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barlavento - Activistas destruíram um hectare de seara de milho transgénico em Silves
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Activistas destruíram um hectare de seara de milho transgénico em Silves

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Activistas cortam milho transgénico na Herdade da Lameira, Silves

Cerca de cem pessoas destruíram hoje cerca de um hectare de uma plantação de milho transgénico, na Herdade da Lameira, em Silves.

A acção foi organizada por um movimento contra os Organismos Geneticamente Modificados (OGM), o recém-criado «Verde Eufémia», e contou com a presença de activistas portugueses e estrangeiros.

A destruição de parte da plantação de milho transgénico foi feita na presença do proprietário do terreno, que não conseguiu travar o grupo anti-OGM.

O dono do terreno, João Menezes, declarou à agência Lusa que sentiu «revolta» ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico.

«É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo», disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.

A Lusa referia ainda que a associação ambientalista Almargem teria estado por detrás desta acção.

Mas o presidente da associação João Santos garantiu, em declarações ao «barlavento», que «a Almargem, enquanto tal, não esteve formalmente ligada a esta iniciativa».

«Podem ter lá estado alguns dos nossos associados. Mas nós, enquanto associação, não estivemos oficialmente envolvidos», acrescentou.

Apesar de considerar que esta não é a forma correcta de protestar, João Santos disse que «é natural que haja pessoas que achem que se tenha de optar por outras soluções» para impedir a introdução de OGM em Portugal.

Segundo João Santos, este acabou por ser «um acto simbólico», já que «a plantação tem 51 hectares».

Na Herdade da Lameira, apenas a intervenção da GNR impediu que a destruição atingisse uma área maior.

Ainda segundo a Lusa, os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do polén transgénico.

Após terem saído do terreno, cerca das 13 horas, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, para levar a cabo uma acção de sensibilização da população contra os transgénicos, empunhando cartazes em que se lia «Transgénicos perigo contaminação» e «Algarve sem transgénicos».

A GNR escoltou o grupo a partir do momento em que o expulsou da exploração agrícola.

Apesar de ter havido alguns populares e agricultores locais que se juntaram à destruição do campo de milho transgénico, as opiniões dividiam-se quanto à legitimidade da iniciativa.

O electricista Bruno Martins, um popular que assistiu a esta acção, disse à Lusa que é «errado defender assim uma causa».

«Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis», disse.

Herdade da Lameira pode ter variedade perigosa de milho transgénico

A variedade de milho transgénico que está plantada na Herdade da Lameira, em Silves, pode ser prejudicial para os seres humanos.

O tipo de milho aqui utilizado será da mesma variedade que um outro utilizado numa plantação nas Filipinas, que terá causado o aparecimento de diversas doenças em habitantes de aldeias vizinhas à exploração.

O alerta para esta situação foi dado pela Frente do Algarve Livre de Transgénicos e teve eco numa tomada de posição pública recente da associação ambientalista Almargem.

A fonte de ambas as organizações é um livro editado recentemente por Jeffrey Smith, intitulado «Roleta Genética».

Segundo o presidente da Almargem João Santos, a lei que regula a plantação de OMG em Portugal «prevê que haja medidas de emergência sempre que surjam dados novos».

Para o ambientalista, a situação nas Filipinas, da qual já conhecia relatos antes do lançamento do livro mencionado, devia ter levado o Estado a «ter em conta o princípio da precaução».

Até porque, nas Filipinas, a área cultivada descrita «é menor» do que a da Herdade das Lameiras.

Para João Santos, a solução para este problema é simples. «Devia-se pegar na lei e, pura e simplesmente, remover o milho e queimá-lo, como um resíduo tóxico», afirmou.

Em declarações à agência Lusa, o engenheiro técnico responsável pela exploração de milho trangénicos da Herdade da Lameira Luís Grifo garantiu que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.

«Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos», disse.

O engenheiro referiu que Portugal «produz milho apenas para três meses por ano», assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico.

17 de Agosto de 2007 | 16:00
hugo rodrigues com Lusa

TSF

TSF Online - Activistas destroem parte de cultivo de milho transgénico
www.tsf.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF1...
• SILVES
Activistas destroem parte de cultivo de milho transgénico
Cerca de cem activistas contra os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) destruíram esta sexta-feira perto de um hectare de milho transgénico numa herdade em Silves. O agricultor João Menezes exige agora reembolso pelos estragos na sua cultura, que salienta ser a sua única fonte de rendimento.
( 16:06 / 17 de Agosto 07 )

João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à TSF sentir-se «revolto» ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico.

O agricultor garante que vai interpor uma acção contra os jovens que fizeram o protesto de cara tapada. «Eu quero [pôr uma acção contra os activistas] mas nem sei quem eles são, porque estavam de cara tapada. Mas se a GNR não os identificou eu vou tratar disso», prometeu o agricultor.

Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do "polén transgénico".

Após terem saído do terreno, cerca das 13:00, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, estando a ser escoltados pela GNR.

Os activistas empunham cartazes em que se "Transgénicos perigo contaminação" e "Algarve sem transgénicos".

A acção foi promovida pelo recém-criado movimento Verde Eufémia, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM.

Um popular que assistiu à acção de protesto, Bruno Martins, electricista, disse à Lusa que é «errado defender assim uma causa».

«Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis», disse.

90 % do milho vendido em Portugal é transgénico

O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se "repugnado" com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.

«Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos», adiantou à Lusa Luís Grifo.

O engenheiro referiu que Portugal «produz milho apenas para três meses por ano», assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico.


Audio -
http://www.tsf.pt/online/common/include/streaming_audio.asp?audio=/2007/08/noticias/17/jmenezes.asx

Rádio Renascença

Renascença - Activistas destroem milho transgénico
www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubArea...

Regiões

Silves

17-08-2007 14:30

Activistas destroem milho transgénico

Um hectare de milho transgénico, de uma herdade em Silves, foi hoje destruído por cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados).


O proprietário da Herdade da Lameira disse à Lusa sentir "revolta" ao ver vandalizado o seu terreno.

"É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo", disse João Menezes, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.

O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se "repugnado" com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.

Este responsável referiu que Portugal "produz milho apenas para três meses por ano", assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90% é transgénico.

Cerca de cem activistas portugueses e estrangeiros foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário, sempre gritando "Não aos OGM!".

Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do polén transgénico.

A acção foi promovida pela associação ambientalista Verde Eufémia, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM.


Cx


Sol

Sol - Activistas destroem parte de cultivo de milho transgénico
sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?...
17 AGO 07  
 
Agricultor desesperado
Activistas destroem parte de cultivo de milho transgénico
 Cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram hoje cerca de um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, enqauanto o proprietário, em lágrimas, os tentava desmobilizar
 

João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir «revolta» ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico.

«É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo», disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.

O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se «repugnado» com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.

«Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos», adiantou à Lusa Luís Grifo.

O engenheiro referiu que Portugal «produz milho apenas para três meses por ano», assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico.

Cerca de cem activistas portugueses e estrangeiros foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário, sempre gritando «Não aos OGM!».

Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do polén transgénico.

Após terem saído do terreno, cerca das 13:00, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, estando a ser escoltados pela GNR.

Os activistas empunham cartazes em que se «Transgénicos perigo contaminação» e «Algarve sem transgénicos».

A acção foi promovida pelas associações ambientalistas Verde Eufémia e Almargem, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM.

Um popular que assistiu à acção de protesto, Bruno Martins, electricista, disse à Lusa que é «errado defender assim uma causa».

«Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis»,
disse.

Lusa/SOL

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Paulo Pimenta/PÚBLICO (arquivo)

"É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome", diz o proprietário


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Não me envergonho de ser portuguesa, mas...
Proprietário revoltado com a situação
Activistas destroem um hectare de milho transgénico em Silves
17.08.2007 - 13h44 Lusa

Cem activistas contra os organismos geneticamente modificados destruíram hoje um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, no Algarve.

O proprietário da Herdade da Lameira, João Menezes, 56 anos, disse à Lusa sentir "revolta" ao ver o seu terreno vandalizado.

"É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo", disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.

Luís Grifo, engenheiro técnico responsável pela cultura daquele milho, afirmou-se "repugnado" com a acção dos ambientalistas e garantiu que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.

"Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos", disse à Lusa Luís Grifo.

O engenheiro referiu que Portugal "produz milho apenas para três meses por ano", assegurando que, no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico.

Activistas foram expulsos pela GNR

Os cem activistas portugueses e estrangeiros foram expulsos do terreno pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pelo proprietário, enquanto gritavam "Não aos OGM!" (organismos geneticamente modificados).

Durante a acção, os activistas tinham as caras tapadas com panos, para, segundo eles, apenas se protegerem do pólen transgénico.

Após terem saído do terreno, pelas 13h00, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, estando a ser acompanhados pela GNR.

Os activistas mostraram cartazes, onde se podia ler "Transgénicos, perigo, contaminação" ou "Algarve sem transgénicos".

A acção foi promovida pela associação ambientalista Verde Eufémia, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM.

Bruno Martins, uma das pessoas que assistiu à acção de protesto, considerou ser "errado defender assim uma causa".

"Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no Ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa porque vêm para aqui fumar e com telemóveis", disse à Lusa.

Não me envergonho de ser portuguesa, mas...
Por Maria Ferreira, Lisboa
Não me envergonho de ser portuguesa mas envergonho-me de muita "gente" que nasceu, vive e mora em Portugal! Mas aqueles que optam pela violência, pelo desrespeito, não sabem o que é a liberdade?! É assim que se luta por ela e se constrói um país civilizado?! Não importa se destruiu muito pouco, importa a atitude de autêntico vandalismo, importa o mau exemplo, importa que são pessoas muito pouco dignas desse nome! Devem ser meninos e meninas que não sabem o que é trabalho, o que é dignidade, o que é respeito pelos outros e por si próprio! E ainda há aqui quem os defenda... E não vale a pena politizar a questão. Se há realmente dúvidas sobre se é ou não maléfico, que se esclareça em lugar próprio. Por muita razão que possam ter, perdem todo o respeito que por eles se pudesse ter; mas a razão também não deve ser assim tão forte e com tantos argumentos caso contrário não se recorreria tão facilmente a estes métodos... Mas quem são os adultos que estão por t´ras disto tudo mas que não se atrevem a dar a cara? Não acredito que esta seja uma atitude de alguns jovens que se lembraram assim sem mais nem menos, de se preocupar com o ambiente. Quem defende este tipo de atitudes talvez um dia perceba que este não é o caminho, se um dia lhe fizerem o mesmo, mas, ainda assim, espero que não chegue e entender. Que país estamos a construir? Em que bases? Somos um povo muito pouco interventivo no dia-a-dia do nosso país mas não é este tipo de intervenção que é necessária, mas sim aquela que se baseia no diálogo, na troca de ideias, na discussão das próprias ideias, na responsabilidade no dia-a-dia, enfim... tão longe está o meu Portugal de ser um país que começa a crescer!!!
Ha... ok...
Por Joana, Lx
"Eu li num email que...", "Contaram-me que...". Não chega. ", mas a distorção gigantesca que o caso está sofrer por parte dos meios de comunicação portugueses chega, pelos vistos?
Informem-se!!!
Por Anónimo, Lx
"Eles destruíram para aí 1% do milho, levaram sacas de milho biológico para oferecer ao produtor (suficiente para replantar os 50 H) e ofereceram-se como mão de obra para o cultivar. Se quisessem mesmo destruir a plantação tinham-lhe pegado fogo como fazem sistematicamente os activistas da Greenpeace em França. A acção foi pacífica e simbólica, e usaram máscaras porque em 2003 houve um caso grave de intoxicação de populações nas Filipinas que viviam perto de plantações deste milho, sendo detectados anticorpos no seu sangue, conforme comunicação do Dr. Traavik (Norwegian Institute of Gene Ecology) numa conferência dada em Kuala Lumpur a 22 de Fevereiro de 2004. A Agencia Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA) não realiza os seus próprios estudos antes de aprovar uma planta para circulação na UE, aceita como credíveis os estudos apresentados pelas próprias empresas que querem comercializar essa planta..... - O Dr. Séralini, da Universidade de Caen (França) pegou nos dados fornecidos pelos estudos da Monsanto e tratou-os com um tipo de formula estatística diferente, vindo a revelar que os ratos alimentados com milho transgénico (desse que anda por aí a circular) sofrem perturbações a nivel de fígado e rins.- As experiências foram feitas em RATOS. Nunca houve uma experiência feita com um grupo de humanos..."
Conhecimento
Por Pedro, Birmingham
O começo de toda esta questão está nos "malefícios dos transgénicos" que aqui todos parecem saber quais são. Parabéns, sabem mais do que qualquer cientista deste mundo (os tais que, quer queiram quer não, são os que têm o verdadeiro conhecimento técnico). Propagam-se meias verdades e mitos urbanos sobre os transgénicos. "Eu li num email que...", "Contaram-me que...". Não chega.
Ambientalistas come-e-cala?
Por Olga Galindo, Covilhã
Até que enfim que se vê aqui comentadores que não sejam do tipo lambe-botas das multinacionais, que me fazem lembrar os empregados do Sr. Burns, dos Simpson. Com os ambientalistas come-e-cala podem bem os tiranos. E a S.ra que diz que está farta de pagar para os parasitas dos ambientalistas!!! Ah, ah, ah! A S.ra paga, e bem, é para os capitalistas selvagens que mandam no mundo. Quem fez esta acção não recebe subsídios. Os agricultores que nos matam com BSE e câncer é que nadam neles! O Xanana Gusmão foi um desordeiro, já agora. Devia ter "dialogado" com a Indonésia. Agradeçam é a quem se tramou voluntariamente por uma causa que a todos diz respeito.
Parasitas!
Por mariana nishanbaev, Porto
Além de ter sido uma acção deplorável e fascista, que põe em causa os direitos democráticos de qualquer cidadão que tenha ideias diferentes, este acto deixa uma imagem negativa das associações ambientais. Mas já agora gostava de saber se a "Associação Ambiental" que patrocinou este disparate, vai continuar a divertir-se com o dinheiro dos contribuintes que realmente trabalham e respeitam a liberdade dos outros?! Porque estou farta de andar a pagar impostos para parasitas! Já agora eu também discordo dos transgénicos e gostava que as associações ambientais sérias e os meios de informação abordassem a questão de "forma informativa" e acessível.
Verde efémero e os aborrecidos da sociedade!
Por Anónimo, Seixal
Estando legal ou não, autorizada ou ilegal, com que direito é que um grupo de individuos invade e destroi uma propriedade privada? Voltamos ao tempo da justiça popular? O proprietário do terreno ao deparar com esta situação também podia agir da mesma forma e fazer justiça com as póprias mãos... e depois, como é que era? Vivemos num estado de direito, com muitos defeitos é certo, mas com as instâncias competentes. Pergunto eu, não havia outra forma de manifestação? Pergunto também que seres morais tão superiormente elevados são estes que defendem os nosso interesses e dos nos filhos? Tenho dois filhos menores e tento fazer as melhores escolhas possíveis, agradeço, mas não preciso que um bando de anarquistas defendam os meus interesses e dos meus filhos. O mal deles é nunca terem sentido na pele as dificuldades da vida, a necessidade de trabalharem, de se esforçarem, de contribuirem positivamente para uma sociedade melhor. Sim, porque apesar de tudo, apesar de serem uns “aborrecidos da sociedade”, é esta que lhes permite terem expressão, apresentar as suas ideias, organizarem os seus movimentos, realizar as suas concentrações, no fundo, fazerem tudo o que lhes vai na real gana. Sinceramente não precisamos deles, cospem na mão que lhes dá de comer, não respeitam e não são dignos de respeito. PS: Interessante a iniciativa do BE em colocar o milho transgénico na agenda política. Mas será que estes senhores conhecem o país real ? Será que alguma vez sairam do chiado, da Gulbenkian... de Lisboa ? PS1: A relação entre os interesses ecológicos e políticos destes grupos, tem um resultado muito interessante... basta ver os locais por onde passam ou estiveram.
O movimento ecologista não existe!
Por Pedro Felgar Couteiro, Alfândega da Fé
Claro que a questão dos OGM tem que ser discutida. E esta intervenção directa teve o condão de despoletar a atenção dos cidadãos. claro que foi ilegal. Claro que não foi um crime, do ponto de vista do direito. Claro que o agricultor será compensado. Claro que os activistas serão condenados a pagar a devida indeminização... Claro que o agricultor não dependia daquele bocado de milho para sobreviver. Eventualmete poderia ser parte relevante dos seus rendimentos. Duvido. Em tribunal se verá. Agora o que é interessante é analisar as reacções vergonhosas de condenação por parte dos "ambientalistas" de serviço. Os bem comportados. Os que viram o Algarve a ser destruido. Os que perderam as batalhs do Alqueva e de Odelouca. Os que, apesar do esforço pessoal e da defesa dos valores ditos "ambientalistas", não estão a cumprir o contrato social. Não alcançam resultados porque não têm estratégia. E são bem comportados, lambe botas e portugueses suaves. É TRISTE! Parabéns aos ecologistas alter-globalização: fizeram mais em uma hora do que os outros em 10 anos...
Ao anónimo de Faro
Por Anónimo, Porto
"É que o vandalismo não é, nunca foi, democtacia. " - Então o 25/Abril foi vandalismo, a demolição do muro de Berlim foi vandalismo, e qualquer golpe político foi vandalismo,não?O mal é haver gente hoje em dia que já não dá valor ao que os paizinhos passaram quando discordar do regime dava direito a uns dedinhos partidos. Se acha que os OGM nos estão a ser impostos de uma maneira democrática,eu não me lembro de ter votado em relação a eles, sei que não são testados pela EFSA mas sim pelas companhias que os vendem,e em Portugal se uma zona se quiser declarar livre de transgénicos basta o voto contra de 1 agricultor para o impedir. Ora isto não soa um bocado anti-democrático,onde conta o voto da maioria?
Viva a cultura da cocaína!
Por Delmar Coutinho, Óbidos
Defender os transgénicos porque dão lucros chorudos às multinacionais do veneno e aos agricultores ricos, é como defender a heroína ou a cocaína por dar lucros aos traficantes e produtores!!! Conversas da treta de que "os activistas deviam ir limpar o lixo da Volta a Portugal", e de que são "pseudo-hippies". O que é que o cu das calças tem a ver com a feira de Borba? Palermices e populismos baratos... Nem sabem que os transgénicos contaminam para além dos limites da propriedade e entram na cadeia alimentar. Deviam era aplaudir quem correu riscos a favor do bem colectivo e do futuro dos vossos filhos. Quem disse que eram meninos que não sabem o que são ervas e que fumam cannabis? Eram pessoas da região e agricultores biológicos, que, esses sim, trabalham no duro e não vivem de subsídios, como os malandros que nos envenenam. Coitadinho do Sr. que não tem comerzinho para dar aos filhos. Os traficantes de heroína dizem o mesmo, que "vivem daquilo".


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PÚBLICO.PT - Transgénicos: Almargem condena destruição em Silves mas reafirma que milho deve ser rem
ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1302492
Pedro Cunha/PÚBLICO (arquivo)

O principal perigo advém da disseminação de pólen pelo vento na altura da floração das espigas, diz a Almargem


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"Deve ser daquelas que" :)
Actualização - Plantação destruída
Transgénicos: Almargem condena destruição em Silves mas reafirma que milho deve ser removido
17.08.2007 - 17h58 Helena Geraldes

A associação ambientalista Almargem condenou esta tarde a destruição de um hectare de milho transgénico na Herdade da Lameira, em Silves, e garantiu que nunca esteve implicada na acção.

A participação da Almargem na manifestação tinha sido avançada inicialmente pela agência Lusa, que mais tarde retificou essa informação, retirando o nome da associação.

"A Almargem não tem nada a ver com isto e nem somos a favor deste tipo de iniciativa", garantiu ao PUBLICO.PT o presidente da direcção, João Santos.

Apesar de condenar a destruição da plantação, a Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve mantém o alerta que emitiu no dia 13 deste mês. Em comunicado, a Almargem denunciou a ameaça dos 51 hectares de milho transgénico PR32R43 naquela herdade, uma plantação autorizada pela Ministério da Agricultura.

Na altura, a associação classificou o consentimento como uma "atitude irresponsável e mesmo insultuosa para os algarvios".

"Consideramos que o milho deve ser removido mas dentro dos mecanismos legais previstos", pelo Ministério da Agricultura ou pelo próprio proprietário, acrescentou João Santos.

A Almargem já enviou um requerimento a pedir "medidas de emergência" aos ministérios da Agricultura e do Ambiente, bem como ao primeiro-ministro, José Sócrates, e à Câmara de Silves.

João Santos considera que, perante a gravidade da situação, deveria ser revogada a autorização dada ao agricultor ou até ser removido o foco de milho tóxico.

O milho em causa é um derivado da variedade MON810, produtor de toxinas capazes de combater a praga da broca do milho.

"O principal perigo advém da disseminação de pólen pelo vento na altura da floração das espigas. Este pólen irá certamente contaminar os campos de milho vizinhos", alerta a Almargem. Além disso, "pode causar graves problemas para a saúde das populações vizinhas".

"Deve ser daquelas que" :)
Por Olga Galindo, Covilhã
Ó Zé Montargil, V. faz-me rir, juntamente com o outro que diz que os "zés-ninguém" devem fazer isto e aquilo. Conhecem o significado do termo "preconceito"? Não é preciso ser Einstein. Só é preciso ler um bocadinho. O vosso zelo pela pilhagem das multinacionais e pelos agricultores-envenenadores faz lembrar a sabujice dos empregados do Sr. Burns, o patrão do Homer Simpson!
Vergonha de país e de ecologistas ?....
Por FSF, ponte de lima
O que se passou foi uma vergonha, um acto de profunda desonestidade e ilegalidade, num estado de direito, que o que se viu, parece que não estamso num estado de direito. A actuação da GNR deveria de ser de força e violência "carga" para impedir este acto baixo, porco e cobarde de gente "zés ninguéns" com roupagem de ecologistas, intelectuais etc. etc. possivelmente a maioria deles são consumidores de drogas, alcool etc. e possivelmente nas suas vidas diárias fazem tudo "praticas" tudo menos protecção da natureza, ambiente, ecologia etc. etc. Gostava de os conhecer no dia a dia, por dentro e por fora, incluindo nas suas casas e locais de trabalho ... Quem gentinha pobre de espirito, que país este ! ...
Polinização cruzada
Por Osvaldo Lucas, Entroncamento
Ana V. coloca um problema novo e interessante. As variedades "selvagens. Mas estas não correm o mesmo risco de serem contaminadas por variedades "domésticas"? Afinal estas estarão mais próximas geneticamente! Creio que para evitar problemas de impossível, ou de muito difícil resolução por selecção genética "inversa" é que estão a ser criados bancos de dados de sementes. É o problema da globalização com introdução de espécies novas - assume-se não propositadamente - em ecossistemas onde não pré-existiam. A ploinização cruzada será mínima no sentido que é muito mais provável que uma planta seja polinizada por uma idêntica a 20 cm do que por outra a 400m. Como tal, se entrar no circuito alimentar a contaminação será da mesma ordem de grandeza. Final do resumo do trabalho de Séralini: "Longer experiments are essential in order to indicate the real nature and extent of the possible pathology; with the present data it cannot be concluded that GM corn MON863 is a safe product". Será que pode ser traduzido por "Fora com os transgénicos"? Ou talvez "Os dados não são muito concludentes, vamos - Monsanto e quem tiver tiver interesses no assunto - perder mais uns meses de testes, e aproveitamos (Séralini) para recomendar às agências que fiscalizam a segurança alimentar que sejam mais pro-activas na sua função"?
A Galindo armada em Einstein
Por José Maria Montargil, Lisboa
Claro, se querem proibir os trangénios nada melhor que chegar à plantação e pimba, dar cabo daquilo tudo! A tal de Galindo vive aonde? No farwest? Só pode. Justiça pelas nossas mãos, nada mais. Sujeitas como esta são "providenciais" LOLOLOLOL. Sem os "providenciais" Portugal não vai lá! A rapariga coitada não deve ter nada para se distrair e não gosta de nadar, nem ir à praia, bordar ou jogar tennis, pelos vistos. É mais aquele género "o programa é manifestar contra desde que esteja na moda".
nao vale a pena discutir com quem já sabe tudo
Por Ana V., porto
Sr. Osvaldo agradeço-lhe imenso o seu benefício da dúvida (duh). Já agora, se tem tanto a certeza que a polinização cruzada se elimina assim facilmente,devia ir comunicar isso ao Governo do México,que baniu o culivo de milho transgénico no país porque até as variedades selvagens de montanha estavam contaminadas com transgenes e por causa disso já não se sabe se há variedades oiginais. Com tanta certeza que tem, mande-lhes um email e vai ver que lhs poupa imenso esforço na investigação. Se há algo que me custa é ver o trabalho de anos de investigadores ser reduzido a uama ou duas frases de "certezas". E já agora recomendo-lhe também que leia sobre o trabalho do Dr. Séralini, um proeminente investigador francês que pegou nos estudos entregues pela Monsanto à EFSA para garantir a seguança do milho transgénico, tratou os dados de uma forma estatística diferente e descobriu que afinal a percentagem de toxicidade para os rins dos ratos alimentados com milho GM era muito maior do que a declarada no artigo original. Tem as fontes, agora não se queixe de falta de informação. Aproveite e já que gosta tanto da tecnologia transgénica aplicada á agricultura, acompanhe a leitura com pipocas.
Ora esta!
Por Olga Galindo, Covilhã
"A cannabis não é transgénica"? Que lhe falta subtileza, vê-se à légua, mas não se ponha a opinar sobre o que desconhece. Estude o que são os perigos dos transgénicos. Coitadinho do proprietário! - diz toda a gente. Toda a peninha foi para este latifundiário envenenador. 1/5 da população portuguesa vive na miséria, os despedimentos lançam famílias na fome, campeia o trabalho infantil, mas a peninha foi toda para o latifundiário envenenador e calão.
Aprendam...
Por Marta Gião, Covilhã
Leiam a Ana V., que é bióloga, e parendam, antes de irem buscar as caçadeiras. Os vândalos quem são, afinal? Os que lutam pelo bem colectivo ou os que os querem linchar?
Bioquímica e outros
Por Osvaldo Lucas, Entroncamento
Olga Galindo - A canabis não é transgénica... mas dou de barato que não faz bem ao organismo. O que entende por equilíbrio natural? Cultivar 1000 ha de milho "normal" num local de mato mais ou menos virgem é, obviamente, alterar o equilíbrio pré-existente. Improdutividade do solo? As multinacionais estão a vender um produto que produz menos? Talvez no longo prazo, mas teremos de esperar. Será que um milho transgénico que, digamos, tem resistência a parasitas, não poupa o uso de herbicidas "amigos do ambiente"? Em relação a Ana V. dou-lhe o benefício da dúvida. Pode haver quem não esteja a fazer bem o seu trabalho. A questão de polinização cruzada, mesmo que aconteça será mínima. E é fácil evitar a contaminação no ano seguinte. Basta arranjar uns bagos certificados ou de alguém que não tenha transgénicos num raio de 10, ou talvez 20, km.
invasão de propriedade - Trangénicos
Por Fátima Silva, Mafra
Não está em causa o perigo que os trangénicos possam fazer à saúde e ao meioambiente. O que está em causa é invadir propriedade privada, de caras tapadas e destruir o ganha pão de empregados do proprietário e mais grave é ver comentários anónimos , que como os ambientalistas que invadiram a propriedade de cara tapada, também são COBARDES.
Santa ignorância
Por Olga Galindo, Benavente
Grandes cientistas, o Osvaldo e a Maria Marques. Se soubessem um tiquinho de bioquímica talvez tivessem lá estado. É tão grave cultivar transgénicos como cultivar drogas. Ou mais, porque os trnasgénicos vão alterar definitivamente o equilíbrio natural. Façam o jogo das multinacionais que estão a dar cabo do mundo. A Monsanto, Bayer, Rhoune-Poulanc, aradecem o vosso zelo e continuarão a brindar-nos com DDT, vacas loucas, câncro, improdutividade do solo, miséria e doença. Aqueles activistas vão ficar com cadastro, e talvez apanhem prisão, porque são altruístas. Não se preocupam só com o próprio bem, coisa que voc~es são incapazes de entender.


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Diário Digital

Diário Digital - Silves: Activistas destroem cultivo de milho transgénico
diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=290637
Silves: Activistas destroem cultivo de milho transgénico
Cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram hoje cerca de um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, enqauanto o proprietário, em lágrimas, os tentava desmobilizar.

João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir «revolta» ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico.

«É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo», disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.

O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se «repugnado» com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.

«Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos», adiantou à Lusa Luís Grifo.

O engenheiro referiu que Portugal «produz milho apenas para três meses por ano», assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico.

Cerca de cem activistas portugueses e estrangeiros foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário, sempre gritando «Não aos OGM!».

Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do polén transgénico.

Após terem saído do terreno, cerca das 13:00, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, estando a ser escoltados pela GNR.

Os activistas empunham cartazes em que se «Transgénicos perigo contaminação» e «Algarve sem transgénicos».

A acção foi promovida pelas associações ambientalistas Verde Eufémia e Almargem, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM.

Um popular que assistiu à acção de protesto, Bruno Martins, electricista, disse à Lusa que é «errado defender assim uma causa».

«Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis», disse.

Diário Digital / Lusa

17-08-2007 13:22:00

RTP

Activistas destroem parte de cultivo de milho transgénico em Silves - RTP Informação
www.rtp.pt/index.php?article=294642&visual=16&rss=...
Activistas destroem parte de cultivo de milho transgénico em Silves
Cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram hoje cerca de um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, enquanto o proprietário, em lágrimas, os tentava desmobilizar.

João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir "revolta" ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico.

"É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo", disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.

O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se "repugnado" com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.

"Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos", adiantou à Lusa Luís Grifo.

O engenheiro referiu que Portugal "produz milho apenas para três meses por ano", assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico.

Cerca de cem activistas portugueses e estrangeiros foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário, sempre gritando "Não aos OGM!".

Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do polén transgénico.

Após terem saído do terreno, cerca das 13:00, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, estando a ser escoltados pela GNR.

Os activistas empunham cartazes em que se "Transgénicos perigo contaminação" e "Algarve sem transgénicos".

A acção foi promovida pelas associações ambientalistas Verde Eufémia e Almargem, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM.

Um popular que assistiu à acção de protesto, Bruno Martins, electricista, disse à Lusa que é "errado defender assim uma causa".

"Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis", disse.

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2007-08-17 13:20:03

Expresso

Associação Almargem demarca-se de destruição de plantação - EXPRESSO – Notícias, opinião, blogues, f
expresso.clix.pt/Actualidade/Interior.aspx?content...
Terreno com milho em Silves invadido por manifestantes
Associação Almargem demarca-se de destruição de plantação
Hugo Franco e Mário Lino
 
Associação ambientalista contra o ‘modus operandi’ usado pelos manifestantes em Silves. Agricultura do Algarve diz que milho transgénico é legal.
 
 
Luis Forra/Lusa
“Esta não é a nossa maneira de actuar”, diz João Santos da Associação ambientalista Almargem

17:55 | sexta-feira, 17 AGO 07
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A associação ambientalista algarvia, Almargem, é contra o ‘modus operandi’ utilizado pelos ecologistas da Verde Eufémia que invadiram uma propriedade de milho trangénico, em Silves. “Oficialmente nada temos em comum com a iniciativa, embora possa haver pessoas da Almargem, que a título individual, participaram no evento”, explica João Santos, da Almargem.
“Esta não é a nossa maneira de actuar”, acrescenta o dirigente, que lembra que na Europa, este tipo de manifestações tem sido comum. “Muitos dos protestantes são estrangeiros que estão no acampamento da juventude em Aljezur”, afirma. Embora tenham linhas de acção diferentes, a Almargem corrobora a crítica feita pela Verde Eufémia aos alimentos geneticamente modificados: “O milho tóxico ameaça Algarve”, defendem ambas as associações.
Por sua vez, Entrudo Fernandes, técnico da Direcção Regional de Agricultura do Algarve (DRAALG) afirma: “Não estou tranquilo, mas como técnico temos que nos confrontar com a aplicação da lei". O responsável tem acompanhado a primeira plantação transgénica da região. Em causa, a plantação de 50 hectares de milho transgénico na Herdade da Lameira, em Silves, contendo MON81, um gene introduzido artificialmente na planta que a torna imune às temidas “roscas do milho”.
Para Entrudo Fernandes, a plantação está devidamente autorizada ao abrigo do decreto 160/06, que transpôs uma norma comunitária que licencia perto de 50 variedades de organismos geneticamente modificados (OGM). “O agricultor notificou a Direcção Regional e nós efectuámos uma primeira inspecção em Maio, logo após a sementeira, e agora faremos nova inspecção imediatamente antes da colheita, em Setembro, como prevê a lei”, acrescenta .
A Herdade da Lameira, em Silves, foi a primeira exploração agrícola a requerer no Algarve a plantação de OGM, algo que habitualmente leva à tomada de medidas de precaução quando há outras plantações de milho não-transgénico na vizinhança, mas neste caso, tal não aconteceu. “Ao todo existem 70 hectares, 50 de milho transgénico e 20 de milho normal, porque apesar de a lei obrigar à plantação de 10 por cento de milho não-transgénico, o agricultor entendeu que deveria criar mais”, adiantou.
Ecotopia também se demarca
A organização da Ecotopia afirmou ao Expresso que “nada tem a ver com a manifestação” de hoje em Silves, embora também tenha recebido um comunicado da associação Verde Eufémia a dar conta da acção que ia ser posta em prática. De acordo com fonte do Grupo de Acção e Intervenção Ambiental (GAIA), responsável pelo acampamento em Aljezur, “é impossível saber se há participantes do Ecotopia envolvidos”, uma vez que as entradas e saídas do recinto são livres. Quanto à acusação da associação Almargem, o GAIA mostra-se indignado: “Não percebemos como podem ter tirado essas conclusões”.
Activistas atacam campo com milho transgénico - EXPRESSO – Notícias, opinião, blogues, fóruns, podca
expresso.clix.pt/Actualidade/Interior.aspx?content...
No Algarve
Activistas atacam campo com milho transgénico
 
Proprietário diz-se "revoltado" com ataque à sua "única fonte de rendimento".
 
 
Kelly Bolden/AP
Destruição do campo deixou o proprietário em lágrimas

13:54 | sexta-feira, 17 AGO 07
Link permanente:x
Cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram hoje cerca de um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, enquanto o proprietário, em lágrimas, os tentava desmobilizar.
João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir "revolta" ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico. "É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo", disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.
O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se "repugnado" com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.
"Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos", adiantou à Lusa Luís Grifo.
O engenheiro referiu que Portugal "produz milho apenas para três meses por ano", assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico.
Cerca de cem activistas portugueses e estrangeiros foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário, sempre gritando "Não aos OGM!". Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do polén transgénico.
Após terem saído do terreno, cerca das 13:00, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, estando a ser escoltados pela GNR. Os activistas empunham cartazes em que se "Transgénicos perigo contaminação" e "Algarve sem transgénicos".
A acção foi promovida pelas associações ambientalistas Verde Eufémia e Almargem, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM.
Um popular que assistiu à acção de protesto, Bruno Martins, electricista, disse à Lusa que é "errado defender assim uma causa".
"Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis", disse.
Lusa
Portugal Diário

PortugalDiário - Protesto contra o milho transgénico
www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=843894&di...

Sociedade

Protesto contra o milho transgénico - Foto de Luís Forra/Lusa

Protesto contra o milho transgénico

2007/08/17 | 12:42
Ambientalistas e agricultores ceifam num acto simbólico terreno de cultivo
 

Ambientalistas e agricultores ceifam hoje, num acto simbólico, um terreno de cultivo de milho transgénico, em Silves, alegadamente o único no Algarve, disse à Lusa um elemento do movimento ecológico Verde Eufémia, que organiza a acção.

«O objectivo é restabelecer a ordem ecológica, moral e democrática que tem sido constantemente deteriorada pelas políticas de União Europeia e pelo governo português», lê-se num comunicado enviado à Lusa, referindo que se trata de uma «acção de desobediência civil contra o primeiro campo transgénico do Algarve».

Os organizadores esperam a adesão de cerca de 100 pessoas na iniciativa.

Em 2004, o Algarve foi a primeira região do país a declarar-se livre de culturas com Organismos Geneticamente Modificados (OGM), declaração feita pela Junta Metropolintana do Algarve, que congrega 16 municípios.

«Estamos a exercer o direito à resistência segundo o artigo 21º da Constituição da República Portuguesa», explicou à Lusa um elemento do movimento Verde Eufémia.

O movimento ambientalista foi recentemente formado e foi baptizado com o nome próprio «Eufémia» em honra da luta dos camponeses no Alentejo.

Reacções alérgicas ou cancro e os efeitos irreversíveis na agricultura e ambiente através da contaminação pelo pólen que vai afectar também a agricultura biológica são alguns dos malefícios que os ecologistas alegam para desenvolver esta acção em Silves.

Além do corte de plantação num terreno privado, um outro grupo de pessoas vai marchar na aldeia de Poço Barreto (Silves) para acções de sensibilização sobre os malefícios dos produtos transgénicos, adiantou o movimento.

Comentários dos leitores
  • Transgénicos vs Energia atómica

    Samuel Granja
    2007-08-20 21:23
    É com muita tristeza que vi as imagens da destruição que esta organização causou, ao que chamo "gozar" com quem trabalha. Lamento tambem que a GNR presente no local não permitisse a actuação expontânea do proprietário contra os "gandulos", se bem que na lógica da justiça popular a única forma era encarar com estes a tiro de caçadeira (e eu ainda acrescentava não fazer distinção entre fardas e "pouco civis", mas atirava de longe de forma a distribuir bem o chumbo já que este tambem é uma matéria de utilização com os dias contados .
    Se esta organização fosse digna, legalmente podia tomar outras atitudes mas disso os vandalos não gostam.
    Se os transgénicos são assim tão prejudiciais provem isso e "lutem" de forma civilizada, note-se que por desconhecimento não me afirmo a favor deste tipo de culturas e bem sei que a ganância por melhores colheitas leva a procurarem este tipo de culturas, então e os adubos foliares, e os frangos que levam com nitrofuranos, a dose dos bovinos, etc...etc. ?
    É tudo muito relativo, a energia atómica tambem é a mais limpa mas quando há acidentes é que se lembram do perigo de contaminação, e Espanha está mesmo aqui ao lado, era lá que estes tipos deviam estar a protestar que " la guardia" dava conta deles.
  • Eles falam, falam, mas todos Eles andam à procura de quem lhes dê o "milho"...

    Eduardo Silva
    2007-08-20 19:11
    A destruição de um hectare de milho na herdade da Lameira no concelho de Silves por um grupo de chamados ambientalistas é um acto de pura cobardia e intolerável numa sociedade democrática. O grupo organizado arrancou a parcela com melhor milho, que daria cerca de 40 toneladas e que seria uma das únicas fontes de rendimento de um simples agricultor e isto perante a divulgada complacência das autoridades que não deteve qualquer indivíduo. Quem entenda um pouco do amanho da terra perceberá que uma cultura agrícola representa para além do rendimento esperado, uma obra construída durante um longo período tempo, semelhante quantas vezes ao trabalho intelectual, cultural e artístico. Para o agricultor desesperado ver o seu milho estragado significa uma dor muito profunda, que uma justa e exigível compensação não atenuará completamente. Os movimentos ecologistas terão todo o direito de discordar das sementes geneticamente modificadas, de usar a força da argumentação cientifica e ideológica, de usar múltiplas manifestações para chamar a atenção da opinião pública, mas nunca utilizar a selvajaria para alcançar os seus propósitos. A defesa dos valores ecológicos só marca passo com atitudes do género. Destruir colheitas autorizadas, fiscalizadas e que cumprem todas as regras legais tem um nome: Vandalismo puro.
    O Instituto Português da Juventude apoiou o encontro ecologista internacional, que decorreu em Aljezur, no Algarve, de onde saíram os jovens que participaram na destruição de um hectare de milho transgénico, numa herdade em Silves.
    No portal do instituto, o Ecotopia está destacado na agenda de eventos, na categoria de formação e educação referenciado no DN. No Portal do Governo para a Juventude, foi aconselhado a estes vândalos autorizados, e todos foram incentivados pela palavra "Participa !". E eles fizeram-lhes a vontade.
    O Estado, como avô da criança, pois ela é filha do IPJ, diz mas não se sabe quando, vai auxiliar juridicamente proprietário de campo destruído, em Silves. Estragos foram causados por elementos do grupo anti-transgénicos Verde Eufémia. Depois da destruição agora aparecem todos cheios de "mágoa" por causa do "milho". Veio o Ministro da Agricultura, o Ministro da Administração Interna, o Senhor Presidente da República e até veio o Dr. Marques Mendes a querer impôr respeito com aquele físico de Hércules ! Agora é mais um inquérito para juntar aos milhentos que o Governo vai acabar por os meter todos na gaveta, por falta de provas... Até o MAI que viu este "filme de terror" pela TV, vem dizer que a GNR "actuou rápida e eficazmente, aplicando estas linda palavras de consolo "respeitando o princípio da necessidade de adequação e proporcionalidade, consagrado na Constituição". Ora toma lá e mete explicador... Ainda acrescenta que a GNR "cumpriu a sua missão com competência e "rapidez". Quando já estava tudo destruído, o MAI vem dizer que eles puseram fim a um acto inadmissível de vandalização da propriedade privada, e ainda evitaram que os manifestantes continuassem a destruir o campo de milho e obstou a que houvesse confrontos pessoais, com ofensas à integridade física. O que eu vi é que a GNR caminhou mais depressa a caminho do agricultor, que quis dar com a maçaroca num corno de um manifestante, do que correrem à bastonada os vândalos. Tudo isto o MAI não viu ou não quis ver. Pois correrem com 100 vândalos dava muito trabalho e a GNR estava desfalcada e Eles não chegavam para as encomendas.
    Agora só me resta aguardar pela actuação do Senhor Presidente da República, para ver se não
    mais uma a juntar às outras que cairam no esquecimento...
  • podres

    SERGIO
    2007-08-20 15:48
    uma podridão este BE e seus activistas. a extrema esquerda no seu expoente máximo. é preciso combater o bolor das ideias berloquistas.
    P.S.-se a propriedade fosse minha eram varridos a tiro! mais porco menos porco..
  • Ecologistas destroem campo de milho transgénico

    Accão Directa
    2007-08-20 15:40
    Ecologistas destroem campo de milho transgénico
    Cerca de cem activistas ecologistas destruíram na sexta-feira um campo de milho trangénico, situado em Silves.

    Esta accão insere-se na luta contra o milho transgénico que alguns agricultores estão a começar a produzir, derivado a ter mais rentabilidade, mas pode ser prejudicial para equilíbrio ambiental terrestre e pode também ser prejudicial para a saúde.

    O governo tem implementado políticas no sentido dos agricultores potenciarem a produção deste tipo de milho, o que revela bem que o governo não se importa com o equilíbrio ecológico e já veio a terreiro que esta acção é condenável do ponto vista jurídico.

    Também Cavaco Silva e o PSD ficaram indignados com esta acção dos ecologistas e quer ver investigado e punidos os responsáveis.

    Estes senhores ficaram muito incomodados com esta acção que visa destruir uma plantação de milho transgénico prejudicial ao ambiente, e ficaram ainda muito mais incomodados com acção directa que põe em causa o seu poder instalado.

    www.aov.blogs.sapo.pt


  • Ecoterrorismo

    Nuno Santos
    2007-08-20 12:39
    É, no mínimo, lamentável esta invasão e o vandalismo de propriedade privada.
    Provavelmente, nem todos estes miúdos, liderados por um graúdo fundamentalista, têm ter a noção da gravidade do que fizeram e das suas consequências. É importante que os pais estejam atentos aos grupos a que os filhos se juntam.
    Estes miúdos, deviam aprender que se querem alterar algum aspecto da sociedade o devem fazer com as regras instituídas.
PortugalDiário - Activistas destruíram campo de milho transgénico
www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=844046&di...

Sociedade

Protesto contra o milho transgénico - Foto de Luís Forra/Lusa

Activistas destruíram campo de milho transgénico

2007/08/17 | 17:25
Fotos: Protesto deveria ser simbólico. Agricultor desesperou
 

Cerca de cem activistas contra os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) destruíram esta sexta-feira cerca de um hectare de milho transgénico cultivado numa herdade em Silves, enquanto o proprietário, em lágrimas, os tentava desmobilizar, escreve a Lusa.

João Menezes, 56 anos, agricultor e proprietário da Herdade da Lameira, disse à Lusa sentir «revolta» ao ver vandalizado o seu terreno de milho transgénico.

«É disto que os meus filhos e mulher vivem. É a única fonte de rendimento. Se ceifarem este milho, eu morro à fome. Alguém tem de pagar este prejuízo», disse o agricultor, garantindo que tudo está legal e que a sua propriedade foi vistoriada pelo Ministério da Agricultura.

O engenheiro técnico responsável pela cultura do milho, Luís Grifo, afirmou-se «repugnado» com a acção dos ambientalistas e garante que a seara foi vistoriada pela Direcção-Geral da Protecção das Culturas.

«Isto só se sabe que é milho transgénico que está aqui plantado porque foram cumpridas todas as regras de notificações e avisados os vizinhos», adiantou à Lusa Luís Grifo.

O engenheiro referiu que Portugal «produz milho apenas para três meses por ano», assegurando que no resto do ano, o milho é importado e 90 por cento é transgénico.

Cerca de cem activistas portugueses e estrangeiros foram expulsos do terreno pela GNR e pelo proprietário, sempre gritando «Não aos OGM!».

Os activistas tinham as caras tapadas com panos para, segundo eles, se protegerem do polén transgénico.

Após terem saído do terreno, cerca das 13:00, marcharam em direcção à aldeia de Poço Barreto, numa acção de sensibilização da população contra os transgénicos, estando a ser escoltados pela GNR.

Os activistas empunham cartazes em que se «Transgénicos perigo contaminação» e «Algarve sem transgénicos».

A acção foi promovida pelas associações ambientalistas Verde Eufémia e Almargem, tendo contado com a adesão de alguma população local e agricultores biológicos que discordam dos OGM.

Um popular que assistiu à acção de protesto, Bruno Martins, electricista, disse à Lusa que é «errado defender assim uma causa».

«Isto não é para ser discutido na praça pública. Tem de ser no ministério da Agricultura e no Governo. É uma acção errada. Nem sabem defender uma causa, porque vêm para aqui fumar e com telemóveis», disse.

Comentários dos leitores
  • Topatudo...

    Sal
    2007-08-18 18:59
    Nao acha que comparar estes jonves aos Cubanos,ofende estes ultimos?...
  • ja chega

    josé antónio
    2007-08-18 17:47
    as amplas liberdades democraticas ja atingiram niveis incomportaveis e intoleraveis ultrapassando os limites legais da paciencia da tolerancia portanto so resta afirmar sem reservas volta amigo de outros tempos nao muito remotos que estas sinceramente perdoado. liberdade implica muito mais que alguns energumenos possam pensar, portanto resta afugentar as feras impregnadas de ocio que nem de ambiente ou outra coisa qualquer percebem apenas querem mediatismo que nas escolas por onde passam de uma forma sustentada nao tem porque de burros e estupidos nao reza a historia. atirem-se a eles e façam-lhe engolir espiga a espiga num trabalho digestivo arduo a bem do ambiente social porque mais uma vez saliento parasitas carregados de mimo e com barriga cheia merecem vomitar tudo que tem ate as entranhas. tenho dito.
  • A CUBANADA, O VERÃO E A TELEVISÃO

    TOPATUDO
    2007-08-18 16:23
    Esgotado o caso Madaie, a falta de incêndios e outas notícias do género até parece que esta arruaçada foi de encomenda das TV's para entreter a cubanada a banhos no Algarve.
    Também depois do aborto podemos estar a caminho de mais uma inicativa fracturante que é invadir a propriedade privada.
    Estes atentados à propriedade privada não são de estranhar pois a cubanada de Lisboa adora paredes borradas a grafittis.
    Esses senhores ambientalistas que venham à Madeira, mas tragam os botes porque isto aqui está rodeado de água.
  • Terroristas!

    Jose heleno
    2007-08-18 15:57
    Ao visualizar as imagens do sucedido fiquei completamente perplexo como é possivel que jentinha que nunca trabalhou na vida entrei encapuçados na propriendade de um homem que trabalhar para sustentar a sua familia e a destrua de forma barbara..pareciam aqueles arabes extremistas que destroem tudo e todos..E os senhores da caneta e do papel que passam as multas a nada fazerem..é vergonhoso como esta organizaçoa dita activista fez, na minha optica sao mas é terroristas mimados que nunca tiveram que trabalhar na vida e que agora como esta na moda ser ecologico, comportam-se como verdadeiro barbados..Que vontade de espetar dois murros a cada um e manda-los trabalhar em vez de andarem a destruirem o trabalho dos outros..Vergonhoso e revoltante..Só espero que a Justiça funciona e tenha mao pesada com estes terroristas mimados que andam a brincar aos ecologistas!
  • Bando de anormais

    Fenix
    2007-08-18 15:01
    è um infelicidade a juventude de hoje em dia que pensam puderem fazer tudo e mais alguma coisa sem risco das concequências, como resultado de acção de uns sebosos arruaceiros, que passam as suas tardes a fumar ganza e que se dizem ambientalistas, desgraçaram a vita de mais um agricultor português que se vê em dificuldades para sustentar a sua família.
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