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O Primeiro de Janeiro

O Primeiro de Janeiro - Responsáveis incorrem em prisão até três anos
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Responsáveis incorrem em prisão até três anos



Os responsáveis pela destruição de um campo de milho transgénico em Silves identificados pela GNR podem ser penalizados com multa ou prisão até três anos, sendo também preciso apurar se alguém lhes prestou auxílio material para concretizar a acção. Segundo fonte do Comando Geral da GNR, as pessoas identificadas, todas de nacionalidade portuguesa, foram aquelas que se assumiram como responsáveis pela acção, que reuniu cerca de cem activistas antitransgénicos. A queixa apresentada pelo proprietário da Herdade da Lameira já foi remetida para o Ministério Público de Silves, que poderá conduzir directamente o inquérito ou despachá-lo para a GNR de Silves.
O Primeiro de Janeiro - Louçã exige que Sócrates esclareça se apoia Jaime Silva
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Louçã exige que Sócrates esclareça se apoia Jaime Silva



O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, exigiu ontem que o primeiro-ministro esclareça se apoia a insinuação, pelo ministro da Agricultura, de que o partido estaria envolvido na destruição de um hectare de milho transgénico em Silves. Caso contrário – disse Francisco Louçã – “é porque não defende o ministro” Jaime Silva. O dirigente bloquista reagia assim às declarações do ministro, que segunda-feira defendeu que o BE deve esclarecer se respeita o Estado de Direito e qual a sua participação na acção de sexta-feira na Herdade da Lameira, em Silves, durante a qual cerca de cem activistas destruíram cerca de um hectare de milho transgénico. Numa visita à herdade para observar os estragos causados, Jaime Silva defendeu que “é altura de o Bloco dizer se respeita as leis do Estado de Direito ou se anda a fingir que é amigo da democracia e depois por trás vem incentivar estes jovens que aparecem com um ar inocente para proteger a nossa saúde sem apresentar nenhuma evidência científica”.
O Primeiro de Janeiro - Luís Filipe Menezes sustenta crítica oposição “aos berros”, em acção da JSD
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Luís Filipe Menezes sustenta crítica oposição “aos berros”, em acção da JSD
Campanha e a defesa das praias

Luís Filipe Menezes participou no encerramento da campanha de Verão da JSD. Em Matosinhos, o candidato a líder do PSD criticou a oposição feita “aos berros” e lembrou que o Governo só é derrubado com propostas mobilizadoras.

Lúcia Pereira

O candidato à presidência do PSD, Luís Filipe Menezes, criticou a forma como está a ser feita a oposição ao Governo, sustentando que “não chega dizer que o Governo é derrotável”. Para o candidato à liderança do maior partido da oposição, “é preciso mostrar que é possível derrotar o Governo com propostas mobilizadoras, susceptíveis de entusiasmar os portugueses, mobilizando este descontentamento”.
“É preciso que o PSD seja diferente do que foi nos últimos dois anos”, frisou Menezes.
A propósito da posição tomada pelo PSD aquando da destruição de um campo de milho transgénico no Algarve, o autarca de Gaia sustentou que “a oposição não se faz aos berros e de um dia para o outro. A oposição faz-se com sentido de responsabilidade”.
Segundo Luís Filipe Menezes, estão em causa três matérias complexas – segurança, agricultura geneticamente manipulada e organizações não governamentais ligadas ao ambiente.
“A questão dos transgénicos não pode ser abordada com esta irresponsabilidade com que está a ser por certos movimentos de extrema-esquerda e mesmo por alguns ambientalistas. É uma matéria que deve ser discutida com fundamentação científica, com razoabilidade e com sentido de responsabilidade e não aos berros”, disse, advertindo que a oposição não ganha crédito “vir de um dia para o outro gritar muito alto e pedir cabeças”.

Polícias mal pagos
Para Menezes, os acontecimentos do Algarve provam que as forças se segurança são “mal pagas, mal apetrechadas e num número muito reduzido”. Defendeu que em vez dos mil novos polícias anunciados pelo Governo, seria necessário formar pelo menos mais quatro mil. Menezes considerou também que é necessária uma legislação “mais estrita” do ponto de vista da identificação pública e do reconhecimento de um conjunto de organizações ligadas ao ambiente.
Luís Filipe Menezes falava na marginal de Matosinhos, onde participou na Campanha de Verão 2007 da JSD, que ontem terminou após ter percorrido as principais praias do país. Esta iniciativa realizada com o intuito de aproximar os jovens portugueses da JSD teve como tema o fim do arrendamento jovem. Incluiu também distribuição de brindes onde se apelava à limpeza das praias e de “bolas anti stress provocado pelos Governo”.
Após as declarações aos jornalistas, o social-democrata cruzou-se com o ex-autarca socialista, Narciso Miranda, que cumprimentou entusiasticamente.
Destak

Foto: DR
Movimento "Verde Eufémia" considera que a vandalização da plantação de milho transgénico, em Silves, foi "necessária" para salvaguardar os "interesses" dos cidadãos.
MILHO TRANSGÉNICO
Responsáveis por acção em Silves contentes por terem desencadeado reacções políticas
22 | 08 | 2007   15.41H
O movimento "Verde Eufémia" manifestou hoje o seu contentamento pelas reacções políticas que conseguiu desencadear com a acção que levou a cabo, sexta-feira, em Silves, onde destruiu parcialmente um campo de milho transgénico.

Em comunicado, o movimento diz que o ministro da Agricultura, Jaime Silva, não se mostrou disponível para iniciar um debate "verdadeiro" e "participativo" sobre os Organismos Geneticamente Modificados (OGM), acusando-o de assumir uma posição "pró-OGM" completamente "desequilibrada".

Segundo os activistas, a posição de Jaime Silva vai de encontro à do ministro da Administração Interna, Rui Pereira, que, dizem, pretende criminalizar um grupo cujo único objectivo é lançar o debate sobre os transgénicos.

«Como pode um ministro da Agricultura afirmar flagrantemente 'não existe problema, está comprovado cientificamente'?», questiona o movimento, acrescentando que o governante «não tem o direito de assumir o seu ponto de vista como sendo a verdade».

No mesmo comunicado, o Verde Eufémia diz que seria bom perceber "quais os interesses que estão a ser servidos" pelo ministro, questionando se Jaime Silva estará a proteger os cidadãos ou a servir os interesses do lobby da indústria da agro-biotecnologia.

Segundo o grupo, também o Ministério da Administração Interna tem evitado o debate sobre a questão dos transgénicos, focando o seu discurso na criminalização da acção.

«Rui Pereira categoriza a acção como 'eco-terrorismo soft', mas o único fundamentalista que poderá ser identificado no debate será o seu colega Jaime Silva», lê-se no comunicado do movimento, que sublinha que os seus interesses passam por fomentar a discussão em torno dos transgénicos.

«Seria muito simples sermos rotulados de terroristas», diz o comunicado, acrescentando que «infelizmente esta acção é o que é necessário para despoletar uma discussão sobre os riscos ambientais, sociais e de saúde trazidos pelos transgénicos».

com Lusa

comentários
SR JUSTINO SOUSA, já estamos todos a ver qual é o seu filme, dado que a sua técnica é o insulto. Parabéns pela sua contribuição para este foro. Muito relevente. Ideias claras, opiniões concretas, sim senhor. Estamos contentes consigo. Na minha opinião, porém, devia crescer. Até lá, ignoro-o, pois não falamos a mesma linguagem.
XL | 28.08.2007 | 21.49H

então caralho ninguém comenta esta notícia de merda!!! O que eles queriam era que o povo comentasse...conseguiram!??! não me parece! Terão de fazer algo ainda mais destrutivo...
Comunas Palhaços...
ALVARO CUNHAL | 28.08.2007 | 17.39H

Miguel XL, a tua participação neste fórum não acrescentou nada...para dizeres o q escreveste mais vale estares quieto...já vi que foste um dos selvagens q destruiu as plantações...

és mal-formado! Devias ir para a cadeia!
JUSTINO SOUSA | 28.08.2007 | 12.10H

MIGUEL189@YAHOO.COM, é claro que aquilo não foi um acto de vandalismo, senão o que se poderia chamar à agressão à natureza que é alguns senhores, só por causa do dinheiro, quererem a todo a força avançar com os trangénicos... Mas quanto ao resto que diz, valha-me Deus, devia aprofundar um pouco mais o seu conhecimento de história política, não ficar pela rama, pelo que parece óbvio, mas não é.

Mas, para falar de outra coisa, sabem que para além destas questões dos trangénicos, nos quais só alguns estão interessados, pois a fome no mundo não é um problema de produção, mas de distribuição, há outras questões que interessaria serem levantadas e que, pelo menos fossem atiradas para os media. Um exemplo flagrante é o que diz respeito a aviões andarem desde há uns anos para cá a cobrir os nossos céus de riscos que depois, lentamente, se transformam em núvens, havendo quem diga trata-se de uma experiência a nível global levada a cabo sem o conhecimento das populações, e até das próprias companhias aéreas. Há também quem desconfie que esta experiência tenha estado na origem das chuvas torrenciais em Inglaterra, recentemente. Devíamos, por isso, informarmo-nos e exigir que nos seja explicada a razão por que isso é deixado acontecer no nosso espaço aéreo. Uma pesquisa no Google sobre “Chemtrails Central” revelará o que se sabe sobre esta terrível questão.
XL | 27.08.2007 | 19.01H

Isto não passa de uma cambada de víboras cornudas!
JOAQUIM SILVESTRE DA AMORA | 27.08.2007 | 17.35H

Direito a opinar...Lá vêem as feministas oprimidas "escarrar" sentenças para os fóruns...Desculpa a pergunta: Mas já limpou a casa?!
MACHO LATINO | 27.08.2007 | 12.26H

Direito a opinar: deve ser + uma que vem para os fóruns dizer o que não pode dizer em casa, porque o seu marido não a deixa falar. E acrescento que muito bem, porque vir para um fórum dizer babuseiras como as que disse é totalmente dispensável, este fórum tem nível e não precisa de pessoazinhas oprimidas e sem qualquer capacidade de argumentação.
JOAQUIM SILVESTRE DA AMORA | 27.08.2007 | 12.23H

"O Problema é estes jovens não terem empregos. E Não têm por uma razão muito simples, porque as mulheres estão a ocuoar o lugar deles no mercado de trabalho numa tentativa desesperada de se igualarem ao homem"
Esta foi a opinião de um leitor que, certamente, não leu a mesma noticia que eu, mas enfim...
Possivelmente é um senhor traumatizado com uma senhora como chefe e isso deve mesmo aborrece-lo!
voltando à noticia, que é o que importa, todos nós temos direito a exprimir a nossa opinião, por isso o tempo evolui, mas há que pensar em como faze-lo e o que falhou com esses jovens foi o modo pelo qual decidiram dar a conhecer o desagrado.
Até ai tudo bem, mas queimarem? destruirem o ganha pão de uma pessoa "só porque são os verde eufémia" não me parece a atitude mais correcta mas, uma vez mais, vivemos num mundo livre onde qualquer grupo se organiza e deita fogo a tudo quanto não parece certo...
DIREITO A OPINAR | 27.08.2007 | 11.32H

É pena que a legislação portuguesa não preveja penas de prisão mais longas para as pessoas que praticam este tipo de acções.
AC | 26.08.2007 | 23.33H

Numa acção em que 2% da colheita foi efectivamente destruída e milho natural foi entregue ao agricultor para compensar o prejuízo, onde é que está o drama para o agricultor?
Se fosse um campo de folhas de coca também andariam a chorar "ai o estado de direito"?

Todas as acções ambientalistas portuguesas parecem rotuladas à partida de fanáticas. É um pressuposto português... Até porque só mesmo gente desmiolada e sem mais nada para fazer para organizar estas acções em prol do bem-comum!
Não vejo este tipo de reacções a acções bem mais "agressivas" da Greenpeace. Foi pena a Verde Eufémeia não lhes ter pedido uma mãozinha se calhar as opiniões seriam totalmente diferentes.

No entanto a verdadeira questão não é debatida. Os OGM são um mal ou não? Isso não interessa minimamente porque o milho é "igual" e dá muito trabalho informar-se sobre o assunto. Uma rápida visita a este site não faria mal nenhum para tomarem consciência do que estão a ingerir...

Já agora, Luís o que são inegrumes? Será energúmenos?
PANCRÁCIDO FAGUNDES | 25.08.2007 | 02.25H

«Seria muito simples sermos rotulados de terroristas», diz o comunicado, acrescentando que «infelizmente esta acção é o que é necessário para despoletar uma discussão sobre os riscos ambientais, sociais e de saúde trazidos pelos transgénicos».

Eu sugeria, em nome desta necessdade de despoletar a discussão, que se começasse agora a incendiar e destruir as bombas de gasolina por esse país fora para tambem sensibilizar e alertar a população para os riscos poluição e do aquecimento global!

Cambada de inegrumes.

Os meios não justificam os fins e a eventual pertinência desta discussão dos transgénicos perde-se em acções deste género a roçar o vandalismo
LUIS | 24.08.2007 | 10.05H

Mais um episódio a atestar a mediocricidade em que este país está mergulhado...
PEDRO | 24.08.2007 | 09.55H

Cara Isabel,
porque não se dedica à pesca?
Não existe paciência no mundo que aguente fanatismo tão exarcebado como o seu - falar do Porto numa notícia de milho? Daqui nada está a dizer que o furacão Dean foi provocado pelo Governo para escamotear (sem sucesso, diga-se) os problemas do país!
KSK | 23.08.2007 | 17.21H

Verde Eufémia - isto tem alguma coisa a ver com o P.Bento ou Sporting?!?! Deve ser para escamotear os penalti que ficou por marcar na Final da Supertaça Cândido de Oliveira e os demais benefícios das últimas épocas!
ISABEL ALHENDE | 23.08.2007 | 16.59H

Machismo exacerbado está fora de moda...
ANA PAULA ARÓSIO | 23.08.2007 | 16.56H

haviam de ser todos presos!
TEODORO SOARES | 23.08.2007 | 16.55H

O Problema é estes jovens não terem empregos. E Não têm por uma razão muito simples, porque as mulheres estão a ocuoar o lugar deles no mercado de trabalho numa tentativa desesperada de se igualarem ao homem.
JOAQUIM SILVESTRE DA AMORA | 23.08.2007 | 16.43H

Este palerma não sabe o que diz... deve ser mais 1 revolucionário de meia-tijela... Falam do 25 de Abril de 74 como se soubessem ou o tivessem vivido! CALA-SE!!!

E tenha vergonha do que diz...e das suas figuras e ideias e ideais...até os seus pais devem ter vergonha sua e devem certamente olha-lo de lado...

pense nisto comuna!
SALAZAR | 23.08.2007 | 16.42H

Cala-te! não sabes o q dizes! Pareces uma cassete!
CÉSAR MAÇÃ | 23.08.2007 | 16.37H

As Revoluções começam assim mesmo, com determinados movimentos de indivíduos, sem ocupação, que defraudados pelos sucessivos "governos de alternância" no País, enveredam por acções mais visíveis que não passam elas próprias de uma forma de manifestar a desilusão por 31 anos de adesão à C.E.E., actual União Europeia, sem que venham os benefícios efectivos que eram de facto prometidos aquando da adesão !.
Mas "tudo" na vida não estará também defraudado!.
Espera-se quatro anos por eleições, para alcançar um novo Governo, uma vez eleito logo vem essa sensação de termos sido "defraudados"!. Veja-se o "Socratismo"!. Ninguém ainda o disse mas como no conto da nossa infância "O Rei Vai Nu"!.
Ninguém julgava que fosse possível um Governo "dito democrático" enveredar pela política do "genocídio de direitos" com o sacrifício apenas de quem trabalha e paga impostos!.
Todos sabemos que Portugal desde sempre "se sustentou" de quem pelo seu trabalho gerou riqueza e pagou impostos. "A classe trabalhadora" através dos seus impostos possibilitou desde sempre o funcionamento do Estado e o financiamento de todos os seus encargos.
Existiu e existe também de outro lado a "classe dos capitalistas", que desde sempre se "alimentou e alimenta do sangue da classe trabalhadora"!. Estes nunca pagaram os impostos a que estavam obrigados e sempre "viveram cravados nas costas dos trabalhadores seus hospedeiros"!. Durante décadas e décadas a situação foi esta ... agora chegado o "Socratismo" ... há que "voltar à carga" novamente nessa classe que foi sempre onerada com o peso de todos os encargos da sociedade ... com o "aperto do cinto" já em cima dos "ossos das ancas", dado não ter sobrado mais nada para apertar!.
Deixa-se a "classe capitalista" livremente à mesa do "banquete da exploração", estes continuam as suas vidas faustosas e livres de impostos, e comete-se "o crime de genocídio de direitos", com o fundamento no equilíbrio das contas públicas desequilibradas por políticos "incompetentes e corruptos" e que apenas olham para o "volume do esqueleto de quem trabalha" em busca de mais "apertos de cinto"!.
Basta de hipocrisia!. A "classe capitalista", tem de ajudar a "pagar a crise" o fosso entre ricos e pobres em breve será brutal, com a extinção da "classe média"! pelas mãos do odioso "Socratismo". Em suma, o 25 de Abril ao fim destas anos todos, acabou por ser também defraudado pela "tenebrosa ditadura socratista!". Não interessa dizer que foi um Governo saído de eleições livres e democráticas, dado que o Nacional Socialismo dos anos 40 na Alemanha, que levou seis milhões de Judeus às câmaras de gaz , também foi o produto resultante de eleições livres e democráticas o que não legitima o "genocídio Nazi", tal como a eleição deste Governo não legitima o "genocídio de direitos" em curso.!
Esse movimento "Verde Eufémia", apenas demonstra o descontentamento de uma geração ludibriada por políticos "corruptos e malfeitores" que "expoliaram" os jovens dos seus direitos adquiridos, chamando-lhes actualmente "privilégios"!.
Os jovens hoje em dia estão perante uma "estrada sem saída". Durão Barroso "expoliou" toda uma geração do "crédito bonificado" na compra de habitação, logo depois abandonou os destinos de Portugal "refugiando-se" em Bruxelas.
Toda uma geração foi grandemente prejudicada, dado ser hoje praticamente impossível a compra de casa com acesso ao crédito.
O "socratismo", veio logo de seguida instituir a política das "expoliações de direitos adquiridos", uma vez mais foram atacadas as "classes trabalhadores" e os jovens no seu seio que viram impossibilitada a vida futura, designadamente a constituição de família!.
Aos jovens actuais resta-lhes a desilusão no desemprego na falta de habitação ocasionada pela "expoliação do crédito bonificado", às políticas de "corte indiscriminado nas prestações sociais" e outras "malfeitorias socratistas!".

Neste cenário de "desilusão absoluta" nascem movimentos do género do "Verde Eufémia", que como se pode constatar são formados na sua maioria por jovens "desocupados e sem orientação certa" que enveredam por acções menos dignas, como forma de chamar a atenção para a nova problemática da "condição do jovem contemporâneo perante a desilusão do Socratismo"!.

Caro leitor, não se trata de um simples acto de vandalismo como as entidades oficiais afirmam, trata-se antes de um "levantamento de jovens" em face do seu descontentamento perante as "investidas maléficas do tenebroso socratismo"!.

Como diz o povo e com razão:
- " Em casa onde não há pão todos ralham...!".

P.S.:
-O 25 de Abril de 1974, começou assim, foi o descontentamento que levou à "queda da ditadura salazarista em concreto".
- Este levantamento do grupo
"Verde Eufémia" levará também à queda da "ditadura socratista"?.

Quem sabe!.
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Obs. O autor deste comentário não tem qualquer filiação partidária, apenas observa o que o rodeia e efectua os comentários que entende, livre de opções políticas.

Os comentários " valem o que valem "!. Alguma coisa... Pouca coisa ou... Nada... são isso mesmo comentários ... passa-se o pleonesmo...!
MIGUEL189@YAHOO.COM | 23.08.2007 | 13.38H

Só do ALGARVE mas não desta seita de vandalos.Esta seita devia era trabalhar e não ver aquelas figuras que o PAÍS viu na TV.Espero que a JUSTIÇA não deixe estes VANDALOS sem a devida punição.Mas sejam duros.
AFONSO | 23.08.2007 | 12.11H

Estes senhores são iguais a todos os outros pseudo-ecologistas k falam muito e trabalham pouco. No Algarve temos a Almargem k fez o Estado (todos nós) gastarmos milhões com a paragem dos trabalhos nabarragem de Odelouca, para por fim a UE dar razão ao Estado.E continuam a mandar bocas em relação atudo. Deviam antes limpar florestas, rios, trabalgo de mãos para darem o exemplo do amor k dizem ter à Terra...
JOÃO LIMA | 23.08.2007 | 09.40H

Em minha opinião, indivíduos que praticam este tipo de acções devem ser tratados com toda a dureza que a lei permitir.
Espero que os juristas consigam que sejam condenados e aplicadas as penas mais gravosas que forem possíveis.
FERNANDO | 23.08.2007 | 00.36H

Se trabalhassem não tinham tempo para andar a vandalizar o trabalho dos outros.
FERNANDA | 22.08.2007 | 16.05H

A hipocrisia destes cidadãos tão respeituosos e preocupados com outros cidadãos deixa-me verdadeiramente "amialhado"!
E daqui a nada já estou a ver o resto do filme: 'bora lá vandalizar os edifícios governamentais para que se fale da política (abjecta) do Governo; 'bora lá vandalizar os Centros de Emprego para que se fale do desemprego e se consiga bons empregos; 'bora lá vandalizar as estações de serviço para que se fale em baixar o preço dos combustíveis; 'bora lá vandalizar todas as tabacarias para que se fale, a sério, sobre os malefícios do fumo do tabaco; etc, etc, etc...
Um conselho: fumem menos e façam alguma coisa de útil!
ANTI- INDIVIDUOS-ANTI-TRANSGÉNICOS | 22.08.2007 | 15.55H
DianaFM

DianaFM - Transgénicos : Alentejo domina em Portugal
dianafm.com/index.php?option=com_content&task=view...
Transgénicos : Alentejo domina em Portugal
quarta-feira, 22 Agosto 2007
O Alentejo é a região portuguesa onde os agricultores mais aderiram ao cultivo de milho transgénico, contando com quase 2400 hectares deste tipo de cultura.
Os dados da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural são revelados na edição de hoje do Diário de Notícias.
Segundo o jornal, em Portugal existem 163 explorações que cultivam milho transgénico num total de 4200 hectares, sendo que a área de cultivo quase quadruplicou entre 2006 e 2007.
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