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O Primeiro de Janeiro

O Primeiro de Janeiro Ambientalistas contra OGM em acto de desobediência civil
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Ambientalistas contra OGM em acto de desobediência civil
Protestantes cortam plantação em Silves

Cerca de cem activistas (ambientalistas e agricultores) contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram ontem cerca de um hectare de milho transgénico, cultivado numa herdade em Silves, enquanto o proprietário, em lágrimas, os tentava desmobilizar.

João Menezes, de 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir “revolta” ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico. “É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo”, disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.
O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se “repugnado” com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas. “Só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos”, adiantou Luís Grifo à Lusa.
O engenheiro referiu que Portugal “produz milho apenas para três meses por ano”, assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico.
Os cerca de cem activistas portugueses e estrangeiros, sem parar de gritar “não aos OGM!”, foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário. Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo disseram, se protegerem do polén transgénico. Após terem saído do terreno, cerca das 13h, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, durante a qual foram escoltados pela GNR. Os activistas empunhava cartazes em que se lia “Transgénicos perigo contaminação” e “Algarve sem transgénicos”.

Novo movimento
A acção foi promovida pelo recém-criado movimento “Verde Eufémia”, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM. Um popular que assistiu à acção de protesto, Bruno Martins, electricista, disse à Lusa que é “errado defender assim uma causa. Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis”, criticou.
O terreno de cultivo de milho transgénico, em Silves, é alegadamente o único no Algarve, disse à Lusa um elemento do movimento ecológico “Verde Eufémia”, que organiza a acção. “”O objectivo é restabelecer a ordem ecológica, moral e democrática que tem sido constantemente deteriorada pelas políticas de União Europeia e pelo governo português”, pode ler-se num comunicado enviado à Lusa,
Em 2004, o Algarve foi a primeira região do país a declarar-se livre de culturas com Organismos Geneticamente Modificados (OGM), declaração feita pela Junta Metropolitana do Algarve, que congrega 16 municípios. “Estamos a exercer o direito à resistência segundo o artigo 21º da Constituição da República Portuguesa”, explicou à Lusa um elemento do movimento “Verde Eufémia”. O movimento ambientalista foi recentemente formado, sendo baptizado com o nome próprio “Eufémia” em honra da luta dos camponeses no Alentejo.
Entre os malefícios que os ecologistas alegam para desenvolver esta acção em Silves, contam-se as reacções alérgicas ou cancro e os efeitos irreversíveis na agricultura e ambiente, através da contaminação pelo pólen que vai afectar também a agricultura biológica. O movimento adianta que, além do corte de plantação num terreno privado, um outro grupo de pessoas vai marchar na aldeia de Poço Barreto (Silves) para acções de sensibilização sobre os malefícios dos produtos transgénicos. Música, teatro e banda desenhada são algumas das iniciativas que vão decorrer durante a marcha de sensibilização.
Há cerca de um mês, a Herdade da Lameira, em Silves, situada junto a uma zona onde estão a ser construídos dois campos de golfe e um empreendimento, iniciou o cultivo de 50 hectares de milho transgénico, tornando-se na primeira no Algarve a dedicar-se à
produção daquele cereal com genes modificados. A associação ambientalista algarvia Almargem afirma em comunicado que o milho transgénico foi semeado em Maio deste ano.
A lei que regula o cultivo de OGM em Portugal (17 variedades de milho) estabelece que os agricultores, entre outras obrigações, devem notificar a respectiva Direcção Regional de Agricultura (DRA), informando sobre a espécie que pretendem cultivar, a área e local de cultivo e as medidas de coexistência para evitar contaminações. Estas medidas incluem distâncias mínimas de isolamento que variam entre os 200 e os 300 metros ou, em alternativa, bordaduras com 24 a 28 linhas de milho não transgénico, ou sementeiras escalonadas para impedir a polinização de outras culturas adjacentes.
Sol

Sol - Macário Correia condena atitude activistas que destruíram parte de campo milho
sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?...
18 AGO 07  
 
Presidente da Área Metropolitana do Algarve
Macário Correia condena atitude activistas que destruíram parte de campo milho
O presidente da Área Metropolitana do Algarve (AMAL), Macário Correia, condenou hoje a atitude dos activistas que sexta-feira destruíram parte de um campo de milho transgénico em Silves, que considera ter sido excessiva
 

«Não é aceitável que se destrua património particular de uma pessoa que não está a praticar nenhum acto ilegal», afirmou à Lusa, acrescentando que o agricultor plantou o milho com o conhecimento dos serviços oficiais.

O incidente aconteceu sexta-feira na Herdade da Lameira, em Silves, a primeira da região a dedicar-se ao cultivo de milho geneticamente modificado, quando um grupo de activistas destruiu cerca de um hectare da cultura.

«O direito à manifestação deve ser feito mas aqui houve manifestamente um excesso», sublinhou, observando que direito à liberdade «não significa direito à destruição e ao vandalismo».

Macário Correia, que assumiu ter dúvidas em relação ao cultivo de Organismos Geneticamente Modificados (OGM), considerou «condenável» a atitude dos manifestantes do grupo Verde Eufémia em domínio privado.

Quanto à alegada passividade das autoridades - que já levou o secretário-geral do PSD a pedir esclarecimentos ao Ministério da Administração Interna -, Macário Correia preferiu não se pronunciar por não ter presenciado a situação.

O proprietário da herdade, José Menezes, vai apresentar queixa dos participantes da acção, que foram na altura identificados pela GNR.

Lusa/SOL

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Sol - Proprietário da herdade de milho transgénico destruído vai apresentar queixa
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18 AGO 07  
 
Activistas em protesto
Proprietário da herdade de milho transgénico destruído vai apresentar queixa
O proprietário da herdade em Silves onde activistas anti-transgénicos destruíram mais de um hectare de milho vai apresentar queixa às autoridades contra os participantes na acção
 

Segundo Luís Grifo, que presenciou a acção e presta assistência técnica àquela e outras culturas de cereais, o dono da Herdade da Lameira, José Menezes, vai apresentar queixa contra os responsáveis pelos danos causados.

Os membros do movimento contra os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) denominado 'Verde Eufémia' que participaram na acção incorrerem assim numa pena de multa ou prisão até três anos. Moldura penal estipulada para o crime de dano (destruir ou danificar algo alheio).

Contactada pela Lusa, fonte da GNR de Portimão disse que, apesar de não se terem registado detenções, os líderes da acção foram identificados e por isso as autoridades dispõem de todos os elementos para prosseguir com um inquérito judicial.

Segundo Luís Grifo, que se manifestou «repugnado» com a acção e classificou os activistas de «profissionais da destruição», o proprietário da herdade sofreu após o sucedido um princípio de ataque cardíaco e teve que receber assistência médica.

«Ele hoje ainda está muito debilitado», afirmou à Lusa, acrescentando que a parcela de cultivo destruído era a principal mancha de milho da herdade, representando cerca de 30 toneladas em termos de produção.

«O que mais me choca é que a esmagadora maioria dos manifestantes nem sequer eram portugueses», sublinha, tendo manifestado total disponibilidade para integrar o processo na qualidade de testemunha.

Entretanto, as entidades responsáveis já garantiram que o cultivo de 50 hectares naquela herdade do interior algarvio é legal, por respeitar as distâncias de segurança e exigências impostas para o cultivo de OGM.

Lusa/SOL

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SIC

SIC Online - Destruição de campo de milho transgénico
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SIC

Mais de 100 activistas do "Movimento Verde Eufémia" destruíram campo de milho transgénico em Silves

Publicação: 18-08-2007 19:13    |   Última actualização: 18-08-2007 19:14 Destruição de campo de milho transgénicoMacário Correia condena atitude dos activistas que invadiram propriedade em Silves Macário Correia, presidente da Grande Área Metropolitana do Algarve (AMAL), condenou hoje a atitude dos activistas que sexta-feira destruíram parte de um campo de milho transgénico em Silves, que considera ter sido excessiva.
SIC
"Não é aceitável que se destrua património particular de uma pessoa que não está a praticar nenhum acto ilegal", afirmou à Lusa, acrescentando que o agricultor plantou o milho com o conhecimento dos serviços oficiais.

O incidente aconteceu sexta-feira na Herdade da Lameira, em Silves, a primeira da região a dedicar-se ao cultivo de milho geneticamente modificado, quando um grupo de activistas destruiu cerca de um hectare da cultura.

"O direito à manifestação deve ser feito mas aqui houve manifestamente um excesso", sublinhou, observando que direito à liberdade "não significa direito à destruição e ao vandalismo".

Macário Correia, que embora assumia ter dúvidas em relação ao cultivo de Organismos Geneticamente Modificados (OGM), considerou "condenável" a atitude dos manifestantes do grupo "Verde Eufémia" em domínio privado.

Quanto à alegada passividade das autoridades, que já levou o secretário-geral do PSD, Miguel Macedo, a pedir esclarecimentos ao Ministério da Administração Interna, Macário Correia preferiu não se pronunciar por não ter presenciado a situação.

O proprietário da herdade, José Menezes, vai apresentar queixa dos participantes da acção, que foram na altura identificados pela GNR.

Mais de 100 activistas, os rostos tapados por máscaras, do "Movimento Verde Eufémia" invadiram e destruíram o campo de milho transgénico. Os manifestantes alegam que querem " repôr a ordem ecológica".

Com Lusa
Diário Digital

Diário Digital - Silves: Proprietário apresentará queixa contra activistas
diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=290787
Silves: Proprietário apresentará queixa contra activistas
O proprietário da herdade em Silves onde activistas anti-transgénicos destruíram mais de um hectare de milho vai apresentar queixa às autoridades contra os participantes na acção, disse à Lusa o técnico que presta assistência àquela cultura.

Segundo Luís Grifo, que presenciou a acção e presta assistência técnica àquela e outras culturas de cereais, o dono da Herdade da Lameira, José Menezes, vai apresentar queixa contra os responsáveis pelos danos causados.

Os membros do movimento contra os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) denominado «Verde Eufémia» que participaram na acção incorrerem assim numa pena de multa ou prisão até três anos. Moldura penal estipulada para o crime de dano (destruir ou danificar algo alheio).

Contactada pela Lusa, fonte da GNR de Portimão disse que, apesar de não se terem registado detenções, os líderes da acção foram identificados e por isso as autoridades dispõem de todos os elementos para prosseguir com um inquérito judicial.

Segundo Luís Grifo, que se manifestou «repugnado» com a acção e classificou os activistas de «profissionais da destruição», o proprietário da herdade sofreu após o sucedido um princípio de ataque cardíaco e teve que receber assistência médica.

«Ele hoje ainda está muito debilitado», afirmou à Lusa, acrescentando que a parcela de cultivo destruído era a principal mancha de milho da herdade, representando cerca de 30 toneladas em termos de produção.

«O que mais me choca é que a esmagadora maioria dos manifestantes nem sequer eram portugueses», sublinha, tendo manifestado total disponibilidade para integrar o processo na qualidade de testemunha.

Entretanto, as entidades responsáveis já garantiram que o cultivo de 50 hectares naquela herdade do interior algarvio é legal, por respeitar as distâncias de segurança e exigências impostas para o cultivo de OGM.

Diário Digital / Lusa

18-08-2007 17:52:00

Barlavento Online

barlavento - Silves: Proprietário vai apresentar queixa contra activistas que destruíram milho trans
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Regional

Silves: Proprietário vai apresentar queixa contra activistas que destruíram milho transgénico

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Activistas cortam milho transgénico na Herdade da Lameira, Silves

O proprietário da herdade em Silves onde activistas anti-transgénicos destruíram mais de um hectare de milho vai apresentar queixa às autoridades contra os participantes na acção, disse à Lusa o técnico que presta assistência àquela cultura.

Segundo Luís Grifo, que presenciou a acção e presta assistência técnica àquela e outras culturas de cereais, o dono da Herdade da Lameira, José Menezes, vai apresentar queixa contra os responsáveis pelos danos causados.

Os membros do movimento contra os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) denominado "Verde Eufémia" que participaram na acção incorrerem assim numa pena de multa ou prisão até três anos. Moldura penal estipulada para o crime de dano (destruir ou danificar algo alheio).

Contactada pela Lusa, fonte da GNR de Portimão disse que, apesar de não se terem registado detenções, os líderes da acção foram identificados e por isso as autoridades dispõem de todos os elementos para prosseguir com um inquérito judicial.

Segundo Luís Grifo, que se manifestou "repugnado" com a acção e classificou os activistas de "profissionais da destruição", o proprietário da herdade sofreu após o sucedido um princípio de ataque cardíaco e teve que receber assistência médica.

"Ele hoje ainda está muito debilitado", afirmou à Lusa, acrescentando que a parcela de cultivo destruído era a principal mancha de milho da herdade, representando cerca de 30 toneladas em termos de produção.

"O que mais me choca é que a esmagadora maioria dos manifestantes nem sequer eram portugueses", sublinha, tendo manifestado total disponibilidade para integrar o processo na qualidade de testemunha.

Entretanto, as entidades responsáveis já garantiram que o cultivo de 50 hectares naquela herdade do interior algarvio é legal, por respeitar as distâncias de segurança e exigências impostas para o cultivo de OGM.

18 de Agosto de 2007 | 17:25
lusa

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Activistas destruíram um hectare de seara de milho transgénico em Silves
17 de Agosto de 2007 | 16:00

Público

PÚBLICO.PT - Silves: proprietário vai apresentar queixa contra activistas que destruíram milho trans
ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1302559...
Pedro Cunha/PÚBLICO (arquivo)



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A palavra "luta" levada à risca...
Organismos geneticamente modificados
Silves: proprietário vai apresentar queixa contra activistas que destruíram milho transgénico
18.08.2007 - 17h36 Lusa

O proprietário da Herdade da Lameira, em Silves, que foi destruída ontem por um grupo de activistas contra a plantação de milho transgénico, vai apresentar queixa pelos danos causados, anunciou o técnico que presta assistência àquela cultura.

Segundo Luís Grifo, que diz ter presenciado a acção, o dono da Herdade da Lameira, José Menezes, vai apresentar queixa contra os responsáveis pelos danos causados.

Os membros do movimento contra os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) denominado Verde Eufémia que participaram na acção de ontem incorrerem numa pena de multa ou prisão até três anos — moldura penal estipulada para o crime de dano (destruir ou danificar algo alheio).

Fonte da GNR de Portimão disse que, apesar de não se terem registado detenções, os líderes da acção foram identificados e, por isso, as autoridades dispõem de todos os elementos para prosseguir com um inquérito judicial.

Segundo Luís Grifo, a parcela de cultivo destruída era a principal mancha de milho da herdade, representando 30 toneladas em termos de produção.

"O que mais me choca é que a esmagadora maioria dos manifestantes nem sequer eram portugueses", sublinha, tendo manifestado total disponibilidade para integrar o processo na qualidade de testemunha.

A palavra "luta" levada à risca...
Por Rita Sequeira, Sintra
Como RR já disse, e muito bem, o importante nesta questão é a atitude em si e não a causa de uma luta. Se me perguntarem se concordo com o cultivo de transgénicos? Sinceramente não sei responder, pois entendo muito pouco sobre o assunto para poder formar uma opinião... mas penso que entendo alguma coisa de civismo que neste caso se revelou inexistente. Conquistamos a liberdade para lutar por causas que interessam a todos, mas não temos o direito de destruir o trabalho de um simples agricultor, seja agricultura biológica seja o cultivo de transgénicos. E é neste ponto que tenho de discordar totalmente consigo, Sr. Inácio Fontes. Vou aplaudir o interesse e o facto de alguém tentar fazer alguma coisa para termos um mundo melhor, mas não vou concordar e agradecer práticas deste tipo. Lutar? Sim, mas há muitas outras formas (inteligentes) de o fazer e sem violência/destruição...
Os Bravos do Pelotão da Praia
Por Pedro Carneiro, Ermesinde
Ora então esses bravos defensores da pureza bacteriológica eram maioritáriamente estrangeiros? Grande novidade, os portugueses devem ter optado por ficar na praia a curtir. De tantas aberrações que se vão vendo em Portugal que põem em causa a pureza do ambiente e alimentação saudáveis onde tem estado a capacidade de luta e intervenção dos jovens portugueses ? Na escrita interventiva! ...
Questão principal do sucedido
Por RR, Santa Maria da Feira
Não nos esqueçamos, que independentemente da discussão sobre a modificação genética de alimentos, sobre a qual não sei o suficiente para ter opinião, o que se passou é intolerável. Não se pode expressar a oposição que se possa ter a este tipo de agricultura, acabando com a produção de um pequeno agricultor. Pergunto aos senhores inconscientes responsáveis pela manifestação quem vai sustentar a família do agricultor, quem paga os estudos dos seus filhos.... Pergunto como é possível haver eurodeputados que incentivam este tipo de manifestações. Pensei que a doutrina dos bloquistas defendesse os pequenos agricultores... Simplesmente intolerável
Para o valente madeirense
Por Nuno Valadas, Ega/ Lousã
Pois é, Sr. Madeirense, a sua capacidade de discussão e entendimento está decididamente no nível da pedrada. De quem é "governado" pelo J. Jardim (com os meus impostos), e gosta, não se espera outra coisa. A propósito: é o "jardim do mar" ou o "jardim da pedofilia"? Também é a contra as doutrinações anti-pedofilia?
Terrorismo...
Por Carlos Soares, Porto
A grande maioria dos terroristas (excepto quem os lidera que, óbviamente tem uma agenda própria e bem ddfinida)julga que luta por "causas justas"... esta acção só pode ser definida como terrorismo, independentemente das motivações subjacentes...
Palermas
Por JORGE PINTO, Funchal
Na Madeira também houve uns palermas que queriam doutrinar a população do Jardim do Mar, ameaçada pelas ondas perfeitas para o surf. Fizeram uma campanha de esclarecimento e foram corridos à pedrada. A muralha de protecção já está concluida, e entretanto os palermas fizeram um filme que até foi divulgado nos EUA. Conclusão, enfiaram a viola num saco. Estes palermas que destruiram o ganha pão do agricultor venham à Madeira, mas tragam um bote.
confusao
Por Andre Antunes, Lisboa
Talvez a Drª Olga queria explicar em que medida um alimento por ser geneticamente alterado constitui por si só algum mal. Já agora reitero que sou radicalmente a favor de uma agricultura biológica sustenstável e justa, e que em geral sou contra o modelo que é praticado actualmente, mas apontar a "trangenicidade" como argumento é ridículo. Discutamos cientificamente os prós e contras de modificar geneticamente os alimentos.
saudável activismo
Por Inácio Fontes, Lisboa
agradeçamos mas é a estes mais ou menos jovens que percebem que é urgente fazer mais pelo mundo. E que exigem outras práticas agrícolas e recusam o modelo do "vale-tudo-pelo-lucro-imediato ". A agricultura do futuro tem de ser melhor pensada e adaptada a novas necessidades e devia ser claro para muito mais pessoas (nomeadamente as que têm mais responsabilidades pelo futuro) que o modelo dos transgénicos é pobre e, pior ainda, empobrecedor. Tenho imenso orgulho e honra que estejam pessoas de outros países que partilhem preocupações e vontade de fazer um mundo melhor, mais saudável e agradável, independentemente das nacionalidades.
A falar de borla a gente não se entende
Por Olga Galindo, Benavente
O Sr. André Antunes percebe tanto de Biologia de de Agricultura como de um lagar de azeite. Nem sabe do que fala. Vá ao site da Agrobio e aprenda as basesinhas antes de vir para aqui falar de borla. A não ser que seja um agricultor do asfalto, que leva vida boa na cidade e tem o Chico Manel a cultivar os trnasgénicos para si, lá nas herdades onde só vai para caçar. A agricultura biológica é definitivamente viável. A agricultura industrial só veio trazer a miséria e a doença, embora produza meia dúzia de ricos que se banqueteiam à custa da saúde e pobreza alheias.
Incrível ignorância
Por Andre Antunes, Lisboa
é incrível a ignorância que reina neste grupos de "activistas", que não percebem o que os transgénicos são. A nível biológico não existem as contrapartidas que habitam apenas nas suas cabecinhas mal informadas. E como qualquer outro fundamentalista, argumentar com a razão equivale a fazer um insulto ou blasfémia, como se a sua agenda fosse mais uma religião...


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PÚBLICO.PT - Macário Correia condena destruição de milho transgénico e PSD critica "passividade" da
ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1302564
Paulo Pimenta/PÚBLICO (arquivo)

A acção foi vigiada por uma patrulha da GNR


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Revolução!
Herdade da Lameira, em Silves
Macário Correia condena destruição de milho transgénico e PSD critica "passividade" da GNR
18.08.2007 - 19h00 Lusa

O presidente da Área Metropolitana do Algarve, Macário Correia, condenou hoje a destruição de um hectare de milho transgénico numa herdade em Silves. O secretário-geral do PSD pediu ainda esclarecimentos ao Ministério da Administração Interna sobre a alegada passividade da GNR.

O incidente aconteceu ontem, na Herdade da Lameira — a primeira da região a dedicar-se ao cultivo de milho geneticamente modificado —, quando um grupo de activistas destruiu um hectare da cultura.

Macário Correia, que assumiu ter dúvidas em relação ao cultivo de Organismos Geneticamente Modificados (OGM), considerou "condenável" a atitude dos manifestantes do grupo Verde Eufémia em domínio privado.

"Não é aceitável que se destrua património particular de uma pessoa que não está a praticar nenhum acto ilegal", afirmou, acrescentando que o agricultor plantou o milho com o conhecimento dos serviços oficiais.

"O direito à manifestação deve ser feito, mas aqui houve manifestamente um excesso", sublinhou o responsável, observando que o direito à liberdade "não significa direito à destruição e ao vandalismo".

PSD pede esclarecimentos sobre passividade dos agentes da GNR

Já o secretário-geral do PSD, Miguel Macedo, disse hoje que o ministro da Administração Interna deve esclarecer publicamente a "atitude passiva" e "a complacência" dos agentes da GNR perante o caso de ontem.

Miguel Macedo disse estranhar que, passadas 24 horas, o Ministério da Administração Interna ainda não se tenha pronunciado sobre o caso.

Para o secretário-geral do PSD, o que se passou em Silves configura uma situação "muito grave", apesar da controvérsia científica em redor da questão dos OGM e das dúvidas que o seu cultivo suscita.

"Foi muito grave, tanto mais porque aconteceu perante a passividade e complacência da GNR, que assistiu à destruição impune de propriedade privada", disse Miguel Macedo.

O responsável sublinhou que não está em causa o direito à manifestação mas sim a violação da lei "nas barbas das autoridades".

A acção foi vigiada por uma patrulha da GNR, que não interveio directamente nem fez detenções, mas identificou os responsáveis pela acção. Como tal, reuniu os elementos necessários para a abertura de um inquérito, conforme já avançou a GNR de Portimão.

Revolução!
Por P.M., Portugal
isto precisa de uma revolução. Não pensem que os trangenicos ainda não chegaram cuidado no mercado e ler as letrinhas escondidas dos produtos, Os OGM estão ai e até eu acho que já consumi disso sem saber. Como é possivel que esses agricultores terrosistas produzam isso em Portugal e como é possível que esses produtos entrem dentro do país. Por acaso houve algum referendo na tugalândia? Revolução!
O medo de ser livre gera o orgulho de ser escravo!
Por Nabucodonosor, Mata Real
Sr. Paulo Raimundo, deixe-se de preconceitos ridículos. Para si tudo o que é altruísmo e não conformismo ao capitalismo selvagem é "bloquinho". Eu nem de esquerda sou, meu amigo. E também sei distinguir o DDT dos OGM ou da BSE. São exemplos de que nem sempre o que é legal deixa de ser terrorismo. Os políticos recebem milhões das multinacionais para aprovarem crimes como esses. O mundo está nas mãos deles. O pequeno agricultor acabou. O tubarão factura milhões a dar cabo do mundo e da saúde humana. Fala aí um senhor acerca da sobrevivência da espécie humana. Pergunto-lhe se a doença das vacas loucas ou o câncro, por exemplo, fruto de aventuras de aprendizes de feiticeiros no campo agrícola e alimentar, concorrem para a sobrevivência da espécie humana. Mal vocês sabem o que estes agricultores se estão nas tintas para a saúde alheia. Dizia este que os filhos íam passar fome. Se foi pai aos 30, os filhos devem ter agora 30 e tal. Ainda não trabalham? Cheios de massa estão estes tipos. Defendam-nos, que eles agradecem.
OGM = DDT?
Por Henrique, Wageningen - Holanda
Eu sou biologo especializado na vertente de toxicologia ambiental, e ver pessoas a comparar OGM com DDT é simplesmente absurdo!! O principal problema do uso de OGM relaciona-se com o perigo da reducao da biodiversidade existente no nosso planeta. Quanto a possiveis efeitos directos na saude humana é algo que para a maior parte das variantes transgénicas nao foi estudodo, e esse sim é o principal problema!
Aguarda-se posições dos partidos.
Por Mário Castro, Caldas da Rainha
O Macárío Correia já deixou os ideiais. Tem "sérias reservas" em relação aos OGM! Acomodou-se, entrou no sistema, gere uma Câmara onde se fazem desastres urbanísticos, há muito que é adepto confesso dos eucaliptos. Os OGM, tal como o DDT há uns anos, ou as vacas loucas, irão trazer a desgraça. Lutar contra eles é dever cívico. Aguarda-se a posição dos partidos políticos. Estarão do lado da saúde e da sobrevivência da espécie humana, ou do lado das multinacionais da agricultura depredatória?
eu tambem tenho as minhas duvida
Por Joao brasco, Brandoa
eu tambem tenho as minhas duvidas sobre o milho transgenico mas se fosse o agricultor sacava logo da minha cacadeira e punha-me logo aos tiros...
Canadá
Por Anónimo, Lisboa
Aos entusiastas dos transgénicos: O Canadá proibiu a venda de transgénicos estéreis da Monsanto (as "sementes" não voltam a nascer) por colocar em risco o milho não modificado (contaminação progressiva das sementes saudáveis que se tornam estéreis). O direito privado não é absoluto, em particular quando interfere com os direitos de terceiros. Discordo deste vandalismo mas lamento a passividade do Min. Agricultura face ao problema dos transgénicos.
Pior
Por Luis Pires, Lisboa
Pior do que milho transgénico são os selvagens com pretensões a ser humanos
A luta deve ser global
Por Estilete, Almada
Os transgénicos deveriam ser irradiados da face da terra, portanto aqui o que está mal é quem, provavelmente devido aos milhões que recebe, legaliza este tipo de crime de lesa humanidade.
Impunidade
Por Paulo Raimundo, Castelo Branco
É incrivel como esta gente continua impune a este tipo de actos terroristas! Afina têm os cacetetes para quê? Já agora Sr. Nabucodonosor, Mata Real: não sei o que faz na vida - se é que faz alguma coisa - mas gostava que alguém que não concordasse com o seu "ganha pão" fosse destruir o fruto do seu suor? Acho que não. Mas também lhe digo: o cacetete é pouco para si e para os seus "bloquinhos"!
Eufémia?
Por João Martins, Lisboa
Será que alguns deste pseudo.ecologistas sabe quem foi Catarina Eufémia? "Comunista e Antifascista"? Devem estar a brincar. Para saberem ela era "apenas" uma ceifeira que queria mais 2 escudos de jorna. É triste alguém morrer por isto, mas daí a ser uma comunista e antifascista vai muito, e ser usada para cometer um crime, ainda vai mais. Ridiculo.


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RTP

Proprietário vai apresentar queixa contra activistas que destruíram milho transgénico - RTP Informaç
www.rtp.pt/index.php?article=294761&visual=16&rss=...
Proprietário vai apresentar queixa contra activistas que destruíram milho transgénico
O proprietário da herdade em Silves onde activistas anti-transgénicos destruíram mais de um hectare de milho vai apresentar queixa às autoridades contra os participantes na acção, disse à Lusa o técnico que presta assistência àquela cultura.

Segundo Luís Grifo, que presenciou a acção e presta assistência técnica àquela e outras culturas de cereais, o dono da Herdade da Lameira, José Menezes, vai apresentar queixa contra os responsáveis pelos danos causados.

Os membros do movimento contra os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) denominado "Verde Eufémia" que participaram na acção incorrerem assim numa pena de multa ou prisão até três anos. Moldura penal estipulada para o crime de dano (destruir ou danificar algo alheio).

Contactada pela Lusa, fonte da GNR de Portimão disse que, apesar de não se terem registado detenções, os líderes da acção foram identificados e por isso as autoridades dispõem de todos os elementos para prosseguir com um inquérito judicial.

Segundo Luís Grifo, que se manifestou "repugnado" com a acção e classificou os activistas de "profissionais da destruição", o proprietário da herdade sofreu após o sucedido um princípio de ataque cardíaco e teve que receber assistência médica.

"Ele hoje ainda está muito debilitado", afirmou à Lusa, acrescentando que a parcela de cultivo destruído era a principal mancha de milho da herdade, representando cerca de 30 toneladas em termos de produção.

"O que mais me choca é que a esmagadora maioria dos manifestantes nem sequer eram portugueses", sublinha, tendo manifestado total disponibilidade para integrar o processo na qualidade de testemunha.

Entretanto, as entidades responsáveis já garantiram que o cultivo de 50 hectares naquela herdade do interior algarvio é legal, por respeitar as distâncias de segurança e exigências impostas para o cultivo de OGM.

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2007-08-18 17:20:01

Correio da Manhã

Correio da Manhã - Ataque ambientalista
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Portugal


2007-08-18 - 00:00:00

Algarve: Proprietário impotente perante vandalização

Ataque ambientalista

Luís Forra, Lusa

Os activistas foram expulsos da plantação pela GNR
Um grupo de cem ambientalistas e agricultores algarvios, de rosto tapado com panos, destruiu ontem, na Herdade da Lameira, em Silves, um hectare de milho transgénico. A iniciativa, a que se seguiu uma manifestação pela aldeia de Poço Barreto, foi justificada como um protesto contra os organismos geneticamente manipulados (OGM). A Quercus, a maior associação ambientalista do País, reprova os excesso da iniciativa.


Em lágrimas, João Menezes, o agricultor de 56 anos proprietário da herdade, observou desesperado a vandalização do terreno de cultivo, tentando sem sucesso desmobilizar os manifestantes. “É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho eu morro à fome, alguém tem de pagar este prejuízo”, desabafou revoltado.

Segundo João Menezes, a herdade, com 50 hectares cultivados, foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas, tendo sido seguidas todas as regras legalmente impostas, entre as quais a notificação dos vizinhos.

Os ambientalistas e agricultores acabaram por ser expulsos do terreno pela GNR de Armação de Pêra, marchando depois em direcção à aldeia de Poço Barreto, nas imediações, gritando palavras de ordem contra os produtos geneticamente manipulados e de cartazes em punho.

O movimento que organizou o protesto, autodenominado ‘Verde Eufémia’, justificou o acto de vandalismo como estando “a exercer o direito à resistência segundo o artigo 21.º da Constituição”, numa tentativa de “restabelecer a ordem ecológica, moral e democrática”. Em 2004, a Junta Metropolitana do Algarve declarou a região como a única do País livre de transgénicos. A Herdade da Lameira é a primeira a cultivar este tipo de alimentos.

Hélder Spínola, presidente da Quercus, reprova a acção do grupo, apesar de a associação partilhar das preocupações em torno do cultivo de transgénicos. “A Quercus também desenvolve acções que nem sempre são regulares, mas nunca é nosso propósito prejudicar ninguém do ponto de vista patrimonial”, disse ao CM. Para Hélder Spínola, “é possível compreender a indignação das pessoas por o Estado não estar a fazer o seu papel nesta matéria”, mas a rejeição dos actos de vandalismo levados a cabo pelo grupo é clara: “Demarcamo-nos de uma situação em que um agricultor é lesado.”
Diana Ramos com Lusa


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» Comentários

Quarta-feira, 22 Agosto


- Leandro Coutinho
Os meninos que foram destruir o milho dizendo que é "transgénico" não saberão identificar e distinguir um salgueiro e uma oliveira, um carvalho e uma amendoeira..etc.. A única planta que conhecem é a erva que fumam. Por isso acham divertido destruir o trabalho dos outros nas suas deambulações dos alucinogéneos...

- Pinto
Não devemos invejar os ricos que têm muito lucro. Em vez disso devemos louvá-los pq são eles que dão a maior produção ao país. Muito lucro é sinal de sucesso e o que Portugal precisa é de empresas com sucesso.

- Joao em França
Esse agricultor que vê seus rendimentos ir-se bem podia imaginar que a maneira dele de conseguir dinheiro nao ia agradar pondo em risco (por enquanto eventual) o ambiente. O objectivo era so o lucro. Nao é com um hectare que ele ganha a vida quando tem 50. Nao tenho pena dele.

Terça-feira, 21 Agosto


- João Vaz
É obvio que Mudanças genéticas FAZEM MAL destroem o corpo por dentro! CONTAMINAM o MILHO DOS VIZINHOS! Antes de FALAREM vão-se informar e FAÇAM ALGO ÚTIL PELO VOSSO PAÍS E POR VOCÊS. Já NÃO CHEGA A COMIDA PLÁSTICA, AINDA QUEREM POR AS PLANTAS PLÁSTICAS!!???

- mighty
Não é por nada mas se fosse uma plantação de canabis este grupo até ia lá regá-la! Tenham paciência! Não comprem tudo o que lêem! Se foi provado que esta modificação foi feita com base em produtos que são usados na agricultura biológica...é porque é capaz de ser saudável não?

Segunda-feira, 20 Agosto


- Filipe
Eu bem sei o que este grupo merecia... Meninos ricos sem nada que fazer... pelo menos actuem de cara destapada... bando de cobardes. Sorte tiveram de isto ter acabado assim, pois mereciam era ter sido corridos a chumbo... Vão trabalhar e deixem quem quer trabalhar.

Domingo, 19 Agosto


- Tó ró
E para quem diz que a GNR não fez nada, a mim pareceu o contrário. Eu gostava era de ver essa pessoa e mais outro contra cem. É só garganta. Mas é tipico do português.

- Danone
O que faz o Governo nesta situação? Pra não variar nada. É simplex. Cascais

- Danone
O que faz o Governo nesta situação? Pra não variar nada. É simplex. Cascais

Sabado, 18 Agosto


- lelito
Se fosse na minha propriadade era de cacadeira. Agora o castigo devia ser obriga-los a cavar a terra com inchadas e semear o milho

- Maria Santos Belchior
É lamentavel a forma como se vê as pessoas de cara tapada (qual Klu-klux-klan)destruirem o que é dos outros perante a passividade da G.N.R. Só sabem passar multa? E o resto?

- Saul
Que vergonha. Estes ambientalistas que fecham os olhos aos muitos atentados ambientais e ilegais que diariamente acontecem, como por ex. no rio Liz em que nada fazem e vão invadir e vandalizar uma propriedade privada que legalmente estava semeada com milho. Que vergonha

- Suzana
Que palhaçada!Meninos da mamã a dar uma de preocupados com o ambiente,a GNR paradinha á espera..parece mentira.Não sabem onde acaba a vossa liberdade? Vão para a assembleia da república,façam a vossa voz ser ouvida de maneira séria,mas não brinquem com o trabalho dos outros.Gotaria de saber dos 100 quantos trabalham,o que fazem da vida senão ser dependentes dos papas,se fosse erva não se queixavam

- Portugal
Faz muita falta um Salazar.

- Jose Araujo Garrido
Esses meninos e raparigas (sentido Brasileiro) deu com esse dono da plantação, se isto calha a ser em Trás os Montes ia haver alguns que não saiam de lá em duas pernas.Belem, Lisboa

- Pato Agoas
Ignoro em absoluto a formação/informação dos senhores ditos ambientalistas, mas face a recentes acontecimentos é patente e notória a falta de formação de alguns deles ao destruirem propriedade alheia. Pegam por tudo e por nada. Do muito que tenho lido sobre OGM parece-me que a finalidade principal é evitar o uso de pesticidas e acabar com a sua infiltração nos terrenos por efeito das chuvas e ventos. Também estão contra as linhas eléctricas pelas radiações electro-magnéticas. Desde o princípio da Rádio que houve e há milhares de pessoas a trabalhar em antenas e não consta que tenham contraído doenças por essa causa. A Medicina emprega-as em tratamentos que são EFICAZES.Todos estes movimentos parecem-me mais que suspeitos a soldo de alguém. Será? Não sei mas parece.

- Gentleman
Vamos lá ser corajosos e honestos. Escrevam o nome desses cobardes que atacam em grupo, claro, o produto do trabalho dos outros que dele se servem para sobreviver. Vá, ponham aqui os nomes... Nunca se sabe se é por aqui que se descobrem as curas para as doenças que matam indescriminadamente. Vá, coragem!!!!

- Pépita
O OGM cultivado nos campos é o MON810, fabricado pela firma Monsanto, o MON810 é genéticamente modificado para produzir um insecticida contra a pyrale, insecto que destroi o milho. Essa toxina pode variar de 1 a 100 d'uma espiga a outra. Nocivo para o consumo e para a natureza. A Alemanha suspendeu o comércio do MON810.Os portugueses são bons para envenenar ?

- Helder Santos
Lamento a actuação medrosa da GNR, que noutras situações desancaram cobardemente à porrada indefesos trabalhadores que ficaram desempregados e justamente se manifestavam, ontem talvez por estarem lá alguns meninos da mamã agiram vergonhosamente, não protegendo os bens de quem trabalha.

- Aziza
Aliás,estes Verde Eufémia devem de ser daqueles hippies que passam o tempo deles a pedir nas ruas rodeados de cães em vez de trabalhar para ver o que custa a vida!Proteger o meio-ambiente sim mas não desta maneira!! Isto é vandalismo e inveja do coitado do homem que tem de fazer pela vida.

Correio da Manhã - Dono da Herdade da Lameira apresenta queixa-crime
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Última Hora


2007-08-18 - 18:07:00

Após sofrer ataque cardíaco

Dono da Herdade da Lameira apresenta queixa-crime

Luís Forra, Lusa

Depois do ataque dos ambientalistas o dono da herdade sofreu o início de um ataque de coração
O proprietário da Herdade da Lameira vai apresentar uma queixa-crime contra os activistas que destruíram um hectare de milho transgénico. José Menezes sofreu um princípio de ataque cardíaco e teve de receber assistência médica.


Os membros da plataforma esquerdista “Verde Eufémia” que participaram na acção arriscam a uma pena de multa ou prisão até três anos.

Após o ataque e destruição da plantação de um hectar onde se previa a produção de 30 toneladas de milho, o proprietário da Herdade da Lameira, José Menezes, sofreu um princípio de ataque cardíaco e teve de receber assistência médica.

Segundo Luís Grifo, que presta assistência técnica àquela cultura, a cultura naquela herdade no interior algarvio é legal, por respeitar as distâncias de segurança e as exigências impostas para o cultivo de OGM (transgénicos).

Fonte da GNR já informou que, apesar de não se ter feito detenções, os líderes da acção foram identificados, pelo que há elementos para a prossecução de inquérito judicial. A maioria dos manifestantes não eram portugueses, referiu uma testemunha.

Desde há meses que as autoridades portuguesas estão preocupadas com as acções-directas e ligações internacionais de elementos de extrema-esquerda, nomeadamente no Algarve, a que não será alheio, por exemplo, alegados refúgios da ETA.



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18-08-2007 - 00:00:00 Ataque ambientalista
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» Comentários

Sabado, 18 Agosto


- O. Dias Ferreira
Uma pessoa pode não ser a favor dos transgénicos, não tem é o direito de vandalizar a propriedade alheia.Uma cambada que precisam de ser punidos, para aprender a viver em sociedade, respeitando o próximo.

- Olavo Brutus
Com a justiça que temos o melhor é ir ao Brasil e contratar uns jagunços para fazer a folha aos cabecilhas do acto.

- zav
alguém acredita que após 3 a 4 anos para julgamento, estes defensores do planeta pagam alguma coisa. Nunca mais são encontrados e o proprietário fica com as despesas. setúbal

- Eunice Urbano
Os que defendem este tipo de cultivo, haviam de ser obrigados a comê-lo todinho e depois verem os efeitos no organismo!!!! O "tadinho" do agricultor, que cultive outras coisas....só que isto é mais rápido e por isso....lucro mais imediato!!!!

- USA
Agricultores como esse nunca deviam ter nascido.

- Graça Afonso
Acho bem que paguem a multa e cumpram prisão mas no pais deles!Vândalos demais já temos! E já agora deveriam ter pago a assistência médica ao agricultor!

O Correiro da Manhã, na sua tradição de bom jornalismo, não conseguiu evitar de relacionar o movimento com a ETA. Sensacionalismo? Como foram as vendas nesta semana?
Diário de Notícias

DN Online: Activistas 'ceifam' campo de milho transgénico em protesto
dn.sapo.pt/2007/08/18/sociedade/activistas_ceifam_...



Activistas 'ceifam' campo de milho transgénico em protesto



RITA CARVALHO
LUIS FORRA-LUSA (imagem)
Meia centena de "ceifeiros" invadiram ontem uma herdade em Silves e destruíram um campo de milho transgénico. Os activistas do Movimento Verde Eufémia admitem realizar mais acções de desobediência civil para combater o cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM). O hectare de milho destruído, dizem, foi apenas o "dano colateral" de uma acção destinada a lançar o alerta. Mas que assinala uma nova forma de combate ecológico, ainda inexistente em Portugal mas já praticada lá fora.

Em causa nesta acção está o que os activistas do recém criado movimento consideram ser a "salvaguarda do direito a um ambiente saudável". E a destruição de 2% do campo da Herdade da Lameira uma forma de "estabelecer a ordem ecológica, moral e democrática que tem sido deteriorada pelas políticas europeias e do Governo", explicou ao DN Gualter Baptista, porta-voz da acção.

A necessidade de intervir desta forma, acrescenta, acontece porque "as autoridades nacionais não respeitam a opinião e o direito dos cidadãos". O Movimento Verde Eufémia considera que "a intervenção directa é, em parte, uma maneira de resolver o problema. Não o fazemos de ânimo leve e não temos nada contra o proprietário desta herdade".

Apesar de na comunidade científica o tema dos OGM não ser pacífico, pois o desconhecimento dos perigos e vantagens é ainda grande, os activistas consideram que já há estudos que mostram claramente que a contaminação genética é inevitável e irreversível, causando danos no ambiente, na saúde pública e quebras no rendimento agrícola. Na dúvida, aposta-se na precaução, defendem.

A associação Quercus partilha as mesmas preocupações mas demarca-se deste tipo de acções. "Consideramos que o Governo não tem ouvido a opinião das associações de defesa do ambiente nem garantido a não contaminação da agricultura biológica e tradicional. Mas demarcamo-nos profundamente deste tipo de acções", assegurou ao DN Hélder Spínola. O presidente da Quercus diz que em Portugal este é o primeiro protesto ecológico com danos directos. A Quercus lembra que no estrangeiro há acções que usam métodos bem mais violentos, como a destruição de fábricas. Mas considera que o extremar de posições não favorece o debate e o envolvimento da população na solução dos problemas ambientais. "Vale mais uma sociedade sensível e participativa do que três ecologistas activos."

Em Portugal já houve acções radicais promovidas pela Greenpeace com colaboração nacional, como a que levou activistas a pendurarem-se na ponte de Leixões para evitar a entrada de barcos com madeira ilegal. Mas nunca com prejuízos directos, assegura a Quercus.

O Ministério da Agricultura considerou que a acção de protesto de ontem deve ser remetida para as autoridades policiais. |
Jornal de Notícias

Jornal de Notícias - Activistas destroem seara de milho transgénico
jn.sapo.pt/2007/08/18/pais/activistas_destroem_sea...
Activistas destroem seara de milho transgénico


Cerca de uma centena de activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram, ontem, perto de um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, enquanto o proprietário, em lágrimas, tentava desmobilizá- -los

João Meneses, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, confessou à agência Lusa a sua "revolta" por ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico. "É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo", disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.

Luís Grifo, engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, confessou sentir-se "repugnado" com a acção dos activistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.

"Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos", adiantou à Lusa Luís Grifo.

O mesmo responsável explicou que Portugal "produz milho apenas para três meses por ano" e assegurou que no resto do ano, o milho é importado e 90% são de transgénico. Os 100 activistas - portugueses e estrangeiros - foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário, sempre a gritar "Não aos OGM!". Os manifestantes tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se proteger do pólen transgénico. Após terem saído do terreno, cerca das 13.00 horas, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, sendo sempre escoltados ao longo do trajecto pela GNR. Empunhavam cartazes em que se lia "Transgénicos, perigo de contaminação" e "Algarve sem transgénicos".

A acção foi promovida pelo recém-criado movimento Verde Eufémia, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM. A acção de ontem foi a primeira do género em Portugal. Noutros países existem, porém, relatos de destruição de searas de cultivo de produtostransgénicos. Há cerca de uma semana, em França, um agricultor suicidou-se no seu terreno, após ter visto destruídas as suas colheitas numa acção idêntica.
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