Site ANATEL
O provimento de conexão à internet via acesso discado, ADSL, radiofreqüência, cable modem, entre outras tecnologias, deverá estar associado a um serviço de telecomunicações devidamente regulamentado pela Anatel. Os serviços de telecomunicações que dão suporte ao provimento de conexão à internet, por sua vez, só deverão ser explorados por empresas que possuam concessão, permissão ou autorização emitida pela Anatel. Ao contratar um serviço de acesso à internet, há a necessidade de se contratar não apenas o provimento de conexão à internet, que é um serviço de valor adicionado, mas também um prestador de serviços de telecomunicações que lhe dê suporte. O usuário do serviço de telecomunicações tem a opção de contratar o provedor de serviço de conexão à internet da própria prestadora ou outro que seja por ela habilitado. Empresas que oferecem acesso à internet banda larga precisam de autorização da Anatel para explorar o serviço de telecomunicações que irá suportar a conexão. Já para instalar ou operar serviços de comunicação de dados dentro de uma instituição - quando a atividade de telecomunicações estiver restrita aos limites de uma mesma edificação ou propriedade móvel ou imóvel - não há necessidade de concessão, permissão ou autorização da Anatel. (Site papagallis)Anatel cria marco regulatório para as redes livres nos municípios
Publicado por Alberto Blumenschein em Sexta-feira, 15/Junho/2007
em Redes.
Em março de 2007 a Anatel publicou as normas para a criação de redes sem fio de acesso público e gratuito nos 5,500 municípios brasileiros. Era uma regra que estava faltando para permitir aos municípios construirem as redes de acesso banda larga para o uso da administração pública e de seus cidadãos. A partir da criação de uma companhia municipal destinada a este fim, a aquisição das licenças (Serviços de comunicação multimídia - SCM e Serviços Limitado privado - SLP) e a homologação da infraestrutura os municípios estarão aptos a iniciar o serviço. Ainda não existe nenhum projeto cadastrado na Anatel mas espera-se que muitos dos mais de 4,500 pequenos municípios brasileiros venham a interessar-se pelo programa. O Minicom já tem um programa com estratégias para “para três brasis”. O primeiro envolve 696 cidades com ampla oferta de banda larga, em que o ministério deve fazer apenas ações pontuais para cobrir áreas de periferias, em que o serviço não esteja disponível. No segundo grupo, estariam 2.951 municípios, onde a cobertura plena se dará por meio do acesso individual, num prazo estimado de quatro anos. E, finalmente, os 1.916 municípios que dependem de recursos públicos. Este é um grande avanço para a democratização do acesso às redes e ampliação da inclusão digital em nosso país e por isso merece nota. (www.redelivre.org.br)Estatuto Social da Rede Livre de Compartilhamento da Cultura Digital - REDE LIVRESecretaria 18/07/2007
Capítulo I - Natureza, duração, sede, fins, objetivos e meiosArtigo 1º - A REDE LIVRE DE COMPARTILHAMENTO DA CULTURA DIGITAL, também designada pela sigla REDE LIVRE, é uma associação civil, pessoa jurídica de direito privado, sem fins econômicos e lucrativos, sem vinculação político-partidária ou religiosa, com duração por prazo indeterminado e sede provisória na Rua Cônego Eugênio Leite, 883, Pinheiros, CEP 05414-012, cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, regida pelo presente Estatuto e pelas demais disposições legais que lhe forem aplicadas. Parágrafo Único - A REDE LIVRE poderá se organizar em tantas unidades quantas forem necessárias para realizar seus objetivos. Artigo 2º - São objetivos principais da REDE LIVRE DE COMPARTILHAMENTO DA CULTURA DIGITAL - REDE LIVRE:
Artigo 3º - São objetivos genéricos da REDE LIVRE DE COMPARTILHAMENTO DA CULTURA DIGITAL - REDE LIVRE:
Parágrafo Único - A REDE LIVRE não distribui entre os seus associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores, eventuais excedentes operacionais auferidos mediante o exercício de suas atividades, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, aplicando-os integralmente na consecução de seus objetivos. Artigo 4º - No desenvolvimento de suas atividades, a REDE LIVRE observará os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência e não promoverá qualquer discriminação de raça, cor, gênero, orientação sexual, condição social, origem ou religião. Artigo 5º - Para cumprir seus propósitos a REDE LIVRE poderá atuar por meio de execução direta de projetos, programas ou planos de ações; doação de recursos físicos, humanos e financeiros, bem como na prestação de serviços intermediários de apoio a outras organizações sem fins econômicos e a órgãos do setor público e privado, que atuem em áreas afins. Artigo 6º - A REDE LIVRE adotará práticas de gestão administrativa, necessárias e suficientes a coibir a obtenção, de forma individual ou coletiva, de benefícios ou vantagens pessoais, em decorrência da participação no respectivo processo decisório.
Capítulo II - Do quadro de associadosArtigo 7º - A REDE LIVRE é composta pelas seguintes categorias de associados:
Parágrafo 1º - São associados fundadores aqueles que participarem da assembléia de constituição da REDE LIVRE. Parágrafo 2º - Serão associados efetivos todos aqueles que queiram contribuir com a disseminação do software livre ou de código aberto, com a defesa da liberdade e compartilhamento do conhecimento e que concordem com este Estatuto. Parágrafo 3º - A petição para se associar será submetida à aprovação, ou rejeição, da Diretoria que fundamentará sua decisão por escrito. Parágrafo 4º - Em cada Assembléia Geral, a Diretoria submeterá à votação o seu parecer de rejeição, ou aceitação, das petições de novos associados. Parágrafo 5º - Os associados, independentemente da categoria, não respondem subsidiária, nem solidariamente pelas obrigações da REDE LIVRE, não podendo falar em seu nome, salvo se expressamente autorizados pela Diretoria. Artigo 8º - São direitos dos associados:
Parágrafo 1º - O associado poderá fazer-se representar por instrumento de procuração. Parágrafo 2º - Os direitos do associado não se transmitem. Artigo 9º - São deveres de todos os associados:
Artigo 10 - Poderá ser excluído da REDE LIVRE, por justa causa, o associado que descumprir o presente Estatuto ou praticar qualquer ato contrário ao mesmo. Parágrafo Único - A exclusão só é admissível havendo justa causa, assim reconhecida em procedimento que assegure direito de defesa e de recurso à Assembléia Geral.
Capítulo III - Dos órgãos da REDE LIVREArtigo 11 - São órgãos da REDE LIVRE:
Capítulo IV - Da Assembléia GeralArtigo 12 - A Assembléia Geral é o órgão máximo da REDE LIVRE DE COMPARTILHAMENTO DA CULTURA DIGITAL - REDE LIVRE. Artigo 13 - Compete à Assembléia Geral:
Artigo 14 - Compete privativamente à Assembléia Geral:
Parágrafo Único - Para as deliberações referentes aos itens acima exige-se o voto concorde de pelo menos 2/3 (dois terços) dos presentes em assembléia especialmente convocada para esse fim, cujo quórum será de maioria absoluta em primeira votação e em segunda chamada com no mínimo um terço dos associados. Artigo 15 - A Assembléia Geral reunir-se-á, ordinariamente, 1 (uma) vez por ano e será convocada pelo Presidente com no mínimo 15 (quinze) dias de antecedência. Parágrafo Único - A publicidade far-se-á por e-mail, sítio na internet, jornal, carta, edital afixado, cartazes, ou qualquer outro meio eficaz para a devida publicidade. Artigo 16 - As Assembléias Gerais Ordinárias serão convocadas pelo Presidente na conformidade deste Estatuto e as Extraordinárias poderão ser convocadas pelo Presidente ou por 20% (vinte por cento) dos associados, ou pelo Conselho Fiscal, com antecedência de no mínimo 15 (quinze) dias, por escrito, dirigido ao Secretário. Parágrafo 1º - As Assembléias Gerais Ordinárias serão convocadas para serem realizadas em qualquer parte do território nacional, a critério da Diretoria e deliberarão com o quórum de maioria absoluta em primeira votação e em segunda chamada com no mínimo um terço dos associados. Parágrafo 2º - É permitida a declaração de posição e de voto quando o Presidente, após consultar a Diretoria, solicitar a manifestação dos associados por correspondência, inclusive eletrônica, sobre assuntos a serem votados nas Assembléias Gerais Extraordinárias e Ordinárias.
Capítulo V - Da DiretoriaArtigo 17 - A Diretoria da REDE LIVRE compor-se-á de:
Artigo 18 - O mandato da Diretoria será de 2 (dois) anos, podendo haver uma reeleição sucessiva por igual período e não havendo limite para reeleições não sucessivas. Artigo 19 - Compete ao Presidente:
Parágrafo Único - O presidente será substituído em suas faltas, impedimentos ou em caso de vacância do cargo pelo Secretário, e sucessivamente, pelo Diretor Financeiro. Artigo 20 - O Secretário é o chefe da secretaria e lhe compete:
Parágrafo Único - o Secretário será substituído em seus impedimentos pelo Diretor Financeiro. Artigo 21 - Ao Diretor Financeiro compete:
Parágrafo 1º - Os cheques e outros documentos para movimentação de numerários da REDE LIVRE serão assinados obrigatoriamente pelo Presidente e pelo Diretor Financeiro. Parágrafo 2º - O Secretário substituirá o Diretor Financeiro nos seus impedimentos ou vacância do cargo. Artigo 22 - A REDE LIVRE remunera seus dirigentes que efetivamente atuam na gestão executiva e aqueles que lhe prestam serviços específicos, respeitados, em ambos os casos, os valores praticados pelo mercado na região onde exercem suas atividades. Artigo 23 - Em caso de vacância de algum dos cargos da Diretoria, será convocada Assembléia Geral para preenchimento da vaga até final do mandato. Artigo 24 - A Diretoria elaborará um Regimento Interno para regular e detalhar as disposições contidas neste Estatuto.
Capítulo VI - Das CoordenadoriasArtigo 25 - Para cumprimento fiel de seus objetivos, colocando-os em prática, a REDE LIVRE será auxiliada e assessorada por Coordenadorias. Artigo 26 - As Coordenadorias serão responsáveis pelas unidades da REDE LIVRE, pela implementação dos programas e pelos projetos específicos definidos pela Diretorias. Artigo 27 - Os coordenadores serão indicados e poderão ser contratados pela Diretoria. Artigo 28 - O funcionamento e a estrutura das Coordenadorias serão disciplinados pelo Regimento Interno.
Capítulo VII - Do Conselho FiscalArtigo 29 - O Conselho Fiscal é o órgão responsável por fiscalizar a administração contábil-financeira da REDE LIVRE, será composto por 3 (três) membros, eleitos pela Assembléia Geral, com mandato de dois anos, permitida a recondução. Artigo 30 - Compete ao Conselho Fiscal:
Artigo 31 - Os membros do Conselho Fiscal se reunirão pelo menos uma vez por ano ou a qualquer tempo quando convocados pela Diretoria ou pela maioria de seus membros. Parágrafo Único - Em caso de vacância, o mandato será assumido por membro indicado em Assembléia Geral. Artigo 32 - Os membros do Conselho Fiscal não serão remunerados.
Capítulo VIII - Do Patrimônio e da LiquidaçãoArtigo 33 - O patrimônio da REDE LIVRE é constituído de contribuições, doações nacionais e internacionais, de pessoas físicas e jurídicas, bem como, subvenções, contratações, comercialização de produtos, bens materiais e imateriais. Artigo 34 - Constituem também fontes de recursos da REDE LIVRE
Artigo 35 - No caso de dissolução da REDE LIVRE, o respectivo patrimônio líquido será transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos termos da Lei 9790/99, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social da extinta. Artigo 36 - Na hipótese da REDE LIVRE obter e, posteriormente, perder a qualificação instituída pela lei 9790/99, o acervo patrimonial disponível, adquirido com recursos públicos durante o período em que perdurou a qualificação, será contabilmente apurado e transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos termos da Lei 9790/99, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social.
Capítulo IX - Da Prestação de ContasArtigo 37 - A prestação de contas da REDE LIVRE observará no mínimo:
Capítulo X - Das EleiçõesArtigo 38 - As eleições para compor a Diretoria da REDE LIVRE dar-se-ão em Assembléia Geral especialmente convocada para o evento. Parágrafo 1º - Os candidatos à Diretoria deverão informar 30 dias antes ao Secretário o cargo pelo qual tem interesse em ser eleito na Assembléia Geral, cabendo ao Secretário divulgar no sítio da internet da entidade os nomes dos candidatos até quinze dias antes das eleições; Parágrafo 2º - Poderão ser computados votos enviados por e-mail no dia da Assembléia Geral, assinados digitalmente, na forma regulamentada pela Comissão Eleitoral e divulgada 30 dias antes da eleição no site da entidade.
Capítulo XI - Da Transparência TotalArtigo 39 - Será obrigatória a divulgação pública, por meio do site da REDE LIVRE na Internet, das doações, contribuições e recursos obtidos, bem como, é indispensável a veiculação mensal de toda a movimentação orçamentária da REDE LIVRE e o relatório de execução.
Capítulo XII - Das Disposições GeraisArtigo 40 - O exercício social compreenderá o período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de cada ano. Artigo 41 - Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria e referendados pela Assembléia Geral.
(site Instituto Ethos)Rede Livre propõe compartilhamento da cultura digital, inclusão e geração de renda
Uma associação voluntária de educadores, desenvolvedores de tecnologia, pensadores, tecno-artistas, organizadores e gestores de iniciativas sociais e ciberculturais, os integrantes da Rede Livre defendem a colaboração e o compartilhamento do conhecimento como valores essenciais. Seu principal projeto é a capacitação de jovens em tecnologias da informação e comunicação, nas áreas de exclusão social, com a finalidade de disseminar o empreendedorismo e a cultura do software livre. "Apostamos na inclusão digital de milhares de jovens como possibilidade de elevação da capacidade tecnológica do nosso país", afirma Sergio Amadeu, diretor-presidente da Rede Livre. Ele ressalta que essa missão se tornará possível "se abrirmos espaços para que as pessoas com talento e vocação para criar, manipular e remixar algoritmos e softwares possam exercer suas qualidades e realizar suas potencialidades", destaca Sérgio Amadeu da Silveira, diretor-presidente da Rede Livre. Passo a passo
Dois cursos de formação de jovens devem começar entre este e o próximo mês em São Paulo. Um deles na Escola Técnica Estadual (ETE) de Carapicuíba e outro na ONG Coletivo Digital, ambos na zona oeste paulistana. Para o primeiro, foram selecionados 20 jovens, e para o segundo, outros 12. "Um grupo de 120 jovens de baixa renda, com idades entre 16 e 24 anos, provenientes da rede pública de ensino (pré-requisitos), se inscreveu e foi aprovado, após provas de lógica e interpretação de texto", conta Maria Cristina Vendrameto, diretora da ETE Carapicuíba, com quem a Rede mantém um termo de cooperação até janeiro de 2007. "Ficamos muito entusiasmados com esta iniciativa, estimulada por um professor da Fatec. Ela representa um salto qualitativo, social e econômico, com a promoção dos jovens no mercado de trabalho". O curso técnico, com ensino de Linux e seus aplicativos, Cidadania e Empreendedorismo terá duração de dois meses e meio. Na seqüência, eles farão um teste final para integrar a Rede Livre, que os apresentará com foto e contatos de e-mail e telefone para aplicar o software livre, com suporte via internet. "A ampliação cultural e de formação desse jovem será mantida após o término do curso", promete Sérgio, para quem uma empresa pode ajudar o projeto pagando um módulo de formação (R$ 30 mil) de 20 jovens, além de contribuir para a ampliação da entidade. Depois de formada a primeira turma de jovens, uma das principais tarefas desta Rede será realizar uma campanha para que os cidadãos, as entidades da sociedade civil e as pequenas empresas usem software livre. "Os jovens capacitados poderão ser chamados para dar suporte às pessoas que quiserem migrar seu computador para soluções livres, mais estáveis, seguras e que não implicam no pagamento de royalties para companhias que monopolizam algoritmos", propõe Sérgio, que também é professor da Faculdade Cásper Libero (SP). Por intermédio do Portal da Rede Livre, o cidadão poderá chamar um
jovem técnico e contratá-lo para migrar seu computador, instalar
programas livres, dar suporte a sua máquina (PC ou lap top) e até a sua
rede, esteja ela instalada em uma pequena empresa, em uma ONG, em um
telecentro ou em uma escola. A partir desse procedimento, os idealizadores da Rede Livre pretendem que os contratantes remunerem diretamente os novos técnicos e com isso se reduza a pirataria, ampliando a base de software livre no País, dando experiência e prática tecnológica aos jovens, assegurando sua empregabilidade em uma sociedade cada vez mais informacional. "A sugestão de remuneração será de R$ 50, a exemplo do que um técnico comumente já cobra para instalar um software pirata. Vamos ainda sugerir que ele faça um backup da máquina do usuário, ensinando-o a salvar sempre seus documentos, e orientando-o por meio de um programa de computador em seu planejamento financeiro. A prestação de serviço tem de ser qualificada, inclusive, porque previmos em sua formação aulas de cidadania, comportamento e adequação", complementa Sérgio. De acordo com Jorge Sukarie, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), o software livre é uma alternativa ao software proprietário. "Acreditamos em uma coexistência das duas plataformas. Temos entre nossos 750 associados tanto produtores de software livre como proprietário, inclusive quem os fabrique simultaneamente. Temos de aplaudir e incentivar toda iniciativa que venha a incentivar o uso de ambos".
Quanto à pirataria, para a Abes, é preciso respeitar o modelo desenvolvedor, que pode envolver o pagamento de licença, a despeito do código aberto do software livre. "Não é difícil vermos a apreensão de produtos Linux pela polícia em lotes de produtos piratas. Essa tecnologia está longe de contribuir e solucionar a inclusão digital no Brasil. Apresentei um estudo ao ITI, por ocasião do programa PC Conectado, que mostrava como uma obrigação de uso de software livre levaria ao estímulo à pirataria. Faltam soluções a essa plataforma", dispara Jorge. Onde tudo começou "A idéia de redes de colaboração é bem antiga, assim como os
softwares livres, como Linux e Apache", revela Sérgio, que participou
do governo federal, em 2004, como presidente do Instituto Tecnologia da
Informação (ITI), órgão ligado à Casa Civil. Ele conta que tudo começou a partir de uma demanda de uso de software livre por donas de casa. "Fui para Brasília e comecei a implantar o software livre na Administração Pública federal". Hoje, reconhece, muitas empresas, pequenas, médias e grandes trabalham com código aberto, garantindo serviços em softwares livres. No entanto, adverte, para o usuário residencial, quem presta serviço é um profissional que usa software pirata, por conta do alto custo do produto e sua respectiva licença. "Essa pirataria é altamente funcional para um modelo de software proprietário", diz. "Fiquei na capital federal por 2,7 anos. Em 2004, menos de 4% dos servidores do governo federal usavam software livre. Quando saí, eram mais de 30%. Hoje, devemos ter quase 40% dos softwares de rede livre. A Embrapa, por exemplo, produziu uma série, entre os quais o 'Agrolivre', liberando os códigos-fontes para manter o softwares atualizados de forma colaborativa", pontua. O diretor-presidente da Rede lança mão da gastronomia para descrever o código-fonte. "Ele é a receita do software, entregue junto com o produto. É um arquivo digital explicativo que o acompanha. O modelo do software livre permite uso, alteração e estudos do produto de forma aberta, não condicionada. Com isso, é possível redistribuir o acesso. Aqui, pegamos a lei de Copyright e licenciamos a General Public License (GPL)", salienta Sérgio. Cortando gastos
"A maior parte dos programas de inclusão digital do governo federal tem hoje custo muito inferior por não terem o custo das licenças de propriedade. O mesmo acontece nos telecentros das prefeituras que usam software livre. O que a gente usaria em custo das licenças, propomos gastar com a capacitação dos usuários", explica o diretor-presidente da entidade. "O software livre cresce muito no Brasil, pois há empresários que são usuários desse tipo de tecnologia da informação. Em Birigui, no interior de São Paulo, por exemplo, o setor calçadista se uniu e começou a produzir software aberto e a fazer atualizações em regime colaborativo", destaca Sérgio. Segundo o presidente da Abes, o software livre e proprietário não são excludentes. "Não acreditamos em um modelo único de negócios de sucesso, isso é uma decisão de mercado. No caso do software livre, não quer dizer que o produto seja necessariamente gratuito. Eventualmente, a licença por ele pode ser cobrada ou não. O código aberto igualmente prescinde de atualização como no código fechado. O desenvolvimento e adaptação também devem ser considerados pelo fabricante, inclusive o do software livre", lembra Jorge. Com 750 associados, o presidente da Abes diz não saber quantos deles operam com modelo de software livre, mas, afirma, é minoria. "Não vemos sentido em uma legislação obrigatória para utilização desta ou daquela plataforma, inclusive em nível de governo, como já houve no passado. Essa obrigatoriedade pode causar um desembolso ainda maior por parte do governo ou de quem quer que seja. A própria legislação atual, Lei nº 8666, já é suficientemente clara para a melhor análise e utilização de uma ou outra plataforma. Não devemos tomar uma decisão sentimental ou política na escolha de um software, ela não deve se sobrepor a uma decisão técnica e de preço", ressalta Jorge. Colaboração global No Brasil, entre os que já integram a Rede Livre estão profissionais com história e experiência nas áreas de Tecnologia da Informação e Educação como Imre Simon (USP), Demi Getchko (Comitê Gestor Internet do Brasil), Nelson Pretto (diretor da Faculdade de Educação da UFBA), Pedro Rezende (criptográfo e professor da UNB), Wagner Meira (professor da Ciência da Computação da UFMG), Ricardo Kobashi (coordenador do Acessa São Paulo), Carlinhos Cecconi (projeto Twiki Brasil), Marcia Padilha (Educação), entre outros. Pelo menos três empresas já são parceiras da iniciativa: a Spread Teleinformática e a Insigne Free Software do Brasil; e outras quatro ONGs: a SaferNet Brasil, PSL Brasil, Rits e o Coletivo Digital, que também empresta sua sede. Por fim, para a Rede Livre, o fator essencial no mundo atual é a capacidade que as pessoas terão de produzir-se a si mesmas. Neste contexto, a educação e a formação são elementos decisivos. Nossa formação básica é pensada em 3 vertentes: tecnologias abertas (administração de sistema GNU/Linux e aplicativos livres); cidadania digital e empreendedorismo. Depois do curso, cada jovem capacitado passará a integrar uma rede de informação e capacitação online, ganhará sua inclusão na área voltada aos cidadãos que procuram suporte, obterá um espaço para hospedar seu blog bem como sua conta de e-mail, entre outros instrumentos de comunicação. A idéia básica é a de que cada jovem deverá ser capaz de aprender continuamente. Também o jovem será freqüentemente apresentado a projetos colaborativos de desenvolvimento de software livre. Assim, será incentivado a tornar-se um desenvolvedor, o que elevará sua empregabilidade pessoal e a inteligência coletiva nacional. "A Rede Livre é um projeto simples, mas ousado. Com sua ação de capacitação vários objetivos são efetivados: combate à pirataria, ampliação do uso de software livre, profissionalização de jovens carentes em alta tecnologia, disseminação das práticas solidárias e colaborativas. "Nossa ação é uma ação de cidadania em uma sociedade da informação e do conhecimento em que a Educação e a Capacidade Tecnológica são as bases para obtermos melhores condições de vida e trabalho", conclui Sérgio.
FreeNetworks.org Peering Agreement v1.1A FreeNetworks.org network is defined as any computer network that identifies itself as affiliated with FreeNetworks.org, and must also follow this agreement.PreambleThere are now many community networks, but they are seperated geographically and socially and do not form a coherent network. This document is an attempt to connect those network islands by providing the minimum baseline template for a peering agreement between owners of individual network nodes - the FreeNetworks.org Peering Agreement (FNPA). The FNPA is a way of formalizing the interaction between two peers. Owners of network nodes assert their right of ownership by declaring their willingness to donate the free exchange of data across their networks. The FNPA is maintained at http://freenetworks.org/ by a group of volunteers from around the world. It is intended to be used as a template for other small-scale peering documents and licenses. AgreementArticle I. Free Transit:
Article II. Open Communication:
Article III. No Warranty:
Article IV. Terms of Use:
Article V. Local Amendments:
Definition of terms:
The FNPA in practiceThe FNPA shall be implemented in data readable form following agreed standards in community network node databases to facilitate automatic interconnection of nodes. Ilegal, "gato velox" espalha internet de banda larga no Rio
Conexão sem fio clandestina sai por até R$ 30; centrais fornecem até ficha de inscrição e carteirinha aos clientes Com velocidade baixa, o serviço, que desafia polícia e provedores, só dá acesso a sites simples; downloads são praticamente inviáveis
ITALO NOGUEIRA DA SUCURSAL DO RIO
O técnico em informática
Bruno de Assumpção, 25, preso
há um mês e que responde em
liberdade a processo por vender o "gato velox", disse que a
distribuição de conexão de internet é uma "quebra de contrato", e não "fraude ou roubo".
FOLHA - Você fez um "gato"? BRUNO DE ASSUMPÇÃO - Não conheço o serviço como gato, pois é pago para a Velox. Na realidade é uma quebra de contrato, não é uma fraude ou roubo. Gato é gato de energia, que não tem contrato nenhum; engata na rede de energia e liga sem pagar. Com o Velox, você paga, tem contrato, só que, geralmente, é quebra de contrato, pois nele diz que é só para consumo próprio. FOLHA - Por que montou a lan house dessa forma?
FOLHA - Quanto você gastou?
ASSUMPÇÃO - [Conexão sem fio] eu pesquisei na internet e por consultas de um técnico. WIRELESS-STATION.COM (El Prat de Llobregat / Barcelona / España)
Página principal en: http://www.wireless-station.com Bucaneros de las ondas y comunidades libres inalámbricas Artículos / Comunidad Fecha: 20 Jun 2004 - 06:55 PM Fenómenos como la detección de redes y la creación de comunidades libres inalámbricas sacan a relucir la dimensión social de la tecnología. Para amplias capas de usuarios, Internet es un espacio de libertad que no debe ser sacrificado en aras de los intereses comerciales de las empresas ¿Vencerá David a Goliat? ¿Será posible una cohabitación de dos pulsiones presentes en la sociedad y en apariencia opuestas como la mercantil y la social? Redes vulnerables, corsarios al acecho La caza de las redes Wi-Fi se ha convertido en un verdadero deporte para una singular ralea de corsarios de los mares inalámbricos. La tecnología Wi-Fi hace furor. Tanto las redes privadas como empresariales crecen como champiñones. Y es que el número de ‘hotspots’ (o puntos de trasmisión) y de comunidades inalámbricas no cesa de crecer. El entusiasmo ha sido tal que muchos pasaron por alto que uno de los principales inconvenientes de esta tecnología en comparación con las redes alámbricas es su relativa permeabilidad. No todos los administradores han valorado adecuadamente los riesgos inherentes de la tecnología Wi-Fi. Muchos incluso olvidan habilitar el protocolo WEP que sirve para cifrar las comunicaciones de datos, un elemento indispensable para la seguridad. Los bucaneros informáticos han visto el cielo abierto cuando han descubierto esta debilidad. Un grupo de estos aprovechan estos resquicios de las redes inalámbricas para hacer su agosto en forma de sabotaje o espionaje. Filibusteros piadosos y...sumamente cívicos Pero no todos estos bucaneros inalámbricos son de este pelaje y ralea. Hay corsarios 'con buenas intenciones' que utilizan esta posibilidad como actividad lúdica y reivindicativa animados por un espíritu cívico y comunitario. Incluso ayudan a los posibles pirateados al indicarles sus fallos de seguridad. Estos corsarios se agrupan en dos tendencias : los 'wardrivers' y los 'warchalkers' Wardriving o peinar la ciudad El 'Wardriving' consiste en recorrer una zona en un vehículo, por lo general, un coche, con el fin de tratar de localizar puntos (llamados nodos) de acceso inalámbrico. "Wardriving en Málaga" Para sus practicantes el 'Wardriving es sólo un deporte inofensivo que no pretende causar daño alguno. Es una especie de caza electrónica cuyo único botín consiste en localizar redes. Cuando muchas empresas implantaron sus redes inalámbricas en sus oficinas y sus empleados empezaron a utilizar sus portátiles abrieron sin saberlo la caja de los truenos. La caza tiene lugar cerca de edificios de oficinas, donde existe mayor probabilidad de encontrar este tipo de sistemas, buscando redes Wi-Fi vulnerables a las que poder conectarse. En cuanto a las armas, éstas aunan la efectividad con una estética decididamente antiheroica, esto es, con una estética menos tecnológica y más casera. Esta filosofía es la que permite que estos piratas como seña de identidad tribal utilicen los "Antenas ‘Pringles’" envases cilíndricos de las patatas fritas Pringles para fabricarse las antenas, lo que además les permite conseguir un 15% más de ganancia receptiva. Warchalking o señalética de tiza El 'warchalking' consiste en marcar con tiza en plena via pública la presencia de redes inalámbricas Wi-Fi con la idea de de sacar a la luz de este tipo de redes y subsidiariamente entablar un debate sobre internet al servicio de la ciudadanía. Si por una casualidad se encuentra dibujados en la pared dos arcos cóncavos en aspa, no piense que es un círculo de tiza caucasiano sino uno de los signos utilizados para el 'warchalking. ”’Warchalking’ en Londres Y es que la señáletica de tiza es también un lenguaje codificado. Este lenguaje icónico se basa en la tradición de los signos utilizados por los 'hobos' esos míseros braceros itinerantes que erraban por la América profunda tras la Depresión de 1929 y cuyos avatares y penas se plasmaron en grandes clásicos del blues. La idea de la señalética de tiza se le ocurrió a Matt Jones, un arquitecto de la información que ha trabajado para la BBC al ver a un grupo de estudiantes de arquitectura de Londres que dibujaban con tiza planos en una acera. Se le ocurrio combinar esta idea con el lenguaje de tiza utilizado por los hobos. Esta visibilidad "permitirá animar a los novatos e entablar un debate entre usuarios de Wi-Fi, operadoras y grupos sociales", opina. Este debate es importante, aun cuando "se interrumpa brutalmente cuando los administradores de sistematas descubran que su red tiene brechas y es visible gracias al 'warchalking', pues les obligará a mejorar su seguridad". La actividad puede parecer pueril frente al poder de las operadoras, pero al menos en las paredes y calles de nuestras ciudades se recuerda la idea de que Internet y democracia eran dos conceptos indisolublemente unidos cuando se creó la Red. Pero Mat Jones no pierde la esperanza. "Si se utiliza la tiza se hace algo muy beneficioso para las operadoras al decirles que se les ha detectado. Así, pueden decidiri mejorar la seguridad o optar por un entorno inalámbrico de libre uso", dice. Comunidades inalámbricas libres Las redes inlámbricas libres representan para muchos la libertad, por cuanto permite a grupos o comunidades construirse y gestionar su propia infraestructura al margen de las posibilidades comerciales que ofertan redes de comunicaciones. ”Instalando una red inalámbrica libre” Una red libre es una red a la que cualquiera puede acceder. Aunque no todaslas redes comparten los mismos propósitos, todas coinciden en la libertad que las redes inalámbricas proporcionan. Ser capaces de crear grandes redes saltándose a la torera la pesada burocracia de las operadoras telefónicas tiene un cariz de gesta y es quizás el rasgo que mejor define a estas comunidades. En una red libre todos los que poseen un equipo adecuado puede enviar y recibir datos desde todos los puntos de la red sin pagar nada. Ello no es óbice para poder conectarse a otras redes de pago (por ejemplo, Internet). Las metas de estas comunidades no son muchas pero sí ambiciosas. En primer lugar, crear una red libre y distribuida, es decr, que no perteneza a nadie en particular sino a todo. En segundo lugar, se pretende acercar la tecnología y favorecer la comunicación de la sociedad. La premisa es que las redes libres fomentan la capacitación técnica de los usuarios y acerca las nuevas tecnologías a los ciudadanos, eliminando muchas de las barreras que hoy en día existen para el pleno desarrollo de la sociedad de la información y la sociedad del conocimiento y creando nuevos canales de comunicación entre las personas de una manera absolutamente libre y gratuita. Un último fin, que tiene también un marcado acento comunitario, es la idea de servir de red de emergencia para su uso en caso de catástrofes. En esas situaciones las redes libres constituyen una alternativa de comunicación. Al no depender de los canales, medios de transmisión habituales, permiten conectarse a la red desde cualquier punto y en todo momento y se erigen en de red de emergencia y así atender a las necesidades de comunicación y transmisión de voz y datos que puedan surgir. A pesar de la utilidad social de las redes libres, el futuro no es tan halagüeño por la pulsión controladsora de las empresas privadas que quieren tener atado y bien atado este 'negocio'. "Los pioneros comenzamos a mirar, comenzamos a ver otras opciones, para huir de lo que nos ata y de los que 'antes decían que era una tonteria y no llegaría a nada', y ahora hace crecer a las mismas multinacionales que han sido capaces de subirse al tren y bajo el amparo del poder, volver a convertir lo que era gratis en algo que sólo les hace ganar dinero a ellos", afirma con profunda preocupación Sils, 'nick' de un miembro de Wireless-station.com (una red inalámbrica libre de la provincia de Barcelona). "No nos dejemos engañar, ya lo estan haciendo, ya lo estan probando y luego nos sorprenderan con que la 'tecnologia ha hecho un gran avance' y 'tendremos que pagarles a ellos' para conseguir lo que aun es más económico que las redes normales... ¡pagaremos por el aire !", afirma. Fuente: Instituto Universitario de Postgrado guifi.net WorldAlava · Andalucia · Andorra · Badajoz · Catalunya · Ceuta · Franja de Ponent · Galicia · Guinea Bissau · Haiti · Illes Balears · London · México · Murcia · Occitania · País Valencià · Sorry, your browser can't display the embedded map
informació de zonaNodes llistats a guifi.net World
rroca – Dom, 15/01/2006 – 18:04
http://guifi.net/es/guifi_zones Coordinación de grupos y comunidades de las redes libres Taller Virtual: módulo gestión de la redFruto de los intensos debates sobre el próspero panorama de desarrollo y coordinación de las redes libres que hemos estado viviendo en la lista de correo de redlibre ha salido entre otras ideas la de organizar un Taller Virtual para que podamos explicar, preguntar, practicar, ... sobre un mòdulo de gestión de redes. Relación de participantes, apuntaros para poder organizarlo mejor: - Manuel Villaverde lluis.dalmau – Jue, 14/02/2008 – 18:03
Puesta en marcha de la red en RipollDurante estos últimos dias se ha estado trabajando en la construcción de la red troncal con puntos de acceso de la red guifi.net en Ripoll, capital de la comarca del Ripollès, enlazando los nuevos supernodos de cobertura de Ripoll con los de la vecina comarca de Osona. Algunas fotografias, incluyendo las de la espectacular torre del Catllar: lluis.dalmau – Mar, 08/01/2008 – 08:44
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BadalonaWireless Lo realizado en 2007 q no es poco :)Los últimos acontecimientos sobre BadalonaWireless:
SGaleano – Mié, 02/01/2008 – 11:46
Primeros pasos de la red libre en EspinelvesAhora mismo acabo de llegar a casa una vez hemos acabado la reunión en el Ayuntamiento para exponer que són las redes libres y abiertas, qué se puede hacer con ellas, como iniciar un proyecto guifi.net en el pueblo, como enlazar el pueblo con la troncal de la red y como añadir contenidos a la red. Siempre es importante hacer pedagogia sobre la importancia de hacer todas las redes en el formato libre, abierto y neutral porqué esta es la fórmula para tener una infraestructura de telecomunicaciones potente y coordinada en la que puedan participar particulares, empreses y adminstraciones. lluis.dalmau – Jue, 20/12/2007 – 23:02
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Encuentro sobre Open Hardware en ParísEl encuentro tubo lugar el 14 de diciembre en las instalaciones que openpattern.org tiene cerca de Paris y Vic Hayes fué el moderador. La actividad empezó el miércoles por la tarde y duró hasta el sábado. En la reunión participaron unas veinte personas de procedencias muy diferentes: cooperadores internacionales, empresas frabricantes de hardware, programadores e ingenieros de hardware y miembors de las redes libres, uno de los cuales era Roger de guifi.net que es quién nos ha preparado este resumen. El encuentro sirvió para constatar que el Open Hardware todavia está en una fase embrionaria y que se estan haciendo grandes pasos para evolucionarlo y consolidarlo, también sirvió como punto de encuentro para el encarrilar el trabajo de este objetivo. Se trataron los puntos siguientes: lluis.dalmau – Mié, 19/12/2007 – 20:19
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Montesquiu ya dispone de red libreEl pueblo de Montesquiu ya dispone desde este lunes de red libre guifi.net Se ha instalado un supernodo situado en el campanario, consta de dos antenas sectoriales de 2.4 GHz, un enlace troncal al supernodo de Bellmunt y otro enlace troncal a un supernodo del pueblo de Sant Quirze de Besora. lluis.dalmau – Mar, 18/12/2007 – 15:23
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[Call4QAGW] O mas comúnmente, Llamamiento al Quinto Aniversario de GuadaWirelessNas Ñor@s. En Febrero de 2008, GuadaWireless celebra su Sexto Aniversario, como todos los años, os invitamos, aparte de pasarlo en grande, a que propongais en la lista de correo-e listas@guadawireless.net, eventos, talleres, exposiciones, charlas, cursos, conferencias, coloquios, kdadas ... o lo que os apetezca. Todos ellos relacionados con las Tics en General y con las RedesLibres, en particular, que se os ocurran. Todas las propuestas serán evaluadas por cada uno de los miembros de la lista, y se aceptaran o denegarán como siempre en función de la aceptación popular. ;-) angelux – Lun, 17/12/2007 – 22:52
Dar visibilidad a redlibre dentro de la red wifiUno de los problemas que nos encontramos cuando por ejemplo queremos dar visibilidad dentro de la propia red libre a una página que está fuera (normalmente Internet); como es el caso de redlibre o de tu comunidad si usas un hosting externo. De soluciones hay de todos los gustos; pero por tal de mantener la estructura de red rutada donde no existen gateways o proxys trasparentes; lo que haremos es usar una maquina con apache haciendo de proxy reverso; de manera que los nuevos usuarios que aún no se han configurado ninguna de las puertas a Internet de la red, pueda visualizar las webs como si estuvieran dentro de la red. SGaleano – Sáb, 15/12/2007 – 23:58
Ampliación en los AP del nodo Cals Avis de TorellóEn el nodo de Torelló Cals Avis tenemos instalado un RB332A con tres antenas sectoriales de 120 grados a 2.4 GHz y una antena direccional de enlace troncal a 5 GHz. El número de usuarios, nodos clientes, conectados a estas antenas ha llegado al tope de las subredes asignadas a cada uno de los AP, 30 clientes por AP, como el ritmo de crecimiento de la red libre en Torelló es muy elevado y como las pruebas realizadas hasta el momento han sido buenas, se ha añadido otra subred /24. lluis.dalmau – Sáb, 15/12/2007 – 17:52
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Reunión de presentación del proyecto guifi.net en el pueblo de EspinelvesEspinelves es un pueblo situado en la zona montañosa y boscosa del Montseny- Guilleries, en la comarca de Osona. Esta a una distancia de 21 Km de Vic completamente rodeado de montaña y bosque. La intención es explicar el proyecto de red libre, abierta y neutral para que los vecinos del pueblo puedan tener una red interconnectada a la red guifi.net Será posible esta interconexión si podemos unir el pueblo con la zona donde esta un repetidor de la televisión a un quilómetro del pueblo y desde este repetidor a otro repetidor por donde ya pasa la red troncal, a unos veinte quilómetros. Todo un reto ! lluis.dalmau – Mié, 12/12/2007 – 18:42
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http://www.redlibre.net/
What is a FreeNetwork?A FreeNetwork is any computer network that allows free local transit, following the guidelines of our peering agreement. By "transit", we refer to information flowing through the network. While most of our members specialize in wireless networking, a FreeNetwork can be built using Ethernet, fiber optics, or any other kind of networking technology. A FreeNetwork is defined by what its users can do with it, rather than the particular technology it is built on.
Who we areFreeNetworkers have been meeting since 2000 to organize, share information, and pool resources to find the best way to build community networks. Our members include community advocates, system administrators, RF engineers, writers, lawyers, programmers, business owners, and many others who want to help build FreeNetworks in their local communities.Join usGet to know other FreeNetworks folks by joining in the discussion live in IRC on #wireless, or join the community mailing list: http://freenetworks.org/mailman/listinfo/community/FreeNetworks
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