|
|
AMPLUS
Folha de S.Paulo - Aparelho médico está encostado há 3 anos - 02/03/2009
www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0203200911.ht... Aparelho médico está encostado há 3 anos
Único equipamento de ressonância magnética da rede municipal de SP nunca foi usado porque gestão Kassab ainda não fez obra necessária
CONRADO CORSALETTE Folha de S.Paulo - Outro lado: Secretaria nega falta de assistência e culpa "complexidade" por
www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0203200913.ht... Secretaria nega falta de assistência e culpa "complexidade" por atraso em obra
DA REPORTAGEM LOCAL
Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde atribuiu o atraso
nas obras no hospital do Campo Limpo, na zona sul, que permitirão o funcionamento do
aparelho de ressonância magnética, à "complexidade e a requisitos técnicos específicos". Três mil esperam por exame de ressonância na capital - O Globo Online
oglobo.globo.com/sp/mat/2007/05/28/295921930.asp Três mil esperam por exame de ressonância na capitalPlantão | Publicada em 28/05/2007 às 10h38m Sergio Roxo, Diário de S.PauloSÃO PAULO - Desde novembro, o atendente Érico William Barbosa Pereira, de 19 anos, sofre com dores no joelho direito. Desempregado e sem convênio médico, a alternativa que lhe restou foi recorrer à rede municipal de saúde. No fim do ano passado, ele procurou o posto próximo a sua casa, no Campo Limpo, na zona sul da capital. Porém, até hoje, não conseguiu passar pelo exame de ressonância magnética, que poderia identificar o problema. Ele é apenas um numa fila de 3 mil pessoas que aguardam para realizar o exame. A espera é de seis meses e os exames são feitos por convênios com entidades privadas e com unidades da rede de saúde do governo do estado. A situação de Érico poderia ser diferente se um contrato de R$ 108 milhões entre a Prefeitura e a Amplus Diagnósticos por Imagem tivesse sido integralmente cumprido. A empresa, que tem sede em Santos, deveria, além de realizar exames de raio-X, ultra-sonografias e tomografias computadorizadas em pacientes paulistanos, instalar equipamentos em unidades da rede. O contrato, de março de 2006, previa que fosse instalado um aparelho de ressonância. Mas até hoje o equipamento ainda não está operando. A ausência do equipamento de ressonância, que atualmente tem previsão de ser instalado no Hospital do Campo Limpo, é grave porque não há outro aparelho para realizar o exame na rede municipal. - Quando faz frio, dói muito. Quando eu ando bastante, incha. Os médicos do convênio, que me examinaram no tempo que eu ainda estava empregado, disseram que eu preciso operar. Mas eu tenho que ter um diagnóstico para fazer a cirurgia pelo SUS - afirmou. Além de diagnósticos ortopédicos, como o de Érico, a ressonância serve, entre outras coisas, para verificar os reais danos de um acidente vascular cerebral (AVC) e diagnosticar tumores. Com a ausência do equipamento, médicos dizem que acabam optando, no atendimento emergencial, por tomografia, que em muitos casos não permite a mesma precisão. A falta de equipamentos como o de ressonância magnética é só uma das “falhas graves” encontradas na execução do contrato com a Amplus, segundo um relatório final de fevereiro da equipe corregedora constituída para apurar “supostas irregularidades em licitações da Secretaria de Saúde”. Apesar de o equipamento não ter sido instalado, a Secretaria de Saúde deu nota 9 à empresa Amplus, que, por sua vez, culpou a Prefeitura pelos atrasos . Os R$ 108 milhões do compromisso com a empresa seriam suficientes para bancar a implantação de mais de 200 unidades de Atendimento Médico Ambulatorial, as AMAs, uma das bandeiras da gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM). Nas 80 páginas do documento da corregedoria, nomeada pela própria administração municipal, são relatadas irregularidades no compromisso para diagnóstico por imagem e no de exames laboratoriais. Há falhas na elaboração do modelo escolhido para a contratação e uma lista de obrigações não cumpridas. A equipe corregedora que analisou as contratações se surpreendeu com a adoção de modelos diferentes para a prestação de um “serviço semelhante” e que teve a mesma origem. Enquanto nos exames laboratoriais, a cidade foi dividida em cinco lotes e as empresas de fora da Grande São Paulo foram barradas, na contratação de diagnóstico por imagem não havia essa restrição. Também é destacado no relatório da corregedoria que houve dispensa da publicação no “Diário Oficial” da autorização para abertura da licitação. O edital foi lançado em 21 de dezembro de 2005, a quatro dias do Natal. A Amplus só pôde entrar na disputa porque três meses antes, mesmo sem conhecer oficialmente a exigência, elevou o seu capital social de R$ 100 mil para R$ 650 mil. Só poderiam brigar pelo contrato empresas com capital social mínimo de R$ 540 mil. O estabelecido era que as empresas deveriam oferecer desconto sobre o valor constante na tabela de exames do Sistema Único de Saúde (SUS). A Amesp entrou na disputa, mas não ofereceu desconto. A Emac ofertou 0,1% e depois baixou para 0,4%. No final, a Amplus venceu com uma oferta 0,5% inferior à tabela. Saúde dá nota 9 ao serviço e empresa critica a Prefeitura
Publicada em 28/05/2007 às 10h45m Diário de S.Paulo SÃO PAULO - A secretária municipal de Saúde, Maria Aparecida Orsini, não vê problemas no serviço prestado pela Amplus e avalia a empresa com uma nota alta, apesar da falta de equipamento de ressonância magnética que deveria ter sido instalado e da fila de 3 mil pacientes à espera do exame. - Dou nota 9 ou 9,5. Ainda está faltando melhorar mais a rapidez na entrega dos laudos - disse. Maria Aparecida fez questão de ressaltar que o relatório da corregedoria obtido pelo jornal Diário de S.Paulo, que aponta falhas na execução do contrato com a Amplus, não é um documento conclusivo. ( saiba mais sobre o relatório ) - Esse documento faz parte de um procedimento inacabado. Tudo que a gente considerou que fosse passível de correção foi feito. Houve uma leitura técnica. Há necessidade de interpretação. Um procurador pode interpretar um fato que tem uma explicação técnica, do ponto de vista médico - afirmou a secretária, que ainda não havia assumido o comando da pasta no momento da contratação da Amplus. O secretário-adjunto Ailton de Lima Ribeiro, que assinou o compromisso com a Amplus, rebateu os questionamentos feitos pela corregedoria ao fato de ter sido dispensada a publicação no "Diário Oficial" da autorização para abertura da licitação. Segundo ele, não existe essa obrigatoriedade. Ribeiro também tem uma explicação para as diferenças na forma de contratação do serviço de diagnóstico por imagem e de exames laboratoriais. Segundo ele, como a empresa de diagnóstico teria que fazer investimentos, não seria atrativo dividir a cidade em lotes. A restrição às empresas da Grande São Paulo no exame laboratorial ocorreu porque os transportes de longa distância colocam em risco o material colhido. Ribeiro garantiu que em breve o aparelho de ressonância estará funcionando provisoriamente em algum ponto da cidade. - Temos que esperar a adequação do Hospital do Campo Limpo ficar pronta para fazer a instalação definitiva. O tomógrafo que a Amplus deve irá para o Hospital de Cidade Tiradentes, a ser inaugurado em junho As adaptações necessárias na estrutura das unidades de saúde é a explicação para o atraso na entrega dos equipamentos previstos no contrato. A culpa A Amplus culpou a Prefeitura pelos pontos do contrato de R$ 108 milhões que não foram cumpridos até agora. - A troca de governo atrapalhou bastante. Saiu o prefeito (José Serra) e entrou outro (Gilberto Kassab). Quem estava fazendo a interlocução mudou. Atrasamos a implantação desse projeto por falta de direção (por parte da Prefeitura). Estamos correndo atrás agora - disse Paulo Fabiani de Oliveira, responsável técnico e um dos sócios da empresa. A Amplus também alega que não tem recebido os R$ 3 milhões estabelecidos no compromisso. - Ganhamos por produção. Não chegamos nem perto. O contrato foi mal dimensionado. Estou com um desequilíbrio do contrato muito grande. No ano passado, faturamos no máximo R$ 1,7 milhão. Neste ano, está em R$ 2,4 milhões - disse Oliveira. Segundo ele, há desequilíbrio do contrato porque a secretaria é morosa na sua de atuação. Fabiani afirmou não ter sido comunicado pela Prefeitura sobre o relatório da corregedoria. Ele também disse que aumentou o capital social antes da licitação porque precisava comprar equipamentos e teria que apresentar garantias aos seus fornecedores. Sobre os atrasos nas entregas, o empresário afirmou que a Prefeitura não apresentou as condições para a instalação dos aparelhos e, em seguida, alterou as unidades que os receberiam. - Temos interesse em ter os equipamentos funcionando para poder faturar mais. Fabiani nega ainda que tenha sido favorecido pelo aditamento. - A única coisa que foi feita no aditamento de contrato foi determinar para onde os equipamentos que estavam determinados para o Hospital do Servidor Público Municipal iriam. Até queria um aditamento melhor para mim. A empresa, fundada em 1999 em Santos, diz ter experiência na prestação de serviço para as prefeituras dos municípios de Guarujá e São Vicente, ambos também no Litoral Sul. Folha de S.Paulo - Contrato foi considerado irregular - 02/03/2009
www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0203200912.ht... Contrato foi considerado irregular
DA REPORTAGEM LOCAL
O contrato da prefeitura
com a Amplus foi julgado
irregular pelo Tribunal de
Contas do Município em
junho do ano passado. REQUERIMENTOS RECEBIDOS PARA PUBLICAÇÃO
REQUERIMENTO 08-0097/2007 “Requer a constituição de Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a legalidade do Pregão Presencial nº 402/2005 e do contrato administrativo dele decorrente. CONSIDERANDO os sérios indícios de favorecimento existentes no âmbito do Pregão Presencial nº 402/2005, da Secretaria Municipal de Saúde, que resultou na contratação da empresa AMP serviços de Diagnóstico por Imagem. CONSIDERANDO que o contrato decorrente do referido Pregão Presencial vem sendo sistematicamente descumprido por parte da mencionada empresa sem nenhuma atitude efetiva por parte da Secretaria Municipal de Saúde, causando enormes transtornos aos munícipes, que, em alguns casos são expostos a risco de vida por falta de diagnóstico. CONSIDERANDO que o contrato administrativo firmado pelo município junto a empresa AMP Serviços de Diagnóstico por Imagem monta o altíssimo valor estimado de R$ 108.000.000,00 (cento e oito milhões de reais), o que requer total rigor desta Casa Legislativa no tocante à sua fiscalização. CONSIDERANDO ainda que a contratação dos serviços de diagnóstico por imagem teve procedimentos totalmente diversos dos adotados pela Secretaria Municipal de Saúde para a contratação dos exames laboratoriais. REQUEREMOS, com fundamento no artigo 33 da Lei Orgânica do Município de São Paulo, a constituição de Comissão Parlamentar de Inquérito com 9 (nove) membros e duração de 120 (cento e vinte) dias, destinada a apurar a existência ou não de favorecimento no processo licitatório que originou a contratação da empresa AMP Serviços de Diagnóstico por Imagem Ltda, eventual infringência às obrigações contratuais assumidas perante a Municipalidade de São Paulo, bem como eventual benevolência dos responsáveis pela gestão do contrato com relação a possível descumprimento contratual por parte da contratada. REQUEREMOS ainda seja objeto de averiguação da Comissão Parlamentar de Inquérito todos os contratos destinados à realização de exames laboratoriais celebrados pela Municipalidade em decorrência do processo administrativo nº 2005-0.112.495- 7, que selecionou as empresas contratadas. Sala das Sessões, em ANTONIO DONATO VEREADOR” REQUERIMENTO 08-0098/2007 “Requer a Instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar gestão de recursos públicos na área da saúde no período de 2005 à 2007, como no caso das denúncias referentes aos recursos do SAMU, os quais estariam ficando aplicados no mercado financeiro e sendo investidos na Saúde apenas os juros, bem como, os repasses à outras parcerias que não foram identificadas nas prestações de contas e denúncias de eventuais mortes por falta de atendimento em tempo hábil pelo SAMU, e o contrato com a Amplus Diagnósticos por Imagem. REQUEREMOS ao Egrégio Plenário, com fundamento no artigo 33 da Lei Orgânica do Município de São Paulo e artigo 90 e seguintes do Regimento Interno desta Casa, a Constituição de Comissão Parlamentar de Inquérito, composta por 09 (nove) membros e duração de 120 (cento e vinte) dias, para apurar, de forma contundente e profunda, a gestão de recursos públicos na área da saúde no período de 2005 à 2007, como no caso das denúncias referentes aos recursos do SAMU, os quais estariam ficando aplicados no mercado financeiro e sendo investidos na Saúde apenas os juros, e eventuais mortes que poderiam ser evitadas se atendidas em tempo hábil pelo SAMU, Morbem como, os repasses à outras parcerias que não foram identificadas nas prestações de contas e o contrato de R$ 108 Milhões com a Amplus Diagnósticos por Imagem o qual não estaria sendo cumprido. Com a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito ora requerida, poderemos investigar e averiguar essas denúncias que estão sendo publicadas na imprensa e questões que ficaram sem a devida prestação de contas nos relatórios apresentados pela Secretaria Municipal de Saúde à Câmara Municipal de Vereadores, dentre as quais, destacamos: SAMU - R$ 33.709.485,11, que sobraram no ano de 2006 nos cofres públicos aplicados no mercado financeiro e que não foram investidos na melhoria da qualidade da prestação de serviços de urgência: No relatório de prestação de contas do SAMU apresentado na Comissão Permanente de Saúde da Câmara Municipal de São Paulo, consta que no ano de 2005, foram recebidos R$ 13.788.000,00 que geraram juros de R$ 1.201.337,67 e foram aplicados apenas R$ 1.500.660,37, restando de saldo disponível, R$ 13.492.941,20. No ano de 2006, o mesmo relatório informa que foram recebidos R$ 20.137.000,00, e que os juros obtidos foram de R$ 3.333.682,26, sendo aplicados apenas R$ 3.254.138,35, restando o saldo disponível de R$ 33.709.485,11. Ou seja, em 2006, nem sequer os juros foram investidos nos serviços de urgência do SAMU. No ano de 2007, o relatório trimestral, aponta que foram recebidos de janeiro à março de 2007, R$ 4.647.000,00 (página 31, relatório trimestral da Secretaria de Saúde da Prefeitura de São Paulo), e que foram pagos apenas R$ 710.902,00 (página 08, do mesmo relatório). Portanto, o saldo de recursos disponíveis, tudo indica, teria aumentado. No relatório de pesquisa do CREMESP - Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, publicado no Jornal O Estado de São Paulo, edição de 23 de maio de 2007, caderno Metrópole, consta que: “das 30 AMAs avaliadas, 36,7% (trinta e seis, sete) por cento, relataram obstáculos à remoção de doentes graves por meio de ambulância.”. Por outro lado, são relatados que faltam 908 (novecentos e oito) profissionais na área de saúde dentre: médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, motoristas e AGPP, necessários serem contratados para que o SAMU pudésse atender adequadamento os cidadãos do Município de São Paulo. Caso da morte do Sr. Manoel Moreira dos Santos, de 40 anos, ambulante, que morreu na madrugada do dia 14 de abril de 2007, após aguardar uma hora e meia por atendimento do SAMU (denúncia contida no Jornal: O ESTADO DE SÃO PAULO, edição de 29.05.07, caderno CIDADES/METRÓPOLE, página C 4.; Jornal: da Tarde, edição de 29.05.07, caderno JTCIDADE, página 3A.) Falta de prestação de contas de R$ 253.339.330,00 referentes à recursos públicos classificados como outras parcerias e que não sabemos a qual parceria foram destinados: No ano de 2005, faltam ser identificados o valor de R$ 54.495.742,00, nos casos de parcerias para a realização de procedimentos de média e alta complexidade - MAC, conforme relatório de prestação de contas do ano de 2006, página 40. Também não há identificação para onde foram repassados R$ 37.461.845,00, referentes à parcerias para procedimentos de terapia renal substitutiva - TRS, conforme conta do relatório de prestação de contas do ano de 2006, página 42. Somados esses dois valores perfazem o total de R$ 91.957.587,00, referente ao ano de 2005, que não há identificação para onde foram os recursos. Em relação ao ano de 2006, há falta de informação para quais parcerias foram repassados o valor de R$ 106.550.929,00 referentes à procedimentos de média e alta complexidade. Também, não há informação de quais parcerias receberam o valor de R$ 54.830.814,00 referentes à procedimentos de terapia renal substitutiva - TRS, totalizando o valor de R$ 161.381.743,00, que não há identificação de quais parcerias receberam esses recursos no ano de 2006. Ou seja, não foram identificados a soma total de R$ 253.339.330,00, referentes à convênios com parceiros da Prefeitura de São Paulo. DENÚNCIA PUBLICADA NA IMPRENSA DE QUE O CONTRATO COM A AMPLUS DIAGNÓSTICOS POR IMAGEM NO VALOR DE R$ 108 MILHÕES DE REAIS NÃO ESTÁ SENDO CUMPRIDO E DOENTE FICA SEM EXAME, conforme publicação do Jornal Diário de São Paulo, Edição de 28 de maio de 2007, página A 3, relatando o que estaria contido no relatório da Corregedoria da Prefeitura de São Paulo. Razões essas mais que suficientes para que seja instalada a ora requerida COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO. Seguem anexos: 1. Notícia publicada no Jornal: O ESTADO DE SÃO PAULO, Caderno CIDADES/METRÓPOLE, edição de 29 de maio de 2007, página C4, contendo a denúncia: SAMU TEM “SOBRA” DE R$ 35 MILHÕES EM APLICAÇÕES; 2. Notícia publicada no Jornal: JORNAL DA TARDE, Caderno JTCIDADE, edição de 29 de maio de 2007, página 3A, contendo denúncia: VERBA PÚBLICA VIRA POUPANÇA - SAMU DE SÃO PAULO TEM R$ 35 MILHÕES APLICADOS NO MERCADO FINANCEIRO, ENQUANTO ISSO, A POPULAÇÃO SOFRE COM A DEMORA NO ATENDIMENTO PROVOCADA PELA FALTA DE MÉDICOS, ENFERMEIROS E O MAU ESTADO DAS AMBULÂNCIAS - TEM DINHEIRO DE SOBRA. 3. Relatório de Prestação de Contas da SAMU, apresentado pelo Diretor do SAMU, DR. MILTON GLEZER, na Comissão Permanente de Saúde da Câmara Municipal de São Paulo. 4. Relatório de Acompanhamento Orçamentário e Financeiro do Ano de 2006, apresentado pela Secretária Municipal de Saúde, Dra. Maria Aparecida Orsini de Carvalho Fernandes, e pelo Secretário Adjunto da Secretaria Municipal de Saúde, Dr. Ailton de Lima Ribeiro, na Comissão Permanente de Saúde da Câmara Municipal de São Paulo; 5. Notas Taquigráficas da Audiência Pública da Comissão de Saúde, Promoção Social de Trabalho, realizada no dia 28 de março de 2007, em que foram apresentados os relatórios de prestação de contas referentes ao terceiro e quarto trimestre de 2006, fora dos prazos legais. 6. DENÚNCIA PUBLICADA NA IMPRENSA DE QUE O CONTRATO COM A AMPLUS DIAGNÓSTICOS POR IMAGEM NO VALOR DE R$ 108 MILHÕES DE REAIS NÃO ESTÁ SENDO CUMPRIDO E DOENTE FICA SEM EXAME, conforme publicação do Jornal Diário de São Paulo, Edição de 28 de maio de 2007, página A 3, relatando o que estaria contido no relatório da Corregedoria da Prefeitura de São Paulo. Sala das Sessões, 30 de maio de 2007 JOSÉ FERREIRA DOS SANTOS(ZELÃO Vereador PT/CMSP.” REQUERIMENTO 08-0099/2007 “Requer a constituição de Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a legalidade do Pregão Presencial nº 402/2005, do contrato administrativo dele decorrente e eventuais irregularidades no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU. CONSIDERANDO os sérios indícios de favorecimento existentes no âmbito do Pregão Presencial nº 402/2005, da Secretaria Municipal de Saúde, que resultou na contratação da empresa AMP serviços de Diagnóstico por Imagem. CONSIDERANDO que o contrato decorrente do referido Pregão Presencial vem sendo sistematicamente descumprido por parte da mencionada empresa sem nenhuma atitude efetiva por parte da Secretaria Municipal de Saúde, causando enormes transtornos aos munícipes, que, em alguns casos são expostos a risco de vida por falta de diagnóstico. CONSIDERANDO que o contrato administrativo firmado pelo município junto a empresa AMP Serviços de Diagnóstico por Imagem monta o altíssimo valor estimado de R$ 108.000.000,00 (cento e oito milhões de reais), o que requer total rigor desta Casa Legislativa no tocante à sua fiscalização. CONSIDERANDO que a contratação dos serviços de diagnóstico por imagem teve procedimentos totalmente diversos dos adotados pela Secretaria Municipal de Saúde para a contratação dos exames laboratoriais. CONSIDERANDO também a deficiência no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU, quanto a falta de pessoal e equipamentos CONSIDERANDO ainda que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU vêm apresentando irregularidades quanto a utilização de seus recursos. REQUEREMOS, com fundamento no artigo 33 da Lei Orgânica do Município de São Paulo, a constituição de Comissão Parlamentar de Inquérito com 9 (nove) membros e duração de 120 (cento e vinte) dias, destinada a apurar a existência ou não de favorecimento no processo licitatório que originou a contratação da empresa AMP Serviços de Diagnóstico por Imagem Ltda, eventual infringência às obrigações contratuais assumidas perante a Municipalidade de São Paulo, eventual benevolência dos responsáveis pela gestão do contrato com relação a possível descumprimento contratual por parte da contratada, bem como eventuais irregularidades quanto a utilização de recursos para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgância - SAMU. REQUEREMOS ainda seja objeto de averiguação da Comissão Parlamentar de Inquérito todos os contratos destinados à realização de exames laboratoriais celebrados pela Municipalidade em decorrência do processo administrativo nº 2005-0.112.495- 7, que selecionou as empresas contratadas. Lendo notícia: Tomografia vira disputa jurídica
www.clippingexpress.com.br/noticia.php?codigo_noti...
Cultura
Folha de S.Paulo - TENDÊNCIAS/DEBATES<BR>Júlio Medaglia e Paulo Pélico: Um golpe na classe artística
www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0203200908.htm Um golpe na classe artística (pelas costas)
JÚLIO MEDAGLIA e PAULO PÉLICO
COMO se sabe, a atual crise econômica vem vitimando impiedosamente empresas em todo o mundo, das maiores organizações às mais modestas. Imagine, nessa situação, como está a vida do produtor cultural, esse idealista que sai à rua com um p PAC
Folha de S.Paulo - PAC acumula R$ 17 bi em contas a pagar - 02/03/2009
www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0203200915.ht... PAC acumula R$ 17 bi em contas a pagar
Valor de faturas pendentes do programa mais que triplica em 2008; parte corre o risco de ser repassada ao sucessor de Lula Pós-Crise
Folha de S.Paulo - Entrevista da 2ª - Tony Judt Historiador: Crise econômica abala crença no modelo
www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft0203200913.htm ENTREVISTA DA 2ª
TONY JUDT HISTORIADOR Crise econômica abala crença no modelo ocidental
SAMY ADGHIRNI DA REPORTAGEM LOCAL Além de abalar os fundamentos do modelo ocidental, a crise econômica enfraquecerá as instituições privadas em favor dos Estados e atiçará ímpetos racistas e xenófobos. É o que previu o historiador inglês Tony Judt, em entrevista por e-mail à Folha. Para Judt, o mundo está pagando o preço de ter dirigentes que não viveram a Grande Depressão dos anos 30 e, por isso, ignoraram os riscos da desregulamentação dos mercados. FOLHA - A crise global é parte de
um "ciclo natural" de desaceleração
econômica?
FOLHA - As sociedades ocidentais
têm alguma reação padrão quando
submetidas a crises econômicas ?
FOLHA - As reações populistas e demagogas de alguns governos ocidentais têm precedente histórico?
FOLHA - O racismo está em alta?
FOLHA - Há países mais ou menos
sujeitos a distúrbios sociais?
FOLHA - Que instituições ganham
e quais perdem com a crise?
|