes fué el moderador. La actividad empezó el miércoles por la tarde y duró hasta el sábado. En la reunión participaron unas veinte personas de procedencias muy diferentes: cooperadores internacionales, empresas frabricantes de hardware, programadores e ingenieros de hardware y miembors de las redes libres, uno de los cuales era Roger de guifi.net que es quién nos ha preparado este resumen.

El encuentro sirvió para constatar que el Open Hardware todavia está en una fase embrionaria y que se estan haciendo grandes pasos para evolucionarlo y consolidarlo, también sirvió como punto de encuentro para el encarrilar el trabajo de este objetivo. Se trataron los puntos siguientes:

lluis.dalmau – Mié, 19/12/2007 – 20:19
bitácora de lluis.dalmauInicie sesión o regístrese para enviar comentarios – leer más – 235 lecturas

Montesquiu ya dispone de red libre

El pueblo de Montesquiu ya dispone desde este lunes de red libre guifi.net

Se ha instalado un supernodo situado en el campanario, consta de dos antenas sectoriales de 2.4 GHz, un enlace troncal al supernodo de Bellmunt y otro enlace troncal a un supernodo del pueblo de Sant Quirze de Besora.

lluis.dalmau – Mar, 18/12/2007 – 15:23
bitácora de lluis.dalmauInicie sesión o regístrese para enviar comentarios – leer más – 206 lecturas

[Call4QAGW] O mas comúnmente, Llamamiento al Quinto Aniversario de GuadaWireless

Nas Ñor@s.

En Febrero de 2008, GuadaWireless celebra su Sexto Aniversario, como todos los años, os invitamos, aparte de pasarlo en grande, a que propongais en la lista de correo-e listas@guadawireless.net, eventos, talleres, exposiciones, charlas, cursos, conferencias, coloquios, kdadas ... o lo que os apetezca. Todos ellos relacionados con las Tics en General y con las RedesLibres, en particular, que se os ocurran.

Todas las propuestas serán evaluadas por cada uno de los miembros de la lista, y se aceptaran o denegarán como siempre en función de la aceptación popular. ;-)

angelux – Lun, 17/12/2007 – 22:52

Dar visibilidad a redlibre dentro de la red wifi

Uno de los problemas que nos encontramos cuando por ejemplo queremos dar visibilidad dentro de la propia red libre a una página que está fuera (normalmente Internet); como es el caso de redlibre o de tu comunidad si usas un hosting externo.

De soluciones hay de todos los gustos; pero por tal de mantener la estructura de red rutada donde no existen gateways o proxys trasparentes; lo que haremos es usar una maquina con apache haciendo de proxy reverso; de manera que los nuevos usuarios que aún no se han configurado ninguna de las puertas a Internet de la red, pueda visualizar las webs como si estuvieran dentro de la red.

SGaleano – Sáb, 15/12/2007 – 23:58

Ampliación en los AP del nodo Cals Avis de Torelló

En el nodo de Torelló Cals Avis tenemos instalado un RB332A con tres antenas sectoriales de 120 grados a 2.4 GHz y una antena direccional de enlace troncal a 5 GHz.

El número de usuarios, nodos clientes, conectados a estas antenas ha llegado al tope de las subredes asignadas a cada uno de los AP, 30 clientes por AP, como el ritmo de crecimiento de la red libre en Torelló es muy elevado y como las pruebas realizadas hasta el momento han sido buenas, se ha añadido otra subred /24.

lluis.dalmau – Sáb, 15/12/2007 – 17:52
bitácora de lluis.dalmauInicie sesión o regístrese para enviar comentarios – leer más – 182 lecturas

Reunión de presentación del proyecto guifi.net en el pueblo de Espinelves

Espinelves es un pueblo situado en la zona montañosa y boscosa del Montseny- Guilleries, en la comarca de Osona.

Esta a una distancia de 21 Km de Vic completamente rodeado de montaña y bosque.

La intención es explicar el proyecto de red libre, abierta y neutral para que los vecinos del pueblo puedan tener una red interconnectada a la red guifi.net

Será posible esta interconexión si podemos unir el pueblo con la zona donde esta un repetidor de la televisión a un quilómetro del pueblo y desde este repetidor a otro repetidor por donde ya pasa la red troncal, a unos veinte quilómetros. Todo un reto !

lluis.dalmau – Mié, 12/12/2007 – 18:42
bitácora de lluis.dalmauInicie sesión o regístrese para enviar comentarios – leer más – 210 lecturas
 
 http://www.redlibre.net/

  •  

  • FreeNetworks.org is a volunteer cooperative association dedicated to education, collaboration, and advocacy for the creation of FreeNetworks. You can show solidarity and support the cause by building a network that follows our peering guidelines, and identify it to your users as a FreeNetwork.

    What is a FreeNetwork?

    A FreeNetwork is any computer network that allows free local transit, following the guidelines of our peering agreement. By "transit", we refer to information flowing through the network. While most of our members specialize in wireless networking, a FreeNetwork can be built using Ethernet, fiber optics, or any other kind of networking technology. A FreeNetwork is defined by what its users can do with it, rather than the particular technology it is built on.

    Who we are

    FreeNetworkers have been meeting since 2000 to organize, share information, and pool resources to find the best way to build community networks. Our members include community advocates, system administrators, RF engineers, writers, lawyers, programmers, business owners, and many others who want to help build FreeNetworks in their local communities.

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    Get to know other FreeNetworks folks by joining in the discussion live in IRC on #wireless, or join the community mailing list: http://freenetworks.org/mailman/listinfo/community/

    FreeNetworks


  • Losnet (Amsterdam, Netherlands)
  • Internet Santa Cruz (Argentina)
  • BuenosAiresLibre (Buenosaires Argentina)
  • Aeroenlace :: Comunidad Wireless (Aeroenlace)
  • funkfeuer (Vienna, Austria)
  • funkfeuer (Vienna)
  • Nameless Wireless (Sydney Australia)
  • Air-Stream Wireless (, American Samoa)
  • BC Wireless (BC, Canada)
  • Ile sans fil (Montreal Qc, Canada)
  • altred (Altred)
  • altred - medellinwireless (Medellin, Colombia)
  • Sdruzeni Klfree.net (Kladno, Czech Republic)
  • CZFree.Net (, Czech Republic)
  • freifunk.net (Germany, Germany)
  • wifi-frankfurt.de (Frankfurt, Germany)
  • Opennet-Forum (Rostock Germany)
  • FDF / ProWlan (Fdf)
  • BadalonaWireless (Badalona, Spain)
  • SevillaWireless (Sevilla)
  • redwifi (Valencia Spain)
  • RedLibre (Spain)
  • Red Inal�mbrica Ciudadana de Poblete (Ciudad Real, Spain) (Pobletewireless)
  • Marseille Wireless (Marseille France)
  • France wireless (France)
  • Burngreave Community Area Network (Sheffield, Great Britain)
  • ZNET (Znet)
  • ninux.org (Rome Italy)
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  • Bristol Wireless (Bristol, United Kingdom)
  • Wireless London (London, United Kingdom)
  • Naan (Naan)
  • Lancaster Mesh (Lancaster, United Kingdom)
  • SeattleWireless (Seattle, United States)
  • Personal Telco Project (PortlandOR, United States)
  • Alameda Wireless (Alameda, United States)
  • ThirdBreak (Santacruz Ca, United States)
  • atlantafreenet (Atlantafreenet)
  • Champaign-Urbana Community Wireless Network (CUWiN) (Urbana Il, United States)
  • SoCalFreenet.org (Socal, United States)
  • SFLan (Sanfrancisco Ca, United States)
  • OpenHazuki (Pasadena Ca, United States)
  • West Virginia Broadband, Inc. (Braxton-county Wv, United States)
  • C-U Wireless (, United States)
  • ColumbusFreeNet.org (Columbus Ga, United States)
  • PhillyMesh (Philadelphia, United States)
  • Tremont Wifi Neighborhood (Cleveland Oh, United States)
  • MontevideoLibre.org (Montevideo Uruguay)
  • JaWug (Jhb, South Africa)
  • Pretoria Wireless Project (Pta, South Africa)
  • Affliates

    These organizations support Free Networks with technology, education, evangelism or other partnership.

  • Austin Wireless (Austin, Texas, USA)
  • BAWUG (Bay Area, California, USA)
  • Canberra Wireless (Canberra, Australia)
  • Consume (London, England)
  • CUWireless (Champaign-Urbana, Illinois, USA)
  • Elektrosmog (Stockholm, Sweden)
  • Guada Wireless (Guadalajara, Spain)
  • Houston Wireless (Houston, Texas, USA)
  • HuWiCo (Budapest, Hungary)
  • La Cañada Wireless Association (Santa Fe, New Mexico, USA)
  • Madrid Wireless (Madrid, Spain)
  • Melbourne Wireless (Melbourne, Australia)
  • Nora Wireless (Stockholm, Sweden)
  • NYCWireless (New York, New York, USA)
  • RedLibre (Spain)
  • SDWUG (San Diego, California, USA)
  • SeattleWireless (Seattle, Washington, USA)
  • SoCalFreeNet (Southern California, USA)
  • Wireless Leiden (Leiden, The Netherlands)

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