OnlinePress 2007-08-19
Last edited August 29, 2007
More by corvo v »
O Primeiro de Janeiro

O Primeiro de Janeiro - PSD exige esclarecimentos do Governo
www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=1679091c5...
PSD exige esclarecimentos do Governo


O secretário-geral do PSD considerou ontem, em declarações à Lusa, que o ministro da Administração Interna deve esclarecer publicamente a atitude “passiva” dos agentes da GNR perante a destruição de mais de um hectare de milho transgénico numa herdade em Silves. Miguel Macedo criticou a “passividade” e “complacência” dos elementos da GNR que presenciaram a acção e disse estranhar que passadas 24 horas o Ministério da Administração Interna (MAI) ainda não se tenha pronunciado sobre o caso.
Para o secretário-geral do PSD, o que se passou em Silves configura uma situação “muito grave”, apesar da controvérsia científica em redor da questão dos OGM e das dúvidas que o seu cultivo suscita.
“Foi muito grave, tanto mais porque aconteceu perante a passividade e complacência da GNR, que assistiu à destruição impune de propriedade privada”, disse Miguel Macedo.
“O vandalismo ganhou no Algarve e num estado de direito não pode ganhar”, sublinhou Miguel Macedo, concluindo que não está em causa o direito à manifestação, mas sim a violação da lei “nas barbas das autoridades”.
A Herdade da Lameira, em Silves, foi sexta-feira invadida por cerca de uma centena de manifestantes de um movimento contra os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) - denominado “Verde Eufémia” -, que destruíram uma parcela de milho superior a um hectare.
A acção foi vigiada por uma patrulha da GNR, que não interveio directamente nem fez detenções, mas identificou os responsáveis pela acção e como tal, reuniu os elementos necessários para a abertura de um inquérito, conforme já disse à Lusa fonte da GNR de Portimão
Rádio Renascença

Renascença - MAI condena destruição de milho transgénico
www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubArea...

Regiões

Silves

19-08-2007 14:10

MAI condena destruição de milho transgénico

Os estragos feitos por activistas numa herdade em Silves foram considerados pelo Ministério da Administração Interna (MAI) "inaceitáveis", por isso vai haver uma investigação.


Cerca de 100 activistas contra os organismos geneticamente modificados (OGM) destruíram, sexta-feira, cerca de um hectare de milho transgénico cultivado legalmente na Herdade da Lameira, numa iniciativa da associação ambientalista Verde Eufémia.

"O MAI considera inaceitável qualquer acto de violência ou de destruição de bens patrimoniais alheios, que configura um ilícito criminal", refere um comunicado da tutela divulgado hoje a propósito do incidente.

"Tendo em conta os eventuais ilícitos criminais praticados, seguir-se-á agora uma investigação a cargo dos órgãos de polícia criminal competentes que, no inquérito, será dirigida pelo Ministério Público, nos termos do Código do Processo Penal", adianta o comunicado.

A acção dos activistas foi vigiada por uma patrulha da GNR, que não interveio directamente nem fez detenções, mas identificou os responsáveis pela acção e como tal, reuniu os elementos necessários para a abertura de um inquérito, conforme disse sábado à Lusa fonte da GNR de Portimão.

O proprietário da Herdade, que "sofreu após o sucedido um princípio de ataque cardíaco", vai apresentar queixa às autoridades contra os participantes na acção, disse à Lusa o técnico que presta assistência àquela cultura, Luís Grifo. O crime prevê uma pena de multa ou prisão até três anos.

Cx

Público

PÚBLICO.PT - Ministério condena destruição de milho transgénico em Silves e anuncia investigação
ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1302610...
PUBLICO.PT



Comente este artigo
Leia os comentários
Envie a um amigo
Imprima
Tops
Estatísticas

textos relacionados


a opinião dos leitores
Essa notícia é completamente exagerada!
Reacção ao incidente
Ministério condena destruição de milho transgénico em Silves e anuncia investigação
19.08.2007 - 13h31 Lusa

O Ministério da Administração Interna (MAI) considera "inaceitável" a "destruição de bens patrimoniais alheios" numa plantação de milho transgénico em Silves, anteontem, e anunciou que vai lançar uma investigação ao caso.

Um grupo de activistas contra os Organismos Geneticamente Modificados destruíram na sexta-feira um hectare de milho transgénico cultivado legalmente na Herdade da Lameira, em Silves, numa iniciativa promovida pela associação Verde Eufémia.

"O MAI considera inaceitável qualquer acto de violência ou de destruição de bens patrimoniais alheios, que configura um ilícito criminal", refere um comunicado do ministério divulgado hoje a propósito do incidente. "Tendo em conta os eventuais ilícitos criminais praticados, seguir-se-á agora uma investigação a cargo dos órgãos de polícia criminal competentes que, no inquérito, será dirigida pelo Ministério Público, nos termos do Código do Processo Penal", adianta o comunicado.

PSD criticou "passividade" da GNR e estranhou silêncio do ministério

Ontem, em declarações à Lusa, o secretário-geral do PSD disse que o ministro da Administração Interna deveria esclarecer publicamente "a atitude passiva" dos agentes da GNR perante a destruição. Miguel Macedo criticou a "passividade" e "complacência" dos elementos da GNR que presenciaram a acção e disse estranhar que, passadas 24 horas, o Ministério da Administração Interna ainda não se tivesse pronunciado sobre o caso.

"Foi muito grave, tanto mais porque aconteceu perante a passividade e complacência da GNR, que assistiu à destruição impune de propriedade privada", disse Miguel Macedo. A acção dos activistas foi vigiada por uma patrulha da GNR, que não interveio directamente nem fez detenções, mas identificou os responsáveis pela acção e, como tal, reuniu os elementos necessários para a abertura de um inquérito, conforme disse ontem à Lusa fonte da GNR de Portimão.

No comunicado que o MAI emitiu hoje é reproduzido um esclarecimento da GNR, indicando que esta força "desenvolveu as medidas tendentes a repor a ordem pública, defendendo pessoas e bens com respeito pelos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade que regem a acção da polícia".

Segundo o MAI, "as forças de segurança têm obrigações legais e instruções precisas, do Governo e dos respectivos comandos, para reagirem a esses actos ilícitos, obedecendo aos princípios constitucionais e tendo em conta as condições operacionais de cada caso".

O proprietário da Herdade da Lameira, que "sofreu após o sucedido um princípio de ataque cardíaco", vai apresentar queixa às autoridades contra os participantes na acção, disse à Lusa o técnico que presta assistência àquela cultura, Luís Grifo. O crime em causa prevê uma pena de multa ou prisão até três anos.

Essa notícia é completamente exagerada!
Por Luna Hora, Cacém
"destruíram na sexta-feira um hectare de milho transgénico cultivado legalmente na Herdade da Lameira" Destruíram 1 hectar de milho transgénico? Não foi isso que vi nas filmagens... provas? E já agora como é que o milho era cultivado legalmente, se em 2003 essa zona foi considerada uma zona livre de transgénicos? Realmente distorce-se muito a verdade aqui em Portugal...
Milho geneticamente modificado
Por Luis B, Lisboa
Gostava de saber porque é que esses ditos paladinos da salvação da comida não combatem as capoeiras de galinhas musculadas e não se põem à frente dos carros que tanto poluem, ou então porque não tentam acabar com a droga???? Ou com o vinho... ou com a cerveja.... ou então com as batatas geneticamente modificadas desde há muitos anos em Carcavelos???
CM
Por MC, Coimbra
Uma coisa é o milho trangénico poder ou não ser prejudicia(não há provas consistentes que)l!! uma coisa é a legitimidade de ser ou não contra este tipo de opção agrícula!! outra coisa é permitir que uma dúzia de "miúdos" arruaceiros da cidade armados em ecologistas se considerem acima de um estado de direito. Concerteza que uma horinhas de enchada na mão durante alguns dias lhes daria outra ideia sobre o conceito de ecologia/ambientalismo. Esta atitude apenas serviu para fragilizar os grupos ambientalistas perante aquela opinião pública (a maioria infelizmente) pouco esclarecida sobre as questões ambientais.
Tiro no próprio pé
Por Marina, Lisboa
Nos meios de comunicação social, apenas se fala do vandalismo e da atitude desesperada do agricultor ao defender o que é dele e da família. Ou seja, ninguém ficou a ganhar com esta iniciativa tão deplorável quanto estúpida. Um certo tipo de ambientalistas (do género daqueles que vimos na tv) no nosso país, e não só, não têm propriamente uma boa imagem junto da sociedade. Há quem os considere como simples vândalos. O Movimento Verde Eufémia acabou por incentivar esta ideia junto da sociedade portuguesa e, pior, ainda não percebeu a tremenda asneira que fez. Neste momento todos os profissionais que falam e promovem debates sobre os OGM de uma forma inteligente, terão que começar por restaurar a sua própria credibilidade, demarcando-se do tal movimento (que provavelmente depende de alguns subsídios atribuídos às Organizações Não Governamentais). Era de facto necessário destruírem o tal hectare? Têm ideia de quanto custa instalar 1 hectare de milho? Não seria mais inteligente procurar o agricultor e promover um debate com ele sobre as suas próprias razões de cultivar milho transgénico, tentando esclarecer o agricultor dos riscos? Não, é muito mais radical e giro destruir o trabalho dos outros.
Contra os transgénicos
Por José Santos, Santarém
Quando ainda há dúvidas àcerca dos resultados dos transgénicos, só uma solução. Tomarem medidas políticas para que estes senhores das inovações maléficas não voltem a repetir tais casos. Sou contra tudo aquilo que possa ser prejidicial à saúde e quem quiser comer produtos transgénicos que vá para o Estados Unidos que são os campeões destas coisas.
Se
Por Nuno Duarte, Lisboa
Se esta investigação for como a do apito dourado e outras, a profissão do futuro é ser investigador
Vândalos
Por Marco, Kosovo
É lamentável que haja uma meia dúzia de desordeiros, que se dizem "pessoas civilizadas", e que erguendo uma bandeira rota de defensores da saúde pública, cometem crimes contra pequenos agricultores. Há muitos meios legais de defender as nossas convicções, crimes devem ser punidos. Este caso devia servir de exemplo, pena máxima aos criminosos. Não vamos dar azo a que surjam mais arruaceiros com a mania que são defensores públicos.
Sr. Nuno Miguel de Viseu
Por Maria Alentejana, Alentejo deserto e abandonado
Se o Sr. tiver na sua casa móveis de madeira, tenho eu o direito de a assaltar e destruir só porque sou contra o abate de árvores? Quantas vezes será preciso perguntar onde acaba a liberdade de um indivíduo e começa a do seu próximo? Por muito meritória que seja a luta contra os transgénicos, NADA justifica que se ataque um pequeno agricultor. Quanto aos grandes latifundiários, não se está a referir a este agricultor, pois não? Ou será que para alguém um produtor com 2 hectares pode ser considerado um latifundiário? Veja lá se alguém que seja contra a "vossa comunidade", também se acha com direito de destruir tudo! O respeito pelos outros deveria ser uma causa muito mais justa pela qual a "sua comunidade" se deveria bater! Quanto aos transgénicos propriamente ditos, o que será mais nocivo para o ambiente, sementes que não admitem ser atacadas por pragas ou a utilização de químicos para combater essas pragas ou ainda perder colheitas de alimentos para não utilizar uns e outros? Sabe o que lhe digo? Essa conversa é conversa de quem nunca teve que lutar pela sua subsistência por ser filhinho de "papai".
E se tivermos que escolher entre uma lei dos homens e uma vida humana?
Por P. Guerra, Lisboa
Suponhamos que alguém instala ao pé na nossa casa - na mais absoluta das absolutas legalidades - uma antena emissora de radiações sobre as quais exista uma razoável suspeita de serem severamente perniciosas para a saúde. O que será mais correcto fazermos? Aceitar porque é legal, e não se fala mais nisso, mesmo que os nossos filhos venham a sofrer os efeitos nefastos dentro de dez ou vinte anos? Protestar junto da comunicação social e dos agentes políticos, na esperança tonta que o bom senso e os mecanismos da democracia resolvam em tempo útil o problema? Fugir para outro lado, renunciando ao nosso bairro, à cidade onde crescemos, ou mesmo ao nosso país, e deixando os que lá ficam à sua sorte? Ou, se for mesmo necessário, tomar a iniciativa de destruir a referida antena, ainda que assim se esteja agir contra a lei, a destruir propriedade privada, e a incorrer numa pena de prisão? É óbvia qual será a escolha de um homem que se preze, que ame os seus filhos e a sua terra, e que não seja um covarde. O que falta apurar é a distância que existe entre esta antena «imaginária» e o milho transgénico na Herdade da Lameira. Com efeito, a tónica das notícias (e do discurso do MAI, e do PSD, e por aí fora) tem incidido sobre o óbvio: que não é legal destruir a propriedade de outrem. Obrigado, mas já sabíamos. O que é difícil de saber está em três outras coisas. Primeiro, qual o risco – para a população, para o país, para o planeta – de estarmos a cultivar organismos geneticamente modificados, e em particular aquele milho cuja plantação foi destruída. Segundo, porque raio há gente disposta a ir para à cadeia por destruir uma plantação de milho se a dita plantação, além de legal, é inócua? Terceiro, quanto vale o negócio dos organismos geneticamente modificados? É que, perdoem-me, mas eu ainda sou do tempo de um outro negócio, o do petróleo verde – dito eucalipto – esse um acto de vandalismo, não contra uma herdade, mas contra um país inteiro.
Então ,Tudo bem!
Por Anónimo, ericeira
Os arruaceiros disseram mal de algum ministro? não, então tudo bem. Os arruceiros disseram alguma piada ao pm?não, então tudo bem. Os arruaceiros estragaram alguma coisa ao padre louçã?não, então tudo bem. Os arruaceiros incomodaram o senhor miguel?não, então tudo bem. Parabens a todos e viva a nova versão do velho prec..


Comentários 1 a 10 de um total de 37 Seguintes »
The content on this page is provided by a Google Notebook user, and Google assumes no responsibility for this content.