via Esmalte da Semana by Carol on 3/15/10

Falar bem e escrever bem nunca fizeram mal a ninguém. Por isso, estou me policiando, a partir de hoje e, para exorcizar meus erros de português, resolvi fazer uma lista com os piores:

1. “Há” dez anos “atrás”.

Deve ser algum mal de quem fez faculdade de História, a gente gosta tanto do passado que acaba o indicando mais de uma vez na mesma frase!

2. Entre “eu” e você.

E o medo de virar índio ao falar “mim” mesmo quando ele é necessário?

3. Comprei ele para você!

Mesmo sabendo que o correto é “Comprei-o para você”, sempre escapa.

4. O time empatou “em” 1 a 1.

Se ganhamos POR 2 a 1, e perdemos POR 1 a 2, logicamente empatamos POR 1 a 1. Enfim…deve ser algum bloqueio.

5. Fiquei feliz “por causa que”…

Detalhe “por causa que” não existe! D-:

6. A tese “onde”…

Eu sei que “onde” é só para lugares! :-(

7. “Ao invés de”

Usou a saia ao invés do vestido. Sim, eu deveria ser presa e tatuar EM VEZ DE na minha testa.

8. Abreviação de horas

Quantas vezes eu escrevi 10 hrs em vez de 10 h.

9. É hora “dele” chegar.

Prometo não fazer a contração da preposição com artigo ou pronome.

10. Tons pastéis.

Nesse caso não é adjetivo, por isso não fica no plural, né?!

(hehehe)

Os erros mais comuns da Língua Portuguesa Mais um post do blogue: Esmalte da Semana Gostou? Valeu por ter assinado o feed. \0/

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via GN= garotas/nerds by Gabriela Franco on 3/15/10

O filme Educação, estrelado por Carey Mullingan e Peter Saasgard é baseado nas memórias da jornalista inglesa Lynn Barber, respeitadíssima em seu país, mas me chamou a atenção por ter sido adaptado para o cinema por um de meus escritores pop prediletos: Nick Hornby, o mesmo de Alta Fidelidade, Febre de Bola e Um Grande Garoto.

Bem, opiniões sobre Educação (An Education – Uma Educação, no original, muito mais condizente com a história do filme) são contraditórias: uns dizem que o roteiro é fraco e a história batidíssima, enquanto outros (como yo) acham que o filme é ótimo, com uma historia interessante, contada de modo dinâmico e intenso e com grandes interpretações, além de ótima produção, trilha sonora, etc.

Dirigido por Lone Scherfig ( Italiano Para Principiantes e Meu Irmão Quer Se Matar), Educação narra a história da jovem Jenny (a bela Carey Mulligan, que recentemente esteve no elenco de Inimigos Públicos e que concorreu ao Oscar como melhor atriz) que com seus 17 anos não tem idéia do que possa ser a vida além das paredes do seu quarto, das folhas de seus livros aos quais se dedica à exaustão e dos muros do colégio.

É uma garota de família de classe-média inglesa do período pós-guerra e  é constantemente pressionada pelo pai (Alfred Molina), para que se dedique mais e mais aos estudos e garanta uma vaga na prestigiada Universidade de Oxford.

Como toda adolescente, alimenta sonhos, tem ídolos e  admira modismos, no seu caso o movimento Nouvelle Vague  e a própria França como lugar perfeito para se viver.

Nos dias de hoje, diríamos que Jenny é uma nerdzinha, como nós: adora boa música, admira cinema estrangeiro, conhece bastante literatura, é questionadora e tem referências intelectuais acima da média.

Por conta disso, acaba chamando a atenção de um homem mais velho, (Peter Sasgard) com quem acaba se envolvendo e pondo em risco seus sonhos e planos, mas também lhe dando um novo fôlego e paixão pela vida.

Por conta desta relação e dos sentimentos e  experiências intensas que ela lhe traz, Jenny começa a questionar se os planos que segue são corretos e se estão de acordo com o que ela quer para sua vida.

Trocando em miúdos: com a enxurrada de estímulos emocionais, intelectuais e físicos que a tomam, nossa doce Jenny se vê obrigada a..amadurecer. E de um modo bastante doloroso.

Tudo isso, é claro, acompanhados das típicas ilusão romântica, ingenuidade e pretensão naturais da idade.

Me identifiquei com Educação e me vi no papel de Jenny em muitos momentos. Principalmente quando ela começa a questionar sua vida, escolhas, o papel dos pais e das mulheres de seu tempo, tudo isso embalado no clima pré  Swinging London dos anos 60.

Educação é um filme bem feminino. É um filme tecnicamente comum,certinho, sem grandes inovações. Mesmo assim, ainda é dinâmico e envolvente. Conseguimos identificar o toque de  Nick Hornby por meio seus diálogos afiados e referências ao mundo pop tão característicos em seus trabalhos e isso, para uma fã dele, como eu, é muito gostoso e gratificante.

Não mudou minha vida mas me deixou nostálgica. Acho que você vai gostar. ;)

via Cine Anarquia by cinebairro@hotmail.com (Cinebairro Blogs) on 3/15/10


Sinopse:

Jan (Daniel Brühl) e Peter (Stipe Erceg) são dois jovens que acreditam que podem mudar o mundo. Eles se auto-denominam "Os Educadores", rebeldes contemporâneos que expressam sua indignação de forma pacífica: eles invadem mansões, trocam móveis e objetos de lugar e espalham mensagens de protesto. Jule (Julia Jentsch) é a namorada de Peter, que está passando por problemas financeiros e, por causa deles, está saindo de seu apartamento alugado. Tempos atrás Jule se envolveu em um acidente de carro, que destruiu o carro de um rico empresário. Condenada pela justiça, ela precisa pagar um novo carro no valor de 100 mil euros, o que praticamente faz com que trabalhe apenas para pagar a dívida que possui. Como Peter viaja para Barcelona, Jan vai ajudá-la na mudança. Eles se conhecem melhor e Jan termina por contar a ela a verdade sobre os Educadores. Empolgada com a notícia, Jule insiste que ela e Jan invadam a casa de Hardenberg (Burghart Klaubner), o empresário que a processou. Após uma certa resistência, Jan concorda. Na casa eles agem como os Educadores, mudando os móveis de lugar, mas cometem um grave erro: Jule esquece no local seu celular. No dia seguinte, com Peter já tendo retornado da viagem mas sem saber do ocorrido, Jan e Jule decidem invadir novamente a casa de Hardenberg, para recuperar o celular. Porém o que eles não esperavam era que o empresário os surpreendesse dentro da casa, o que os força a sequestrá-lo.

Ficha Técnica

Direção: Hans Weingartner
Roteiro: Katharina Held e Hans Weintgartner
Gênero: Drama
Origem: Alemanha
Duração: 125 minutos

Elenco:

Julia Jentsch (Jule)
Stipe Erceg (Peter)
Burghart Klaubner (Hardenberg)
Claudio Caolo (Paolo)
Laura Schmidt
Sebastian Butz
Petra Zieser
Peer Martiny
Daniel Brühl (Jan)

Dados Do Arquivo

Tamanho:1.35 Mb
Qualidade:DVDRip
Legenda:PT-BR



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Autor considera que saga é muito complexa para um filme e propõe minissérie
Autor considera que saga muito complexa para um filme e propõe minissérie
O escritor Neil Gaiman está discutindo com produtores e diretores a criação de uma adaptação da sua série de quadrinhos "Sandman" para a televisão. O autor já havia conversado com o cineasta Guillermo Del Toro, que também é coautor de thriller de vampiros "Noturno", sobre a criação de um filme sobre a Morte, outro dos Perpétuos da série da Vertigo, informou a MTV News. Leia mais (15/03/2010 - 12h21)

via Trabalho Sujo on 3/15/10
Mariana Costa:
 
eu quero!

70 CDs, dois discos com gravações inéditas (com o Quintet pela Europa em 67 e a íntegra do festival na Ilha de Wight), um livro de 250 páginas: essa Complete Columbia Collection do Miles Davis é de cair o queixo. Veja o videozinho que fizeram lá na Amazon.

via startupi by Diego Remus on 3/15/10

Hoje de manhã o Pedro Mifano Motoryn e a Maria Isabel Miranda botaram no ar o site beta da sua startup voltada ao mercado de trabalho em startups, anunciando vagas e perfis profissionais.

A MaisStartup nasceu quando Pedro e Maria Isabel analisaram que há um gap no mercado de trabalho das startups. Tanto consultorias tradicionais de RH quando sistemas web de vagas de trabalho não contemplam especificamente o tipo de trabalho (e trabalhador) de startups. “Não são os mesmos que você encontra por aí: não pensam só em enriquecer currículos e fazer carreira. Querem ser parte de algo maior. Aprender empreendendo. Empreender trabalhando”, lê-se no site.

Trata-se de um site de empregos em startups que busca unir talentos (que tinham dificuldade de encontrar startups nas quais acreditam) às startups (que em muitos casos têm dificuldade de montar seus times). É inspirado em modelos estrangeiros (ex. Startuply, Enternships, etc). A ideia também é estimular discussões sobre as características específicas deste tipo de trabalho.

Ambos coordenadores de projetos do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios, na Fundação Getúlio Vargas (GVCenn), Pedro trabalha ainda em um fundo de private equity (Angra Partners) e Maria Isabel com consultoria estratégica (A.T. Kearney). “Desenvolvemos um projeto de estágio em Startups com o Instituto Endeavor, o que nos levou, dada a interação que tivemos com algumas startups, a esta oportunidade”, comenta Pedro.

Eles perceberam que não havia ainda um “ponto de encontro” virtual entre empreendedores e trabalhadores que tenham afeição por empreendedorismo de alta performance. O site já conta com alguns depoimentos de profissionais e um agregador de notícias. Estima-se que tenha uma ferramenta premium de recrutamento social.

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Segundo autora, jogo pode estimular a alfabetização
Segundo autora, jogo pode estimular a alfabetização
Para jogar xadrez é preciso inteligência para executar estratégias complexas, sempre buscando uma visão mais ampla do que acontece durante a partida e enxergando um palmo à frente. Não é de se estranhar que tais características podem ser utilizadas com sucesso durante o processo de educação. Pelo menos é isso que propõe Isabela Ribeiro no livro "Xadrez: Um Instrumento para o Professor" (Editora Ciência Moderna, 2010). Leia mais (14/03/2010 - 21h02)

Dois touros de sorriso maroto, feitos de isopor, acordaram nesta manhã de segunda-feira montados em duas vacas da CowParade, evento importado da Suíça que espalha dezenas de animais coloridos de resina pela cidade de São Paulo. A intervenção não autorizada durou pouco. Lá pelas 10h, os touros foram retirados pelos organizadores da parada. "Fomos avisados e mandamos retirar [os touros], mas não danificaram as vacas, está tudo bem", disse a assessora de imprensa do evento. O manifesto foi feito pelo artista Eduardo Srur, 36, que há alguns anos promove em São Paulo a discussão sobre o que é arte pública. O alvo desta vez foi a CowParade por ser "o maior e mais bem sucedido evento de arte pública no mundo". Leia mais (15/03/2010 - 11h27)