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Barlavento Online
barlavento - Activistas destruíram um hectare de seara de milho transgénico em Silves
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TSF
TSF Online - Activistas destroem parte de cultivo de milho transgénico
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Rádio Renascença
Renascença - Activistas destroem milho transgénico
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Activistas destroem milho transgénico
Um hectare de milho transgénico, de uma herdade em Silves, foi hoje destruído por cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados).
Cx Sol
Sol - Activistas destroem parte de cultivo de milho transgénico
sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?... João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir «revolta» ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico. Lusa/SOL Relacionados 20 AGO 07
Produtores de cereais pedem apuramento de responsabilidades na destruição de milho em Silves 20 AGO 07
Ministro da Agricultura quer que Bloco esclareça posição sobre destruição de plantação em Silves 20 AGO 07
PSD requer formalmente convocação MAI para dar explicação na AR sobre invasão herdade Silves Público
PÚBLICO.PT - Activistas destroem um hectare de milho transgénico em Silves
ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1302474...
Não me envergonho de ser portuguesa mas envergonho-me de muita "gente" que nasceu, vive e mora em Portugal! Mas aqueles que optam pela violência, pelo desrespeito, não sabem o que é a liberdade?! É assim que se luta por ela e se constrói um país civilizado?! Não importa se destruiu muito pouco, importa a atitude de autêntico vandalismo, importa o mau exemplo, importa que são pessoas muito pouco dignas desse nome! Devem ser meninos e meninas que não sabem o que é trabalho, o que é dignidade, o que é respeito pelos outros e por si próprio! E ainda há aqui quem os defenda... E não vale a pena politizar a questão. Se há realmente dúvidas sobre se é ou não maléfico, que se esclareça em lugar próprio. Por muita razão que possam ter, perdem todo o respeito que por eles se pudesse ter; mas a razão também não deve ser assim tão forte e com tantos argumentos caso contrário não se recorreria tão facilmente a estes métodos... Mas quem são os adultos que estão por t´ras disto tudo mas que não se atrevem a dar a cara? Não acredito que esta seja uma atitude de alguns jovens que se lembraram assim sem mais nem menos, de se preocupar com o ambiente. Quem defende este tipo de atitudes talvez um dia perceba que este não é o caminho, se um dia lhe fizerem o mesmo, mas, ainda assim, espero que não chegue e entender. Que país estamos a construir? Em que bases? Somos um povo muito pouco interventivo no dia-a-dia do nosso país mas não é este tipo de intervenção que é necessária, mas sim aquela que se baseia no diálogo, na troca de ideias, na discussão das próprias ideias, na responsabilidade no dia-a-dia, enfim... tão longe está o meu Portugal de ser um país que começa a crescer!!!
"Eu li num email que...", "Contaram-me que...". Não chega. ", mas a distorção gigantesca que o caso está sofrer por parte dos meios de comunicação portugueses chega, pelos vistos?
"Eles destruíram para aí 1% do milho, levaram sacas de milho biológico para oferecer ao produtor (suficiente para replantar os 50 H) e ofereceram-se como mão de obra para o cultivar. Se quisessem mesmo destruir a plantação tinham-lhe pegado fogo como fazem sistematicamente os activistas da Greenpeace em França. A acção foi pacífica e simbólica, e usaram máscaras porque em 2003 houve um caso grave de intoxicação de populações nas Filipinas que viviam perto de plantações deste milho, sendo detectados anticorpos no seu sangue, conforme comunicação do Dr. Traavik (Norwegian Institute of Gene Ecology) numa conferência dada em Kuala Lumpur a 22 de Fevereiro de 2004.
A Agencia Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA) não realiza os seus próprios estudos antes de aprovar uma planta para circulação na UE, aceita como credíveis os estudos apresentados pelas próprias empresas que querem comercializar essa planta.....
- O Dr. Séralini, da Universidade de Caen (França) pegou nos dados fornecidos pelos estudos da Monsanto e tratou-os com um tipo de formula estatística diferente, vindo a revelar que os ratos alimentados com milho transgénico (desse que anda por aí a circular) sofrem perturbações a nivel de fígado e rins.- As experiências foram feitas em RATOS. Nunca houve uma experiência feita com um grupo de humanos..."
O começo de toda esta questão está nos "malefícios dos transgénicos" que aqui todos parecem saber quais são. Parabéns, sabem mais do que qualquer cientista deste mundo (os tais que, quer queiram quer não, são os que têm o verdadeiro conhecimento técnico). Propagam-se meias verdades e mitos urbanos sobre os transgénicos. "Eu li num email que...", "Contaram-me que...". Não chega.
Até que enfim que se vê aqui comentadores que não sejam do tipo lambe-botas das multinacionais, que me fazem lembrar os empregados do Sr. Burns, dos Simpson. Com os ambientalistas come-e-cala podem bem os tiranos. E a S.ra que diz que está farta de pagar para os parasitas dos ambientalistas!!! Ah, ah, ah! A S.ra paga, e bem, é para os capitalistas selvagens que mandam no mundo. Quem fez esta acção não recebe subsídios. Os agricultores que nos matam com BSE e câncer é que nadam neles!
O Xanana Gusmão foi um desordeiro, já agora. Devia ter "dialogado" com a Indonésia.
Agradeçam é a quem se tramou voluntariamente por uma causa que a todos diz respeito.
Além de ter sido uma acção deplorável e fascista, que põe em causa os direitos democráticos de qualquer cidadão que tenha ideias diferentes, este acto deixa uma imagem negativa das associações ambientais. Mas já agora gostava de saber se a "Associação Ambiental" que patrocinou este disparate, vai continuar a divertir-se com o dinheiro dos contribuintes que realmente trabalham e respeitam a liberdade dos outros?! Porque estou farta de andar a pagar impostos para parasitas! Já agora eu também discordo dos transgénicos e gostava que as associações ambientais sérias e os meios de informação abordassem a questão de "forma informativa" e acessível.
Estando legal ou não, autorizada ou ilegal, com que direito é que um grupo de individuos invade e destroi uma propriedade privada? Voltamos ao tempo da justiça popular? O proprietário do terreno ao deparar com esta situação também podia agir da mesma forma e fazer justiça com as póprias mãos... e depois, como é que era?
Vivemos num estado de direito, com muitos defeitos é certo, mas com as instâncias competentes. Pergunto eu, não havia outra forma de manifestação? Pergunto também que seres morais tão superiormente elevados são estes que defendem os nosso interesses e dos nos filhos? Tenho dois filhos menores e tento fazer as melhores escolhas possíveis, agradeço, mas não preciso que um bando de anarquistas defendam os meus interesses e dos meus filhos. O mal deles é nunca terem sentido na pele as dificuldades da vida, a necessidade de trabalharem, de se esforçarem, de contribuirem positivamente para uma sociedade melhor. Sim, porque apesar de tudo, apesar de serem uns “aborrecidos da sociedade”, é esta que lhes permite terem expressão, apresentar as suas ideias, organizarem os seus movimentos, realizar as suas concentrações, no fundo, fazerem tudo o que lhes vai na real gana. Sinceramente não precisamos deles, cospem na mão que lhes dá de comer, não respeitam e não são dignos de respeito. PS: Interessante a iniciativa do BE em colocar o milho transgénico na agenda política. Mas será que estes senhores conhecem o país real ? Será que alguma vez sairam do chiado, da Gulbenkian... de Lisboa ? PS1: A relação entre os interesses ecológicos e políticos destes grupos, tem um resultado muito interessante... basta ver os locais por onde passam ou estiveram.
Claro que a questão dos OGM tem que ser discutida. E esta intervenção directa teve o condão de despoletar a atenção dos cidadãos. claro que foi ilegal. Claro que não foi um crime, do ponto de vista do direito. Claro que o agricultor será compensado. Claro que os activistas serão condenados a pagar a devida indeminização...
Claro que o agricultor não dependia daquele bocado de milho para sobreviver. Eventualmete poderia ser parte relevante dos seus rendimentos. Duvido. Em tribunal se verá.
Agora o que é interessante é analisar as reacções vergonhosas de condenação por parte dos "ambientalistas" de serviço. Os bem comportados. Os que viram o Algarve a ser destruido. Os que perderam as batalhs do Alqueva e de Odelouca. Os que, apesar do esforço pessoal e da defesa dos valores ditos "ambientalistas", não estão a cumprir o contrato social. Não alcançam resultados porque não têm estratégia. E são bem comportados, lambe botas e portugueses suaves. É TRISTE!
Parabéns aos ecologistas alter-globalização: fizeram mais em uma hora do que os outros em 10 anos...
"É que o vandalismo não é, nunca foi, democtacia. " - Então o 25/Abril foi vandalismo, a demolição do muro de Berlim foi vandalismo, e qualquer golpe político foi vandalismo,não?O mal é haver gente hoje em dia que já não dá valor ao que os paizinhos passaram quando discordar do regime dava direito a uns dedinhos partidos. Se acha que os OGM nos estão a ser impostos de uma maneira democrática,eu não me lembro de ter votado em relação a eles, sei que não são testados pela EFSA mas sim pelas companhias que os vendem,e em Portugal se uma zona se quiser declarar livre de transgénicos basta o voto contra de 1 agricultor para o impedir. Ora isto não soa um bocado anti-democrático,onde conta o voto da maioria?
Defender os transgénicos porque dão lucros chorudos às multinacionais do veneno e aos agricultores ricos, é como defender a heroína ou a cocaína por dar lucros aos traficantes e produtores!!!
Conversas da treta de que "os activistas deviam ir limpar o lixo da Volta a Portugal", e de que são "pseudo-hippies". O que é que o cu das calças tem a ver com a feira de Borba? Palermices e populismos baratos... Nem sabem que os transgénicos contaminam para além dos limites da propriedade e entram na cadeia alimentar. Deviam era aplaudir quem correu riscos a favor do bem colectivo e do futuro dos vossos filhos. Quem disse que eram meninos que não sabem o que são ervas e que fumam cannabis? Eram pessoas da região e agricultores biológicos, que, esses sim, trabalham no duro e não vivem de subsídios, como os malandros que nos envenenam.
Coitadinho do Sr. que não tem comerzinho para dar aos filhos. Os traficantes de heroína dizem o mesmo, que "vivem daquilo".
PÚBLICO.PT - Transgénicos: Almargem condena destruição em Silves mas reafirma que milho deve ser rem
ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1302492
Ó Zé Montargil, V. faz-me rir, juntamente com o outro que diz que os "zés-ninguém" devem fazer isto e aquilo. Conhecem o significado do termo "preconceito"?
Não é preciso ser Einstein. Só é preciso ler um bocadinho.
O vosso zelo pela pilhagem das multinacionais e pelos agricultores-envenenadores faz lembrar a sabujice dos empregados do Sr. Burns, o patrão do Homer Simpson!
O que se passou foi uma vergonha, um acto de profunda desonestidade e ilegalidade, num estado de direito, que o que se viu, parece que não estamso num estado de direito. A actuação da GNR deveria de ser de força e violência "carga" para impedir este acto baixo, porco e cobarde de gente "zés ninguéns" com roupagem de ecologistas, intelectuais etc. etc. possivelmente a maioria deles são consumidores de drogas, alcool etc. e possivelmente nas suas vidas diárias fazem tudo "praticas" tudo menos protecção da natureza, ambiente, ecologia etc. etc. Gostava de os conhecer no dia a dia, por dentro e por fora, incluindo nas suas casas e locais de trabalho ...
Quem gentinha pobre de espirito, que país este ! ...
Ana V. coloca um problema novo e interessante. As variedades "selvagens. Mas estas não correm o mesmo risco de serem contaminadas por variedades "domésticas"? Afinal estas estarão mais próximas geneticamente! Creio que para evitar problemas de impossível, ou de muito difícil resolução por selecção genética "inversa" é que estão a ser criados bancos de dados de sementes. É o problema da globalização com introdução de espécies novas - assume-se não propositadamente - em ecossistemas onde não pré-existiam.
A ploinização cruzada será mínima no sentido que é muito mais provável que uma planta seja polinizada por uma idêntica a 20 cm do que por outra a 400m. Como tal, se entrar no circuito alimentar a contaminação será da mesma ordem de grandeza.
Final do resumo do trabalho de Séralini: "Longer experiments are essential in order to indicate the real nature and extent of the possible pathology; with the present data it cannot be concluded that GM corn MON863 is a safe product". Será que pode ser traduzido por "Fora com os transgénicos"? Ou talvez "Os dados não são muito concludentes, vamos - Monsanto e quem tiver tiver interesses no assunto - perder mais uns meses de testes, e aproveitamos (Séralini) para recomendar às agências que fiscalizam a segurança alimentar que sejam mais pro-activas na sua função"?
Claro, se querem proibir os trangénios nada melhor que chegar à plantação e pimba, dar cabo daquilo tudo!
A tal de Galindo vive aonde? No farwest? Só pode.
Justiça pelas nossas mãos, nada mais.
Sujeitas como esta são "providenciais" LOLOLOLOL.
Sem os "providenciais" Portugal não vai lá!
A rapariga coitada não deve ter nada para se distrair e não gosta de nadar, nem ir à praia, bordar ou jogar tennis, pelos vistos. É mais aquele género "o programa é manifestar contra desde que esteja na moda".
Sr. Osvaldo agradeço-lhe imenso o seu benefício da dúvida (duh). Já agora, se tem tanto a certeza que a polinização cruzada se elimina assim facilmente,devia ir comunicar isso ao Governo do México,que baniu o culivo de milho transgénico no país porque até as variedades selvagens de montanha estavam contaminadas com transgenes e por causa disso já não se sabe se há variedades oiginais. Com tanta certeza que tem, mande-lhes um email e vai ver que lhs poupa imenso esforço na investigação. Se há algo que me custa é ver o trabalho de anos de investigadores ser reduzido a uama ou duas frases de "certezas". E já agora recomendo-lhe também que leia sobre o trabalho do Dr. Séralini, um proeminente investigador francês que pegou nos estudos entregues pela Monsanto à EFSA para garantir a seguança do milho transgénico, tratou os dados de uma forma estatística diferente e descobriu que afinal a percentagem de toxicidade para os rins dos ratos alimentados com milho GM era muito maior do que a declarada no artigo original. Tem as fontes, agora não se queixe de falta de informação. Aproveite e já que gosta tanto da tecnologia transgénica aplicada á agricultura, acompanhe a leitura com pipocas.
"A cannabis não é transgénica"? Que lhe falta subtileza, vê-se à légua, mas não se ponha a opinar sobre o que desconhece. Estude o que são os perigos dos transgénicos. Coitadinho do proprietário! - diz toda a gente. Toda a peninha foi para este latifundiário envenenador. 1/5 da população portuguesa vive na miséria, os despedimentos lançam famílias na fome, campeia o trabalho infantil, mas a peninha foi toda para o latifundiário envenenador e calão.
Leiam a Ana V., que é bióloga, e parendam, antes de irem buscar as caçadeiras. Os vândalos quem são, afinal? Os que lutam pelo bem colectivo ou os que os querem linchar?
Olga Galindo - A canabis não é transgénica... mas dou de barato que não faz bem ao organismo. O que entende por equilíbrio natural? Cultivar 1000 ha de milho "normal" num local de mato mais ou menos virgem é, obviamente, alterar o equilíbrio pré-existente.
Improdutividade do solo? As multinacionais estão a vender um produto que produz menos? Talvez no longo prazo, mas teremos de esperar. Será que um milho transgénico que, digamos, tem resistência a parasitas, não poupa o uso de herbicidas "amigos do ambiente"? Em relação a Ana V. dou-lhe o benefício da dúvida. Pode haver quem não esteja a fazer bem o seu trabalho.
A questão de polinização cruzada, mesmo que aconteça será mínima. E é fácil evitar a contaminação no ano seguinte. Basta arranjar uns bagos certificados ou de alguém que não tenha transgénicos num raio de 10, ou talvez 20, km.
Não está em causa o perigo que os trangénicos possam fazer à saúde e ao meioambiente. O que está em causa é invadir propriedade privada, de caras tapadas e destruir o ganha pão de empregados do proprietário e mais grave é ver comentários anónimos , que como os ambientalistas que invadiram a propriedade de cara tapada, também são COBARDES.
Grandes cientistas, o Osvaldo e a Maria Marques. Se soubessem um tiquinho de bioquímica talvez tivessem lá estado. É tão grave cultivar transgénicos como cultivar drogas. Ou mais, porque os trnasgénicos vão alterar definitivamente o equilíbrio natural.
Façam o jogo das multinacionais que estão a dar cabo do mundo. A Monsanto, Bayer, Rhoune-Poulanc, aradecem o vosso zelo e continuarão a brindar-nos com DDT, vacas loucas, câncro, improdutividade do solo, miséria e doença.
Aqueles activistas vão ficar com cadastro, e talvez apanhem prisão, porque são altruístas. Não se preocupam só com o próprio bem, coisa que voc~es são incapazes de entender.
Diário Digital
Diário Digital - Silves: Activistas destroem cultivo de milho transgénico
diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=290637 Silves: Activistas destroem cultivo de milho transgénico
Cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram hoje cerca de um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, enqauanto o proprietário, em lágrimas, os tentava desmobilizar.
João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir «revolta» ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico. «É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo», disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura. O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se «repugnado» com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas. «Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos», adiantou à Lusa Luís Grifo. O engenheiro referiu que Portugal «produz milho apenas para três meses por ano», assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico. Cerca de cem activistas portugueses e estrangeiros foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário, sempre gritando «Não aos OGM!». Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do polén transgénico. Após terem saído do terreno, cerca das 13:00, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, estando a ser escoltados pela GNR. Os activistas empunham cartazes em que se «Transgénicos perigo contaminação» e «Algarve sem transgénicos». A acção foi promovida pelas associações ambientalistas Verde Eufémia e Almargem, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM. Um popular que assistiu à acção de protesto, Bruno Martins, electricista, disse à Lusa que é «errado defender assim uma causa». «Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis», disse. Diário Digital / Lusa 17-08-2007 13:22:00 RTP
Activistas destroem parte de cultivo de milho transgénico em Silves - RTP Informação
www.rtp.pt/index.php?article=294642&visual=16&rss=...
Expresso
Associação Almargem demarca-se de destruição de plantação - EXPRESSO – Notícias, opinião, blogues, f
expresso.clix.pt/Actualidade/Interior.aspx?content... Terreno com milho em Silves invadido por manifestantes Associação Almargem demarca-se de destruição de plantação Hugo Franco e Mário Lino
Associação ambientalista contra o ‘modus operandi’ usado pelos manifestantes em Silves. Agricultura do Algarve diz que milho transgénico é legal.
![]() Luis Forra/Lusa “Esta não é a nossa maneira de actuar”, diz João Santos da Associação ambientalista Almargem A associação ambientalista algarvia, Almargem, é contra o ‘modus operandi’ utilizado pelos ecologistas da Verde Eufémia que invadiram uma propriedade de milho trangénico, em Silves. “Oficialmente nada temos em comum com a iniciativa, embora possa haver pessoas da Almargem, que a título individual, participaram no evento”, explica João Santos, da Almargem. “Esta não é a nossa maneira de actuar”, acrescenta o dirigente, que lembra que na Europa, este tipo de manifestações tem sido comum. “Muitos dos protestantes são estrangeiros que estão no acampamento da juventude em Aljezur”, afirma. Embora tenham linhas de acção diferentes, a Almargem corrobora a crítica feita pela Verde Eufémia aos alimentos geneticamente modificados: “O milho tóxico ameaça Algarve”, defendem ambas as associações. Por sua vez, Entrudo Fernandes, técnico da Direcção Regional de Agricultura do Algarve (DRAALG) afirma: “Não estou tranquilo, mas como técnico temos que nos confrontar com a aplicação da lei". O responsável tem acompanhado a primeira plantação transgénica da região. Em causa, a plantação de 50 hectares de milho transgénico na Herdade da Lameira, em Silves, contendo MON81, um gene introduzido artificialmente na planta que a torna imune às temidas “roscas do milho”. Para Entrudo Fernandes, a plantação está devidamente autorizada ao abrigo do decreto 160/06, que transpôs uma norma comunitária que licencia perto de 50 variedades de organismos geneticamente modificados (OGM). “O agricultor notificou a Direcção Regional e nós efectuámos uma primeira inspecção em Maio, logo após a sementeira, e agora faremos nova inspecção imediatamente antes da colheita, em Setembro, como prevê a lei”, acrescenta . A Herdade da Lameira, em Silves, foi a primeira exploração agrícola a requerer no Algarve a plantação de OGM, algo que habitualmente leva à tomada de medidas de precaução quando há outras plantações de milho não-transgénico na vizinhança, mas neste caso, tal não aconteceu. “Ao todo existem 70 hectares, 50 de milho transgénico e 20 de milho normal, porque apesar de a lei obrigar à plantação de 10 por cento de milho não-transgénico, o agricultor entendeu que deveria criar mais”, adiantou. Ecotopia também se demarca A organização da Ecotopia afirmou ao Expresso que “nada tem a ver com a manifestação” de hoje em Silves, embora também tenha recebido um comunicado da associação Verde Eufémia a dar conta da acção que ia ser posta em prática. De acordo com fonte do Grupo de Acção e Intervenção Ambiental (GAIA), responsável pelo acampamento em Aljezur, “é impossível saber se há participantes do Ecotopia envolvidos”, uma vez que as entradas e saídas do recinto são livres. Quanto à acusação da associação Almargem, o GAIA mostra-se indignado: “Não percebemos como podem ter tirado essas conclusões”. Activistas atacam campo com milho transgénico - EXPRESSO – Notícias, opinião, blogues, fóruns, podca
expresso.clix.pt/Actualidade/Interior.aspx?content... No Algarve Activistas atacam campo com milho transgénico
Proprietário diz-se "revoltado" com ataque à sua "única fonte de rendimento".
![]() Kelly Bolden/AP Destruição do campo deixou o proprietário em lágrimas Cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram hoje cerca de um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, enquanto o proprietário, em lágrimas, os tentava desmobilizar. João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir "revolta" ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico. "É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo", disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura. O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se "repugnado" com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas. "Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos", adiantou à Lusa Luís Grifo. O engenheiro referiu que Portugal "produz milho apenas para três meses por ano", assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico. Cerca de cem activistas portugueses e estrangeiros foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário, sempre gritando "Não aos OGM!". Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do polén transgénico. Após terem saído do terreno, cerca das 13:00, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, estando a ser escoltados pela GNR. Os activistas empunham cartazes em que se "Transgénicos perigo contaminação" e "Algarve sem transgénicos". A acção foi promovida pelas associações ambientalistas Verde Eufémia e Almargem, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM. Um popular que assistiu à acção de protesto, Bruno Martins, electricista, disse à Lusa que é "errado defender assim uma causa". "Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis", disse. Lusa Portugal Diário
PortugalDiário - Protesto contra o milho transgénico
www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=843894&di... SociedadeProtesto contra o milho transgénico2007/08/17 | 12:42 Ambientalistas e agricultores ceifam hoje, num acto simbólico, um terreno de cultivo de milho transgénico, em Silves, alegadamente o único no Algarve, disse à Lusa um elemento do movimento ecológico Verde Eufémia, que organiza a acção. «O objectivo é restabelecer a ordem ecológica, moral e democrática que tem sido constantemente deteriorada pelas políticas de União Europeia e pelo governo português», lê-se num comunicado enviado à Lusa, referindo que se trata de uma «acção de desobediência civil contra o primeiro campo transgénico do Algarve». Os organizadores esperam a adesão de cerca de 100 pessoas na iniciativa. Em 2004, o Algarve foi a primeira região do país a declarar-se livre de culturas com Organismos Geneticamente Modificados (OGM), declaração feita pela Junta Metropolintana do Algarve, que congrega 16 municípios. «Estamos a exercer o direito à resistência segundo o artigo 21º da Constituição da República Portuguesa», explicou à Lusa um elemento do movimento Verde Eufémia. O movimento ambientalista foi recentemente formado e foi baptizado com o nome próprio «Eufémia» em honra da luta dos camponeses no Alentejo. Reacções alérgicas ou cancro e os efeitos irreversíveis na agricultura e ambiente através da contaminação pelo pólen que vai afectar também a agricultura biológica são alguns dos malefícios que os ecologistas alegam para desenvolver esta acção em Silves. Além do corte de plantação num terreno privado, um outro grupo de pessoas vai marchar na aldeia de Poço Barreto (Silves) para acções de sensibilização sobre os malefícios dos produtos transgénicos, adiantou o movimento. Comentários dos leitores
PortugalDiário - Activistas destruíram campo de milho transgénico
www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=844046&di... SociedadeActivistas destruíram campo de milho transgénico2007/08/17 | 17:25 Cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram esta sexta-feira cerca de um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, enquanto o proprietário, em lágrimas, os tentava desmobilizar, escreve a Lusa. João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir «revolta» ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico. «É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo», disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura. O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se «repugnado» com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas. «Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos», adiantou à Lusa Luís Grifo. O engenheiro referiu que Portugal «produz milho apenas para três meses por ano», assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico. Cerca de cem activistas portugueses e estrangeiros foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário, sempre gritando «Não aos OGM!». Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do polén transgénico. Após terem saído do terreno, cerca das 13:00, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, estando a ser escoltados pela GNR. Os activistas empunham cartazes em que se «Transgénicos perigo contaminação» e «Algarve sem transgénicos». A acção foi promovida pelas associações ambientalistas Verde Eufémia e Almargem, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM. Um popular que assistiu à acção de protesto, Bruno Martins, electricista, disse à Lusa que é «errado defender assim uma causa». «Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis», disse. Comentários dos leitores
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