via Mundo 47 by Rafael Weiss on 10/14/11

Últimos Românticos da Rua Augusta em SC  neste fim de semana

Parece não haver mais espaço pra cavalheirismo nas imediações da nacionalmente conhecida rua Augusta, um dos endereços mais fervilhantes da capital paulista, com suas casas de shows, boates, lojas de discos, bares e moças vendendo carinho nas esquinas. Vai daí a ironia do nome Os Últimos Românticos da Rua Augusta, defensores da poesia e gentileza dentro e fora dos inferninhos. São figuras conhecidas: Gustavo Kaly e Cristiano André (da banda blumenauense Stuart), Malásia (ex-Ultramen) e o rei do punk brega Wander Wildner, além de Jimi Joe, figura de proa do rock gaúcho que substitui o ex-Ultraje a Rigor Sérgio Serra.

A superbanda mais bem vestida do underground brasileiro, trovadores da dor de cotovelo e de outras aflições muito humanas, mas que não perdem o bom humor, como demonstrado na entrevista abaixo, uma blitzkrieg midiática armada por “Mundo47″  , Marcos Espíndola (”Contracapa” do “DC”) e Rubens Herbst (”Orelhada” do AN). A ação é nobre: recepcionar de braços abertos Os Últimos Românticos, que destilam seu “folk punk jazz de apartamento” - um mix encardido de Leonard Cohen, Johnny Cash, Chet Baker e Ramones - em Joinville no sábado, no Bar Pixel, e em Blumenau, domingo no Ahoy!.

Los 3 Amigos: Com tantos compositores na banda, como vocês decidem o que será trabalhado ou não? É uma democracia?

Wander Wildiner - O conjunto musical OS ULTIMOS ROMANTICOS DA RUA AUGUSTA foi formado para interpretar as musicas composta po Gustavo André, todas as musicas são de autoria dele.

Gustavo Kaly - Quando montamos a banda, ao pé da Cordilheira dos Andes, tivemos a maluca idéia de sermos intérpretes das minhas músicas, tive uma fase muito produtiva nos últimos 10/15 anos. Temos 3 discos compostos, voltados a temática proposta aos URRA. Algumas são releituras do que fiz no Stuart, outras, inéditas.

Cristiano Carlos  - O compositor deve estar passando por uma crise de depressão amorosa, ou sofrendo por causa de um amor não correspondido.

Malásia - Por enquanto todas as músicas de nosso repertório são compostas pelo Gustavo André(vulgo Kaly). Mas em breve vamos botar abaixo essa reserva de mercado, pois somos um time talentoso e não é justo que somente ele enriqueça com os direitos autorais.

Los 3 Amigos - Qual o grau de prioridade que Os Últimos Românticos assumiram na vida de cada integrante?

Wander - Prioridade um, para mim é o trabalho mais legal que eu tenho!

Kaly - Certamente é o topo da cadeia alimentar artística minha, no momento. Cobre todas as necessidades de estrada, estúdio, ensaio, e vazão as composições. O foco agora é esse.

Cristiano -  Prioridade máxima!

Malásia - Prioridade total, geral, única e plena.

Los 3 Amigos - Como você, Kaly, define o que vai pros Últimos Românticos, o que vai pro Stuart e o que vai pros Hóspedes do Chelsea?

Kaly - Tem muita coisa que eu estava criando, que não estava funcionando no Stuart, que sempre foi mais punk. Daí surgiu a necessidade de por elas em prática por outros meios. Juntei os Hóspedes do Chelsea, para poder gravá-las. Umas coisas mais folks, até com influências de jazz e samba. Tinha muita coisa. O URRA chegou e abocanhou metade delas. Daí, eu deixo as coisas mais punks para o Stuart, as maluquices pro meu solo e as folks para o URRA. Às vezes rola de tocar as mesmas nos três projetos, cada banda da uma cara diferente para a mesma música. É um exercício interessante. Tem algumas dessa safra, como Boas Notícias por exemplo, que estão nos três projetos. Além do Wander ter gravado no solo dele. Bacana né? É a nossa “garota de Ipanema” (risos)…

Cristiano - já vi ele tirando no palitinho.

Los 3 Amigos: Os URRAs são músicos de várias partes do Brasil falando sobre o cotidiano em SP, há catarinas, gaúchos, cariocas e blumenauenses (rs), como o público paulista encara essa banda com 5 caras de fora falando sobre São Paulo? Como é a aceitação do público neste sentido?

Wander - Notamos que muitas pessoas já apareceram em vários shows, elas cantam e dançam as músicas, isso é o melhor que podemos conquistar!

Kaly - São Paulo recebe isso desde sempre. É o ponto de fusão do Brasil. O Baiano Tom Zé canta sobre São Paulo desde os anos 60. Caetano, Chico, etc. Todos tem alguma história com a metrópole. Não tem como passar um tempo aqui e não assumir essa característica. O público em SP também representa isso. Se contar a quantidade de paulistanos legítimos nos shows, acho que da menos que a metade. Nossos shows vão de gaúchos a recifenhos e até ingleses.

Cristiano - As músicas estão sendo bem aceitas. O fato de sermos de fora só chama mais a atenção.

Malásia - Não aceitamos paulistas no nosso conjunto porque não existe amor em SP. É por isso que dá certo e o público aceita tudo desde que tenha bebida.

Los 3 Amigos Citem um disco para ouvir no Paraíso e outro queimar na lage do inferno ?

Cristiano - No céu ou no inferno: London Calling, do The Clash

Malásia - No paraiso Songs in the key of life, do Stevie Wonder. No inferno qualquer coisa que o Axl Rose já tenha feito ou ainda vá fazer.

Wander - Para ouvir no paraíso Acabou Chorare dos Novos Baianos. Para queimar no inferno qualquer um (eles tem mais de um?) do 30 Seconds From Mars.

Kaly - Songs of Leonard Cohen no Paraíso. O inferno seria uma grande festa de electro-rock.

www.youtube.com/watch?v=BWX85KXIdl4

www.youtube.com/watch?v=q4NbwJ4DZu4

via Vida de Programador by ProgramadorREAL on 10/11/11

/* História real enviada por @kerplunkboy */
Chefe: Então esse banco de dados é bem mais parrudo que o outro, certo?
Programador: Sim, o outro era só um arquivo .mdb do access, limitado e com muito poucos recursos.
Chefe: Ótimo! Assim que terminar de instalar, temos 180 clientes pra vc “puxar os dados” pra esse banco de dados.
Programador: Bom, melhor eu fazer um programa conversor pra isso e…
Chefe: Não me venha com xurumelas, sei muito bem que conversão leva uns dois minutos pra fazer, ainda hoje de manhã converti uma imagem BMP para JPG no paint e foi instantâneo!

via TechCrunch by Devin Coldewey on 9/29/11
brazil

Earlier this year it was reported that Foxconn had decided it was going to try to diversity its global holdings by establishing an iPad factory in Brazil. Their reasoning seemed fine: the economy is expanding, there’s a tech-savvy populace, and the government, they figured, would be game for few little sweetheart deals to get the ball rolling. As it turns out, not so much.

“The project for a Brazilian iPad is in doubt,” said one Brazilian official, speaking on terms of anonymity to Reuters. Foxconn is “making crazy demands” and the Brazilian government appears to be unyielding on tax and funding.

Brazil may be overplaying its hand here. Foxconn employs around a million employees last I checked, and manufactures some of the most popular electronics in the world. Brazil has grown relatively rich on its natural resources, but joining first-world industry in such a big way was always going to be hugely expensive. Shying away from the cost (instead of floating it with potential growth as collateral, like everyone else) shows they just aren’t willing to do business the way the big kids do it.

Not only does an iPad-producing factory require an enormous initial investment, but it requires a workforce and infrastructure that Brazil appears to lack currently. Training and education are reportedly inadequate, and Brazil clearly isn’t at the stage of industrialization that China is, in which entire cities are built around factories. $12 billion was just the cover charge — once you factor in a decade’s worth of tax breaks, kickbacks, road and power improvements, housing subsidies, and so on, the real cost starts to emerge.

The best bet, it seems, is to start spreading the costs around in the private industry. The government and construction industry is already stretched thin preparing for the 2014 World Cup and 2016 Olympics, so it might be that laying the foundation and establishing joint ventures with existing tech companies (for shared resources, campuses, and improvements) is the only way this deal will go through. Either that or they bag it and start again with slightly less ambitious plans — or perhaps Foxconn will simply find a partner who doesn’t mind playing the game.


via Mundo 47 by Rafael Weiss on 9/26/11

www.youtube.com/watch?v=DTkkhc3jpRA

A terceira e última noite do Rock in Rio neste final de semana foi digno, para não dizer maravilhoso. Com os dois primeiros dias meio que incertos, com atrações não muito ortodoxas (tirando o Red Hot), o domingo foi dominado pelo rock pesado e pela massa do metal que compareceu no terceiro dia.

O palco Sunset, que seria a segunda divisão do festival, teve o show do Sepultura como grande atração. Mais cedo, Korsus e Angra fizeram o seu papel, embora não perfeitamente como o Sepultura que trouxe o grupo francês Tambores do Bronx para deixar seu show ainda mais percusivamente pesado. Quando tocaram Roots, no final do show, o Sepultura teve ainda a grata participação de Mike Patton, do Faith No More. O Angra teve o azar de ter o som prejudicado e o vocalista Edu, que anda insatisfeito com os colegas, cantou muito mal. O show foi salvo pela ex-vocalista do Nightwish, Tarja Turunen, que segurou as pontas e mostrou pelo menos uma voz mais afiada.  Como dito, o Sepultura foi arrebatador e merecia era ser a banda de abertura no palco Mundo.

No palco Mundo, a noite foi aberta pela desconhecida banda Gloria. O que parecia ser um som pesado e nervoso, foi quebrado pela incompetência da própria banda, que cantou músicas pesadas com levadas emo, vocal pesado e vocal emo, desde a primeira canção a banda foi vaiada pelos headbangers que estavam na espera de outros shows.

www.youtube.com/watch?v=Iv0apRp_GbU

O show seguinte foi do Motorhead. A banda que vira e mexe dá um chego no solo brasileiro, deu uma aula de rock and roll. Lemmy Kilmister e seus comparsas são objetivos, como sempre foram. Andreas Kisser, do Sepultura, fez uma participação no show da banda.  Apesar de serem objetivos, deu para sentir que Lemmy estava orgulhoso de se apresentar no Rock in Rio, até mesmo uma música que homenageia o país foi tocada. Nota falha foi para o Zeca Camargo, que mais tarde disse na transmissão da Globo que era a primeira vez que o trio tocava no país, mauzaço!

Para quem não esperava lá muita coisa, a atração seguinte,  o Slipknot foi uma enorme surpresa. Os mascarados abriram o show num clima tenso, mas em seguida a banda mostrou virtuosismo e numa paulada após a outra, mostrou que o Nu Metal é um estilo que deveria ser mais respeitado pelo público do metal. Com a carência de boa música pesada no Rock In Rio, o Slipknot mostrou peso em excesso, ganhando a platéia do início ao fim.

www.youtube.com/watch?v=PruMMnIvj4Q

A madrugada já varava quando o Metallica iniciou sua apresentação. Para quem achava que o Slipknot havia ganho a parada, o Metallica mostrou que não é a toa que estão juntos há 30 anos e ainda tem muito o que contribuir para o rock. O show foi perfeito, cativante, pesado e recheado de clássicos. Foram quase duas horas que a banda revisitou a carreira e jogou no ar músicas novas. Um petardo digno e histórico, permeando o show como um dos melhores do Rock in Rio em todos os tempos.

Para quem como eu, que acompanhou tudo pela Internet, o abacaxi do dia foi mesmo a transmissão. Mostra que o grupo Globo é amador ainda em transmissões de shows. O som alterava para o péssimo em questão de segundos para o estado regular, só mesmo no Metallica que a coisa melhorou um pouco, mas não o suficiente. A minha sorte mesmo é que a minha internet é rápida e vi tudo praticamente em HD, ligando o note na TV de LED, êhhh tecnologia paidégua!

www.youtube.com/watch?v=gAF5xpLLUbo

via Vida de Programador by ProgramadorREAL on 9/26/11

Nas palavras do Mateus: “Aconteceu com um amigo meu … engraçado foi que ela que contou hehehe… :D

Quer comprar essa camiseta?

Namorada: Eu sabia! Você está me traindo…
Programador: Ahn? Você está louca??
Namorada: Fica o dia inteiro falando com essa tal de Patty aí no chat com fundo pretinho no teu computador!! Acha que sou boba??
(Programador usando o PuTTY)

via Vida de Programador by ProgramadorREAL on 9/23/11

Chefe: Hein, estou preocupado com essa história de satélite caindo… Faz um programa aí pra calcular onde ele vai cair…
Programador: Tá. Segunda-feira eu entrego…
Chefe: Mas até segunda-feira esse satélite já caiu!
Programador: Exato! Daí o programa vai poder te mostrar com 100% de exatidão!

via CatsWhoCode.com by Jean-Baptiste Jung on 9/19/11

CSS3 media queries

With the rise of mobile devices, and on the other hand, of very wide displays, creating a website that looks great in both big and small devices is definitely a challenge for web designers and developers. Happily, the CSS3 specification have a new feature which allow web developers to define styles for a specific display size only.

For example, the code below show how to apply a specific style only if the client display is smaller than 767px.

@media screen and (max-width:767px){
	#container{
		width:320px;
	} 

	header h1#logo a{
		width:320px;
		height:44px;
		background:url(image-small.jpg) no-repeat 0 0;
	}                           

}

More info: Create an adaptable website layout with CSS3 media queries

Font resizing with REMs

CSS3 introduces a few new units, including the rem unit, which stands for “root em”. If this hasn’t put you to sleep yet, then let’s look at how rem works.

The em unit is relative to the font-size of the parent, which causes the compounding issue. The rem unit is relative to the root—or the html—element. That means that we can define a single font size on the html element and define all rem units to be a percentage of that.

html { font-size: 62.5%; }
body { font-size: 1.4rem; } /* =14px */
h1   { font-size: 2.4rem; } /* =24px */

More info: Font resizing with REMs

Cache pages for offline usage

HTML5 introduces a great feature, offline caching. Basically, this feature allows you to tell the client browser to cache some pages so your visitor will be able to view it again, even if he’s not connected to the Internet.

Caching pages is pretty easy. The first thing to do is to add the following to your site .htaccess file:

AddType text/cache-manifest .manifest

Once done, you can create a file named, for example, offline.manifest, with the following directives:

CACHE MANIFEST

CACHE
index.html
style.css
image.jpg

And finally, link your .manifest file to your html document:

<html manifest="/offline.manifest">

That’s all, and your page will now be cached if the client browser supports this technology.
More info: How to create offline HTML5 web apps in 5 easy steps

Server-side JavaScript

Since the mid-90′s, JavaScript has been a very popular client-side language for web developers. But nowadays, JavaScript is becoming more and more used on the server side. Why? Because now we have powerful server-side JavaScript environments such as Jaxer, Node.js and Narwhal.

The code belows demonstrate how to create a simple Hello World using Node.js.

var sys = require("sys");
sys.puts("Hello World!");

More info: Learning Server-Side JavaScript with Node.js

HTML5 drag & drop

Thanks to new technologies such as HTML5, the web is becoming more and more user-friendly. Now, it is possible to easily implement drag and drop on your web pages. This is very useful, for example for a shopping basket.

In order to make an element draggable, you simply have to add it the draggable="true" attribute, as shown in the example below:

<div id="columns">
  <div class="column" draggable="true"><header>A</header></div>
  <div class="column" draggable="true"><header>B</header></div>
  <div class="column" draggable="true"><header>C</header></div>
</div>

Of course, after you made an element draggable, you have to use some JavaScript to control what it should do. I’m not going to explain how to do it (This may be a full article!) so you definitely have a look there if you’re interested in the topic.

Quick tip: If you want to prevent the text contents of draggable elements from being selectable, simply apply the following CSS rules:

[draggable] {
  -moz-user-select: none;
  -khtml-user-select: none;
  -webkit-user-select: none;
  user-select: none;
}

More info: Cross Browser HTML5 Drag and Drop

Forms, the HTML5 way

The HTML5 specification introduces lots of new features regarding one of the most important element of a website: forms. For example, it is now possible to add date pickers, numeric spinners, as well as validating emails using regular expressions patterns.

The following code is pretty self-explanatory and shows most of the new forms-specific features introduced in the HTML5 specification.

<form>
	<label for="range-slider">Slider</label>
	<input type="range" name="range-slider" id="range-slider" class="slider" min="0" max="20" step="1" value="0">

	<label for="numeric-spinner">Numeric spinner</label>
	<input type="number" name="numeric-spinner" id="numeric-spinner" value="2">

	<label for="date-picker">Date picker</label>
	<input type="date" name="date-picker" id="date-picker" value="2010-10-06">

	<label for="color-picker">Color picker</label>
	<input type="color" name="color-picker" id="color-picker" value="ff0000">

	<label for="text-field">Text field with placeholder</label>
	<input type="text" name="text-field" id="text-field" placeholder="Insert your text here">

	<label for="url-field">Url field</label>
	<input type="url" id="url-field" name="url-field" placeholder="http://net.tutsplus.com/" required>

	<label for="email-field">Email field</label>
	<input type="email" id="email-field" name="email-field" placeholder="contact@ghinda.net" required>

	<button type="submit" class="ui-button ui-widget ui-state-default ui-corner-all ui-button-text-only" role="button" aria-disabled="false">
	<span class="ui-button-text">Submit form</span>
	</button>
</form>

More info: How to Build Cross-Browser HTML5 Forms

CSS animations

Most modern browsers are now supporting CSS animations. Yes, CSS are now allowing you to create some simple animations, without the help of a client-side programming language such as JavaScript.

The following example shows how to make a background color change. As you can see, we have (for now) to use some proprietary properties such as -moz-keyframes.

#logo {
	margin: 15px 15px 0 15px;
	background: red;
	float: left;

	/* Firefox 4+ */
	-moz-animation-name: colour-change;
	-moz-animation-timing-function: linear;
	-moz-animation-iteration-count: infinite;
	-moz-animation-duration: 30s;

	/* Webkit */
	-webkit-animation-name: colour-change;
	-webkit-animation-timing-function: linear;
	-webkit-animation-iteration-count: infinite;
	-webkit-animation-duration: 30s;
}

@-moz-keyframes colour-change {
    0% {
		background: red;
    }
	33% {
		background: green;
    }
    66% {
    	background: blue;
    }
}

@-webkit-keyframes colour-change {
    0% {
		background: red;
    }
	33% {
		background: green;
    }
    66% {
    	background: blue;
    }
}

More info: Enhance Your Sites with CSS3 Animations

Na próxima terça-feira (20), o Pearl Jam faz o lançamento mundial do projeto “Pearl Jam Twenty”, que marca os 20 anos de carreira da banda norte-americana. Nessa data, a MOBZ promove nos cinemas de todo o país o documentário homônimo, que conta a bem-sucedida trajetória da banda. O filme foi dirigido pelo nativo de Seattle e ex-jornalista de música Cameron Crowe, e teve sua première no dia 11 de setembro, no Festival Internacional de Cinema de Toronto. Em Santa Catarina, Blumenau e Florianópolis estão no circuito de apresentações do documentário inédito do grupo. Na segunda quinzena de setembro chega às lojas de todo o mundo pela Sony Music um álbum duplo, que traz os grandes hits da banda, faixas inéditas, demos, dentre outras surpresas. Para o dia 25 de outubro, a Sony também prevê o lançamento do documentário “Pearl Jam Twenty” em DVD... Leia mais ( edição n. 474 - 17 de setembro de 2011 )

via TMZ.com by TMZ Staff on 9/17/11

Filed under: Music

0917_foo_fighters


The Westboro Baptist Church came out to protest a Foo Fighters concert last night -- but the band was ready ... and came out to play an impromptu show just for them.

The Foo Fighters came out dressed in costumes and played a few songs -- from the back of a flatbed truck -- that mocked their ultra-conservative views.

As the old saying goes ... what's good for the bigot, is good for the gander.



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