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via I M P U N I D A D E - VERGONHA NACIONAL by MiguelGCF on 8/31/07
INFO IMPUNIDADE
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A união e o clamor uníssono dos brasileiros decentes para que sejam fustigados com a Lei é a melhor arma contra a sanha destruidora dos vendilhões da Patria!

ASSISTA AO VÍDEO “VOSSA EXCELENCIA" - Musica dos Titãs



http://apps.fiesp.com.br/pesquisas/cpmf/Cpmf.asp

"Quando os HOMENS vivem sem uma AUTORIDADE para impor RESPEITO, a VIDA se transforma numa GUERRA de todos contra todos! Não há lugar nem para o TRABALHO, pois seus frutos são incertos. E o que é pior : haverá sempre o MEDO e o GRANDE RISCO da morte violenta. A VIDA do HOMEM se torna pobre, triste, sem esperanças, BRUTA, e curta!"* THOMAS HOBBES *

CENSURADO PELA DITADURA !



"Vamos alfabetizar nossas crianças, antes
que se tornem presidentes da república "!
Este livro foi censurado pela ditadura do Lula !

Se você quiser saber das lambanças que o povão bolsista não saberá ,
jamais,por não possuir Internet,entre no seguinte site:
http://www.escandalodomensalao.com.br/



ASSISTA AO VÍDEO “PRELÚDIO DA GRANDE VAIA"
Quem ocupa um cargo publico e faz apologia à
IMPUNIDADE não respeita o cargo nem a si próprio, logo não merece respeito e NO MÍNIMO deve ser sempre apupado.
A pororoca civica é irreversivel não existem medidas de blindagem para a internet, só os gênios governistas petralhas não sabem disso. O apedeuta alienado se irritou novamente com manifestantes.

O PREGADOR DO ÓDIO E CONSTRUTOR DO CAOS

VAlte(Ref) Sergio Tasso Vásquez de Aquino

Depois da estrondosa vaia no Maracanã, repetida nas seis vezes em que seu nome foi citado e forte de dezenas de milhares de vozes, na inauguração dos Jogos Pan-Americanos no Rio, que o vem perseguindo e sendo repetida pelo país afora, sempre que se apresente em público para auditórios não selecionados adrede e constituídos de áulicos amestrados, o Chefe de Estado, Sr. Lula da Silva, passou por radical transformação.

Despiu-se das maneiras, do figurino e dos comedimentos da personagem "Lulinha paz e amor", diabólica criação do marqueteiro Duda Mendonça, para vencer os receios e as resistências da classe média, dos verdadeiros cultores da democracia, da paz e do progresso para a Nação brasileira, e que o tornava mais palatável para um número de eleitores bem maior que os do PT, elevando-o ao governo já por duas vezes, em corrida acelerada e programada para o poder total.

Desde o Maracanazo, ressurgiu para o público o Lula de sempre, iracundo e furibundo, olhar esgazeado e avermelhado, bochechas escarlates, como se tomado por fortes espíritos, a pregar abertamente o ódio, a cizânia, a separação do Brasil e dos brasileiros em segmentos irreconciliáveis e divididos por diferenças abissais, a luta de classes, enfim, dos seus heróis, ídolos e mentores maiores. Assim tem percorrido o Brasil, a estimular o ódio, a divisão, ameaçando convocar suas tropas de choque dos "movimentos sociais" para o enfrentamento cruento das ruas, se e quando necessário.

O homem que detém o poder maior no Brasil vive imerso numa fantasia, segundo a qual é o maior e o mais dotado dos brasileiros já nascidos, condutor do mais completo e eficaz governo de todos os tempos, em plena e bem sucedida atuação de resgatar todos os erros e injustiças acumulados em quinhentos anos de História, e capaz de libertar, salvar e redimir o País. Em tal visão irreal e megalônama, do "nunca antes, nesse(sic) país", expressão tão costumeiramente por ele repetida, não admite, nem aceita, quaisquer críticas, reparos ou chamamentos à realidade, contra os quais reage de forma violenta e irascível, como se crimes de lesa-majestade fossem...

Com as vendas que tem nos olhos e no espírito, não percebe a mega-ampliação do caos nacional, por ele realizada, e iniciada no tempo dos seus antecessores neoliberais, com ênfase para o seu grande eleitor, Fernando Henrique Cardoso, que, de tanto vender o patrimônio nacional e de tanto destruir o que o país tinha de bom, deu azo à vitória primeira de Lula e do PT, pela iludida esperança popular de que seriam diferentes, melhores, mais éticos e preocupados com o Bem Comum, com a segurança e o desenvolvimento do Brasil...

Não eram, nem nunca foram, e a realidade trágica dos últimos anos tem demonstrado isso à saciedade! Só temos andado para trás, e a destruição programada e sistemática de tudo o que o Brasil tem de bom tem continuado de forma terrível e aterrorizantemente eficaz!

O sucateamento constante da infra-estrutura de transportes, comunicações e energia, saúde, saneamento, educação, habitação, previdência, segurança tem cobrado o preço do atraso e de milhares de vidas, a cada ano, por acidentes nas estradas e aeroportos mal conservados, baixos padrões de higiene, de higidez e da assistência médica prestada aos desvalidos, miséria que se espraia por toda a parte, violência sem controle que toma conta das cidades e dos campos! É o holocausto brasileiro, a clamar aos céus!

A irresponsabilidade, a corrupção e a impunidade associada estenderam-se de forma assustadora, além de qualquer limite racional e tolerável em sociedades nacionais ainda sadias. A sucessão de escândalos, de roubalheiras, de desvios de recursos que deveriam ter o destino de desenvolver o Brasil, fruto dos impostos cobrados de forma escorchante da Nação - 40% da Renda Nacional ou o dobro do "quinto" (20%) espoliativo arrecadado por Portugal no tempo do Brasil-colônia -, mata a esperança e a fé no projeto nacional permanente do Brasil potência ou "país do futuro".

Legislativo, Executivo e, até mesmo, Judiciário - poder que representaria a esperança de justiça e equilíbrio em qualquer sociedade nacional bem constituída - são alcançados diuturnamente por escândalos, denúncias de mal-feitos, apropriações indébitas ou desvios de recursos públicos, seguidos sempre da impunidade que se tarnsforma em moda entre nós. O mais grave, porém, é que tudo isso faz parte de um esquema de desmoralização do tipo de "dar corda ao enforcado", patrocinado por figuras sombrias em permanente maquinação e atuação e com respaldo poderoso, visando à tomada definitiva do poder e à transformação da ordem vigente, segundo o planejado pelo "Foro de São Paulo", que congrega as organizações e pessoas de extrema esquerda do continente, em conluio com poderosos interesses neoliberais neocolonialistas, e da qual são cofundadores e membros importantes e festejados o PT e o Sr. Lula da Silva. No mesmo cenário, orbitam Fídel Castro, Hugo Chávez, Evo Morales e outros corifeus da "pátria grande socialista latino-americana"...

O mais assustador é que tudo isso se vem passando sem a reação eficaz dos brasileiros. Parece que tudo e todos são vítimas de sinistro encantamento... Não há uma só instituição civil, militar, leiga, religiosa, sindical, empresarial, profissional, corporativa, legislativa, executiva, judiciária, beneficente... que, como tal, denuncie e combata energicamente a trágica situação em que estamos embarcados, em caminho célere para a grande desgraça nacional. Apenas vozes individuais ou de pequenos grupos, sem articulação ou união entre si, se têm feito ouvir até agora, em defesa da Pátria ameaçada e de um futuro promissor para ela e seus filhos. Parece que a maioria está apenas preocupada em "se dar bem", obter lascas do butim ou um lugar ao sol nos despojos do patrimônio comum rateado entre os amigos do poder, ou completamente alienada pelo fatalismo e pelo comodismo, pela novela das oito, o "big brother Brasil", o acompanhamento do futebol, as fofocas das revistas e jornais sensacionalistas...

A passividade geral é muito estranha, em verdade, e apenas a compra, por dinheiro ou outras tentações espúrias, das consciências das pessoas em funções e cargos de responsabilidade, com capacidade de influir e com repercussão de atuação não justifica o tamanho da inércia, da acomodação, da passividade, da conivência ou da cumplicidade a que vamos, tristemente, assistindo. Isso, e mais a incrível "blindagem" do sr. Lula da Silva diante da enxurrada, que não pára, de casos de imoralidade, desídia e incompetência administrativas e mau emprego dos recursos públicos, desmandos que vêm sendo associados ao seu governo e ao seu partido e "companheiros" e, já agora, a pregação aberta que ele mesmo vem fazendo, sistemática e publicamente e às escâncaras, sem qualquer reparo de quem quer que seja, da luta de classes e do ódio, leva-nos à necessidade de buscar um outro nível de explicação, com toda a seriedade que o caso requer. Nada o parece atingir, enquanto que os Poderes da República se vão esfacelando na credibilidade do povo, pelo menos a julgar pelas pesquisas de opinião, que se sucedem e são generosamente difundidas, buscando eternizar o erro. Parece ter o " corpo fechado", protegido por tenebrosas forças ocultas...

O ambiente parece armar-se para a mudança previsível e radical da ordem vigente, a continuar tudo como agora, com o apoio aparente da maioria desavisada da população, traída pela ignorância dos fatos e pela maciça propaganda oficial, e atraída pela política "bolsista" do governo, de estagnação e exploração da miséria, e diante da inércia suicida das elites tão vergastadas, que teriam a missão e o dever de servir ao povo e de liderá-lo, pelo exemplo e pela doação de talentos, pelos caminhos do bem, da paz, da justiça e do progresso, e que tudo têm a perder, a começar pela liberdade. A maldade está de tal modo disseminada na antiga e sofrida "Pátria da Esperança e do Evangelho", que se deve suspeitar do apoio do "príncipe das trevas" para a obra de destruição e de criação do caos em andamento. Torna-se necessário, pois, uma vez mais e sempre, orar a Deus Misericordioso, para que venha em apoio do seu povo e coloque São Miguel e suas legiões contra os anjos do mal que rondam nosso Brasil, tentando levá-lo à perdição de sua alma generosa e ao mergulho sem volta no desespero, e que protegem e inspiram os homens que pregam o ódio e constróem o caos, e para que suscite a união dos brasileiros de bem, corajosos e combativos, sob Suas bênçãos, para liderar os patrícios na luta pela salvação do Brasil. Impelidos pelo amor à Pátria, aos brasileiros e às suas instituições, pois só ele constrói!

Ao ódio que orienta o Sr. Lula da Silva, seus mentores e seguidores, respondamos com nossas ações, sentimentos, palavras e gestos inspirados pelo Amor de Deus e pelo Brasil!

TUDO PELA PÁTRIA!

Rio de Janeiro, RJ, 25 de agosto de 2007, Aniversário do Duque de Caxias.



BATENDO CONTINÊNCIA PARA O 3!

Todo ano, às vésperas do Dia do Soldado, do Dia do Exército e do Dia da Independência do Brasil, já é esperado mesmo por quais deverão ser as formas de humilhar as FFAA que serão as escolhidas da vez para brindar as respectivas datas. É apenas um brinde, porque, comemoração, na verdade, é o ano todo, mensalmente - sempre que os contracheques com os dados dos pagamentos dos militares das FFAA são impressos. Para quem os odeia, a piada é das melhores!

Satisfação igual, só quando se tem a oportunidade de vê-los sendo taxados de ladrões, de estelionatários e por tantos outros elogios do gênero, depois de terem se sacrificado tanto, e com o risco das próprias vidas, para trazer de volta para os braços dos familiares os corpos de brasileiros mortos, espalhados pela inóspita floresta amazônica, por causa da irresponsável administração de um governo que, entre outras coisas, protege gente que foi derrotada, justamente por militares, ao tentar implantar o comunismo no país, há uns trinta anos, e que hoje recebe indenizações milionárias, inclusive, em detrimento dos salários criminosamente baixos que são pagos aos profissionais das FFAA.

Também não deverá haver maior satisfação para seus históricos inimigos do que vê-los, a todos eles, de joelhos, ainda que aparentemente de pé, marchando e prestando continências a estas "autoridades" que tanto os humilham, nos palanques dos desfiles e das solenidades militares. De todas essas ocasiões, em muitos dos últimos anos, restou apenas uma, na qual somente um mero cadete da AMAN teve a hombridade de não saudar com reverências militares um de seus indisfarçáveis algozes. É que ainda não conseguiram destruir o garoto...

Mas, ao que parece, bem ao contrário do jovem cadete, tropas inteiras de militares armados, mesmo sofrendo a vingança daqueles contra quem não fizeram absolutamente nada (já que, hoje, os que eventualmente tenham participado de alguma investida contra velhos comunistas, estejam ou não, atualmente, eles no poder, não estariam com menos de 50 anos), estão alegre e comportadamente resignados com a condição de sacos de pancada (1).

Este ano, escolheram "Direito à Memória e à Verdade", um livro-relatório de 500 páginas que não é nada menos do que um documento oficial do governo federal a acusar integrantes dos órgãos de repressão da “ditadura militar” (1964-1985) de decapitarem, de esquartejarem, de estuprarem, de torturarem, de ocultarem cadáveres e de executarem opositores do regime que já estariam presos e, por isso, indefesos. A “obra”, entretanto, não se refere nem a justiçamentos praticados pelos perseguidos terroristas e nem aos assassinatos que as angelicais figuras cometeram – afinal, para essa gente, tudo que se faz em nome da “louvável” causa comunista está acima do bem e do mal e das próprias leis dos homens.

Matar, roubar, seqüestrar, explodir bombas que matam civis inocentes indiscriminadamente, desde que em nome da causa comunista, para essa gente, é ato de louvável heroísmo. Já defender uma nação inteira de pessoas com tão angelicais e pacifistas atitudes é crime contra os direitos humanos. Não vou ofender a inteligência dos leitores comentando sobre essa evidente tergiversação.

O texto do documento foi produzido pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. Foi de lá, aliás, que veio, esta semana, junto com mais 20 colegas, para exercer o cargo de Assessor Especial no Gabinete Pessoal do Presidente da República (código DAS 102.5), Julio Héctor Marín Marin, que, entre outras coisas, naquela Secretaria era chefe de gabinete e gerente do programa de Proteção da Adoção e Combate ao Seqüestro Internacional. Mais 20 assessores especiais para o gabinete pessoal de Lula?! Sem comentários.

O “livro”, que sairá com uma tiragem de 5 mil exemplares (financiados com o dinheiro dos contribuintes, é claro, incluído o dos que nele são achincalhados), registra o que a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos (com a mesma isenção que brasileiro assiste a jogo do Brasil em Copa do Mundo) considera ser a verdade histórica sobre a repressão política e pede, ainda, ao presimente Lula a implantação de uma "instância administrativa permanentemente aberta" para argüição de policiais e de militares, para obter dados sobre a localização de restos mortais e documentos que podssam auxiliar no esclarecimento do fatos.

Mas, isso todos nós sabemos que jamais acontecerá, pelo menos da forma aberta e livre de toda e qualquer censura, que seria a correta. Muitos destes documentos, aliás, já se encontram sob o poder do governo, que não os liberará, a não ser que consiga efetuar, anteriormente, uma boa e completíssima “limpeza”; porque, segundo já foi declarado pela própria chefe da casa civil, Dilma Roussef, em entrevista ao Fantástico (TV Globo), haveria dados que poderiam comprometer a honra de determinadas pessoas ou mesmo significar uma “desnecessária invasão de privacidade”. Não precisa ser um paranormal para entender que a ministra não esteja se referindo a nenhum “agente repressor” que, diga-se de passagem, ela não faria a menor questão de proteger.

O livro, que detalha (sob o ponto de vista dos revolucionários, é claro) cada um dos 339 casos apreciados pela comissão e mais os de 136 nomes já reconhecidos como mortos ou desaparecidos, será lançado pelo presidente da república em pessoa, nesta quarta-feira, dia seguinte ao aniversário de 28 anos da Lei da Anistia (1979), em cerimônia oficial no Palácio do Planalto. Pelo presidente? 535 casos?

Ora, sabe-se muito bem que aos “anos de chumbo” são atribuídas as mortes e/ou os desaparecimentos de 182 cidadãos, em território Brasileiro. Isso é praticamente a metade das 353 pessoas que, no presente, faleceram, recentemente, nos dois maiores acidentes aéreos da história da aviação brasileira. A ironia é que, hoje, os cidadãos que morrem são vítimas – involuntárias e desarmadas – de um governo formado por muitos dos velhos companheiros que outrora lutavam, voluntariamente e armados, para chegar ao poder e transformar o Brasil em república comunista. Serão também os familiares desses brasileiros, vitimados pela incompetência governamental, indenizados com milhões de reais dos cofres públicos e/ou homenageados com lançamento de livro oficial do governo federal em pleno Palácio do Planalto?

E os militares de agora? Poderão eles ingressar em Cortes Internacionais (porque Justiça no Brasil, praticamente, não temos mais) com pedidos de indenização ao Brasil por terem sido injustificadamente perseguidos política e financeiramente, além de injustamente difamados, ao longo dos últimos 20 anos - tudo com o patrocínio do Estado Brasileiro?

A lei número 9.140, editada no governo Fernando Henrique Cardoso, em 1995, fez o reconhecimento público de que o Estado assumia a responsabilidade pela morte de opositores da ditadura. Na época, o titular da Justiça era o hoje ministro da Defesa, Nelson Jobim. É inclusive para ele que serão prestadas muitas das continências no tradicional desfile militar que marca o Dia da Independência, em Brasília. Jobim já recebeu medalha do mérito militar e, inclusive, vestiu uma farda do Exército Brasileiro, com credenciais de general, como se fantasia fosse – já que o ministro da defesa jamais foi um militar.

Tem mais. O livro da comissão de mortos e desaparecidos afirma que "juristas muito credenciados" defenderiam que, em relação aos desaparecidos, há "aspecto relevante" no artigo 1º da Lei da Anistia (6.683), de 28 de agosto de 1979, que diz que "É concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes (...)". Segundo análise deste “credenciados juristas”, "os autores do crime manterem até hoje a ocultação dos cadáveres, nada informando sobre sua localização", permitiria que os familiares pudessem recorrer à Justiça para argüir "a tese de crime continuado". Trocando em miúdos: querem que os “repressores” paguem por seus crimes, desde que, evidentemente, isso não venha a abrir nenhum precedente que possa fazer com que pessoas como o hoje deputado Fernando Gabeira, por exemplo, venham a ter que pagar pelos crimes que cometeram – no caso de Gabeira, o de seqüestro.

De todos os casos de indenização pagas pelo governo brasileiro a familiares de mortos durante o governo militar, o mais emblemático é o de Carlos Lamarca (e leiam sobre ele:
PELA GLÓRIA DA MENTIRA), cuja família obteve o direito de ser indenizada em 1 milhão de reais. É ISSO MESMO! Além da pensão mensal equivalente ao salário BRUTO de um general-de-brigada (R$ 11.444,40), que a viúva RECEBERÁ COMO VALOR LÍQUIDO, Maria Pavan Lamarca EMBOLSARÁ ainda R$ 902.715,97, referentes à diferença entre a data de seu pedido, em 1988, e a do julgamento na Comissão de Anistia, em 2007. A isso somado, Maria Pavan e seus dois filhos, Cláudia e César, também receberão, individualmente, indenização no valor teto de R$ 100 mil, correspondente a 30 salários mínimos por ano de perseguição política. É, Lamarca, um dos maiores traidores da história dos ideais e dos compromissos das FFAA, foi empurrado goela abaixo dos militares de volta aos quadros do Exército Brasileiro. Renúncia coletiva dos Comandantes Militares? Aquartelamento das Forças? Não. Chope na esquina...

Lula concedeu entrevista ao jornal Estado de São Paulo neste domingo (26/08). A
entrevista foi comentada pelo respeitado jornalista Reinaldo Azevedo:

Luta armada
Lula: “Eles estavam lutando contra um regime autoritário. Isso era visível. Se os métodos eram corretos ou não, as circunstâncias políticas diziam que os métodos eram quase os únicos que havia. Eram todos muito jovens, todos muito entusiasmados, próprio de jovem com 20 anos, 25 anos. Escolheram um caminho. Não deu certo.”
Reinaldo: “Não deu certo? É. Não deu. E, como não deu, então eles cobram pensão do estado burguês que queriam derrubar. Nada mais lógico, não é mesmo? Se tivesse dado, milhões de famílias — os comunistas nunca matam pouco — não teriam a quem cobrar nada. Porque o “estado operário” não tem dessas frescuras”.

Reinaldo Azevedo (e não só ele) vem dizendo que o Estado Brasileiro acabou. Teríamos, agora, um estado petista, pelos petistas e, naturalmente, para os petistas. Ele vem dizendo isso mais acentuadamente por causa do
comportamento de alguns juizes do Superior Tribunal Federal, especialmente durante o julgamento do caso do Mensalão. Pois eu faça coro às afirmações do jornalista, só que por um ângulo mais óbvio: um país cujas Forças Armadas são achincalhadas e aviltadas, sob o patrocínio do Estado, e por parte delas não se vê nenhuma reação, a não ser continuar a oferecer medalhas e a prestar continências a seus algozes (quase todos criminosos e corruptos) não tem mais Força Armada nenhuma que não passe de uma patrulha político-partidária. Não é mais uma nação, é uma republiqueta de um partido só, de uma classe só. Bem vindos ao comunismo petista!

Houve um tenente do Exército que, sem se identificar, enviou-me, recentemente, uma carta (manuscrita mesmo, para não correr o risco de ser interceptada). Nela, ele dizia que, no próximo 7 de setembro, ou os militares deveriam não participar de desfile comemorativo nenhum, ou o deveriam fazer, todos os homens, com nariz de palhaço. Disse também, que havia andado refletindo sobre essa campanha subliminar do 3 do PT. Falou que, também subliminarmente, estava sendo impelido a imaginar que, pela terceira vez, talvez, já fosse a hora de expulsar novamente os comunistas do Brasil. São as palavras do Tenente...

Christina Fontenelle
26/08/2007


(1) Leiam
Falsificações da História, de Heitor de Paola para conhecer um pouco sobre a verdade e sobre o trabalho de militares que serviram à Pátria e ao Povo brasileiros.
  1. LEIAM A VERDADE. É UM POUCO LONGO, CONTUDO É VÁLIDO. GTMELO
  2. REPASSE POR FAVOR

1964 CONTADA POR EX-MILITANTE DA AÇÃO POPULAR







Falsificações da História - O soldado brasileiro e a contra-revolução de 64
por Heitor De Paola em 25 de agosto de 2007

Resumo: A esquerda vocifera com tremendo estardalhaço a necessidade de serem abertos os "arquivos da ditadura". Apesar de estarem no poder e terem autoridade para obrigar os Comandos Militares a abri-los, apenas segue vociferando. Será que é por medo de verem seus atos de terrorismo, banditismo e assassinatos revelados ao público?


© 2007 MidiaSemMascara.org

"Quem domina o passado, domina o presente;

quem domina o presente, domina o futuro".

GEORGE ORWELL, "1984"

O Dia do Soldado é uma ocasião propícia para retomar o tema das Falsificações da História. Cada vez que este dia se aproxima a mídia chapa branca revira os "porões da ditadura" em busca de novos embustes. A principal trapaça deste ano de 2007 é uma série de reportagens do jornal O Globo, do Rio, intitulada "Os brasileiros que ainda vivem na ditadura". A extensa matéria focaliza a verdadeira ditadura exercida pelos narcotraficantes e as milícias sobre a população mais pobre do Rio de Janeiro, particularmente os favelados. No próprio texto são feitas comparações com os "terríveis anos de chumbo", mas o must vem no final: um encarte diário, mais ou menos longo, com testemunhos das "vítimas indefesas da ditadura militar". Traduzindo: subliminarmente equiparam os soldados aos bandidos!

Possivelmente a História, como a conhecemos, tenha sido aqui e ali falsificada, de forma voluntária ou não. Seja por interesse de ocultar ou acrescentar alguma coisa ou por distorção involuntária, seja por se tratar de registro de relatos orais muito antigos já modificados no próprio tempo, o caso é que os documentos históricos nem sempre apresentam os fatos como eles realmente ocorreram. O estudioso de história deve contar com estas possíveis deturpações, principalmente no que toca a relatos de períodos muito antigos, aos quais as teorias não podem mais ser testadas nem a História pode encontrar uma sólida fundação em fatos.

No entanto, os historiadores antigos, sinceros e de certa forma ingênuos, jamais poderiam imaginar que a falsificação da História se transformasse num ofício, numa arte espúria, exercida sistematicamente por milhares de escribas selecionados por autoridades que necessitam manipular os conhecimentos sobre o passado para, seletivamente, expurgar o que lhes retiraria legitimidade ou revelaria suas atrocidades. Pois isto aconteceu exatamente no século em que o crescimento exponencial da capacidade de armazenamento de documentos históricos parecia indicar um futuro promissor para esta bela arte. Desde o golpe de Estado bolchevista na Rússia em 1917 a criação de uma nova História, de novas "verdades", vem ocupando lugar de destaque na estruturação dos departamentos de desinformação comunista. Ironicamente, Orwell chamou a repartição que tinha esta função em Oceania de Ministério da Verdade.

Basta olhar quem hoje está no poder político no Brasil para perceber que são os derrotados militarmente em 64, os herdeiros dos bolchevistas, que venceram uma das batalhas mais importantes: a cultural. Refugiando-se nesta área negligenciada pelos governos militares, e baseando-se na desinformação e nas orientações de Féliks Dzerzhinsky, o mestre da desinformação e fundador da primeira polícia secreta bolchevista - a Tcheka - passaram a escrever grande parte da História, principalmente aquela de alcance público, acadêmico e nas escolas de todos os níveis, novelas e minisséries de TV. Tornaram-se "donos" dos significados das palavras. Temos hoje muito mais mitologia induzida do que história ocorrida. É trabalho para décadas - se houver liberdade para tanto - desfazer todos os mitos dos chamados "anos de chumbo". Mas o tempo funciona a favor dos trapaceiros, pois dentro de alguns anos não existirá mais ninguém das gerações que viveram a vida adulta naqueles tempos, hoje já acima dos sessenta. Contam com o tempo para completar o verdadeiro genocídio da História: a morte dos que a conheceram vivamente. E a verdade sumirá se não for tentado algo para salvá-la. Tento fazer a minha parte contando o que vivi.

AS OPÇÕES POLÍTICAS NA DÉCADA DE 60

Uma das maiores distorções é o mito de que soldados maldosos, aliados à "burguesia" nacional "ameaçada em seus privilégios" - e subordinados às demandas maquiavélicas dos Estados Unidos - resolveram abortar pelas armas a política conduzida por um governo legítimo e que atendia aos "anseios populares". Em primeiro lugar, esconde-se o fato de que em 1959 a geopolítica da América Latina tinha virado do avesso pela tomada do poder em Cuba por Castro, que logo assumiu sua condição de comunista e se aliou à URSS. Seguiu-se um banho de sangue de proporções inimagináveis - do qual é proibido falar! - e a lenta e progressiva instalação na ilha de numerosos instrutores soviéticos que adestraram tropas cubanas, formaram e exportaram guerrilheiros e terroristas, e re-estruturaram o sistema de Inteligência. Através desta "cabeça de ponte" aumentou sobremaneira a influência da URSS na AL. Os jornais noticiavam diariamente as tentativas de derrubada do governo legitimamente eleito da Venezuela, país-chave pela produção petrolífera. O próximo objetivo estratégico era o Brasil, país imenso, já em fase inicial de industrialização e cujas Forças Armadas representavam um poderoso obstáculo à penetração comunista no Continente.

25 de agosto de 1961, a renúncia de Jânio Quadros marca um momento importante. O Vice, João Goulart, encontrava-se na China e declarou que iria comandar o processo de "reformas sociais" tão logo assumisse. Os Ministros Militares e amplos setores civis se opuseram à posse de Jango por suas notórias ligações com a esquerda. Seu cunhado Brizola, Governador do Rio Grande do Sul reagiu, o Comandante do Terceiro Exército, Gen. Machado Lopes, ficou do lado dele e o Brasil esteve à beira da guerra civil. A Força Aérea chegou a dar uns tiros no Palácio Piratini. Brizola tomou todas as rádios de Porto Alegre e obrigou as demais a entrarem em cadeia, a Cadeia da Legalidade! E lá estava eu, "comandando" uma mesa em plena rua na cidade de Rio Grande-RS, a uns 4° C, com uma lista de assinaturas para quem quisesse "pegar em armas pela legalidade", atuando em conjunto com membros do extinto PCB. Com a emenda parlamentarista tudo se acalmou, mas em janeiro de 63, num plebiscito nada confiável, o país retorna ao Presidencialismo.

Fiz parte da Juventude Trabalhista e só não entrei para os Grupos dos 11, do Brizola, sobre os quais hoje quase nada se ouve, porque não tinha idade e, portanto, não era confiável. No início dos anos 60 o hoje santificado Betinho, junto com o Padre Vaz, elaborou o "Documento Base da Ação Popular", que previa a instalação de um governo socialista cristão no Brasil. Mas o documento em que a AP se declarava francamente a favor da instalação de uma ditadura ao estilo maoísta foi mantido secreto até para os militantes da base. Só vim a ter contato com ele através de Duarte do Lago Brasil Pacheco Pereira (um dos membros do Comando Nacional de AP) em agosto de 65, quando, ocupando uma Vice-Presidência da UNE, eu já era mais "confiável". O documento, que era obviamente o produto de uma luta interna na esquerda mundial, defendia a luta em três etapas: reivindicatória (movimentos populares, greves); política (início das guerrilhas no campo, como na China e Vietnam) e ideológica (a formação do Exército Popular de Libertação). Contrariava a teoria do foco guerrilheiro, preferida por Guevara e Debray.

O MASTER (nome do MST da época), do Brizola, invadia terras no RS (como a do Banhado do Colégio, em Camaquã) e as Ligas Camponesas, de Francisco Julião, com apoio explícito do Governador Arraes, no Nordeste. A CGT, (presidida por Dante Pelacani) e a UNE (José Serra) propunham abertamente um golpe com fechamento do Congresso. Armas tchecas começaram a surgir. O ano de 1963 foi uma agitação só. O movimento estudantil, do qual posso falar, estava dividido entre a Ação Popular (AP) e o PCB. Quem não viveu aqueles tempos dificilmente pode imaginar o nível de agitação que havia por aqui. O re-início das aulas em março de 64 praticamente não houve.

Num encontro em Pelotas, onde eu estudava Medicina, com o último Ministro da Educação do Jango, Sambaqui, no início de março, ele nos revelou que tudo começaria com o comício marcado para o dia 13, em local proibido para manifestações públicas (em frente ao Ministério da Guerra) já em desafio aberto e simbólico à lei, seria continuado pelo levante dos sargentos do Exército e da Marinha - formando verdadeiros soviets - e pelos Fuzileiros Navais em peso, comandados pelo "Almirante do Povo", Aragão. Pregava-se a subversão da hierarquia e disciplina militares. Seguir-se-ia pelo já programado discurso de Jango no Automóvel Clube do Brasil. A pressão final sobre o Congresso seria em abril e maio: se não aprovasse as "reformas de base", seria fechado com pleno apoio popular.

Na mesma época, participei de uma ação comandada por um agitador da Petrobrás e da SUPRA (Superintendência da Reforma Agrária), em Rio Grande , pela encampação da Refinaria de Petróleo Ipiranga o qual, num discurso na Prefeitura, declarou que a República Socialista do Brasil estava próxima. As ocorrências de março só confirmaram a conspiração acima mencionada. No comício do dia 13 Brizola pregou o fechamento do Congresso se não aprovasse as tais "Reformas de Base" (na lei ou na marra) - ninguém me contou, eu ouvi no rádio. Prestes dizia que os comunistas já estavam no Governo, só faltava tomarem o Poder.

Não havia, pois, opção democrática alguma. Restava decidir se teríamos o predomínio dos comunistas ou de uma ditadura ao estilo peronista, chefiada por Jango. As passeatas civis - as Marchas da Família com Deus pela Liberdade - estavam nas ruas exigindo o fim da baderna e em apoio ao Congresso. Sugerir que se devia esperar que Jango desse o golpe para depois tirá-lo, me parece uma idéia legalista infantil, pois então teria que ser muito mais cruento. Foi, na verdade, um contra-golpe cívico-militar preventivo.

PARTICIPAÇÃO DOS EEUU

Outro mito é sobre a participação americana no "golpe" de 64. Chamada de "Operação Thomas Mann" (nome do então Secretário de Estado Adjunto para a AL) não passa de uma mentira baseada em documentos forjados pelo Departamento de Desinformação através da espionagem Tcheca. Quem montou a operação foi o espião Ladislav Bittman que, em 1985 revelou tudo no seu livro "The KGB and Soviet Disinformation: An Insiders View", Pergamon-Brasseys, Washington, DC, 1985. Segundo suas declarações, "A Operação foi projetada para criar no público latino-americano uma prevenção contra a política linha dura americana, incitar demonstrações mais intensas de sentimentos antiamericanos e rotular a CIA como notória perpetradora de intrigas antidemocráticas". Outra fonte é o livro de Phyllis Parker "Brazil and the Quiet Intervention: 1964", Univ of Texas Press, 1979, onde fica claro que os EEUU acompanhavam a situação de perto, faziam seus lobbies e sua política com a costumeira agressividade, e tinham um plano B para o caso de o país entrar em guerra civil. Entretanto, não há provas de que os Estados Unidos instigaram, planejaram, dirigiram ou participaram da execução do "golpe" de 64. Embora as revelações tenham sido tornadas públicas em 79/85, a imprensa brasileira nada publicou a respeito não permitindo que a opinião pública tomasse conhecimento da mentira que durante anos a enganou. Apenas a revista Veja na sua edição nº 1777, de 13/11/02, publica a matéria "O Fator Jango" de autoria de João Gabriel de Lima, onde este assunto é abordado. Recentemente (3/7/2007), O Globo publicou com grande estardalhaço documentos que eram conhecidos desde 31 de março de 2004, aos 40 anos do movimento, quando a CIA desclassificou documentos da época que revelam um grande interesse da Casa Branca, do Departamento de Estado e da CIA no que estava por ocorrer no Brasil. Qual o interesse de "revelar" documentos já conhecidos há mais de 3 anos como se novidade fosse? Não sei, mas é mais uma peça de desinformação, pois o que demonstram é que havia planos para apoiar o movimento cívico-militar, o que já era sabido por todos que viveram aqueles tempos ou se interessaram em estudar.

A LUTA ARMADA E O AI-5

Finalmente, o mito de que brasileiros patriotas e democratas se levantaram em armas contra o "endurecimento da ditadura" através do Ato Institucional Nº 5, 12/68. A UNE, foco permanente de agitação esquerdista ficou acéfala com a fuga para o exterior do Presidente eleito em 1963, José Serra, hoje Governador de São Paulo e foi extinta pela Lei Suplicy (Lei Nº. 4.464, de 9/11/64). No mesmo ano, Alberto Abraão Abissamara, Presidente da UEE da Guanabara, tomou conta dos arquivos que sobraram e convocou um Congresso para julho de 1965 que veio a ser realizado no Centro Politécnico em SP no qual fui eleito Vice-Presidente de Intercâmbio Internacional. Em outubro fui preso em Fortaleza, o que impediu minha ida ao Congresso da União Internacional de Estudantes na Mongólia, onde seria traçada uma estratégia de recrudescimento da violência revolucionária na AL. Quando retornei ao Rio a Diretoria eleita naquele Congresso estava dissolvida só restando o Presidente, Antonio Alves Xavier, o Primeiro Vice, José Fidelis Augusto Sarno, Altino Dantas e eu. O primeiro estava tomado de uma megalomania revolucionária que fez com que nos afastássemos dele e Altino tomou seu lugar. Eu pensei que seria impossível levar avante a tarefa. Como me afastei, só vim a saber bem mais tarde que a missão que seria minha naquele Congresso da UIE era de denunciar o "reformismo e a conciliação" daquela entidade com os "imperialistas". A denúncia foi feita e há notícias de que 13 delegações se retiraram do Congresso, entre as quais a delegação da UNE, a chinesa, a cubana e uma delegação norte-americana, o que foi confirmado por Carlos I. Azambuja.

NOS "PORÕES DA DITADURA"

Fui preso pelo DOPS e encaminhado ao 23º Batalhão de Caçadores, em Fortaleza, onde permaneci durante dois meses. A única tortura a que fui submetido foi permanecer este tempo todo incomunicável. Fisicamente jamais me tocaram, pelo contrário, fui bem tratado, inclusive em função de uma diarréia inicialmente verdadeira e artificialmente "prolongada" por mim, passei a comer do cassino de oficiais. Vale recordar dois episódios, um hilário e outro que guardo com gratidão.

Terminado o IPM eu poderia sair do quartel mas como estava por chegar um Promotor do Superior Tribunal Militar para me re-inquirir para a instrução do processo junto ao STM, o encarregado do inquérito, Major Edísio Facó, sugeriu que eu ficasse no quartel entre os toques de recolher e o de alvorada. Criou-se um impasse: como ficariam meus pertences durante minha ausência? Na época eu estava no xadrez da Enfermaria e o Sargento encarregado encontrou a solução: trancou o cadeado e entregou-me a chave! Que eu saiba fui o único prisioneiro da história a ter a chave da cela!

O outro episódio se deu porque, apesar da incomunicabilidade, consegui que um soldado que terminara sua pena passasse um cabograma para meu pai avisando que eu estava preso. Meu pai era maçom tendo galgado todos os postos dentro da Ordem, menos o de Grão-Mestre. Mas o Grão-Mestre do Rio Grande do Sul era muito amigo e comunicou-se com o do Ceará, Sr. José Ramos Torres de Melo que foi me visitar sem poder falar comigo a não ser através do Chefe da S2 e quando saí tratou-me com um pai, emprestou-me a quantia que eu precisava para retornar ao Sul sem me permitir sequer passar um recibo - "entre irmãos isto não é necessário, sei que seu pai me pagará". Muitos anos depois, já nesta luta "do outro lado", vim a saber que se tratava do pai do General Francisco Batista Torres de Melo, Presidente do Grupo Guararapes.

DE VOLTA

De 66 - ano da Conferencia Tricontinental de Havana e da fundação da Organización Latino Americana de Solidaridad (OLAS) - a 68 participei, no Sul, das intensas discussões clandestinas sobre a luta armada conduzidas por militantes da AP treinados em Pequim. Em janeiro de 68, 11 meses antes da edição do AI- 5, a luta foi implementada por todas as organizações revolucionárias, menos o PCB. A AP "rachou", eu fiquei do lado contrário à maluquice da luta armada. Logo depois, mudou o nome para Ação Popular Marxista-Leninista do Brasil, o que já estava previsto no citado documento secreto desde 63/64. Como vários autores mais credenciados já têm se manifestado sobre isto, não vejo necessidade de mais para deixar claro que o AI-5 não passou de uma reação ao incremento das atividades revolucionárias, e não o oposto, como reza a "história oficial".

Um outro fator a influenciar minha decisão de sair foi quando, numa reunião do "Comando Zonal Sul - RS", discutia-se o caso de um militante recém "ampliado" que, por força de nosso apoio tornara-se Presidente de um importante Centro Acadêmico e dava mostras de "fraqueza ideológica" e independência de pensamento. Passou-se a discutir se num processo revolucionário aberto, que estava em preparação, alguém teria coragem de matar um "companheiro" ou ao menos dar a ordem para isto. Eu disse que teria coragem de dar a ordem. No momento, até a mim mesmo pareceu uma bravata, mas, mais tarde, pensando comigo mesmo fiquei horrorizado com a possibilidade de chegar a um ponto em que isto se tornaria inevitável: numa situação plenamente revolucionária pode chegar o momento do "ou ele ou eu". Isto aconteceu em final de 1967; logo em janeiro de 1968 fomos informados das preparações para a "luta armada contra a ditadura". Era a hora de dar o fora, o que fiz não sem sofrer ameaças por parte de meus antigos "companheiros".

Anos depois, ao re-encontrar a esposa de um antigo "companheiro", ela me contou que o mesmo tinha passado para a clandestinidade tornando-se um revolucionário profissional. Ela o acompanhara até o momento em que ele lhe mostrou a "necessidade revolucionária" de estar disponível para satisfazer sexualmente outros militantes clandestinos que não tinham como fazê-lo sem risco, fora da organização. Profundamente decepcionada ela o abandonara e voltara para sua cidade e sua família. Mas não pensem os leitores que isto é uma exceção: é a regra!

***

O estranho em tudo isto é que a esquerda vocifera com tremendo estardalhaço a necessidade de serem abertos os "arquivos da ditadura". Apesar de estarem no poder e terem autoridade para obrigar os Comandos Militares a abri-los, apenas seguem vociferando. Conheço inúmeros militares que desejam ardentemente que estes documentos sejam abertos, mas não podem fazê-lo sem ordem superior. Um deles, o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, vem tentando inutilmente discutir os fatos ocorridos naqueles tempos e não rejeita ser acusado; o que pede - e é de seu pleno direito - são provas e não boatos, fofocas, meros testemunhos sussurrados nas universidades, nas redações e nas reuniões sociais do jet set! Porém, parece que a intenção da esquerda é julgá-lo a priori, antes de ser condenado, só porque pertenceu à odiada "comunidade de informações".

Quem teme a abertura que tanto pedem by lip service são os que construíram esta mentira em toda a América Latina; temem que as novas gerações descubram que foram seus atos terroristas que levaram à auto-defesa dos governos militares das décadas de 60-70, e não ao contrário.

Os soldados brasileiros não têm de que se envergonhar. Comemorem o seu dia!



Nota do autor: Este artigo é uma versão revisada e ampliada de outro já publicado aqui (Desfazendo alguns mitos sobre 64).




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É inaceitável a falácia de vendilhões cínicos e mentirosos que banalizam as Instituições Nacionais, a impunidade e a violência.
Editor



Melhor visualizado com Firefox.
Firefox


http://spebrasil.com.br

Edição de hoje



http://apps.fiesp.com.br/pesquisas/cpmf/Cpmf.asp

"Quando os HOMENS vivem sem uma AUTORIDADE para impor RESPEITO, a VIDA se transforma numa GUERRA de todos contra todos! Não há lugar nem para o TRABALHO, pois seus frutos são incertos. E o que é pior : haverá sempre o MEDO e o GRANDE RISCO da morte violenta. A VIDA do HOMEM se torna pobre, triste, sem esperanças, BRUTA, e curta!"* THOMAS HOBBES *

ASSISTA AO VÍDEO “PRELÚDIO DA GRANDE VAIA"






Quem ocupa um cargo publico e faz apologia à IMPUNIDADE não respeita o cargo nem a si próprio, logo não merece respeito e NO MÍNIMO deve ser sempre apupado.

A pororoca civica é irreversivel não existem medidas de blindagem para a internet, só os gênios governistas petralhas não sabem disso. O apedeuta alienado se irritou novamente com manifestantes.


Foto revela que ministros do STF indicados na Era Lula tendem a aliviar a barra dos mensaleiros no julgamento


O CAOS DA SAÚDE
Uma criança de cinco anos morreu, na segunda-feira próxima passada, no HOSPITAL PEDRO II (HP II), a princípio, por complicações anestésicas. Interessante se faz destacar que o fato deu-se após o ato anestésico, quando a criança (SIC) principiou convulsões. Daí ocorreu o inusitado: o próprio hospital forneceu a Declaração de Óbito, dando como "CAUSA MORTIS" Parada Cardiorrespiratória. Tudo se deu enquanto aguardava-se uma vaga em UTI Pediátrica na rede estadual (?!). Tal fato mostra o grau de conivência e de suspeição da direção do HP II, uma vez que a Consulta-Parecer CFM nº. 3.684/2005 - PARECER CFM Nº 39/2005, assevera (palavras textuais): "(..)5 - Óbito ocorrido durante indução anestésica ou mesmo após o encerramento da cirurgia é juridicamente uma morte natural ou deve ser atestado por médico legista?(..)Questão 5(..)P: Óbito ocorrido durante indução anestésica ou após o encerramento da cirurgia é juridicamente uma morte natural ou deve ser atestada por médico legista?(..)R: Quando houver suspeita de dolo ou culpa, o corpo deverá ser encaminhado ao IML acompanhado de relatório médico consubstanciado e requisição de exame necroscópico assinado pela autoridade competente(..)". Claro está que algo de estranho ocorreu, uma vez que tratava-se de uma criança de cinco anos, candidata a uma cirurgia ortopédica - osteossíntese de fratura no braço (SIC). Era mister que o corpo daquela criança fosse removido para o INSTITUTO MÉDICO LEGAL AFRÂNIO PEIXOTO, para fins de necropsia médico legal; e mais, parada cardiorrespiratória não é "CAUSA MORTIS", porquanto se trata, tão-somente, de mecanismo de morte. Resta, então, a seguinte indagação: Por onde anda o Conselho Regional de Medicina DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, que nada fiscaliza e nunca intervém, quando se trata de casos havidos em órgãos públicos? A Presidente do CREMERJ somente tergiversou a respeito do assunto quando deu entrevista à imprensa televisiva.

O doutor Sérgio Cortes que, há muito, encarna o papel de "paladino da saúde" no Brasil, e hoje ocupa o cargo de Secretário de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, tome enérgicas providências e, efetivamente, mostre a que veio, uma vez que, decorridos nove meses do questionável e incompetente governo Sérgio Cabral, a saúde no Rio de Janeiro encontra-se de mal a pior.

Dr. Leví Inimá de Miranda - CEL MED REF (EB)

Perito Legista licenciado da PCERJ

A DESORDEM URBANA
É por demais sabido que banheiros que contêm aquecedor à gás hão de possuir janela para ventilação - área de ventilação mínima de 600 cm² -, porta com veneziana ou treliça - área de ventilação mínima de 200 cm² - ou corte mínimo de 3 cm na parte inferior da porta, o que resulta numa área de ventilação de 200 cm². Paralelamente, a chaminé tem de possuir, no mínimo, 35 cm de comprimento para cima e 2 m, no máximo, lateralmente; bem como a saída da chaminé, na fachada, tem que ser do tipo "T". O banheiro onde se deu a tragédia que vitimou as crianças Kawai Baisotti, de 12 anos, e Keilua Baisotti, de 6 anos, era absolutamente irregular, porquanto não possuía janela de ventilação e a saída da chaminé, na fachada, não era em "T" - a imprensa não noticiou se havia ou não veneziana ou treliça na porta do banheiro. Daí, fica a indagação: Quem são os responsáveis? A resposta é tão clara e cristalina quanto água de rocha. A Prefeitura é que concede o "habite-se"; e no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) há um engenheiro denotado na Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro já se pronunciou asseverando que não inspeciona unidades residenciais, mas somente o projeto. Por outro lado, quando da conversão para gás natural, decerto a Companhia Estadual de Gás (CEG) "esteve" naquele Apart-hotel, "vistoriou" todas as instalações e todas as unidades residenciais. Assim, temos como responsáveis a Prefeitura, o engenheiro responsável pela construção daquele Apart-hotel e a CEG. Simples; muito simples torna-se determinar os responsáveis pelas duas mortes e outras mais que já ocorreram em nosso estado do Rio de Janeiro, anteriormente. Claro está que as mortes deram-se devido a intoxicação por monóxido de carbono (CO), resultante da combustão do gás, o qual tem 12 vezes mais avidez pela hemoglobina que o próprio oxigênio. Até quando pessoas inocentes, mais que inocentes, incautas, morrerão por irresponsabilidades da Prefeitura, de engenheiros e da própria CEG. Aquele Apart-hotel jamais deveria receber o "habite-se". Isto é fato. De agora em diante veremos o mesmo lugar comum: um inquérito policial displicentemente conduzido, conclusões estapafúrdias e, por fim, ninguém será indiciado, denunciado, processado e condenado. E a família levará anos e anos numa ação cível indenizatória, que, se for ganha, resultará em inúmeros recursos previstos na lei para, por fim, ser paga com títulos precatórios. Essa é a "Pindorama" em que vivemos, que muitos teimam em chamar de Brasil.

Dr. Leví Inimá de Miranda - CEL MED REF (EB)

Perito Legista licenciado da Polícia Civil/RJ

Recordar faz bem

O flamenguista Presidente Emílio Garrastazu Médici, quando aparecia no Maracanã, sem seguranças para assistir a um jogo, era sempre aplaudido.

Terminado seu mandato, Médici retirou-se para a vida privada, pobre o humilde como sempre foi, indo residir no apartamento simples que adquirira durante a sua carreira militar.

Ao término do seu governo, Médici foi convidado para assumir a Presidência da Petrobras, tradicional cabide de emprego.

Mas recusou o convite afirmando que "Nada entendia de petróleo".

Conclusão: o ex-presidente, que a esquerda acusa de ter sido o ditador mais feroz, tinha padrões de conduta éticos muito superiores ao de presidentes e de colegas de farda que o sucederam no Comando do Exército...

Como bem estampou em uma camiseta o ex-presidente e hoje senador Fernando Collor de Mello, “o tempo é o senhor da razão”.


Taliban do Palácio do Planalto começa seu ensaio, com aval do 4o. andar. Leia mais..

Presidente Lula durante uma das reuniões do Foro de São Paulo. Grande mídia ignora os fatos, mas o MSM não.




ATAS do Foro de São Paulo atualizadas, no MSM
Editoria MSM

RODEIO DA INDEPENDÊNCIA
Não, nós não estamos em véspera de eleição e o país não tem lá muita coisa para comemorar em termos de independência e muito menos de patriotismo. Sim, a presidência da república contratou uma "empresa especializada para a realização de logística das ações comemorativas da Semana Cívica e do desfile de 7 de Setembro", em Brasília. Especializada? Sim, senhores! A empresa especializada é uma firma promotora de rodeios e vaquejadas, que aluga palanques e arquibancadas para eventos pecuários pelo Centro-Oeste. Tudo a ver com as festividades cívicas! Afinal, a João Palestino Eventos ? nome da conceituada empresa ? doou dinheiro para a campanha eleitoral do PR , o partido do nosso vice-presidente da república, que é chefiado, em Goiás, por ninguém menos que o deputado Sandro Mabel. Sandro Mabel? Esse nome não me é estranho... Lembrei! Mabel é aquele (ou mais um daqueles) deputado que escapou da cassação por corrupção.
 Lembrete sem importância: a João Palestino Eventos já esteve envolvida
em processos de superfaturamento no Tribunal de Contas de Goiás (mas, eu
não sei no que deram).
Querem saber mais? Acessem o site do Diário do Nordeste
(http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=459879
e o site da Força Aérea
(http://www.fab.mil.br/imprensa/enotimp/2007/07-JUL/enotimp198.htm
que traz matéria extraída da Folha de São Paulo. Tem notinha na coluna
do Anselmo Góis também
http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/post.asp?cod_Post=69530&a=98.
Christina FontenelleE-MAIL: Chrisfontell@gmail.com
BLOG/artigos: http://infomix-cf.blogspot.com/
BLOG/Série CAI O PANO: http://christina-fontenelle.blogspot.com/
BLOG/Nossa VOZ: http://infomix2.blogspot.com/
BLOG/CRISE AÉREA: http://acidentetam2007.blogspot.com/
BLOG/A CRISE DAS VAIAS: http://acrisedasvaias.blogspot.com/


QUE VERGONHA!

O “DONO” DA CATEDRAL DA SÉ, É MAIS ÍNTIMO DO DEMÔNIO


Igreja veta ato do 'Cansei' na Catedral da Sé
A arquidiocese divulgou nota dizendo que o arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer,
não autorizou o ato.

O Cansei informa agora através de seu blog que o ato está mantido, mas na Praça da Sé, em frente à catedral. Nota da Arquidiocese de SP diz que não encabeça e nem organiza o evento.

PCC encomendou Missa dentro da Catedral da Sé
MAS O MOVIMENTO “CANSEI” NÃO PODE
No dia 16 de novembro, o PCC mandou rezar uma missa. Na mesma Igreja da Sé que rejeitou o Cansei. Oficialmente, a cerimônia tinha sido encomendada por mulheres de presos. Conversa. E os padres não viram mal nenhum naquilo.

Com freqüência, por meio da Pastoral da Terra, a Igreja acaba apoiando verdadeiros atos criminosos dos ditos sem-terra. E, também nesse caso, os padres de passeata não vêem problema em se meter em questões mundanas, terrenas, leigas. O sacerdote que escolhe a quem ministrar a salvação e a quem garantir a proteção e o apoio da Igreja está negando a palavra de Cristo e o princípio fundamental da Igreja Católica — que fala a todo mundo, jamais aos eleitos.

A teologia que distingue o pobre do rico (ou classe média) é mais íntima do demônio do que de Deus porque separa, em vez de unir, os homens. Deus não olha andrajos nem mantos dourados. Aliás, não olha nem mesmo templo.

Sendo dom Odilo cristão, católico, sabe que, em qualquer lugar se pode Invocar o Senhor. Assim, ele poderia ser menos “dono” da Catedral da Sé. Espero que tenha ao menos o bom senso de ir à praça, levar aos que estiverem lá uma palavra de esperança.

Envie sua mensagem de repúdio à atitude discriminatória de dom Odilo Scherer para estes endereços da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil: Por
Reinaldo Azevedo

Secretário Geral: Dom Dimas Lara Barbosa -
secgeral@cnbb.org.br

Subsecretário Geral: Pe. Jose Luiz Majella Delgado -
subsecgeral@cnbb.org.br

Assessoria de Imprensa
: Pe. Geraldo Martins Dias -
imprensa@cnbb.org.br

Assessoria Política: Pe. José Ernnane Pinheiro -
politica@cnbb.org.br

Ela acabará em dezembro de 2007 e existe um projeto de lei para continuá-la por mais 4 anos!

Preencham o Abaixo assinado:

http://apps.fiesp.com.br/pesquisas/cpmf/Cpmf.asp

São necessárias 1 milhão de assinaturas para um plebicito! Por enquanto só há 250.000 assinaturas. VOTEM!!!

Vamos fazer nossa parte!




Desmistificando a democracia

O foco no chamado “direito positivo” e a sublimação do poder da maioria pelo voto – que não é outra coisa senão a transformação da democracia num fim em si mesma - têm proporcionado aos próceres do esquerdismo um poderoso argumento para justificar os mais grotescos espetáculos de tirania, onde as mais comezinhas regras universais de justiça são postas de lado, em favor de abstrações, como “justiça social”, “interesses do povo” ou “bem comum”.
Não devemos nos iludir: uma nação é livre não porque elege os seus representantes pelo voto direto, mas porque os direitos naturais universais dos seus indivíduos – vida, liberdade e propriedade - estão todos devidamente protegidos. Leia mais

Crise Moral
Chega a ser curioso entender como ocorre a manutenção de Lula no poder, especialmente frente a tantas denúncias de corrupção, uma profunda incompetência administrativa e inclusive deboches de membros de seu governo em relação ao povo. Entretanto, se analisarmos com atenção, perceberemos que os arquitetos políticos do petismo entenderam há muito tempo como operar os instrumentos de conservação do poder e aqui reside um ponto muito perigoso que ainda não foi percebido com a devida atenção.

A política brasileira chegou a seu nível mais baixo durante o governo Lula. No Brasil, onde há muito a política deixou de ser um embate de idéias e projetos, recentemente se tornou uma simples disputa de poder que reveste um balcão de negócios. A política nacional possui um modo de operação próprio, com leis não escritas. O círculo mais próximo do presidente Lula sempre entendeu esta sistemática. O petismo sempre soube navegar na águas da política brasileira, muito mais do que se imagina. Para isso criou uma rede de atração de movimentos ditos sociais, sindicatos, ONGs e outros partidos sob um forte e determinado comando central, com o objetivo de mobilizar, pressionar, colocar pessoas nas ruas e apresentar uma face popular, vendendo de forma convincente a bandeira da ética. Quando este grupo soube tocar a classe média, se instalou no poder. Acomodou os sindicatos e demais movimentos em suas hostes criando mecanismos formais de financiamento por intermédio do Estado.

Este mesmo grupo soube acomodar-se no poder. Se de um lado foi fácil alocar os colegas dos tais movimentos sociais em suas hostes e linhas de financiamento, o mesmo foi realizado com muitos dos grandes grupos empresariais do País, cooptados por favores, benesses e reservas de mercado.

Fechado o sistema em suas duas pontas, somente faltava amarrar uma delas, o poder político. Muitos dos que serviram FHC, agora servem a Lula, sem qualquer constrangimento moral ou ético. Isto não acontece por qualquer sentimento de dever cívico, mas pela sede de poder e as facilidades que o mesmo proporciona. No Congresso Nacional a cooptação política ocorreu inchando o número de ministérios, multiplicando os gastos e garantindo uma sustentação confortável para o governo no Parlamento. Todo este processo ainda alimentado por pagamentos periódicos em dinheiro para partidos e congressistas, o chamado mensalão. Fechado o círculo, o sistema passou a se auto-proteger e nem o mais grave escândalo consegue penetrá-lo. Neste ponto surge um problema também de ordem moral.

Bolsa família aos pobres, financiamento formal do Estado aos tais movimentos sociais, reserva de mercado e subsídios aos grandes empresários amigos, lucros recordes aos bancos e divisão de cargos com políticos. Esta é a equação da manutenção do governo Lula no poder.

Fernando Henrique entendia o funcionamento do sistema, entretanto, realizou um blindagem em setores estratégicos de seu governo, barganhando espaços em outras áreas. Collor, ao contrário, entrou em choque com todas as pontas do mecanismo de sustentação e aí está a verdadeira causa de sua queda. Assim como o caso que politicamente derrubou Collor, existiram muitos outros, piores, mais profundos e vergonhosos nos governos de FHC e Lula. A diferença é saber quanto um Presidente está disposto a entregar de sua integridade e do País para se manter no poder. Uns chamam isto de inteligência política, outros de falta de honradez.

A face mais perigosa do governo Lula está em três aspectos neste momento. A falta de competência administrativa está mais evidente, já que este é um governo dividido entre amigos sem competência e políticos sem escrúpulos, uma combinação macabra, que somente no setor aéreo já é responsável por mais de 350 mortes em apenas 10 meses. Outro aspecto é a ameaça institucional. Quando o Presidente adverte que ninguém consegue colocar mais pessoas na rua do que ele, temos um problema. A rede criada pelo petismo e alimentada com dinheiro público é o instrumento que ele menciona e a radicalização pode levar o Brasil a repetir a experiência recente da Venezuela. A senha foi dada quando Lula ameaçou: “o que vem depois da democracia é muito pior”. O terceiro aspecto está na falta de capacidade aparente de reação, já que o petismo cooptou desde a redemocratização, e principalmente agora, o monopólio do protesto, sob sua influência e financiamento.

A convivência com as cotidianas denúncias de corrupção e deboches infelizmente já fazem parte da vida do brasileiro. Nunca antes pessoas que exercem cargos de tamanha relevância zombaram tanto do povo com tanta certeza da impunidade. A excessiva tolerância da população frente ao que ocorre no País fragiliza as instituições democráticas, além da nossa dignidade como povo. O Brasil vive uma crise moral, desde que passou a associar democracia com passividade e liberdade com esculhambação e impunidade. Infelizmente não possuímos um poder político oposicionista real, especialmente líderes com visão estratégica e práticas sólidas e coesas. Poucos são os sérios e determinados. Somente a classe média, maior vítima do petismo, mostra sinais de reação. É talvez o último aceno de esperança, já que não consigo imaginar onde, depois disso, será encontrado qualquer vestígio da reserva moral de nossa nação.

Artigo redigido em 10.08.2007

Em Viena, Áustria.

* Márcio Chalegre Coimbra. Analista político. Pesquisador do Hayek Institut em Viena, Áustria. Membro da The Mont Pèlerin Society.

É editor –chefe do site Parlata (www.parlata.com.br) e edita o Blog Diários do Velho Mundo (http://marciocoimbra.blogspot.com).

Portal Terra FAZ CORREÇÃO SOBRE NÚMERO DA MANIFESTAÇÃO “FORA LULA”
Ao contrário do que foi publicado anteriormente pelo Terra, no dia 4 de agosto de 2007, às 15h52, cerca de 10 mil pessoas participaram da manifestação. O número de 200 manifestantes foi passado inicialmente pelo Centro de Gerencimento de Tráfego (CET) e atualizado na matéria, mas não na legenda da galeria de fotos. A informação foi corrigida no dia 8 de agosto, às19h.

“Movimento Contra a Impunidade e a Corrupção”

A cidadania gaúcha deu, no dia 13 de julho, o primeiro passo para um combate efetivo à impunidade e à corrupção que assolam o país. A partir do slogan “Agora chega!”, representantes e afiliados de 72 entidades da sociedade civil, organizadas e lideradas pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Rio Grande do Sul (OAB/RS), lotaram a Esquina Democrática, no Centro de Porto Alegre, no ato público chamado de “Movimento Contra a Impunidade e a Corrupção”,
ocorrido ao meio-dia. A Esquina Democrática, tradicional palco de manifestações populares, reviveu seus momentos históricos, que em várias ocasiões marcaram a trajetória política brasileira. "É chegada a hora de a população sair às ruas para dizer que não agüenta mais assistir passivamente aos escândalos que envergonham a Nação e ferem os compromissos constitucionais das instituições" , destacou Lamachia.

A zona é geral -
Nelson Jobim aparece vestido com uma farda camuflada do Exército Brasileiro, em cuja gola se destacavam as insígnias de general-de-Exército

O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, cometeu crime de “Usurpação e do Excesso ou Abuso de Autoridade”, por “usar, indevidamente, uniforme, distintivo ou insígnia militar a que não tinha direito”. O crime por ele praticado está previsto no Capítulo IV, artigo 172, do Código Penal Militar. O Decreto-Lei nº 1.001, de 21 de outubro de 1969, ainda está em vigor, até aviso em contrário. O Superior Tribunal Militar não pode se omitir neste caso politicamente embaraçoso.
Se fosse denunciado, indiciado, julgado e condenado pelo STM, Nelson Jobim poderia pegar detenção de até seis meses. A mesma punição seria aplicável aos militares que o induziram a cometer tal crime ou foram lenientes com a situação fora da lei. Sorte do poderoso presidente aposentado do Supremo Tribunal Federal que as leis não são aplicadas, rigorosamente, no Brasil. Principalmente, contra os poderosos de plantão ou na moda.


Olha a rataria se preparando para ir ao butim de Furnas

Da coluna Painel da Folha de S.Paulo, hoje:

A nomeação de Luiz Paulo Conde para Furnas já rende ao governo mais do que a retomada da tramitação da CPMF na Câmara. Ontem, o outrora rebelde Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente interino da CPI do Apagão Aéreo, comandou a obstrução à votação de todo e qualquer requerimento indesejado pelo Palácio do Planalto, em especial os depoimentos de José Carlos Pereira, que saiu atirando da Infraero, e da diretora da Anac Denise Abreu, alvo do brigadeiro.

Com a reconversão de Cunha ao governismo, os aliados acreditam ter emparedado de vez a oposição na CPI. A ponto de já admitirem, nos bastidores, levar Denise "mais adiante" à comissão. Só para constar."


ASSISTA AO VÍDEO “PRELÚDIO DA GRANDE VAIA"


POBRES TRAÍDOS SUSTENTAM O GOVERNO

Aprendendo com os fatos de um passado recente
“Nas primeiras ações, pegamos o inimigo de surpresa e ele acreditou que se tratavam de simples marginais.Ele perdeu um ano seguindo pistas falsas.Quando descobriu seu erro, era tarde demais. A guerra revolucionária havia começado”. Carlos Marighella in “O papel da ação na organização revolucionária”, maio de 1969. Mentiram, mentiram todos, mentiram sempre e continuam mentindo. As palavras de Marighella, o “ideólogo do terror”, hoje mais do nunca fazem todo o sentido. Não são apenas “marginais” os envolvidos nos escândalos: são revolucionários comunistas e estão se preparando para concluir o que foi abortado no passado. E, se nada fizermos, vão conseguir. Leia mais

“NUNCA NESSE PAÍS SE RELAXOU E GOZOU TANTO”

A frase acima foi manchete do Jornal Comunidade, nº 973, semana de 21 a 27 de julho de 2007, editado e distribuído em Brasília. Engenhoso, o autor se valeu da calinada da conhecida criatura, e a uniu às nefastas ocorrências do diário nacional, onde predominam o roubo, a obscenidade, o deboche e a até morte. Esse é o preço a pagar por essa democracia de lassidão, quando se admite chefias charlatãs, rapinantes, hipócritas e até obscenas.

Essa é a resposta natural de quem acredita em eleições cuja maioria de votantes é composta do famoso “homem-massa” de Ortega Y Gasset: “Esse homem-massa é o homem previamente despojado de sua própria história, sem entranhas de passado e, por isso mesmo dócil a todas as disciplinas chamadas internacionais ...só tem apetites, crê que só tem direitos e não crê que tenha obrigações ...”

O voto do analfabeto, do imaturo e outros só nos levou ao abismo. Tal ocorrido em Atenas, quando Sócrates foi condenado à morte para satisfazer o despeito dos incompetentes, iguais aos de hoje no Brasil. Cristo foi o primeiro a nos mostrar a dificuldade de romper a imbecilidade coletiva. Em Mateus 13, ELE explica aos discípulos ser necessário pregar por parábolas na esperança de ser entendido, ao menos por alguns bem poucos.

Quem não O entendeu, ou se negou a entender, mais adiante O trocou por Barrabás, ídolo popularesco da laia do poviléu idiotizado. Assim também é aqui, os pacóvios empurrados pela falsa propaganda, sempre preferem um barrabás, porém só vêem o erro – se o vêem – após a esbórnia se tornar incontrolável. Cícero apontou o óbvio ao referir-se à democracia das liberdades sem peias. Escolha-se ao acaso quem pilotará o navio – sem exigir dele a necessária experiência – e, sem dúvida, a nave jamais chegará ao destino.

No Brasil de hoje, a classe média foi condenada a morrer, seja por desastres, seja pelos assaltos, seja pelo aumento dos impostos, seja pelo congelamento dos salários. Os governos espalham a impostura com as vestes da verdade, ridicularizam o estudo, valorizam a nulidade, omitem-se e debocham das conseqüências, cultivam a estúpida igualdade para substituir o sábio pelo ignorante, fazem tabula rasa dos seculares conceitos de ética, honra, moral, família e demais.

Sem partidos bem estruturados e leais para nos defender, sem líderes do talante de Carlos de Lacerda ou Otávio Mangabeira, sem lema ou Norte para nos unir, só nos resta esperar o “entredevoramento” lá deles, na luta para conseguir cargos e enriquecer num piscar de olhos. Pois nos dias de hoje, nada há contê-los.

O quadro atual nos obriga a lembrar da época de Getulio, no tempo do “mar de lama”. À época, desabafou Vital Pacífico de Passo: “O quadro que o Brasil oferecia / Pungia, desoláva-nos a todos. / Nos altos do Palácio estuava a orgia; / Fluía nos baixios o mais vil dos lodos. / Ali, o anjo da Morte a morte urdia. / Em suma, igual padrão de lama e lava / Escravos e senhores nivelava.”

Kurt Pessek

kconsult@terra.com.br

Blogueiros esquerdistas solitários: sempre que faltarem leitores, denunciem a “conspiração fascista de extrema-direita”. Comentários injuriados não podem ser piores que a fria indiferença da audiência a seus genuínos esforços de doutrinação ideológica.

Crise assombra o mundo, mas Mantega não vê risco
OTIMISMO IRRESPONSÁVEL – Por Arnaldo Jabor
Oxalá, Deus queira, tomara que os homens do governo Lula estejam certos em não se preocupar com a crise dos mercados internacionais. O que inquieta é que essas pessoas otimistas e seguras de hoje foram contra o Plano Real em 94, tentaram impedir a Lei de Responsabilidade Fiscal e se recusaram a fazer as reformas que complementariam o plano antiinflação.

Estão otimistas e felizes, mas não fizeram enxugamento nos gastos públicos. Ao contrário, aumentaram-nos em todas as áreas, com a contratação de mais de 40 mil novos funcionários.
A economia mundial esteve até agora num mar de rosas, e isso tem mimado a administração deste governo: "Tudo bem, pode gastar que a economia esta jóia!”. Que Deus nos livre das crises mundiais que enfrentamos entre 95 e 2000 – México, Turquia, Ásia, Rússia, Argentina... em 93, a inflação foi de 2.500%. Lembram de como eram os supermercados?

O terrível não é o que não estão fazendo com essa chance que houve ate agora. O triste é pensar no que poderiam ter feito. Que Deus nos livre do otimismo irresponsável! O Globo

GOVERNO JÁ PODERIA ABRIR MÃO DA CPMF
BASTARIA CORTAR GASTOS
Leia matéria no
jornal o Globo. O Lula move mundos e fundos para aprovar a prorrogação da CPMF até 2011, alegando que a taxa é indispensável para a manutenção dos programas esmolísticos de seu desgoverno. Especialistas, no entanto, afirmam que o Brasil já tem condições de viver sem este tributo insano, desde que se faça um controle rígido dos gastos públicos. Imagine se o apedeuta e sua corte de sem vergonhas - que já torraram R$ 36 milhões só este ano nos cartões corporativos - se eles vão ter algum respeito pelo nosso suor e trabalho? O Lula odeia os brasileiros trabalhadores e decentes. Por Gaucho/Gabriela

Desistir. jamais!

Recebi, como recebo sempre essa época do ano, convites para a entrega dos
correspondentes espadins àqueles alunos que vão iniciar seus cursos nasAcademias Militares do Exercito, Marinha e Aeronáutica .
Não posso ir a todas, mas sempre que posso, gosto de ver aqueles meninos e agora meninas, entrando pelo Portão do respectivo estabelecimento de Ensino Militar, garbosos, fardados, marchando em perfeita sintonia com o Hino que cantam da sua Instituição.
Gosto de ver , estampado nos rostos das famílias e dos seus amigos que lá comparecem, o sorriso do orgulho face ao sacrifício que certamente fizeram mas que agora saboreiam a vitória alcançada.
Gosto de sentir a emoção do patriotismo e de ouvir o juramento de lealdade que fazem. Gosto, enfim, de presenciar aquele momento da entrega de suas vidas, ainda que de inocente experiência mas de profunda e irrevogável esperança, a uma carreira de imensos sacrifícios, de total e absoluta dedicação a serviço do meu País.
Porém, passado aquele momento de festa e de grande emoção, me pego a pensar, com a experiência que tenho, somada a situação que vivemos hoje, sobre o que os aguarda no futuro, e confesso que fico bastante irrequieto, temeroso até.
Aqueles jovens, ainda puros, não sabem que vão estudar ( e como vão estudar, durante toda a carreira ) tudo sobre a arte da guerra e do combate e vão conhecer e aprender tudo sobre equipamentos e instrumentos militares, os mais modernos do mundo, mas que na realidade nunca irão manusear porque, no nosso País, não se acredita ser necessário a compra de armamento equipamento militar para ficarmos em igualdade bélica a outras nações.
Vão aprender a cumprir e obedecer a Lei ( e o farão cegamente, tenho certeza ) mas assistirão, dia após dia, ela não ser cumprida, ser desrespeitada, ser usada para beneficiar alguns poucos em detrimento de muitos.
Vão aprender sobre dever, pundonor e decoro, sobre ética, palavra ultimamente retirada do dicionário brasileiro. Vão saber tudo e praticar a verdade. Tudo sobre dignidade pessoal, sobre imparcialidade e educação, e vão constatar que esses preceitos inalienáveis estão esquecidos da sociedade brasileira.
Não vão entender, nunca, porque preparam-se, por toda a carreira,para dedicarem-se e ser fiel à Pátria, cuja honra, integridade e instituições deverão ser defendidas mesmo com o sacrifício da própria vida e têm, mesmo assim, seus vencimentos tão diferenciados de outros funcionários públicos que nunca deram nem vão dar nada ao País, pois dele só querem benesses, vantagens e lucros e o que é pior, porque ninguém faz nada a respeito e calam-se diante dessa imoralidade.
O que podemos dizer a esses ilustres jovens militares. Não desistam. Os certos não devem mudar e sim os errados. Podem ter certeza de que milhares de pessoas estão do lado de vocês. Um dia, não se sabe quando, mas com certeza esse dia já esteve mais longe, as pessoas de bem desse País vão se pronunciar, vão se apresentar, como já fizeram em um passado não muito longe, e aí sim, as coisas vão mudar, o sol da democracia e da Justiça brasileira vai voltar a brilhar.

Olympio Junior
Ministro do STM

Tarso Genro: Ministro da Justiça, ou capitão do mato a serviço do Senhor cubano?
É o dono do matagal
É guardião do embornal
É o chefe da guarnição.
Ele é da casa real
Ele é quem briga com o mal
Ele é o meu Capitão ...
(Paulo César Pinheiro/Vicente Barreto



Luiz Inácio, que o PT ardilosamente transformou no símbolo do “humilde operário”, passando assim a idéia subliminar de que ele é uma vítima do sistema, um representante autêntico dos trabalhadores explorado pelos patrões, ou seja, a imagem viva da luta de classes, mostrou claramente o vezo autoritário que, aliás, é inerente a seu partido. Com estilo palanque em fúria ele atacou as vaias sofridas primeira vez e ameaçou os movimentos sociais que estão brotando espontaneamente. Pontificando sobre democracia, conceito que é alheio a um partido como o PT, ele afirmou: “ninguém neste país sabe colocar mais gente na rua do que eu”.

Do Blog do Noblat:

Oposição dos outros é golpe

Quer dizer que quando o PT gritava "Fora, FHC" e corria atrás dele para vaiá-lo, fazia apenas oposição - dura, mas democrática?

Mas quando o Maracanã vaia Lula, o pessoal da região dos Jardins, em São Paulo, grita "Cansei", e a mídia atribui ao governo parte da responsabilidade pela tragédia de Congonhas, é golpe? Ou tentativa de golpe?

Sei.

Então me respondam: E quando Lula, assim do nada, cita o golpe militar de 64 e diz que ninguem mais do que ele é capaz de pôr gente na rua, o que isso significa?

Não respondam. Eu sei.


O silêncio dos inocentes
por Heitor De Paola em 03 de agosto de 2007


Nada sabe e foi traído

Entra escândalo, sai escândalo, e o discurso é o mesmo: “Eu não sabia”, ou “Fui traído”. Desde 2004, quando Waldomiro Diniz foi flagrado pedindo propina a um empresário, o presidente Lula viu vários assessores, ministros e aliados envolvidos em denúncias, mas sempre se eximiu de responsabilidade.

Em agosto de 2005, em meio à crise do mensalão, Lula afirmou que não sabia de nada, se disse traído e nunca esclareceu por quem: “Quero dizer a vocês, com toda a franqueza: me sinto traído. Traído por práticas inaceitáveis das quais nunca tive conhecimento.

Estou indignado pelas revelações que aparecem a cada dia e que chocam o país.” No escândalo da tentativa de compra de um dossiê contra tucanos, ano passado, Lula se comparou a Jesus e a Tiradentes, dizendo que, como eles, também tinha sido traído: “Não me assustam a gritaria e o denuncismo deles, até porque não será o PT o único partido a ter companheiros que cometem erros. Numa mesa de 12, um traiu Jesus Cristo e, na mesa dos inconfidentes, um traiu Tiradentes.

Mas as idéias deles permaneceram”.

© CopyRight O Globo Online 03/08/07







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É inaceitável a falácia de vendilhões cínicos e mentirosos que banalizam as Instituições Nacionais, a impunidade e a violência.



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O INSUPORTÁVEL BRILHO DOS ESTADOS UNIDOS

LULA AFRICANER

Continuaremos pagando o alto preço do despreparo e da incompetência

Não há dúvidas de que o (des)governo de Luiz Inácio da Silva deseja acabar com todo e qualquer valor moral e ético da sociedade brasileira.

Senado prestes a aprovar perseguição religiosa

Não se engane, não é agente de Bush. É o podero so chefão do Primeiro Comando da Capital Federal

Mercado futuro eleitoral?

Chega de Impunidade!

O que se espera do Alto Comando do Exercito?

Revista com coletânea de artigos do jornalista e filósofo Olavo de Carvalho será lançada em espaço cultural na capital paulista

Cabeça de papel

Muito além do aceitável

Saindo à francesa

Dom Ivo, o envolvimento comunista e o sucesso da Igreja Pentecostal

Guerra Fria para idiotas

Lição de Lênin para Chávez

Censura e Imprensa

Soberania e Paz

Fórum Social, “bomba atômica” e estrabismo político

O espetáculo da mediocridade de uma sociedade quase apátrida

TAMANHO NÃO É DOCUMENTO

O bloqueio de bens do PT

Cadáver politicamente insepulto


Enquanto a sociedade continuar apática os aproveitadores continuarão a se locupletar



Melhor visualizado com Firefox.
Firefox




http://spebrasil.com.br

Edição de hoje

via I M P U N I D A D E - VERGONHA NACIONAL by MiguelGCF on 8/13/07

"Quando os HOMENS vivem sem uma AUTORIDADE para impor RESPEITO, a VIDA se transforma numa GUERRA de todos contra todos! Não há lugar nem para o TRABALHO, pois seus frutos são incertos. E o que é pior : haverá sempre o MEDO e o GRANDE RISCO da morte violenta. A VIDA do HOMEM se torna pobre, triste, sem esperanças, BRUTA, e curta!"* THOMAS HOBBES *


Quem ocupa um cargo publico e faz apologia à IMPUNIDADE não respeita o cargo nem a si próprio, logo não merece respeito e NO MÍNIMO deve ser sempre apupado.

DIZEM POR AÍ É QUE: "QUEM TEM BOCA VAIA LULA".

AS IMAGENS NÃO MENTEM !

Votem NÃO para a continuidade da CPMF.

Ela acabará em dezembro de 2007 e existe um projeto de lei para continuá-la por mais 4 anos!

Preencham o Abaixo assinado:

http://apps.fiesp.com.br/pesquisas/cpmf/Cpmf.asp

São necessárias 1 milhão de assinaturas para um plebicito! Por enquanto só há 250.000 assinaturas. VOTEM!!!

Vamos fazer nossa parte!




Ah Tá! Então Elle Não Sabia...

Se existe uma pessoa que não sabe de nada, esta pessoa é Loola da Silva.

Uma matéria publicada hoje no site do Estadão informa que Loola afirmou que o seu governo não tinha conhecimento da gravidade dos problemas no setor aéreo brasileiro.

Desde o seu primeiro mandato como presidente da República, sempre que a situação se complica e Loola da Silva é cobrado, a resposta é sempre a mesma: "não sabia". E hoje não foi diferente.

Loola chegou a dizer que em cinco eleições para a Presidência da República de que participou, a questão aérea nunca foi debatida. Mentira! No debate entre Elle e Alckimin na TV Bandeirantes, na campanha passada, o próprio Loola diz que Alckmin deveria agradecê-lo pelas obras realizadas no aeroporto de Congonhas. Duvida? Então clique aqui e veja.

E tem mais! Em 2003, o então Ministro da Defesa, José Viegas alertou o Planalto que o sistema aéreo brasileiro corria risco de colapso, caso investimentos não fossem feitos. Está tudo aqui, numa matéria publicada pelo jornal Correio Brasiliense.

E o asno de Garanhuns não sabia...



Os vivos e os mortos

http://www.youtube.com/watch?v=zKWE4o5Htdk&eurl=http%3A%2F%2Fveja%2Eabril%2Ecom%2Ebr%2Fblogs%2Freinaldo%2F

Acima, está o vídeo com os brasileiros que foram às ruas exigir respeito. Muitos carregam as imagens de seus mortos, para escândalo da Velha Senhora, de quem falo abaixo, e da parcela do jornalismo que exige da “burguesia” velórios silenciosos. A música, como já observou Diogo Mainardi, é a indizível marcha de Geraldo Vandré. Mas vá lá. Talvez não seja má idéia os inconformados se apropriarem de um hino da esquerdopatia para representar, desta feita, os neo-oprimidos do Brasil. Não deixa de ser uma ironia macabra da história. No sábado, tem mais vaia.

Por Reinaldo Azevedo



MOVIMENTO NACIONAL !!!

Para "contabilizar" estas manifestações, foram oferecidos 3 meios:
(a) um número de telefone local : 4002-8988;
(b) um site *www.queromaisbrasi
l.com.br* e
(c) assinaturas nas lojas do grande varejo que começarão em breve.

Se este movimento ganhar força, teremos uma ótima chance de fazer uma pressão organizada por mudanças. Apoiam o movimento 150 entidades das mais variadas (como OAB, FIESP, Força SIndical,etc.) e o conselho é formado por pessoas como Bernardinho, Viviane Senna, Jorge Gerdau, etc.No entanto, todo o trabalho feito até agora, e todo o apoio que a mídia se comprometeu a dar, só será transformado em pressão positiva se o povo participar. Por isto, peço a você que: 1. Se manifeste AGORA (ligue para 4002-8988 ou acesse o site: www.queromaisbrasil.com.br e deixe sua mensagem AGORA; 2. Envie este email para pelo menos 10 amigos seus e peça que eles façam o mesmo AGORA. Se tivermos milhões de manifestações vai dar certo. Faça isto agora. Você não perde nada e aumenta as chances deste movimento dar certo. Vamos nos dar as mãos para passar este país a limpo. Tem gente séria por trás, e a sua participação é importante.


Lula cita 64 ao rebater as críticas
Irritado com vaias contra o governo, o presidente Lula comparou seus críticos aos que, em 1964, defenderam a ditadura militar.
Lula desafiou: “Se quiserem brincar com a democracia, ninguém consegue pôr mais gente na rua do que eu”.


Do Observatório de Inteligência
Por Hermes Arroyo D'Aguiar
Luiz Inácio da Silva está prestes a sujar o seu legítimo Armani dada a avalanche de adversidades que se apresentam a sua frente, nas últimas semanas. As manifestações explícitas de insatisfação e indignação em relação ao governo federal, ainda pontuais, já se constituem em ameaça concreta ao Chefe da Nação e à camarilha que ocupa o Palácio do Planalto.

O Movimento Contra a Impunidade e a Corrupção, lançado pela OAB-RS, as vaias efusivas no Maracanã na abertura e no encerramento dos Jogos Pan-Americanos, as vaias recebidas em sua viagem ao Nordeste, na tentativa frustrada de resgatar a auto-estima e exercitar sua teomania, e a iniciativa da OAB-SP e entidades civis com o movimento "Cansei" apresentam-se como os principais motivos da inquietação no Planalto.

A passeata realizada em solidariedade aos amigos e parentes das vítimas dos acidentes da Gol e da TAM ocorrida no último dia 29, em especial, está causando sensível preocupação entre os homens do presidente, para não falar do próprio. A mídia vendida omitiu os acontecimentos marcantes da manifestação. Não foram 3, nem 5 e nem 6 mil os paulistas que enfrentaram o frio e a manhã chuvosa do domingo em São Paulo para ir às ruas. Fontes confiáveis asseguram: havia 40 mil pessoas caminhando até o local da tragédia! Quem compareceu, certamente ouviu os gritos "Fora Lula" e "Fora Marta" em alto e bom tom! Não é a toa que o belíssimo e fino Armani corre sério risco de ser "batizado".

Jeito PT de ser e fazer

O medo no Planalto é tão visível que corre pela internet a notícia de que o PT está se organizando para tentar intimidar e coibir quaisquer manifestações populares que venham a engrossar as animosidades já existentes contra o governo de Luiz Inácio da Silva: "na opinião de aliados petistas do presidente, é preciso esboçar algum tipo de reação antes que esses movimentos, ainda que pequenos, comecem a se multiplicar, aproveitando uma oportunidade aqui, outra ali. Daí a idéia de o PT dar uma demonstração de força diante do "Fora Lula", um movimento com viés golpista."


Ora, ora, ora... quem conhece a história do Brasil sabe muito bem que quem deu o golpe fatal na sociedade brasileira foram estes senhores e senhoras que se instalaram no Palácio do Planalto. Os ex-guerrilheiros terroristas é que tomaram o poder. Quem são, na verdade, Marco Aurélio Garcia, Franklin Martins, José Dirceu, José Genoíno, Dilma Roussef, Eduardo Greenhalgh, Antonio Palocci, Bruno Maranhão e o próprio Luiz Inácio da Silva, senão os verdadeiros criminosos da Pátria, aqueles que desejavam e desejam fazer do Brasil, uma sucursal da extinta URSS?

Uma vez mais, o PT se utiliza da inversão de valores para tentar justificar suas ações delituosas. Acuado, a única saída é atacar. Sim, porque só ataca quem está com medo. E, se está com medo, é porque está sentindo a força do poder popular que desperta e se manifesta. E o que fazem estes senhores em situações semelhantes? Chamam seus braços armados para entrar em ação. Quem vão mandar dessa vez? UNE? MST? CUT? Quem sabe algum instrutor das FARC? Ou PCC? Ninguém! Seria assinar atestado de burrice. E burros eles não são. Ademais, a valorosa Polícia Militar vai estar presente na manifestação e,

seguramente, não vai permitir que vândalos insandecidos pratiquem o terrorismo.

Estão acusando a tal oposição. Que oposição?? Desde quando "neftipaiz" existe alguma oposição? As manifestações são populares, nasceram da indignação da sociedade brasileira frente à impunidade, à corrupção escancarada, aos sucessivos escândalos que envolvem os três poderes. São eminentemente apartidárias. Prova é que, no último dia 29, a Polícia Militar retirou da manifestação pessoas com a bandeira do PSDB, dado que não se mobilizaram a sair apenas com as vaias dos manifestantes.

Passeata da Grande Vaia Fora Lula

A Passeata da Grande Vaia Fora Lula que acontece em São Paulo no dia 04 de agosto não é nem da direita, nem da esquerda. É a mais pura demonstração democrática da sociedade que deseja ver o Brasil ir em frente, crescer e resgatar sua condição de potência mundial, tomando-o de volta das mãos dos bandidos surrupiadores da Nação. Que seja uma de muitas expressões da vontade da sociedade brasileira! Avante, brava gente brasileira! Nem direita, nem esquerda. Em frente!

Outras cidades que aderiram ao movimento: Rio de Janeiro - Forte do Leme (Copacabana); Vitória - Concentração na Praça do Papa (Em frente ao Palácio do Café); Brasília - Concentração no Aeroporto JK; Curitiba - Concentração na Rua XV, em frente à Praça Osório; Belém - Praça do CAN; Porto Alegre - Aeroporto Salgado Filho; Maceió - 1º de agosto as 14:00 h concentração em frente ao tribunal de contas de Alagoas na Avenida Fernandes Lima.; Natal- Aeroporto Internacional Augusto Severo; Belo Horizonte - Concentração na Praça da Liberdade; Recife- concentração: marco zero (recife antigo).


Vaias são ouvidas mais uma vez
Mesmo sem comparecer ao evento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi mais uma vez vaiado pelo público, mas dessa vez teve companhia. Durante o discurso do presidente da Odepa, Mario Vásquez Rañas, no momento que Lula foi citado uma forte vaia foi ouvida no estádio. A supresa, no entanto, foi que o prefeito do Rio, Cesar Maia, que na abertura foi muito aplaudido, também foi vaiado. Lula foi muito vaiado na cerimônia de abertura e declarou ter ficado magoado, alegou estar sem clima para festa por causa da crise na aviação gerada pelo acidente da TAM.


É elite x elite

Do colunista Clóvis Rossi na Folha de S. Paulo, hoje:

"Nada contra espinafrar as elites. Já até cansei de fazê-lo. É difícil encontrar em outro país, fora da América Latina, elites tão pequenas e tão predadoras como a brasileira. Mas é desonesto tentar caracterizar o atual confronto oposição/governo como uma contenda da elite contra o povão. Nada mais é que elite x elite. É desonesto, por exemplo, apresentar Luiz Inácio Lula da Silva como líder metalúrgico. Faz um quarto de século que Lula deixou de sê-lo (mais, na verdade, porque, como presidente de sindicato, já não pegava no torno).

Entrou para a elite. Ou alguém aí conhece outro ex-metalúrgico que tenha renda para comprar um apartamento parecido com o de Lula e, de quebra, ter sobra de dinheiro para investimentos financeiros como os declarados pelo presidente? Não, não é crítica a Lula. É elogio".


moralmente mais desqualificado?

Aí reside o problema:" Farinha pouca, meu pirão primeiro"... Daí o aparelhamento do Estado por um bando de incompetentes e despreparados, em sua enorme maioria oriundos dos sindicatos( vide os envolvidos em todos os escândalos dos últimos anos), onde podem ter aprendido muitas coisas, menos a trabalhar, e muito menos a trabalhar sério. Vai daí também os "novos amigos" e apaniguados com cargos, nessa enorme partição do butim: Jader Barbalho, José Sarney, Orestes Quércia, Newton Cardoso, Paulo Salim etc. Todos com uma vida pública ilibada, exemplo que contaminou o pobre do Nosso Guia, até mesmo com a meteórica ascensão econômico- financeira. Tudo pago por uma classe média que não tem como ser mais escorchada, vivendo com um nariz de palhaço, imposto pelos mais safos, pelos espertos de sempre, os mistificadores que continuam emporcalhando nossos ouvidos, confundindo-os com penicos. E ainda reclamam quando ela vaia. VAI..A....NELES!!!


*A CARREIRA DE NELSON JOBIM*


*Folheando os arquivos do "HP", chamou-nos a atenção uma foto onde está retratada a intimidade de dois grandes aprochegados. A imagem mostra Fernando Henrique e Nelson Jobim em plena atividade de banhistas em São Pedro da Aldeia, Estado do Rio de Janeiro. A foto é algo esquisita, mas, dirá algum leitor de boa fé, qual o problema de Jobim ser "amigo" de Fernando Henrique se, afinal, algumas pessoas de bem já se enganaram com ele?*

*No entanto, este não é caso do senhor Nelson Jobim. Uma pequena pesquisa mostra que a sua carreira se assemelha a de Fernando Henrique para quem prestou serviços durante anos, no que se refere à submissão aos monopólios estrangeiros, sobretudo, o financeiro, quanto nas tentativas de rasgar a Constituição de 1988, que ele (Jobim), confessou que fraudou, incluindo nela artigos que não foram aprovados pelos constituintes. *

*FERRÃO *

*Durante anos, Jobim, como lembrou o jornalista Sebastião Nery, ao mesmo tempo em que era deputado federal, mantinha um famoso escritório de advocacia em Brasília, o "Escritório Ferrão", nome derivado de seu fundador.

Os sócios eram Jobim, Eliseu Padilha, futuro deputado e futuro ministro (também de Fernando Henrique), e o citado Ferrão. Os nomes dos três estavam numa placa de bronze no Edifício Belvedere, Asa Sul, onde ficava o escritório.
A fama do estabelecimento não era devida ao saber jurídico de
seus integrantes, mas ao seu pioneirismo no lobby em favor de
multinacionais, bancos estrangeiros e outras instituições filantrópicas,
inclusive o maior banco dos EUA e maior credor da dívida pública brasileira, o Citibank. Em suma, Jobim advogava a favor de seus clientes no Congresso.*

*Jobim foi eleito deputado pela primeira vez em 1986. Reeleito em 1990, em 1994 não se candidatou. Em vez disso, foi nomeado ministro da Justiça por Fernando Henrique. Sua vaga de deputado foi preenchida pelo sócio, Eliseu Padilha.
O "Escritório Ferrão" continuou a ter um representante no Congresso e outro no Ministério. E quando Jobim, em 1997, foi nomeado para o Supremo Tribunal Federal, adivinhe o leitor quem se tornou ministro de Fernando Henrique? Acertou: Eliseu Padilha.
Pelo jeito, o "Escritório Ferrão" foi uma verdadeira escola de homens públicos com a ajuda do Citibank e outros co-irmãos, produziu, em apenas 20 anos, dois ministros, dois deputados e um membro do STF.
Considerando que esses cinco homens públicos eram apenas duas
pessoas, o Ferrão, com uma pequena ajuda do Citibank, deve ser mais
eficiente do que o maquiavélico cardeal Richelieu. *


*FRAUDE *

*Como deputado, Jobim virou líder do PMDB. Mas, liderou pouco ou nada o partido. Sua principal atividade na Constituinte, confessada 15 anos depois, foi fraudar a Constituição de 1988. Segundo suas próprias palavras, incluiu dois artigos que não tinham sido aprovados.
Um deles, revelou, foi o que falava da harmonia entre os poderes, harmonia muito desejável, mas que não pode ser determinada pela Constituição, pela simples razão de que os interesses do povo e do país estão acima de tal harmonia, coisa que o impeachment de Collor é suficiente para provar.*

*Jobim não revelou o outro artigo que fraudou, mas um estudo, realizado pelos professores Adriano Benayon e Pedro Dourado de Rezende, mostra que ele adicionou três incisos ao artigo 172 da Carta Magna, para proibir que os recursos destinados ao "serviço da dívida" (isto é, ao pagamento de juros aos bancos) pudessem ser remanejados no Orçamento.
Em suma, como constituinte ele não passou de um advogado do Citibank. Como o estudo ressalta, a falsificação de Jobim fez com que "o serviço da dívida fosse multiplicado", isto é, com que o país fosse obrigado, por uma norma ilegalmente enfiada na Constituição, a locupletar os cofres de Wall Street.*

*Quando sua confissão provocou um escândalo, Jobim, que antes relatou o fato como quem conta uma vantagem, atribuiu a falsificação ao presidente da Constituinte, Ulysses Guimarães, que, falecido 11 anos antes, não podia se defender. Porém, não precisava. Não há quem desconheça a integridade e a grandeza de Ulysses e sua repulsa visceral à trapaça, sobretudo quando contra o Brasil. *


*LOBISTA *

*O próximo passo de Jobim foi articular o posto de relator da Revisão
Constitucional, determinada pela própria Constituição para cinco anos após a sua promulgação. A maioria do leitores deve se lembrar da campanha das multinacionais e bancos estrangeiros, através de sua mídia, contra a Constituição de 1988.
A Revisão era exatamente a oportunidade que eles aguardavam para alterá-la, isto é, rasgá-la. Daí o empenho em colocar Jobim como relator. Na época, ainda não era conhecido como lobista do capital
estrangeiro, o que facilitou o intento.*

*O que suas propostas tentavam modificar na Constituição?
Precisamente, os dispositivos que diferenciavam a empresa nacional da empresa estrangeira;

que declaravam o petróleo um bem nacional a ser explorado pelo Estado;
que impediam a doação das empresas públicas de telecomunicações aos monopólios privados estrangeiros;
que limitavam os juros reais em 12% ao ano;
que impediam a privatização da previdência;
que consagravam os direitos trabalhistas como norma constitucional.
Em suma, as alterações eram todas no sentido de permitir a privatização do patrimônio público, a desnacionalização da economia e das riquezas do país e atentar contra as conquistas dos trabalhadores.*

*Foi um fracasso. Dos 74 projetos de alteração da Constituição que Jobim apresentou, somente seis foram aprovados.
Um deles, o Fundo Social de Emergência, em seguida usado por Fernando Henrique para desviar dinheiro da área social para os juros dos bancos.
Os outros, insípidos, inodoros e incolores, com exceção do que reduziu o mandato do presidente de 5 para 4 anos, um caminho aberto para que Fernando Henrique, em seguida, pretextando o pouco tempo de mandato, tramasse, à custa de várias malas escuras, a reeleição.*


*Nessa época, em discurso na Câmara, o deputado Paulo Ramos denunciou que o relator Nelson Jobim se reunia três vezes por semana com um instituto, formado por multinacionais, o Instituto Atlântico, cujo objetivo era "influir" nas mudanças da Constituição.
Jobim prometeu processar o deputado, mas até hoje, 14 anos depois, não o fez. E Paulo Ramos continua mantendo a totalidade da denúncia. *


*Em 11 de junho de 2002, Jobim assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral, para organizar as eleições de outubro de 2002, quando José Serra, seu padrinho de casamento e ex-colega de moradia, disputou a eleição com o presidente Lula.
O primeiro golpe foi a mudança da legislação eleitoral pouco antes do pleito, instituindo a chamada verticalização, que só favorecia Serra.*


*Nesse mesmo ano, Jobim trabalhou até de madrugada (literalmente) para conceder liminares e para orientar os serristas do PMDB - seu sócio Eliseu Padilha e outros - a cancelar convenções com a intenção de impedir a candidatura própria do partido e jogar a legenda no colo de Serra, contra Lula.
Com o "trabalho" de Jobim, o PMDB lançou uma senhora como vice de Serra, fato que levou o setor mais progressista do PMDB a apoiar Lula já no primeiro turno.
E também cassou o mandato do então governador Mão Santa, na
época alinhado com a candidatura de Lula, a dois meses de completar seu mandato no Piauí, empossando o aliado de Serra, Hugo Napoleão, em um processo que era, em si, uma chicana – e das mais cretinas.*


Manifestação contra o governo reúne milhares
Com gritos de protesto, como “Fora Lula”, uma caminhada que reuniu ontem cerca de 6.500 pessoas em São Paulo, em memória das vítimas do acidente com o Airbus da TAM, transformou-se em ato de protesto contra o governo. Parentes dos mortos participaram da manifestação, que terminou diante do prédio da TAM Express, destruído pelo avião. Eles criticaram o descaso das autoridades e pediram justiça.

O presidente da Anac, Milton Zuanazzi, disse que um novo aeroporto em São Paulo só deve ser finalizado em 2050, contrariando as declarações da ministra Dilma Rousseff.


Apagão já ameaça energia, estradas e transportes
Documentos oficiais mostram que a crise gerencial no setor aéreo aconteceu também em outras áreas vitais de infra-estrutura, como Transportes, Energia e Segurança Pública. Ao entrar em 2007, o governo não tinha executado 66% dos investimentos previstos para Transportes ano passado e 59% do planejado para Energia, por exemplo. Festas e campanhas promocionais de turismo receberam mais dinheiro do que programas de segurança de vôo e recuperação de rodovias esburacadas, informa JOSÉ CASADO. Foram R$ 485,5 milhões para segurança de vôo e outros R$ 400 milhões para tapar buracos em estradas, enquanto programas como “Uma viagem para todos” e “Artesanato brasileiro” consumiram R$ 1,3 bilhão



LULA NÃO TEM CONDIÇÕES DE GOVERNAR O BRASIL

por Augusto de Franco

Quase ninguém fala, mas está claro, claríssimo, para quem quiser ver, que Lula não tem condições de governar um país complexo como o Brasil. Não, não se trata de falta de escolaridade, leitura, interesse em aprender alguma coisa, disciplina intelectual para encarar qualquer assunto árduo até o final. Isso ele não tem mesmo. Nunca teve. Mas não é em virtude dessas deficiências que Lula não tem condições de governar o Brasil. E sim em virtude da sua falta de responsabilidade.

Nossos destinos estão nas mãos de um irresponsável...


Lula é alvo de novos protestos no Rio Grande do Norte

O presidente Lula voltou a ser alvo de protestos nesta sexta durante o lançamento dos investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em Natal, no Rio Grande do Norte. Cerca de 200 pessoas, que foram impedidas de entrar no local do evento, portavam faixas como: "Prisão já para corruptos e corruptores" e "Incra em greve contra o PAC e o PLP-01 (projeto que restringe a greve do funcionalismo público)".Os manifestantes ainda levaram um cartaz em forma de cueca com os dizeres: "Seu Lula sabia!!!", em referência ao episódio em que um assessor de um deputado petista foi preso no aeroporto com US$ 100 mil na cueca.


Eu, a Golpista, e Tales

Edição de Artigos de Domingo do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com

Por Adriana Vandoni

O jornalista Tales Faria, diretor da Sucursal de Brasília do Jornal do Brasil, acha que sou uma golpista. Ele comentou em sua coluna que meu blog é golpista por iniciar a campanha “Vou vaiar Lula”. É claro que não posso deixar de expressar todo meu contentamento ao ser chamada de golpista pelo diretor do JB em Brasília, mas, apesar do orgulho, isso é teoria da conspiração.

Mas que coisa! Não se pode ser firme, convicta e declarada que essa turma vem logo dizendo que é golpismo contra um presidente operário, cuja mãe nasceu analfabeta, blá, blá, blá. Pois bem, golpe é gastar mais com a reforma da parte estética dos aeroportos e deixar de lado a segurança, colocando milhares de pessoas em risco. Golpe é encher as burras dos banqueiros como nunca antes “nestepaiz” e discursar contra as elites. Golpista não sou eu, golpista é quem mente para o povo com belos discursos e por trás rouba, mata.

Vaio Lula por cada um dos mortos nos acidentes aéreos. Vaio Lula por cada mentira contada e por cada covardia cometida. Vaio Lula por cada gesto ou palavra obscena dos seus assessores. Vaio Lula por cada cidadão que morre pelo descaso com a saúde pública.
Vaio e assumo.

Mas como é difícil ter atitude neste Brasil!?! É impressionante como a falta de coragem aguça a imaginação de algumas pessoas. Bastou eu escrever que estava confeccionando adesivos dizendo que vou vaiar Lula para transformarem o que eu e um grupo de amigos fizemos em conspiração. “É uma ação partidária”, disseram alguns com fértil imaginação.

Gente, nunca fui e nunca serei mulher de esconder meus atos atrás de partidos, igrejas ou qualquer tipo de entidade. Faço e assumo cada ato meu, cada opinião que tenho. Sou uma cidadã e quero cada vez mais exercer os meus direitos. Erros?, cometo aos montes, mas se erro é pela ação, jamais pelo omissão.

Não me coloquem, por favor, na vala comum dos covardes. Não me confundam com populistas sensacionalistas que batem e escondem a mão. Não contem comigo para agir na surdina. Sou transparente e como eu disse, passível a erros, mas por agir. No ano passado me expus ao defender a senadora Serys que estava sendo envolvida numa arapuca, mesmo ela sendo do PT. Fui criticada por muitos que me ligaram ou escreveram dizendo: “e se ela estiver mesmo envolvida”? Respondi a todos que se eu estivesse errada me retrataria com os leitores, mas a minha consciência mandava que eu me posicionasse. Ficou provado que era uma arapuca mesmo, pena vê-la hoje unida com seus algozes. Mas, cada um com sua consciência

Cada palavra que escrevo, cada projeto que encampo, podem ter certeza, só faço aquilo em que acredito. Ajo por paixão, por fé, por vontade própria. Por mais que isso possa incomodar, eu sou assim, e, convenhamos, já passei da hora de mudar. Sou intransigente com a transgressão, não compactuo com ela, venha de quem vier.

Espero ter deixado claro aqui que os adesivos distribuídos por Cuiabá com o slogan “eu também vou vaiar Lula”, saíram da cabeça minha e de um grupo de cidadãos comuns, independente de filiações partidárias, cidadãos indignados com os desmandos do Brasil. Se os outros não sabem exercer seu papel de cidadão, nós sabemos, sem que seja preciso ter por trás um partido, uma igreja ou uma televisão.

Podem me criticar pelo ato, mas jamais me confundam com covardes, venham de onde vierem.

Adriana Vandoni é economista, especialista em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas/RJ. Blog: www.prosaepolitica.com Cuiabá – MT


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É inaceitável a falácia de vendilhões cínicos e mentirosos que banalizam as Instituições Nacionais, a impunidade e a violência.



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Censura e Imprensa

Soberania e Paz

Fórum Social, “bomba atômica” e estrabismo político

O espetáculo da mediocridade de uma sociedade quase apátrida

TAMANHO NÃO É DOCUMENTO

O bloqueio de bens do PT

Cadáver politicamente insepulto


Enquanto a sociedade continuar apática os aproveitadores continuarão a se locupletar



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Edição de hoje

A união e o clamor uníssono dos brasileiros decentes para que sejam fustigados com a Lei é a melhor arma contra a sanha destruidora dos vendilhões da Patria!
O responsável pela IMPUNIDADE somos nós mesmos que nos indignamos com os escândalos e a violência quando o mínimo que já DEVERÍAMOS ter feito e TEMOS O DEVER CÍVICO DE FAZER É EXIGIR DE TODOS o fiel CUMPRIMENTO DA LEI.

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Edição de hoje

via I M P U N I D A D E - VERGONHA NACIONAL by MiguelGCF on 8/1/07


"Quando os HOMENS vivem sem uma AUTORIDADE para impor RESPEITO, a VIDA se transforma numa GUERRA de todos contra todos! Não há lugar nem para o TRABALHO, pois seus frutos são incertos. E o que é pior : haverá sempre o MEDO e o GRANDE RISCO da morte violenta. A VIDA do HOMEM se torna pobre, triste, sem esperanças, BRUTA, e curta!"* THOMAS HOBBES *


Quem ocupa um cargo publico e faz apologia à IMPUNIDADE não respeita o cargo nem a si próprio, logo não merece respeito e NO MÍNIMO deve ser sempre apupado.


Notícias de Jornal Velho: Compreendendo a Guerra da Quarta Geração
por William Lind em 26 de julho de 2007

Resumo: Quando o assunto é a guerra da Quarta Geração, parece que ninguém na força militar americana compreende.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Introdução – Cinco anos depois William Lind aplica à guerra do Iraque os conceitos desenvolvidos no artigo anterior A Face Mutável da Guerra: Rumo à Quarta Geração, possibilitando um melhor entendimento dos conceitos.

***

Ao invés de fazer comentários específicos sobre a guerra no Iraque, acho que é uma boa ocasião para traçar um modelo que busque entender este e outros conflitos. Esse trabalho é a guerra moderna da quarta geração.

Eu desenvolvi os modelos das três primeiras gerações (“geração” tem como significado mudança dialética qualitativa) nos anos 1980; quando eu estava trabalhando para apresentar a guerra de manobra para o Corpo de Fuzileiros Navais, eles insistiam em perguntar “Como será a guerra da quarta geração?” e eu comecei a pensar sobre o assunto. O resultado foi a co-autoria do artigo para a Marine Corps Gazette, em 1989 “The Changing Face of War: Into the Fourth Generation". Nossas tropas encontraram cópias dele nas cavernas de Tora Bora, o esconderijo da Al Quaeda no Afeganistão.

As quatro gerações começaram com a Paz da Westphalia em 1648, o tratado que encerrou a Guerra dos Trinta Anos. Com o Tratado de Westphalia, o estado estabeleceu o monopólio da guerra. Antes disso, muitas entidades travaram guerras – famílias, tribos, religiões, cidades, empresas de negócio – usando muitos meios diferentes, não apenas o Exército e a Marinha (dois desses meios, suborno e assassinato estão em voga novamente). Hoje, os militares têm dificuldade para imaginar qualquer outra forma de guerra que não sejam tropas militares oficias de Estados contra semelhantes adversários.

A primeira geração da Guerra durou aproximadamente de 1648 até 1860. Essa era uma guerra de táticas em fileiras e colunas onde as batalhas eram formais e o campo de batalha tinha uma ordem bem definida. A relevância da primeira geração nasce do fato de um campo de batalha em ordem criar a cultura militar da ordem. A maioria dos elementos que distinguem “militares” de “civis” – uniformes, saudações, graduações ou patentes – foram produtos da Primeira Geração e têm a intenção de reforçar a cultura da ordem.

O problema é que, pela metade do século XIX, a ordem no campo de batalha começou a desaparecer. Imensos exércitos, soldados que realmente estavam dispostos a lutar (o principal objetivo de um soldado do século XVIII era a deserção), rifles mosquetes de cano liso, depois de cano estriado, e metralhadoras, fizeram com que as táticas de fileiras e colunas se tornassem primeiro obsoletas e depois suicidas.

O problema desde então tem sido a crescente contradição entre a cultura militar e a crescente desordem no campo de batalha. A cultura da ordem que já foi coerente com o meio em que operava tornou-se cada vez mais estranho a ele.

A guerra da Segunda Geração foi uma resposta a essa contradição. Desenvolvido pelo exército francês durante e depois da I Guerra Mundial, ele procurou uma solução através do poder de fogo em grande escala, a maior parte deste vindo do fogo indireto desferido pela artilharia. O objetivo era o atrito e sua doutrina foi resumida pelos franceses como, “A artilharia conquista, a infantaria ocupa”. O poder de fogo centralmente controlado era cuidadosamente sincronizado, usando planos e ordens detalhados e específicos, para a infantaria, tanques, e a artilharia, em uma “batalha organizada” onde o comandante era de fato o regente de uma orquestra.

A guerra da Segunda Geração veio como um grande alívio para os soldados (ou pelo menos para os oficiais) porque preservou a cultura da ordem. O foco foram as regras, processos e procedimentos. A obediência era mais importante do que a iniciativa (na verdade, a iniciativa não era bem vinda, pois colocava em risco a sincronia), a disciplina era imposta de cima para baixo.

A guerra da Segunda Geração é relevante hoje porque o Exército dos Estados Unidos e seu Corpo de Fuzileiros Navais a aprenderam dos franceses durante e depois da I Guerra Mundial. E ela ainda é a guerra americana, como podemos ver no Afeganistão e Iraque: para os americanos, guerra significa “meter chumbo no alvo”. A aviação substituiu a artilharia como a maior fonte de poder de fogo mas, mesmo assim, (e a despeito da doutrina dos Fuzileiros Navais, que é a Guerra de manobra da Terceira Geração) o serviço militar americano hoje é tão francês quanto vinho branco e o queijo brie. No centro de treinamento do Corpo dos Fuzileiros Navais em Palms 29, Califórnia, as únicas coisas que faltam são a bandeira tricolor e um pôster do General Gamelin em seu quartel general. O mesmo pode ser dito do Arsenal da Escola do Exército em Fort Knox, onde um instrutor recentemente começou sua aula dizendo, “Eu não sei por que tenho que lhes ensinar toda essa baboseira francesa, mas eu tenho”.

A Terceira geração da Guerra, assim como a Segunda, foi um produto da I Guerra Mundial. Foi desenvolvida pelo exército alemão, e é comumente chamada de Blitzkrieg ou guerra de manobra.

A Guerra da Terceira Geração não é baseada em poder de fogo e atrito, mas velocidade, surpresa e deslocamento físico assim como mental. Taticamente, o militar da terceira geração procura chegar à retaguarda do inimigo e acabar com ele de trás para frente: ao invés de “aproximar-se e destruir”, a idéia é “ultrapassar as linhas inimigas e aniquilá-lo”. Na defesa, ele tenta atrair o inimigo para, aí sim, acabar com ele. A guerra deixa de ser uma competição por baixas, onde as forças tentam deter ou avançar uma “fileira”; a guerra da Terceira Geração é não-linear.

Não apenas as táticas mudaram na Terceira Geração, mas também a cultura militar. O militar da Terceira Geração foca na situação como um todo, no inimigo e no resultado que a situação requer, não especificamente no processo e no método (em jogos de guerra no século XIX, oficiais alemães iniciantes se viam rotineiramente desafiados com problemas que só poderiam ser resolvidos desobedecendo as ordens). As próprias ordens especificam o resultado a ser atingido, mas nunca o método (“Auftragstaktik”). A iniciativa é mais importante do que a obediência (erros são tolerados, desde que esses advenham de muita iniciativa ao invés de pouca), e isso tudo depende de uma disciplina inata e não de uma disciplina imposta. O Kaiserheer e a Wehrmacht podiam se apresentar em grandes e uniformes paradas, mas na verdade eles acabaram com a cultura da ordem.

Características como descentralização e iniciativa vieram da Terceira para a Quarta Geração, mas em outros aspectos a Quarta Geração marca a mais radical mudança desde a Paz de Westphalia em 1648. Na guerra da Quarta Geração o Estado perde o monopólio da guerra. Em todo o mundo, a força militar nacional luta contra oponentes não nacionais como al Quaeda, Hamas, Hezbollah e as FARC. Em quase todos os lugares, o Estado está perdendo.

A Guerra da Quarta Geração também é marcada pelo retorno a um mundo cultural, não meramente Estados, em conflito. Hoje em dia o Cristianismo Ocidental se vê diante de seu mais antigo e resoluto oponente, o Islã. Após quase três séculos de uma defensiva estratégica, após o fracasso do segundo cerco turco a Viena em 1683, o Islã reassumiu a ofensiva estratégica se expandindo em todas as direções. Na guerra da Terceira Geração, uma invasão de imigrantes pode ser pelo menos tão perigosa quanto uma invasão militar.

A Guerra da Quarta Geração não é somente algo que importamos, como no 11 de setembro. Em seu núcleo está uma crise universal da legitimidade do Estado, e essa crise significa que muitos países irão desenvolver a guerra da Quarta Geração em seu solo. A América, com seu sistema político fechado (independente de qual partido ganhe, o Establishment permanece no poder e nada realmente muda) e uma ideologia venenosa de “multiculturalismo”, é a primeira candidata para a variedade doméstica da guerra da Quarta Geração – que é de longe o tipo mais perigoso.

Onde entra a Guerra do Iraque nesse esboço?

Em minha opinião, a guerra que temos visto até agora é meramente um trem carregado de pólvora em direção a um depósito de armas. Esse depósito é a guerra da Quarta Geração com uma grande variedade de atores islâmicos, direcionada à América e aos americanos (e governos locais amigos da América) em toda a parte. Quanto mais tempo a América ocupar o Iraque, maior a chance de esse depósito explodir. E se isso acontecer, que Deus nos proteja.

Por quase dois anos, um pequeno grupo de pessoas tem se reunido em minha casa para pensarmos na questão de como lutar a guerra da Quarta Geração. Esse grupo é composto em sua maioria de Fuzileiros Navais, de tenentes a tenentes-coronel, com um oficial do exército, um capitão de tanques da Guarda Nacional e um oficial estrangeiro. Pensávamos que alguém teria que estar trabalhando na questão mais difícil a ser encarada pelas Forças Armadas americanas, e parece que ninguém está ligando a mínima.

Esse pequeno seminário recentemente decidiu que já estava na hora de tornar pública algumas idéias que apareceram e usar essa coluna para esse fim. Não temos soluções mágicas, apenas alguns pensamentos. Reconhecemos que toda essa questão pode não ter solução; exércitos nacionais talvez não sejam capazes de encarar inimigos da Quarta Geração, não importa o que façam.

Mas para o quer que sirvam, aqui estão nossos pensamentos:

Se os Estados Unidos tivessem algumas forças de campo, capazes de empreender a Guerra de manobra poderiam conseguir lutar batalhas de envolvimento. A inabilidade de lutar tais batalhas foi o que levou ao fracasso a operação Anaconda no Afeganistão, onde a al Quaeda permaneceu, lutou e escapou com pouquíssimas baixas. Para lutar esse tipo de batalha precisamos de uma infantaria verdadeiramente leve, uma infantaria que possa ir mais longe e mais rápido a pé do que o inimigo, que tenha um repertório tático completo (não apenas cruzar com o inimigo e chamar para a troca de tiros) e que possa lutar com suas próprias armas ao invés de depender de suporte. Estimamos que uma infantaria de Fuzileiros Navais americana alcance uma média de marcha diária de apenas 10 a 15 quilômetros; uma coluna alemã na II Guerra Mundial, não uma fileira leve, podia marchar 40 quilômetros por dia.

Os oponentes da Quarta Geração não assinarão a Convenção de Genebra, mas será que alguns não podem estar abertos a algum tipo de código de cavalaria que dite como nossa guerra contra eles será travada? Vale a pena explorar esse ponto.

Como as forças americanas se comportem após a batalha, pode ser tão importante na guerra da Quarta Geração como a batalha em si.

O que os Fuzileiros Navais chamam de “inteligência cultural” é de vital importância na G4G e precisa ser levada às últimas conseqüências. No Iraque, os Fuzileiros parecem ter compreendido isso bem melhor do que o Exército americano.

Que tipo de pessoas precisamos nas Forças de Operações Especiais? Nosso seminário entendeu que mentes são mais importantes do que músculos, mas não está claro que as F.O.E. americanas entendem isso.

Uma chave para o sucesso é integrar nossas tropas o máximo possível com as pessoas locais.

Infelizmente, a doutrina americana de “proteção à força” trabalha contra a integração e geralmente é prejudicial a nós. Aqui vai uma citação feita no seminário:

“Existem duas formas de lidar com a questão da proteção à força. Uma é como fazemos atualmente, que consiste em nos separarmos da população e intimidá-los com poder de fogo. Uma alternativa mais viável pode ser fazer como o inimigo, se integrar com a comunidade. Desta forma somos capazes de descobrir mais sobre o que está acontecendo e a população nos protege. A aproximação britânica, que consiste em tirar o capacete tão logo possível, pode estar salvando vidas”.

O que “ganha” nos níveis tático e físico pode perder nos níveis operacional, estratégico, mental e moral, onde a G4G é decidida. Martin van Creveld argumenta que uma das razões para os ingleses não terem perdido na Irlanda do Norte é o fato de o Exército Britânico ter tido mais baixas do que infligido. Isso é algo que os militares americanos da Segunda Geração têm grande dificuldade em aprender porque eles definem sucesso como a diferença no número de baixas.

Temos que reconhecer que na G4G, nós somos a parte mais fraca e não a mais forte, apesar de todo nosso poder de fogo e tecnologia.

O que o serviço militar americano pode aprender com os policiais? Nossas unidades da reservas e da Guarda Nacional contam com vários policiais; será que estamos tirando alguma vantagem do que eles sabem?

Uma chave para o sucesso na G4G pode ser “perder para ganhar”. Uma parte da razão para que as guerras no Afeganistão e no Iraque não estejam sendo bem sucedidas é porque nossa invasão inicial destruiu o Estado, gerando uma terreno propício para as forças da Quarta Geração atuar. Num mundo em que o Estado está em declínio, se você destruí-lo será muito difícil recriá-lo. Aqui vai mais uma parte do que foi dito em nosso seminário:

“A discussão conclui que, quando há a necessidade de uma guerra contra um outro Estado, deve-se procurar preservar esse outro Estado mesmo que o derrote. Garantir ao exército inimigo as ‘honras da guerra’, dizer a eles que fizeram um bom trabalho, fazer com que sua derrota seja ‘civilizada’ para que eles possam sobreviver à guerra de forma intacta institucionalmente e aí trabalhar ao nosso lado. Isso seria parecido com as noções civilizadas da guerra do século XVIII e contribuiria imensamente para reerguer o Estado em fragilidade. Humilhar as tropas inimigas derrotadas, especialmente na frente de sua população, é sempre um sério erro, mas é algo que os americanos são propensos a fazer. Isto é por causa da ‘mentalidade do futebol americano’ que desenvolvemos desde a II Guerra Mundial e que age contra nós mesmos”.

De modo geral, o século XXI testemunhará uma guerra entre as forças da G4G e o Admirável Mundo Novo (AMN). As forças da G4G entendem isso, enquanto a elite internacional que busca aquele mundo não. Uma outra citação do seminário:

“Osama bin Laden, apesar de gozar de boa saúde, vive numa caverna. Sim, isso é por segurança, mas é também uma forma exemplar de liderança. Pode ser mais difícil separar (física ou psicologicamente) os líderes da G4G de suas tropas. Também é mais difícil desacreditar os líderes de seus seguidores... Isto contrasta dramaticamente com as elites do que são física e psicologicamente separadas (por uma grande lacuna) de seus seguidores (até mesmo os generais na maioria dos exércitos convencionais são separados de seus homens por uma imensa distância)... As elites do AMN estão em muitos aspectos ocupando um lugar bem baixo, moralmente falando, mas eles não percebem isso”.

Na ocupação dos Bálcãs pelas forças do Eixo na II Guerra Mundial, os italianos, em muitos aspectos foram mais eficientes que os alemães. A chave para seu sucesso foi o fato deles não quererem lutar. Em Chipre, o comandante das Nações Unidas classificou o batalhão argentino como mais eficiente do que os ingleses e os australianos porque os argentinos não queriam lutar. Que lições as forças americanas podem tirar disso tudo?

Como a Máfia executaria uma ocupação?

Quando temos uma coalizão, que tal deixar cada país fazer o que faz de melhor, p. ex., os russos se ocupam da arte operacional, os EUA armas e logística, talvez os italianos fiquem com a ocupação?

Como redefinir o conceito de “Transformação” do Departamento de Defesa para que se adapte à G4G? Se lermos o “Guia do Plano de Transformação” do Departamento de Defesa não encontraremos nada relativo à G4G, certamente nada relativo a nenhuma das duas guerras que lutamos atualmente. É tudo orientado para enfrentar outros exércitos nacionais, com os quais lutamos sistematicamente.

O seminário tem a intenção de continuar trabalhando na questão de redefinir “Transformação” (die Verwandlung?) para que ela seja relevante à G4G. Entretanto, para nosso encontro de dezembro propomos o seguinte problema: é primavera de 2004. O Corpo dos Fuzileiros Navais americanos tem que ajudar o Exército na ocupação de Fallujah, talvez o lugar mais perigoso entre todos no Iraque (e onde as táticas da 82° Divisão Aerotransportada tem colocado lenha na fogueira). Você é o comandante da Força de Fuzileiros Navais que vai tomar Fallujah. O que você faria?

Aqui vai nossa solução para esse problema.

Será que a captura de Saddam vai constituir uma virada na Guerra no Iraque? Não contem com isso. Alguns insurgentes têm lutado pessoalmente por Saddam. A captura de Saddam pode levar a uma divisão do Partido Baath, o que nos moveria em direção de uma situação da Quarta Geração onde é impossível a recriação do Estado. Também pode dizer aos xiitas que eles não precisam mais da proteção americana contra Saddam, dando a eles mais opções em seu esforço para as eleições livres.

Se o exército americano usasse a captura de Saddam para anunciar o fim das táticas que enfurecem os iraquianos e os leva a uma resistência ativa, isso poderia aliviar um pouco a escalada da violência. Mas não penso que seremos tão espertos assim. Quando o assunto é a guerra da Quarta Geração, parece que ninguém na força militar americana compreende.

Recentemente um membro docente da Universidade da Defesa Nacional perguntou para o general Mattis do Corpo dos Fuzileiros Navais, comandante da I Divisão de Fuzileiros Navais, sua opinião sobre a importância de ler a história militar. Mattis deu uma eloqüente resposta em prol de se tirar um tempo para ler história e isso deveria servir para todas as escolas militares. “Graças a minhas leituras, eu nunca fui pego desprevenido em nenhuma situação”, disse. “Não me dá todas as respostas, mas ilumina um caminho geralmente escuro”.

Ainda assim, até mesmo um comandante capaz e leitor contumaz como o general Mattis, parece não entender direito quando se trata da guerra da Quarta Geração. Em sua mensagem escrita ele diz: “Ultimamente, a total compreensão da história diz que não há nada de novo no horizonte, no que diz respeito a guerras. Para todos os intelectuais da guerra da Quarta Geração que saem dizendo que a natureza da guerra mudou fundamentalmente, que as táticas são totalmente novas, etc., eu muito respeitosamente digo: “acho que não’...”.

Bem, não é bem isso que os intelectuais da Quarta Geração estão dizendo. Pelo contrário, nós dissemos reiteradas vezes que a Quarta Geração não é novidade, mas um retorno ao passado, especificamente como funcionavam as guerras antes do advento do Estado. Agora, como naquele tempo, muitas entidades diferentes, não apenas governos de países vão declarar guerra. Todos vão declarar guerra pelos mais diferentes motivos, não apenas “a extensão da política por outros meios”. E eles usarão muitas ferramentas diferentes para lutar essa guerra, não se restringirão ao que nós reconhecemos como forças nacionais militares. Quando me pedem para recomendar um bom livro sobre como será a Quarta Geração, eu geralmente sugiro A Distant Mirror: The Calamitous Fourteenth Century, de Barbara Tuchman [*].

E também não estamos dizendo que as táticas da Quarta Geração sejam novas. Ao contrário, muitas das táticas usadas pelos oponentes da Quarta Geração são táticas de guerrilha padrões. Outras, incluindo muito do que chamamos de “terrorismo”, são clássicas guerras de cavalaria árabes, mas com tecnologia moderna nos níveis operacional e estratégico, não apenas tático.

Como eu disse anteriormente nessa coluna, muito do que está acontecendo no Iraque hoje ainda não é a guerra da Quarta Geração, mas uma Guerra pela Liberação Nacional, travada por pessoas que têm como objetivo restaurar o Estado Baathista. Mas à medida que os objetivos desaparecem e essas forças se fragmentam, a guerra da Quarta Geração aparece cada vez mais. O que vai caracterizar isso não são as vastas mudanças na forma de o inimigo lutar, mas sim quem luta e por que luta. A mudança do agente que luta faz com que fique difícil dizer quem é amigo ou inimigo. Um bom exemplo é o aparecimento de mulheres-bomba; será que as tropas americanas terão que revistar todas as mulheres muçulmanas que encontrarem? A mudança do por que nosso inimigo luta torna irrelevante os compromissos políticos necessários para dar fim a uma guerra. Achamos que quando chegar a hora de fazer a paz, não terá ninguém com quem falar e nada sobre o que falar. E o fim de uma guerra como essa no Iraque se torna inevitável: o Estado local que nós atacamos se pulveriza deixando para trás ou um Estado sem religião (Somália) ou uma fachada de Estado (Afeganistão), nos quais mais elementos de fora dele se revoltam e lutam.

O General Mattis está correto de que nada disso é novidade. É novidade apenas para exércitos nacionais que foram formatados para lutar contra outros exércitos nacionais. O fato de que nenhum exército convencional tenha sido bem sucedido no enfrentamento de elementos inimigos não oficiais nos lembra que Clio tem censo de humor: a História também nos ensina que nem todos os problemas têm soluções.



Vingancinha

BRASÍLIA - Quando as coisas não dão certo, determina a lógica que sejam logo revistas. Não há desdouro nenhum em reconhecer erros passados e, a partir do reconhecimento, adotar novas iniciativas. Esse princípio vem dos tempos de Ramsés II e vale tanto para pessoas quanto para instituições, inclusive governos.

Tome-se a questão do Ministério da Defesa. Sua criação exprimiu uma vingancinha do então presidente Fernando Henrique Cardoso contra os militares. Se durante os anos de chumbo ele foi perseguido ou se, por baixo do pano, compôs-se com os donos do poder, é outra história. Afinal, foi aposentado precocemente do cargo de professor-assistente da USP, mas com vencimentos.

Viajou para o exterior porque quis, tanto que voltou quando quis, trazendo volumoso contrato com uma multinacional americana, que o transformou em neoliberal, muito antes de a expressão ficar globalizada.

De qualquer forma, foi um erro extinguir os Ministérios do Exército, Marinha e Aeronáutica, só para afastar os oficiais-generais das três forças das reuniões ministeriais e das discussões sobre os maiores problemas de governo. De lá para cá, a gestão das questões castrenses passou para civis, outro erro lapidar.

Se ainda tivessem aproveitado militares, mesmo da reserva, para o Ministério da Defesa, haveria esperança de normalidade, mas um senador, um advogado-geral da União, um diplomata, um vice-presidente e um ex-governador e ministro de outra pasta positivamente não deram certo. Sem qualquer relação ou proximidade com temas, costumes e objetivos militares, só praticaram a arte de enxugar gelo e ensacar fumaça.

O resultado da trapalhada caiu no colo do presidente Lula, ao qual faltou coragem para rever a desastrada decisão do antecessor. Em seu governo ninguém esquentou lugar na cadeira de ministro da Defesa, por maiores qualidades políticas e éticas que apresentassem os escolhidos.

Waldir Pires, o último, não merecia o final melancólico de agora. Perfeito na Controladoria Geral da União, viu-se deslocado para a Defesa, logo atropelado por variadas crises que não podia resolver.

Faz tempo que Lula pretendia substituí-lo, não o fazendo por falta de alternativa. Depois de ter recusado, Nelson Jobim agora aceitou o convite. Encontra-se próximo de entrar numa fria, hipótese rejeitada pelos demais cogitados, José Alencar, já tendo oferecido sua quota de sacrifício, Paulo Bernardo, ao alegar só entender de números, e Celso Amorim, feliz por ter convencido o presidente a não tirá-lo do Itamaraty.

Existisse coragem no Palácio do Planalto e uma tranqüila emenda constitucional seria aprovada em tempo recorde pelo Congresso, extinguindo o Ministério da Defesa e recriando os ministérios do Exército, Marinha e Aeronáutica, jamais retrocesso, senão a correção necessária de erro lapidar. O resultado aí está: mais um para o cadafalso, agora um jurista que não merece o risco de encerrar sua biografia sem poder distinguir um esquadrão de Cavalaria de um pelotão de Infantaria.


41 anos depois do atentado terrorista no Aeroporto Internacional dos Guararapes
por Aluisio Madruga de Moura e Souza em 28 de julho de 2007

Resumo: As vítimas do primeiro atentado terrorista pós-1964 permanecem esquecidas.

© 2007 MidiaSemMascara.org

É sempre bom relembrar. Muitos já escreveram em seus livros sobre aquele dia fatídico, dentre eles o Gen. Raymundo Negrão Torres, Gen. Agnaldo Del Nero Augusto e o Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Vou me fixar resumindo o que escreveu o meu amigo já falecido Gen. Negrão.

Estava assaz movimentado o Aeroporto Internacional de Guararapes naquele começo de manhã de 25 de julho de 1966. Além da freqüência normal, muitos ali estavam para recepcionar o general Arthur da Costa e Silva, candidato do partido do governo – ARENA – à Presidência da República. As autoridades legais não sabiam e nem mesmo desconfiavam que as facções comunistas que repudiavam a “coexistência pacífica” pregada por Moscou e aceita pelo PCB de Luís Carlos Prestes estavam dispostas a derrubar o governo a bala, com bomba e outros atos de terrorismo.

Poucos minutos antes das oito chegava a notícia de que houvera uma pane no avião do Presidente e que ele chegaria a Recife por via terrestre. Muitos deixaram, inclusive crianças, o aeroporto. Eis que em ato contínuo, o guarda civil Sebastião Tomás de Aquino viu, “esquecida” em um canto, uma valise escura e a apanhou para entregá-la no balcão de “Achados e Perdidos”. Seguiu-se violenta explosão que, além de grande destruição das instalações, causou pânico e correria, deixando um trágico saldo de 17 vítimas. Ao se dissipar a fumaça da explosão, jaziam no chão o jornalista e Secretário de Governo de Pernambuco, Edson Régis de Carvalho, mortalmente ferido, e morto o almirante da reserva Nelson Gomes Fernandes. O guarda civil Sebastião - o “Paraíba”, um antigo e popular jogador de futebol do Santa Cruz teve a perna direita amputada e o tenente-coronel do Exército, Silvio Ferreira da Silva, além de ferimentos generalizados, teve amputação traumática de quatro dedos da mão esquerda. Ficaram ainda feridos os advogados Haroldo Collares da Cunha Barreto e Antônio Pedro Morais da Cunha, os funcionários públicos Fernando Ferreira Raposo e Ivancir de Castro, os estudantes José Oliveira Silvestre, Amaro Duarte Dias e Laerte Lafaiete, a professora Anita Ferreira de Carvalho, a comerciária Idalina Maia, o guarda civil José Severino Pessoa Barreto, o deputado federal Luiz Magalhães Melo, Eunice Gomes de Barros e seu filho, Roberto Gomes de Barros, de apenas 6 anos de idade. O acaso, transferindo o local da recepção, impediu que a tragédia fosse maior.

Na ocasião, sem provas conclusivas, este primeiro ato criminoso de terrorismo ideológico foi atribuído a militantes do Partido Comunista Revolucionário (PRC) e do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário(PCBR). Hoje, sabe-se que foi obra dos rumos tomados pelo “maoismo cristão” da Ação Popular (AP). E quem afirma, com base em pesquisas e entrevistas iniciadas em 1979, é Jacob Gorender, um histórico militante de esquerda, em seu livro Combate nas Trevas, cuja primeira edição data de 1988. Às páginas 122 e seguintes, entre outras coisas, Gorender afirma:

“Enquanto Herbert de Souza (Betinho) e Jair Ferreira de Sá buscam contato com Brizola em Montevidéu, Paulo Wright e Alípio de Freitas (ex-padre católico) conseguem sair do Brasil e chegar a Cuba onde realizam curso de guerrilha. De retorno ao Brasil e já em 1965, a Ação Popular, decidida em partir para a Luta Armada, cria uma Comissão Militar incumbida de ministrar cursos de armas e explosivos. Membro da Comissão Militar e dirigente Nacional da AP, padre Alípio encontrava-se em Recife em meados de 1966, quando tomou conhecimento da visita de Costa e Silva e, por conta própria, resolveu aplicar seus conhecimentos sobre a técnica de atentados”.

Um dos executores do atentado, ainda revelado pelas pesquisas de Gorender, foi Raimundo Gonçalves de Figueiredo que mais tarde foi morto pela polícia de Recife em 27 de abril de 1971, já como integrante da VAR-PALMARES, utilizando o nome falso de José Francisco Severo Ferreira, com o qual foi autopsiado e enterrado. São terroristas desta extirpe que hoje são apontados como tendo agido em defesa da Democracia e cujos “feitos” estão sendo recompensados pelo governo, as custas do contribuinte brasileiro, com indenizações e aposentadorias que poucos trabalhadores recebem, recompensa obtida graças ao trabalho faccioso e revanchista da Comissão de Mortos e Desaparecidos, instituída pela Lei nº 9140, de 4 de dezembro de 1995.

O fato em si está esquecido pelas autoridades militares, enquanto a esquerda mente descaradamente valorizando junto à opinião pública os seus. Fico a imaginar o que sentem as vítimas deste ato covarde, que foi o primeiro dentre tantos outros realizados pelos terroristas brasileiros e que, graças à Lei de Anistia que lhes foi outorgada pela Contra-Revolução de 1964, ocupam postos-chave do governo e estão levando o País ao caos.

Hoje, 25 de julho de 2007, 41 anos após o atentado do Aeroporto dos Guararapes, após os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica engolirem goela abaixo a decisão da Comissão de Direitos Humanos sobre o traidor Lamarca, temos um novo Ministro da Justiça. E que ministro!!! Como aceitaram!

General Sílvio Ferreira da Silva e demais vítimas do terrorismo no Brasil, em que pese o esquecimento de quem de direito, nós não nos esquecemos de vocês.


Morremos todos

Quando é que derrubaremos Lula?

Diogo Mainardi

A posse do ministro da Defesa, na última quarta-feira, foi o espetáculo mais indecoroso da história política brasileira. Lula ria. Nelson Jobim ria. Tarso Genro ria. Guido Mantega ria. Celso Amorim ria. Juniti Saito ria. Marco Aurélio Garcia ria. Por algum motivo, até mesmo o demitido Waldir Pires ria. Lula provavelmente se regozijava por ter se safado, segundo seus cálculos, de mais uma fria. No caso, os 200 mortos da tragédia da TAM. Ele repetiu despudoradamente, com sua risada, o gesto de escárnio feito por Marco Aurélio Garcia em seu gabinete, no Palácio do Planalto. Que espécie de gente tripudia sobre 200 mortos? Como alguém pode atingir esse grau de pusilanimidade? Se um dos militares presentes naquela sala batesse vigorosamente as botas, Lula e seus ministros com certeza sairiam em disparada, aos gritos, acotovelando-se e pisoteando-se no carpete verde. Eles só sabem cuidar da própria pele e do próprio bolso. Dane-se todo o resto.

Ninguém derrubará Lula. O que vai acontecer conosco é muito pior: um progressivo desmoronamento da sociedade. É sempre complicado tentar apontar o momento em que um país se perde irremediavelmente. Mas, se eu fosse apostar, apostaria todas as fichas que ele ocorreu na posse de Nelson Jobim, na quarta-feira passada. Entre uma tirada de bar e outra, Lula profanou os 200 corpos dando a entender que o desastre poderia servir pelo menos para diminuir as filas da ponte aérea. Uma sociedade resiste a um governo corrupto. Ela resiste também a um presidente incapaz. O que elimina qualquer possibilidade de convívio é o triunfo dessa boçalidade predatória que caracteriza Lula e sua gente. Eles cercaram a cidadela e ficaram esperando que nossas reservas de civilidade acabassem. Elas acabaram. Estamos desarmados e rendidos.

O Brasil é um buraco. Nunca fizemos algo que prestasse. Mas até outro dia ainda tínhamos uma vaga idéia de como nos comportar. E era essa vaga idéia que mantinha o país andando. Andando de lado, mas andando. Uma das regras de comportamento que a gente seguia era manter certa dose de compostura diante da dor pela morte de alguém. Lula violou essa regra. Depois de violá-la, tripudiou mais uma vez, ensinando aos familiares dos mortos do desastre da TAM que "é preciso que a gente tenha momentos de descontração para tornar a vida menos sofrível". Um dia Lula morrerá. Mas nós já teremos morrido antes dele.


Lula ouve vaias em Aracaju. Manifestantes são barrados

Der Tânia Monteiro na Agência Estado:


"Cerca de 300 pessoas que tentavam entrar no Centro de Convenções de Aracaju (SE) para fazer uma manifestação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram impedidas e permaneceram do lado de fora nesta manhã. São funcionários do Incra e do Ministério da Cultura, que estão em greve, além de estudantes da Universidade Federal.


Eles gritam palavras de ordem como "ô Lula, que covardia, cadê a democracia". Ao chegarem ao Centro de Convenções para o lançamento do PAC do saneamento e urbanização de favelas, Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff não viram os manifestantes. Mesmo assim foram vaiados por alguns presentes.


Como no local havia integrantes de movimentos que apóiam o presidente, as vaias foram abafadas pelos aplausos, mas mesmo assim puderam ser ouvidas. Ao contrário das outras cerimônias com a participação do presidente, o acesso só foi permitido para quem tinha convite. O governo está liberando para o PAC de Sergipe R$ 401 milhões".


Benayon volta a denunciar como Jobim, novo ministro da Defesa, beneficiou banqueiros credores na Constituinte


Por Jorge Serrão

O novo Ministro da Defesa, escalado para exercer o cargo com autoridade forte, é o mesmo que, como presidente do Superior Tribunal Federal ficou conhecido como notório engavetador de processos polêmicos (como pedidos de vistas infindáveis, como foi o caso do que avaliaria se os bancos deveriam ser julgados pelo Código de Defesa do Consumidor).


A alegria da corja
Jobim também foi denunciado como o parlamentar constituinte que adulterou, de forma subreptícia, o texto da Constituição, para beneficiar os credores da dívida externa brasileira (leia-se, os grandes banqueiros que formam a Oligarquia Financeira Transnacional que manda no mundo).


Num trabalho espetacular de pesquisa, o economista Adriano Benayon e o professor de matemática da UnB Pedro Dourado Rezende conseguiram determinar qual foi a adulteração introduzida por Nelson Jobim à Constituição. Vejam em:http://paginas.terra.com.br/educacao/adrianobenayon/fraudeac.html


Nada custa lembrar um “tijolaço” assinado pelo falecido Leonel de Moura Brizola, então Presidente Nacional do PDT, publicado pelos jornais Folha de S. Paulo, O Globo, Extra, Zero Hora e Correio Braziliense, em 9 de outubro de 2003:


A insólita revelação do sr. Nelson Jobim de que, na promulgação da constituição de 1988, ele próprio participou de uma fraude para introduzir no texto constitucional artigos que não foram votados pelos constituintes, deixa o hoje ministro do Supremo em posição ética e jurídica delicada, para não dizer insustentável, como integrante da mais alta corte constitucional deste país. Como pode alguém que deliberada e conscientemente violou, no nascedouro, a Carta Magna, ser agora aquele que vai julgar, no Supremo Tribunal Federal, as questões constitucionais?


O absurdo é maior ainda que Sua Excelência diz que não apenas um, mas dois artigos foram introduzidos na Constituição sem o voto daqueles que, legitimamente, tinham o poder de fazê-lo. E mais: numa atitude chocante, julga-se no direito de nem mesmo revelar qual foi o segundo enxerto que praticou, dizendo que só o fará em livro que irá lançar! O que pretende o sr. Ministro? Vender mais livros? O país e outros ministros do STF devem esperar o que mais de falso na Constituição?


Francamente, em qualquer país sério, um ministro do Supremo envolvido em tal episódio estaria, a esta altura, apresentando sua renúncia e pedindo desculpas ao país e à consciência jurídica. Alguém tem dúvidas de que seria assim nos EUA, na Inglaterra ou na França? Mas aqui o ministro Jobim ainda se julga no direito de pavonear-se, quase que afirmando que é graças à burla da qual participou que a Constituição aperfeiçoou-se!Depois desta revelação chocante, o que pensar dos escrúpulos do ministro Jobim em relação à verdade, ao rigor jurídico? Como pode a consciência nacional aceitar tais procedimentos?


Pior, como alguém pode se sentir seguro quando Sua Excelência foi, de forma ativa e exorbitante, o patrocinador da recente abolição dos sistemas de impressão que poderiam impedir as possibilidades de fraude na urna eletrônica? O PDT, depois desta revelação, mais que nunca sente-se no dever de impugnar a intervenção escandalosa do ministro, num processo que culminou com a revogação da única garantia de que nossas eleições não possam vir a ser eletronicamente fraudadas. Por muito menos, pela violação do sigilo do voto dos senadores, que é um nada perto da violação do próprio texto constitucional, vimos o processo de condenação pública que se abateu sobre seus responsáveis, que os levou até a renúncia.


A violação cometida pelo sr. Jobim é de natureza muito mais grave, porque alterou o próprio texto da Constituição em vigor, a cujo cumprimento todos se obrigam. Ou a pretensão de Sua Excelência é tanta que se julga acima da ética e da lei, e que ter fraudado a Constituição deve ser algo impune apenas porque o fraudador é ele próprio? Se as instituições políticas e jurídicas deste país aceitarem que isto fique sem conseqüências, então estarão estimuladas as práticas de todo tipo de fraudes, porque nenhuma poderá ser maior que a que se fez contra a Lei das Leis.


Escolha questionável

Na Aeronáutica, Força que será diretamente afetada pela presença de Jobim, um importante interlocutor, que pediu para não ser identificado, revelou ao jornal GLOBO que o novo ministro não tem trânsito nas Forças Armadas.


E nem experiência no setor aéreo, requisitos que ele considera essenciais para que o novo ministro tenha sucesso em sua gestão.


Não é ninguém da área, que entenda de Defesa, e não tem trânsito nas Forças Armadas”.


Tudo como dantes...

O interlocutor da Aeronaútica não acredita que a escolha de Jobim possa resolver a crise aérea e chegou a dizer que ela provocou um grande desânimo no meio militar.


Não empolga. Não tem a expectativa de que as coisas possam melhorar. Ele até pode surpreender e fazer uma boa administração, mas não é a expectativa. Ele nunca atuou na Defesa, não tem conhecimento específico, não tem trânsito entre os militares. Dá um desânimo, como se fosse um giro de 360 graus”.



MOVIMENTO NACIONAL!!! - Precisamos nos unir! -

Vamos apoiar...
MOVIMENTO NACIONAL!!! - Precisamos nos unir! -


Esta semana foi lançado o projeto
"Quero + Brasil",
projeto que visa obter apoio popular
para exigir dos políticos
algumas das reformas de que o nosso país precisa.

Os meios de comunicação estão dispostos
a apoiar este movimento,
e pressão dos mesmos sobre os políticos
(que só se fará se nós nos manifestarmos).

Para "contabilizar" estas manifestações,
foram oferecidos 3 meios:

(a) um número de telefone local : 4002-8988;

(b) um site *www.queromaisbrasil.com.br*

(c) assinaturas nas lojas do grande varejo
que começarão em breve.

Se este movimento ganhar força, teremos
uma ótima chance de fazer uma pressão organizada por mudanças.

Apoiam o movimento 150 entidades
das mais variadas
(como OAB, FIESP, Força SIndical,etc.)
e o conselho é formado por pessoas como
Bernardinho, Viviane Senna, Jorge Gerdau, etc.

No entanto, todo o trabalho feito até agora,
e todo o apoio que a mídia se comprometeu a dar,
só será transformado em pressão positiva
se o povo participar.
Por isto, peço a você que:

1. Se manifeste AGORA (ligue para 4002-8988
ou acesse o site: www.queromaisbrasil.com.br e deixe sua mensagem AGORA;

2. Envie este email para pelo menos 10 amigos seus e peça que eles façam o mesmo AGORA.

Vamos nos dar as mãos para passar este país a limpo.



Jobim, Jobim e as saídas do Brasil

A substituição de Waldir Pires por Nelson Jobim deve ser aplaudida? É claro que sim. Ainda que Pires fosse trocado por um poste. Ele nunca foi ministro e é um dos grandes responsáveis pela crise que se abateu sobre o setor aéreo. É evidente que não é o único. Mas, é certo, não havia solução com ele na pasta. Já falo disso com mais vagar. Fixo-me agora em Jobim.

Estava na fila para ser auxiliar de Lula faz tempo. De fato, desde que era juiz – e presidente do Supremo -, preparava-se para ocupar um cargo no governo petista. Chegou a ambicionar a vice-presidência, mas se esqueceu de combinar com o PMDB, partido ao qual voltou antes mesmo de deixar a toga. Mais do que isso: quando Lula amargava a crise do mensalão, apresentou-se mais de uma vez como uma espécie de solução para a crise. Fui e sou muito crítico dos últimos meses de Jobim à frente do STF. Até porque tomou algumas atitudes, vamos dizer, polêmicas, que impediram um desdobramento mais virtuoso da CPI do Mensalão – medidas que foram, sim, do agrado do governo e de Lula, aos quais serve agora.

Machado de Assis perguntaria: a Capitu da Praia da Glória já estava dentro da Capitu de Matacavalos? Ou por outra: o ministro da Defesa já estava no presidente do Supremo? Tenho cá minhas desconfianças. Não acho que toga e política devam andar assim misturadas. Jobim também teve papel importante quando impediu a quebra do sigilo bancário do doador universal Paulo Okamotto. Lembram-se dele? Pagou uma dívida de Lula com recursos supostamente pessoais, embora não tivesse renda para tanto. Mais: ele diz que o fez. Lula nega. Jobim não nos deixou saber o que terá acontecido para haver essa falta de coincidência de memórias.

Mas...
É claro, no entanto, que a solução pode vir a ser positiva. Jobim tem um perfil um tanto centralizador e, como dizer?, é um homem de grande vaidade intelectual. Vai tentar, de fato, ter o comando. Isso lhe custou algumas rusgas no STF, cuja natureza é bastante colegiada. Trabalho não lhe falta.

O primeiro passo é separar alhos de bugalhos. Eu nunca entendi por que o setor aéreo precisa de uma agência reguladora. Alguém me explica? A menos que se privatizem a Infraero e todos os aeroportos brasileiros – o que seria uma boa idéia -, pra que agência? Convenham: o país não pode ficar refém do sr. Zuanazzi e de seus subordinados. Como é que se vai mexer nesse vespeiro? É preciso, evidentemente, tomar cuidado para que uma intervenção na Anac não jogue no lixo a segurança jurídica do país. A saída não está em alterar a lei da agências reguladoras. É necessário mudar o caráter da Anac.

Correria
Lula tentou se desgrudar da crise do setor aéreo o quanto pôde. Agiu porque percebeu que isso não seria possível. Agora Jobim vai fazer o périplo por São Paulo, incluindo a visita ao IML. Pois é. Uma reação, para dizer pouco, tardia; não dele, claro, que nem ministro era, mas do governo Lula. A substituição de Waldir Pires também cobre de ridículo o jornalismo dos áulicos. Ora, se o governo federal não tinha nada a ver com a tragédia, por que a mudança? A resposta é óbvia; porque o Planalto já conta com 356 cadáveres nas costas.

A nomeação de Jobim pode ser positiva ainda para tentar impedir que se faça uma outra besteira; um novo aeroporto em São Paulo, o que é desncessário, coisa de megalômanos. A ampliação de Cumbica é plenamente viável: é mais rápida e mais barata. Jobim e o governador José Serra têm um ótimo relacionamento. Espero que ambos se convençam do óbvio.

Discurso
O discurso de Lula, como vocês podem ver nos sites e jornais, foi a lástima de sempre. Aproveitou para fazer suas gracinhas, o que corresponde a triupiar sobre cadáveres. Também disse que tem medo de avião e que reza para que tragédias não aconteçam. Não tenho nada contra o presidente rezar. Mas também sei que Deus não nomeia o ministro da Defesa, o presidente da Infraero ou os diretores da Anac. Ele pode rezar o quanto quiser e não precisa contar isso pra ninguém. O que não pode é permitir que uma crise se arraste por dez meses, com uma primeira resposta vindo 356 corpos depois. Não há prece para isso.

Jobim, Jobim
Outro Jobim muito mais famoso, o Tom, falou que a saída do Brasil era o aeroporto. No país de Lula, isso também deixou de ser verdade. Vamos torcer para que este Jobim, o Nelson, restabeleça a saída apontada pelo outro. Temos de ter o direito, ao menos, de escapar. Nem é a ditadura que nos impede, como na Cuba de Fidel Castro, mas a incompetência, o pior de todos os reacionarismos.

Por Reinaldo Azevedo


O Ruído da Morte

Por Adriana Vandoni

Covardes, cafajestes e chulos, assim defino o séqüito do presidente Lula,como o seu assessor especial, o asqueroso e nauseabundo aspone Marco AurélioGarcia, que com seu gesto obsceno disse "f..eram-se", menos preocupado comos mortos do vôo da TAM e seus familiares, nada preocupado com a apreensão de todos os brasileiros, mas sim com a imagem do governo. "Ganhamos essa", Yesss!, a culpa não é nossa, nos safamos!, deve ter pensado"salafrariamente". Muitos pediram a sua cabeça. Eu discordo. Ele é apenas parte e um perfeito exemplo estético do governo ao qual faz parte.

O Brasil não quer o culpado, aspone, mas as causas do acidente, para que a tragédia não se repita. Isto aqui não é uma gincana e a morte de pessoas vai muito além de desgastes políticos. Não se preocupe, pois Duda Mendonça saberá apagar isso da memória dos brasileiros. Não, o acidente não é uma invenção da "mídia burguesa que quer derrubar um governo operário". Existem mortos, aspone, e os brasileiros choram por eles.

Mas se o aspone quer saber, o governo tem responsabilidade sim, independente do resultado das investigações da causa do acidente. Esta bagunça começou no ano passado com a morte de 154 pessoas. Nada, absolutamente nada foi feito de lá pra cá. Apenas politicagem barata e vulgar. Desta vez foram pelo menos 190 brasileiros que morreram. Onde está a Marta Favre para olhar nos olhos de uma mãe que perdeu seus filhos e dizer: "olha querida, relaxa e goza!" Vulgar!, esta mulher deveria voltar para seus programas matinais sobre sexo. É a sua praia.

De mais a mais, senhor aspone, sua comemoração foi precipitada. Mesmo que algum equipamento do avião tenha falhado na hora do pouso, equipamentos falham, mas a infra-estrutura deve ser um fator de segurança, não de risco. Se o aeroporto está com sobrecarga, o responsável é do governo federal. Se a pista não poderia suportar um Airbus e aceitava, a responsabilidade é do governo federal.

A verdade é que a Anac (Agência Nacional de aviação Civil), responsável pela regulação e fiscalização, foi ocupada pelos militantes petistas, a maioria sem qualificação para a função. De toda a diretoria só um é da área. São os "cumpanheiros" petistas, e isto só já basta. A condecoração nesta sexta do diretor presidente da Anac Milton Zuanazzi por "relevantes serviços prestados à aviação" foi uma bofetada na cara dos brasileiros.

Mas o que o presidente fez ao saber da tragédia? Inventou uma cirurgia para retirar um terçol e desmarcou todos os compromissos públicos, onde poderia ser questionado. Quando resolveu se reunir para avaliar a situação aérea e chamou sua área "política e de comunicação". Nem o incompetente Ministro da Defesa foi chamado. Deveria já ter chamado Duda Mendonça para
resolver definitivamente o caos brasileiro. Covardes e vulgares.

Talvez o aspone precisasse escutar o "ruído da morte", como me definiu um brasileiro que viu o acidente, ao escutar o barulho do avião batendo contra o prédio. "Em seguida um barulho que estremeceu os vidros da empresa, foi quando pela janela vimos o Airbus caído ao lado do prédio da TAM que em seguida explodiu em chamas". ...e hoje, veja o que restou...nada...só lembranças tristes e ensurdecedor ruído da morte.

Adriana Vandoni é economista, especialista em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas/RJ, professora do curso de pós-graduação em Gestão de Cidades. Site: www.prosaepolitica.com


Top-Top e Fuc-Fuc
por Olavo de Carvalho em 25 de julho de 2007

Resumo: Por que um dos principais representantes de um governo que é membro da mesma organização - o Foro de São Paulo - da qual participam grupos terroristas internacionais e traficantes de drogas, deveria estar preocupado com as vidas perdidas de algumas centenas de pessoas no desastre em Congonhas?

© 2007 MidiaSemMascara.org

Todo mundo no Brasil viu os gestos do sr. Marco Aurélio Garcia e de seu ajudante Bruno Gaspar transmitidos pela TV, cujas equivalências onomatopaicas, salvo melhor juízo, são respectivamente “top-top” e “fuc-fuc”. Não se ouve som nenhum na gravação, mas, pelo contexto, o sentido vernáculo da mímica ministerial foi aproximadamente: “Agora eles tomaram no...” – sapientíssima observação ante a qual o criativo assessor, recordando a máxima célebre do candidato interiorano, ponderou, também sem palavras: “Se nóis não ó neles, ó eles em nóis”.

O Diário do Comércio pede minha opinião sobre esse interessante número de mímica, mas antes de emiti-la devo recordar alguns aspectos do governo Lula, sem cuja perspectiva o sentido daquele diálogo silencioso arriscaria tornar-se demasiado esotérico.

Em outubro de 2002, o sr. Lula disse ao jornal Le Monde que a eleição que o tornaria presidente era apenas uma farsa destinada a legitimar a tomada do poder pelas organizações de esquerda. Confirmando as palavras do líder, o sr. Garcia informou ao jornal La Nacion , em Buenos Aires, que o PT continuava firme na esquerda revolucionária: “A impressão de que o PT foi para o centro surge do fato de que tivemos de assumir compromissos que estão nesse terreno. Isso implica que teremos de aceitar inicialmente algumas práticas. Mas isso não é para sempre.”

Como toda a campanha petista se baseava exatamente na hipótese oposta, isto é, de que o candidato e seu partido tinham abjurado de toda ambição revolucionária e aderido ao culto da ordem burguesa, essas declarações já bastavam para demonstrar, acima de qualquer dúvida, que nenhum dos dois declarantes era confiável. Ou estavam mentindo para seus antigos correligionários, ou para seus novos eleitores. Dando a primeira hipótese por certa e inquestionável sem necessidade de exame, a mídia nacional inteira e os próprios adversários eleitorais de Lula decidiram abafar as entrevistas comprometedoras, que teriam bastado para destruir a candidatura petista.

Logo depois, interrogado polidissimamente pelo entrevistador Boris Casoy quanto ao risco de uma aliança Lula-Castro-Chávez, o candidato assegurou que era tudo invencionice de “um picareta de Miami” (referia-se ao escritor cubano Armando Valladares). Na ocasião, a aliança já estava combinada nas reuniões do Foro de São Paulo e nos meses que se seguiram foi consolidada sobretudo por intermédio do sr. Garcia, que, desde a renúncia de Lula à presidência do Foro, se tornou o agente de ligação entre o governo brasileiro e aquela entidade.

Pouco antes, o sr. Lula havia assinado, ainda como presidente do Foro, um compromisso de defender incondicionalmente as Farc, a narcoguerrilha colombiana, acusando de “terrorismo de Estado” qualquer coisa que se fizesse contra ela. Se o eleitor brasileiro soubesse disso, jamais votaria nessa criatura. Mas novamente a grande mídia e os supostos opositores de Lula ajudaram a varrer a poeira para baixo do tapete, escondendo não só o acordo abjeto mas a própria existência do Foro de São Paulo. Até hoje a organização política mais vasta e poderosa da América Latina é, para o público nacional, um mysterium ignotum protegido sob um véu de chumbo.

O acordo pró-Farc, obtendo facilmente e sem discussões o apoio unânime das organizações participantes do Foro, só pode ter sido tramado com muita antecedência. Nem é preciso perguntar quem o preparou. Segundo informações do site http://www.militaresdemocraticos.com/ , o futuro ministro Top-Top teve vários encontros com o comandante da narcoguerrilha, Manuel Marulanda Gomez, em Havana, sempre na presença de Fidel Castro.

Que o compromisso estava destinado a não ficar só no papel é algo que o tempo comprovou abundantemente. Os líderes das Farc continuaram a transitar livremente pelo território nacional, mesmo depois de comprovado que eram os maiores fornecedores de cocaína ao traficante Fernandinho Beira-Mar; e seus agentes em ação no Brasil jamais foram incomodados pelas nossas autoridades, mesmo depois de denunciado que davam adestramento em guerrilha urbana para os bandidos do PCC e do Comando Vermelho, contribuindo maciçamente para que a quota de brasileiros assassinados alcançasse a cifra de cinqüenta mil cadáveres anuais.

Também não é preciso dizer que qualquer membro das Farc ou de outras organizações ligadas ao Foro, se acidentalmente preso por policiais ingênuos, conta imediatamente com a máquina do partido governante para protegê-lo de perguntas incômodas, libertá-lo o mais rápido possível e mesmo brindá-lo com o estatuto de asilado político, se não com o de cidadão brasileiro.

Se o leitor percebe a dose de cinismo necessária para um governo colaborar tão assídua e fielmente com o massacre da população nacional, deve entender sem dificuldade por que esse governo não se sente nem um pouco culpado pela morte de mais algumas centenas de brasileiros, no desastre da TAM. Cada um de nós deve recordar-se de quando o então candidato Lula, perante seu opositor Geraldo Alckmin, se vangloriava da folha de realizações de seu primeiro mandato, entre as quais a reforma do aeroporto de Congonhas. Mas a idéia de que quem leva os méritos da obra deve também arcar com as culpas dos seus erros é algo que requer um mínimo de sensibilidade moral, e nada, absolutamente nada sugere que esse mínimo tenha jamais entrado nas almas coriáceas dos srs. Lula e Garcia. Não digo que eles sejam amorais. Ao contrário, têm moral até demais: têm duas, como todos os revolucionários: uma para os “companheiros”, outra para o comum dos mortais. Naquela, eles são sempre inocentes; nesta, os outros são sempre culpados.

Por isso não creio ser tão difícil interpretar a cena filmada indiscretamente pela janela do ministro. O diálogo silencioso não dá uma indicação precisa de quem são os tais “eles”, subentendidos nos gestos de de Top-Top e Fuc-Fuc. Uns dizem que é a TAM, outros que é a mídia em geral, outros que são os partidos de oposição. Mas a suspeita que não me sai do pensamento é que somos todos nós – os brasileiros em geral, os profanos, os pecadores, os não iniciados no sacerdócio petista.

Surpreendido em flagrante, o ministro Top-Top não se deu por achado: tratou de fazer-se ele próprio de escandalizado, improvisando ex post facto uma bela embromação para tentar dar um sentido de alta moralidade à sua performance. Nada mais lógico, no governo chefiado por um homem isento de pecados. Mas parece que nem todos na administração petista chegaram tão alto nos mistérios da impecância eterna. Em contraste com a cara-de-pau ministerial, Fuc-Fuc, por sua vez, nada disse nem lhe foi perguntado. Recolheu-se a uma discrição tumular. Suponho que ainda esteja trancado no banheiro, hostil a qualquer contato humano. Pela primeira vez na história da mídia universal um assessor de imprensa, cujo serviço é falar, transcendeu duplamente a comunicação verbal: primeiro mostrou que podia ser eloqüente com gestos sem palavras, e depois mais eloqüente ainda sem palavras nem gestos.



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O bloqueio de bens do PT

Cadáver politicamente insepulto


Enquanto a sociedade continuar apática os aproveitadores continuarão a se locupletar



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http://spebrasil.com.br

Edição de hoje


A união e o clamor uníssono dos brasileiros decentes para que sejam fustigados com a Lei é a melhor arma contra a sanha destruidora dos vendilhões da Patria!

"Quando os HOMENS vivem sem uma AUTORIDADE para impor RESPEITO, a VIDA se transforma numa GUERRA de todos contra todos! Não há lugar nem para o TRABALHO, pois seus frutos são incertos. E o que é pior : haverá sempre o MEDO e o GRANDE RISCO da morte violenta. A VIDA do HOMEM se torna pobre, triste, sem esperanças, BRUTA, e curta!"* THOMAS HOBBES *


FORÇA AÉREA, DESPERTA !

Ternuma Regional Brasília

Pelo Gen Div Murillo Neves Tavares da Silva

Lembro-me que, ainda garoto, conversando com meu pai que, como major do quadro de estado-maior da ativa, foi chefe da Seção de Operações do 6º Regimento de Infantaria, na campanha da Força Expedicionária Brasileira, na Itália, ele teceu referências bastante elogiosas ao famoso esquadrão aéreo Senta a Pua, cujos pilotos - orgulho da Força Aérea Brasileira até hoje - tinham sua perícia, seu arrojo e sua coragem elogiados por aviadores de todos os países que tinham representação na Itália. Como oficial, em inúmeras missões apoiadas pela FAB, pude constatar que tais virtudes continuavam a ser uma demonstração da sólida formação profissional dos meus companheiros alados. Desnecessário lembrar os excepcionais serviços prestados pela gloriosa equipe azul em toda a Amazônia, onde, durante muito tempo, ela operou os famosos Catalinas, pousando em rios distantes para apoiar os militares do Exército, em suas guarnições isoladas, e as populações ribeirinhas, com ações cívico-sociais. E do Correio Aéreo Nacional, com atuação, inclusive em países vizinhos, fazendo uma diplomacia efetiva, sem a podre contaminação ideológica desses marcos aurélios da vida, quem não ouviu falar ?

Pois bem, essa Força Aérea era, até bem pouco tempo, responsável, digamos assim, por tudo que se relacionasse com aviação no Brasil. Obviamente, as coisas funcionavam e, apesar das neblinas, das chuvas, das pistas e tantas outras razões, hoje apresentadas como motivo para os desastrados "apagões", havia respeito nas relações usuários/prestadores de serviço e os aviões, ressalvados atrasos comuns em qualquer lugar do mundo, voavam sem maiores problemas. De repente, como sempre são as decisões imbecis, começaram a achar que tudo estava errado, particularmente porque eram os militares que estavam à frente do sistema. Pouco a pouco, foi sendo tramado o desprestígio de quem realmente sabe o que é voar e como voar. Primeiro, até porque movimenta verbas muito apetitosas, foi a Infraero para controlar os aeroportos. Falar das falcatruas seria cansativo. A imprensa já escancarou as portas da corrupção e da incompetência, da prioridade às maquiagens aeroportuárias em detrimento da segurança, do cabide de emprego e do compadrio em fornecimento de materiais e serviços. Depois, algum gênio esquerdinha, inescrupulosamente ofendido com a excelência da atuação dos "gorilas torturadores", imaginou a criação de uma agência, a famigerada Agência Nacional da Aviação Civil, para substituir o Departamento de Aviação Civil (o velho e eficiente DAC). Trocava-se, assim um experimentado brigadeiro, com alguns milhares de horas de vôo, por um civil que, quem sabe ?, nem carteira de motorista precisa ter, quanto mais brevê de piloto. No momento, a tal ANAC é chefiada - pelo que me contaram ou pelo que li, não me lembro bem... - por um amigo de um ex-marido de alta autoridade. Se for verdade, acho que só essa condição é muito pouco para tanta responsabilidade.

Não me lembro de ter lido, nem mesmo na Internet, alguma reação a essas manobras de esvaziamento da FAB. Como também não soube de insatisfação com a compra de aviões velhos recuperados, em vez dos indicados pelos estudos da Força. Parece que a compra do Aerolula, também maldosamente apelidado Aero51, teria tido um efeito de anestesia, embora muito poucos tenham o privilégio de pilotá-lo e até mesmo de entrar nele. Mandaram-me pela Internet, cópia do contracheque do pessoal militar, em fins de 2005 ou 2006, em que constava o retrato do Presidente LULA, em evidente culto à personalidade ou em evidente " puxassaquismo " explícito. Como podia ser montagem das elites, procurei confirmar com um bom amigo aviador e ele me disse que era verdade. Depois a imprensa noticiou que a primeira turma de mulheres formadas na Academia da Força Aérea teria convidado a Sra. Marisa Letícia para paraninfá-la e, além disso, a presenteara com um belíssimo quadro. Divulgou-se, mais tarde, que tudo fora armado pelo próprio Comandante da Aeronáutica, que providenciou a feitura da carta, com a qual desceu na Academia, acompanhado pela Sra Marisa, e fez as moças assinarem como se fosse coisa delas. Essas demonstrações sempre enfraquecem os que pensam em beneficiar-se delas, mas nunca são feitas sem o beneplácito dos homenageados. Às vezes, há até incentivos. Sobre o episódio dos controladores de vôo, militares encontrando-se com o ministro da defesa (trato-o com minúsculas, porque não há letras menores...) e, depois, com um ministro civil e uma funcionária federal, para solucionar seus problemas funcionais, sem que os brigadeiros da cadeia de comando fossem consultados ou considerados, nem cabem mais comentários. Agora, para mostrar serviço, o apedeuta que nos governa mandou a Polícia Federal ( a mesma que o deixou amuado quando pescou seu irmão lambari) fazer um inquérito paralelo ao que, por dever de ofício, a comissão de investigação e prevenção de acidentes da FAB (CENIPA) sempre fez com absoluta correção. Por quê ? A CENIPA já não sabe fazer ? Só para concluir essa seqüência de fatos que desgastam qualquer instituição, recordo o sórdido episódio da queima de documentos reservados na Base Aérea de Salvador, montado pela Rede Globo e que, em inquérito, ficou provado que era falsidade. Há um brioso Coronel Aviador (com letras maiúsculas, sim) que está processando todos os envolvidos e participou sua atitude a seus superiores.

Até quando a Nação vai ver essa coisas acontecerem com nossa aviação militar ? Até quando vamos suportar o desrespeito às velhas águias que decolavam dos Afonsos e das novas águias que, hoje, se aninham em Pirassununga? Até quando o Brasil vai conviver com o aviltamento da figura do ínclito Brigadeiro Eduardo Gomes ?

Força Aérea, desperta ! Acorda, gloriosa Força Aérea, antes que te cortem as asas...

Brasília, DF, 20 de julho de 2007.

Autorizada a reprodução, a impressão e a divulgação, desde que conservado nome do autor.

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Quem é Marco Aurélio Garcia?
21 de setembro de 2006
Da redação - Folha OnLine

Resumo : Marco Aurélio Garcia é o principal mentor da ajuda brasileira a Hugo Chávez. Este apoio é um projeto dele. Mas quem é este homem que parece ser o poder, por detrás do poder?

"Temos que dar a impressão de que somos democratas. Inicialmente temos que aceitar certas coisas, porém isso não durará muito", declarou Marco Aurélio Garcia , o marxista com influência por trás do presidente Luis Inácio Lula da Silva, recordando que Fidel Castro teve que fazer o mesmo. Ou seja, dizer que era democrata e que não era comunista, para poder consolidar-se no poder até agora, 50 anos depois do golpe em Cuba!

Marco Aurélio Garcia esteve na Venezuela, dando uma mão a outro disfarçado de democrata, Hugo Chávez . Foi comprovar a chegada do petroleiro Amazon Explorer com 520.000 barris de gasolina procedente da empresa brasileira Petrobras. Essa ajuda brasileira é um projeto de Marco Aurélio Garcia .
Quem é este homem que parece ser o poder, por trás do poder? Em uma entrevista para o jornal francês, Le Monde, Lula repetiu as mesmas palavras de Marco Aurélio Garcia , dizendo que "a democracia é só uma farsa para tomar o poder".

Garcia tem provado a realidade disto: (clique na foto para ver o vídeo)

Desde 1969 até 1973, que ele era um ativista estrangeiro na política do Chile durante o governo de Salvador Allende. Allende foi eleito democraticamente, porém uma vez no poder perseguiu os jornais que não seguiam sua linha política e colocou a oposição sob controle. Um enorme carregamento de armas enviadas pelo governante de Cuba, Fidel Castro, para a "defesa da revolução socialista" foi descoberta na casa dele , Marco Aurélio Garcia. Um brasileiro foi a peça principal desta operação. Este foi o primeiro contato de Marco Aurélio Garcia com as operações cubanas .

Em 1980, Marco Aurélio Garcia fundou o Partido dos Trabalhadores (PT) com Lula da Silva . Desde sua fundação tem sido o conselheiro de assuntos internacionais.


Em 1990, a pedido de Fidel Castro, que desde então já havia incursionado militarmente em mais de 30 países , Marco Aurélio Garcia convocou uma reunião de todos os grupos de esquerda da América Latina e do Caribe. Representantes de 48 diferentes partidos comunistas e grupos terroristas atenderam. Esta reunião converteu-se no chamado "Foro de São Paulo". Marco Aurélio Garcia não só foi seu fundador, como ainda hoje, todavia, continua sendo seu líder, ao cabo de 12 anos.

Como líder do Foro de São Paulo, Garcia controla e coordena as atividades subversivas do Rio Grande do Sul até a Patagônia. Vários membros do Foro de São Paulo são terroristas ! Alguns estão na relação dos "Mais Procurados" do FBI. Porém não há nada estranho nisto. O Foro de São Paulo, sob os auspícios de seu Secretário Executivo, Marco Aurélio Garcia , tem como sua meta o apoio aos grupos terroristas .

Em seu décimo Congresso , celebrado em 7 de dezembro de 2001 ( 3 meses depois do atentado ao WTC), em Havana, RATIFICOU "a legitimidade, justiça e necessidade da guerra das organizações colombianas ELN e FARC , e nossa solidariedade com as mesmas".

O novo EIXO DO TERRORISMO começa em Cuba , segue para a Colômbia , onde é financiado pelo dinheiro sujo vindo do tráfico de drogas , segue para a Venezuela, onde conta com os bilhões do petróleo e termina agora no, relativamente, superpoderoso Brasil .

Marco Aurélio Garcia mostrou especial interesse no terrorista Manuel Marulanda Velez, vulgo, "Tiro Fijo ", líder das FARC. Desde 1990, Garcia teve a prioridade de ter conversas pessoais com ele, Manuel Velez . Suas reuniões não foram só em Havana , sempre na presença de Fidel Castro , mas também no México, quando viajou para encontros com um dos dirigentes das FARC, Marco Leon Calara , em 5 de dezembro de 2000. Não se sabe sobre o quê falaram, mas depois de cada entrevista de Garcia com dirigentes das FARC, estas aumentaram seus ataques nas semanas seguintes com grandes perdas de vidas, em sua maioria de civis.

O que se espera do
Brasil e do resto da região, quanto à política internacional sob a direção de Garcia, será desenhada em Havana , Cuba. Garcia trabalhará muito ativamente contra a atual política dos Estados Unidos, começando com a eliminação do embargo a Cuba .

Marco Aurélio Garcia trabalha continuamente com outros políticos marxista de outras nações e apóia publicamente o terrorismo internacional.

ESSE É O VERDADEIRO NINHO DA SERPENTE !!!


Por Jorge Serrão

Se realmente tivesse um mínimo de respeito pelos brasileiros – o que não parece ser o caso -, o presidente Lula da Silva deveria ter exonerado, anteontem à noite mesmo, seu assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia. Flagrado fazendo gestos obscenos, em pleno Palácio do Planalto, Garcia deu motivos objetivos para perder o cargo – se aqui fosse uma República séria. Seu comportamento desviante agora será avaliado pela ineficaz Comissão de Ética Pública do governo. No máximo, o grotesco “se fudeu” gesticular vai lhe render uma reprimenda. Ele fica porque é um dos que faz a cabeça de Lula.

(clique na foto para ver o vídeo)Garcia foi filmado batendo uma das mãos espalmada, sobre a outra fechada, durante a apresentação da matéria do Jornal Nacional de quinta-feira, revelando que o Airbus da TAM que sofreu acidente em Congonhas tinha problemas no reverso da turbina. Na mentalidade egoísta de Garcia, que só pensa na sobrevivência política de seu grupo no governo, tal notícia foi comemorada como um ataque à oposição que responsabiliza o governo pela maior tragédia (mais de duzentos mortos) resultante do caos aéreo.

Garcia não pode alegar que foi vítima de uma “filmagem clandestina” da Rede Globo. No espaço público, não pode haver clandestinidade – mesmo para aqueles que se acostumaram a viver nela, no passado em que fez parte de grupos de guerrilheiros, seqüestradores, assaltantes de banco e terroristas que queriam implantar o comunismo no Brasil. Sua trapalhada foi digna do “Sargento Garcia” (aquele que só toma fumo do Zorro) – com a diferença de que o personagem ficcional é inocente e ingênuo, adjetivos que jamais poderiam ser atribuídos ao maquiavélico e personalista assessor de Lula, que é um dos principais ideólogos do Foro de São Paulo (grupo que mistura as esquerdas latino-americanas com narco-guerrilheiros
, fundado pelo PT, em 1990).

Garcia ainda teve a coragem de soltar uma nota, em que destila ironia para justificar seu gesto: "Aos que possam, ainda assim, sentir-se atingidos por minha atitude, apresento minhas desculpas". Marco Aurélio Garcia alegou que "o sentimento que extravasei, em privado, foi e é de repúdio àqueles que trataram sordidamente de aproveitar a comoção que o País vive, para insistir na postura partidária de oposição sistemática a um governo duas vezes eleito pela imensa maioria do povo brasileiro".

Maus exemplos se acumulando

O “se fudeu gestual” de Garcia se somou às declarações desastradas de outros ministros do governo.

A ministra do Turismo, Marta Suplicy, aconselhou que os brasileiros deviam "relaxar e gozar" para enfrentar a crise aérea.

Já o ministro da Fazenda, Guido Mantega, classificou o caos nos aeroportos como "sinal de prosperidade econômica".


Mais uma calamidade aérea (pode) estar a caminho. DOC.N 31/2007

No final do ano de 2006, mais que tudo, por conta do total sucateamento do nosso sistema de controle de tráfego aéreo, um terrível acidente matou mais de 150 pessoas no final do ano de 2007.Numa só tacada, um acidente aéreo causado antes de mais nada, por conta do sucateamento da FAB, matou mais gente que todos os não-marxistas mortos no Brasil, pela esquerda brasileira comandada, treinada e financiada por ditadores comunistas estrangeiros, entre 1964 e 1985.Além de 154 pessoas mortas, chama a atenção, a total impunidade do caso.Se processa há anos, o costureiro Clodovil, pelo fato dele ter derrubado umas poucas árvores em sua chácara, em São Paulo.É possível, que o atual deputado Clodovil acabe preso, por derrubar uma dezena de árvores, num “crime ambiental”, enquanto parece ser inevitável, que todos os responsáveis por este terrível acidente aéreo vão morrer todos impunes.
(clique na foto para ver o vídeo)Todos se lembram da deposição, seguida de renúncia e cassação de direitos políticos de Fernando Collor. A campanha que levou Getúlio Vargas ao suicídio em 1954, foi mínima, singela, educada, banal e pudica, comparada à campanha que derrubou Collor em 1992. Se todos os condenados nas prisões do Brasil de então, tivessem seus crimes comparados à metade das acusações feitas contra Collor, em 1992 e anos seguintes, o total da metade das acusações contra Collor, seria menor que o total de crimes, de todos os bandidos do Brasil de então.Por suspeitas de irregularidades, por sinal não provadas pelo judiciário, Collor foi deposto, cassado, humilhado, caluniado, ridicularizado e arruinado.
Nós do Grupo Guararapes fomos sempre oposição ao governo Collor. Nós exigimos e comemoramos sua deposição e cassação. Ainda assim, nós perguntamos: afinal, por que no Brasil a compra supostamente irregular de uma FIAT Elba é razão suficiente, para se derrubar um presidente eleito pelo povo, enquanto a morte de 154 pessoas, não derruba sequer um guarda de trânsito?
Há vários mitos sobre este acidente. Um deles é que o espaço aéreo brasileiro seria muito cheio de aeronaves.Isto é falso.A França tem 15 vezes menos território que o Brasil e mais do dobro do tráfego aéreo.Nem por isto, a França teve acidentes por conta desta suposta superlotação de espaço aéreo.E o acidente que matou 154 pessoas, aconteceu numa área de pouquíssimo tráfego aéreo no Brasil.
Um segundo mito é que a falta de transponder em uma das aeronaves seria a causa do acidente.Ora, qualquer militar sabe que os radares “3D” que estão disponíveis no mercado mundial e há décadas, indicam não só distância, direção e velocidade das aeronaves, como também a altitude das aeronaves.É óbvio que um país tem que ter tal radar, pois um avião inimigo ou de um traficante, não vai usar transponder para revelar sua rota e planos.
Um terceiro mito é que faltariam recursos, para a FAB exercer tal atividade de tráfego aéreo. Isto é tão ou mais falso, que os mitos anteriores. O aumento do tráfego aéreo se traduz em mais receitas, por conta de arrecadação das empresas aéreas.Se isto não basta, mais de R$150 milhões do orçamento destinados à segurança aérea, simplesmente não foram usados por Lula.
Um quarto mito é que seria o mal trabalho dos responsáveis pelo controle aéreo, a culpa de tudo.No entanto, cada um dos responsáveis por isto, tem Lula como seu mentor.Para começar, quem nomeou o incompetente ministro da Defesa Waldir Pires foi, o presidente Lula.Igualmente foi Lula quem loteou a Infraero e todo o resto, entre a tal “base aliada” no Congresso. Se isto não basta, os controladores de vôo militares ganham menos e trabalham mais, que os controladores de vôo civis.Uma óbvia discriminação anti-militar.
Comparado ao que se viu nas administrações de Sarney e FHC; comparado ao que se vê e verá no governo Lula, o “mar de lama” em que Collor se afogou, parece ter sido apenas um tímido e envergonhado brejal. Neste como em outros tantos escândalos de sua administração, Lula só faz mandar encobrir tudo e difundir fraudes sobre ele, por toda a parte.É mais uma vez, o crescimento do espetáculo da farsa.
Não é de hoje ou mesmo deste governo, que a FAB está sucateada e os militares aviltados não só financeiramente, como também moralmente. Já nos tempos do hoje lulista Sarney, faltava até comida nos quartéis. Hoje nossos militares vivem de salários aviltantes, enquanto assassinos a mando de ditadores comunistas estrangeiros recebem gordos salários, pensões e indenizações milionárias. Waldir Pires foi escolhido por Lula, antes de mais nada, pelo ódio, nojo e desprezo, que ele há mais de 50 anos devota a todos os militares.
Diante de tanta impunidade, corrupção, descaso, insensatez e desprezo pela vida humana alheia, que são intrínsecos à esquerda no poder em todos os tempos, lugares e situações, está aberto o espaço para uma tragédia aérea ainda pior que esta. Uma tragédia aérea não mais pela queda de uma aeronave nos confins da floresta amazônica e sim, na queda de uma ou mais aeronaves, sobre uma grande cidade brasileira.
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1073 CIVIS – 32 OFICIAIS GENERAIS – 336 OFICIAIS SUPERIORES E 101 CAP/TEN. TOTAL 1.542 maio/2007
Batistapinheiro@fortalnet.com.br In memoriam 24 militares e 2 civis www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

Esporas e Penachos
Nelson Rodrigues ( O Globo de 28 Jan 1970)

"Não há nome intranscendente e repito: qualquer nome insinua um vaticínio. Todo o destino de Napoleão Bonaparte está no seu cartão de visitas. Ao passo que um J. B. Martins da Fonseca não tem nenhuma destino especial e vou mais longe: não tem destino. Quando baptizaram William Shakespeare, o padre poderia perguntar-lhe: "Como vão tuas Obras completas?". No simples "William Shakespeare" estava implícita a música verbal do seu teatro.
Mas um certo nome exige uma certa cara. Napoleão Bonaparte pedia um perfil napoleónico. Um Gengis Khan precisa de fotogenia. Ou então um John Kennedy. O que era o presidente assassinado senão o queixo forte, plástico, histórico? Ele venceu Stevenson e depois Nixon porque tinha as mandíbulas crispadas do Poder. Por isso, o tiro arrancou-lhe o queixo. Outro: Churchill, com a sua maravilhosa cara de buldogue. Em todos os citados, cara e nome, justapostos, explicam uma nítida pre-destinação.
Fiz essa pequena introdução para chegar ao nosso presidente. Quando começou o jogo de candidaturas, disse eu: "Ganha esse, pelo nome e pela cara". Não é impunemente que um homem se chama Emílio Garrastazu Médici. Tiremos o Emílio e fica Garrastazu. Tiremos o Garrastazu e ficará o Médici. Bem sei que essa meditação sobre o nome pode parecer arbitrária e até delirante. Não importa, nada importa. Depois vi a sua fotografia. Repeti, na redacção, para todo o mundo ouvir: "É esse o presidente". Ora, numa redacção há sempre uns três ou quatro sarcásticos. Um deles perguntou: "Só pelo nome?". Respondi: "Pelo nome e pela cara".
Como já disse, a história e a lenda também exigem uma certa fotogenia. E senti que Emílio Garrastazu Médici tinha um perfil de moeda, de cédula, de selo. Organizem uma retrospectiva presidencial e verão que os nossos presidentes são baixos. Getúlio era baixíssimo, embora tivesse um perfil histórico e, digamos, cesariano. Epitácio foi fisicamente pequeno. Era a pose que o fazia mais presidencial. Garrastazu Médici é o nosso primeiro presidente alto.
Dirão vocês que eu estou valorizando o irrelevante, o secundário, o fantasista. Desculpem o meu possível equívoco. E se me perguntarem porque estou dizendo tudo isso, eu me justificarei explicando: conheci, Domingo, o presidente Emílio Garrastazu Médici. E o pretexto para o nosso encontro foi um jogo de futebol.
Outra singularidade do chefe da nação: gosta de futebol e sabe viver, como o mais obscuro, o mais anónimo torcedor, todas as peripécias dos clássicos e das peladas. Isso é raro, ou melhor dizendo, isso é inédito na história dos presidentes brasileiros. Imaginem um Delfim Moreira, ou um Rodrigues Alves, ou um Wenceslau Brás entrando no estádio Mario Filho. Qualquer um desses perguntaria: "Em que time joga o Fla-Flu?", "Quem é a bola?" ou "O córner já chegou?".
O nosso presidente sabe tudo de futebol. Eu diria que hoje nenhum brasileiro será estadista se lhe faltar a sensibilidade para o futebol. Mas dizia eu que foi um jogo - São Paulo X Porto - que nos aproximou. Na sexta-feira passada, o Palácio das Laranjeiras começou por me procurar. Se eu fosse terrorista, não seria tão perseguido. Finalmente, falo pelo telefone com o Palácio. O secretário de Imprensa queria me transmitir um convite. Onde e a que horas poderia falar comigo? Marcamos o encontro. Simplesmente, o presidente Médici me convidava para assistir, a seu lado, na inauguração do Morumbi, o jogo internacional. Eu iria, com S. Exa., no avião presidencial. O presidente fazia o maior empenho em que o acompanhasse.
Confesso, sem nenhuma vergonha, que o convite me fascinou. O que têm sido as nossas relações com os presidentes da República? Nada. Sim, há entre nós e o presidente uma distância infinita, espectral. E o Supremo Magistrado, como se diz, é um ser misterioso, inescrutável, sinistro. No meu caso, o presidente se dispunha a acabar com a distância e me receber na áspera solidão presidencial.
De mais a mais, o Brasil vive o seu grande momento. Eis o nosso dilema: o o Brasil ou o caos. O diabo é que temos a vocação e a nostalgia do caos. É o momento de fazer o Brasil ou perdê-lo. Esse Garastazu Médici é, neste instante, uma das figuras vitais do país. Eu ia vê-lo, ia ouvi-lo. Sim, ouvir os ruídos da sua alma profunda. Todo o mundo tem, no bolso do colete, o seu projecto de Brasil. Garrastazu tem o seu e pode realizá-lo. Ao passo que n´so não temos força para tapar um cano furado. Bem. Aceitei o convite, ressalvando: iria de tudo, menos de avião. "De automóvel?", perguntou o secretário de Imprensa. E eu: "De qualquer coisa" - e repeti - "nunca de avião".
Sábado, o meu filho Nelson levou-me para São Paulo no seu Fusca. Durante a viagem, uma pequena mas intolerável inibição instalou-se em mim: "Chamarei o presidente de 'excelência' ou simplesmente de 'senhor'?". Ao mesmo, imaginava que o Poder desumaniza o homem. Seria Garrastazu uma figura áspera, hierática, enfática? Pensava, ao mesmo tempo, num episódio recente. No jogo do Grémio, e antes de ser presidente, e antes da definição das candidaturas, o general Garrastazu Médici desce ao vestiário. Vejam se vocês conseguem imaginar um Delfim Moreira, ou um Epitácio num vestiário de futebol. Pois o general chega e pergunta: "Como é, Alcino, que você vai me perder aquele gol?". No Fusca do meu filho Nelson, eu queria crer que um homem assim é um brasileiro vivo e não uma pose, e não uma casaca, e não uma faixa, e não uma condecoração.
No dia seguinte, estava eu no aeroporto. Tivemos uma primeira conversa e, durante o dia, uma outra, e uma terceira, e uma quarta. Vi a seu lado a inauguração (ou a décima inauguração do Morumbi). Ora, no momento não há nada mais importante do que saber o que pensa, o que sente, o que imagina, o que quer um presidente da República, investido de tantos poderes. No meio do jogo, ele insistia para que eu voltasse no seu jato. Digo, por fim: "Está certo, presidente. Vou voar pela primeira vez".
É preciso não esquecer o que houve nas ruas de São Paulo e dentro do Morumbi. No estádio Mário Filho, ex-Maracanã, vaia-se até minuto de silêncio e, como dizia o outro, vaia-se até mulher nua. Vi o Morumbi lotado, aplaudindo do presidente Garrastazu. Antes do jogo e depois do jogo, o aplauso das ruas. Eu queria ouvir um assobio, sentir um foco de vaia. Só palmas. E eu me perguntava: "E as vaias? Onde estão as vaias?". Estavam espantosamente mudas.
Até Domingo, às seis e meia, sete da noite, eu não entrara jamais num avião pousado, num avião andando, num avião voando. Lá em cima, não há paisagem; e, se não há paisagem, estamos fazendo a antiviagem. Conversámos longamente. Houve um momento em que ele me disse: "Sou um presidente sem compromissos. Só tenho compromissos com a minha pátria". Eis um homem que fala em pátria, em "minha pátria". Para a maioria absoluta dos civis, "pátria" é uma palavra espectral, "patriota" é uma figura espectral. E as nossas esquerdas fizeram toda a sorte de manifestações. Não berravam, não tocavam na "pátria". Nas passeatas, berravam, em cadência: "Vietnã, Vietnã, Vietnã". Pinchavam os nossos muros com vivas aos vietcongs, a Cuba. Nenhuma alusão à pátria, nenhuma referência ao Brasil. E, no entanto, vejam vocês: o Amazonas tem menos população do que Madureira. Aquilo é uma gigantesca sibéria florestal. E as esquerdas só pensavam no Vietnã, e só pensavam pelo Vietnã e só bebiam pelo Vietnã.
Certa vez, conversei com um membro da esquerda católica. Exortei-o a desembarcar no Brasil. Disse-lhe que, na pior das hipóteses, temos paisagem. Citei o Pão de Açucar, o Corcovado. Mas ele batia na tecla obsessiva e fatal: "O Vitenã, o Vietnã, o Vietnã" etc. etc. Ainda no meu élan paisagístico, fiz a apologia da Vista Chinesa, recanto ideal para matar turista argentino. Mas havia entre mim e ele a distância que nos separa do Sudeste Asiático. Eis o que o meu amigo propõe: que os brasileiros bebessem o sangue uns dos outros como groselha.
Antes de se despedir, o membro da esquerda católica concentrou sua ira nas Forças Armadas. Acusou-as de incapazes, de ineptas, de relapsas. "Os militares nunca fizeram nada", afirmou. Desta vez, perdi a minha paciência. Tratei de demonstrar-lhe que os militares fizeram tudo. No Sete de Setembro (e Pedro Américo não me deixa mentir) foram sujeitos de esporas e penacho que deram o grito do Ipiranga; e, se os militares não fizeram nada, que faz a espada de Deodoro na estátua de Deodoro? Foi a inépcia militar que fez a República, assim como fizera a independência. Em 22 e 24, era o sangue militar que jorrava como a água, a água da boca dos tritões de chafariz. Em 30, em 32, em 35, foram os militares. Assim em 89. Retirem as Forças Armadas e começará o caos, o puro, irresponsável e obtuso caos.
Há anos e anos que eu não digo "pátria". E quando o presidente Garrastazu falou em "minha pátria", experimentei um sentimento intolerável de vergonha. Esse soldado é de uma natureza simples e profunda. Está disposto a tudo para que não façam do Brasil o anti-Brasil. Seja como for, deixará este nome, para sempre: Emílio Garrastazu Médici."


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É inaceitável a falácia de vendilhões cínicos e mentirosos que banalizam as Instituições Nacionais, a impunidade e a violência.



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Não há dúvidas de que o (des)governo de Luiz Inácio da Silva deseja acabar com todo e qualquer valor moral e ético da sociedade brasileira.

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O espetáculo da mediocridade de uma sociedade quase apátrida

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O bloqueio de bens do PT

Cadáver politicamente insepulto


Enquanto a sociedade continuar apática os aproveitadores continuarão a se locupletar



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A união e o clamor uníssono dos brasileiros decentes para que sejam fustigados com a Lei é a melhor arma contra a sanha destruidora dos vendilhões da Patria!



Escândalos no Brasil -
CLIQUE no assunto e leia o resumo

Governo Geisel ( General Ernesto Geisel) ( 1974- 1979)
  1. Caso Wladimir Herzog
  2. Caso Manuel File Filho
  3. Caso Lutfala
  4. Caso Atalla
  5. Ângelo Calmon de Sá (ministro acusado de passar um gigantesco cheque Sem fundos)
  6. Lei Falcão (1976)
  7. Pacote de Abril (1977)
  8. Cassações dos Parlamentares no Governo Geisel
  9. Grandes Mordomias dos Ministros no Governo Geisel

Governo Figueiredo ( General João Baptista Figueiredo) (1979- 1985)

  1. Caso Capemi
  2. Caso do Grupo Delfim
  3. Escândalo DA Mandioca
  4. Escândalo DA Brasilinvest
  5. Escândalo das Polonetas
  6. Escândalo do Instituto Nacional de Assistência Médica do INAMPS
  7. Caso Morel
  8. Crime DA Mala
  9. Caso Coroa-Brastel
  10. Escândalo das Jóias

Governo Sarney ( José Sarney) ( 1985- 1990) ( Primeiro Governo Civil Pós Regime Militar - Censura)

  1. CPI DA Corrupção
  2. Escândalo do Ministério das Comunicações (Grande número de concessões de rádios e TVs para políticos aliados ou não Ao Sarney. A concessão é em troca de cargos, votos ou apoio Ao presidente)
  3. Caso Chiarelli (Dossiê do Antônio Carlos Magalhães contra o senador Carlos Chiarelli ou "Dossiê Chiarelli")
  4. Caso Imbraim Abi-Ackel
  5. Escândalo DA Administração de Orestes Quécia
  6. Escândalo do Contrabando das Pedras Preciosas

Governo Collor ( Fernando Collor de Mello) ( 1990- 1992)

  1. Escândalo DA Aprovação DA Lei DA Privatização das Estatais
  2. Programa Nacional de Desestatização
  3. Escândalo do INSS (ou Escândalo DA Previdência Social)
  4. Escândalo do BCCI (ou caso Sérgio Corrêa DA Costa)
  5. Escândalo DA Ceme (Central de Medicamentos)
  6. Escândalo DA LBA
  7. Esquema PP
  8. Esquema PC (Caso Collor)
  9. Escândalo DA Eletronorte
  10. Escândalo do FGTS
  11. Escândalo DA Ação Social
  12. Escândalo do BC
  13. Escândalo DA Merenda
  14. Escândalo das Estatais
  15. Escândalo das Comunicações
  16. Escândalo DA Vasp
  17. Escândalo DA Aeronáutica
  18. Escândalo do Fundo de Participação
  19. Escândalo do BB

Governo Itamar Franco (Itamar Augusto Cautiero Franco ) ( 1992- 1995)

  1. Centro Federal de Inteligência (Criação DA CFI para combater corrupção em todas as esferas do governo)
  2. Caso Edmundo Pinto
  3. Escândalo do DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra a Seca) (ou caso Inocêncio Oliveira )
  4. Escândalo DA IBF ( Indústria Brasileira de Formulários)
  5. Escândalo do INAMPS ( Instituto Nacional de Assistência Previdência Social)
  6. Irregularidades no Programa Nacional de Desestatização
  7. Caso Nilo Coelho
  8. Caso Eliseu Resende
  9. Caso Queiroz Galvão (em Pernambuco)
  10. Escândalo DA Telemig (Minas Gerais)
  11. Jogo do Bicho (ou Caso Castor de Andrade) (no Rio de Janeiro)
  12. Caso Ney Maranhão
  13. Escândalo do Paubrasil (Paubrasil Engenharia e Montagens)
  14. Escândalo DA Administração de Roberto Requião
  15. Escândalo DA Cruz Vermelha Brasileira
  16. Caso José Carlos DA Rocha Lima
  17. Escândalo DA Colac (no Rio Grande do Sul)
  18. Escândalo DA Fundação Padre Francisco de Assis Castro Monteiro (em Ibicuitinga, Ceará)
  19. Escândalo DA Administração de Antônio Carlos Magalhães (Bahia)
  20. Escândalo DA Administração de Jaime Campos (Mato Grosso)
  21. Escândalo DA Administração de Roberto Requião (Paraná)
  22. Escândalo DA Administração de Ottomar Pinto (em Roraima)
  23. Escândalo DA Sudene de Pernambuco
  24. Escândalo DA Prefeitura de Natal (no Rio Grande do Norte)
  25. CPI do Detran (em Santa Catarina)
  26. Caso Restaurante Gulliver (tentativa do governador Ronaldo Cunha Lima matar o governador antecessor Tarcísio Burity, por causa das denúncias de Irregularidades na Sudene de Paraíba)
  27. CPI do Pó (em Paraíba)
  28. Escândalo DA Estacom (em Tocantins)
  29. Escândalo do Orçamento DA União (ou Escândalo dos Anões do Orçamento ou CPI do Orçamento)
  30. Compra e Venda dos Mandatos dos Deputados do PSD
  31. Caso Ricupero (também conhecido como "Escândalo das Parabólicas").

Governo FHC ( Fernando Henrique Cardoso) ( 1995- 2003)

  1. Escândalo do Sivam (Primeira grave crise do governo FHC)
  2. Escândalo DA Pasta Rosa
  3. Escândalo DA CONAN
  4. Escândalo DA Administração de Paulo Maluf
  5. Escândalo do BNDES (verbas para socorrerem ex-estatais privatizadas)
  6. Escândalo DA Telebrás
  7. Caso PC Farias
  8. Escândalo DA Compra de Votos Para Emenda DA Reeleição
  9. Escândalo DA Venda DA Companhia Vale do Rio Doce (CVRD)
  10. Escândalo DA Previdência
  11. Escândalo DA Administração do PT (primeira denúncia contra o Partido dos Trabalhadores desde a fundação em 1980, feito pelo militante do partido Paulo de Tarso Venceslau)
  12. Escândalo dos Precatórios
  13. Escândalo do Banestado
  14. Escândalo DA Encol
  15. Escândalo DA Mesbla
  16. Escândalo do Banespa
  17. Escândalo DA Desvalorização do Real
  18. Escândalo dos Fiscais de São Paulo (ou Máfia dos Fiscais)
  19. Escândalo DA Mappin
  20. Dossiê Cayman (ou Escândalo do Dossiê Cayman ou Escândalo do Dossiê Caribe)
  21. Escândalo dos Grampos Contra FHC e Aliados
  22. Escândalo do Judiciário
  23. Escândalo dos Bancos
  24. CPI do Narcotráfico
  25. CPI do Crime Organizado
  26. Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo FHC
  27. Escândalo DA Banda Podre
  28. Escândalo dos Medicamentos (Grande número de denúncias de remédios falsificados ou que não curaram pacientes)
  29. Quebra do Monopólio do Petróleo (criação DA ANP)
  30. Escândalo da Transbrasil
  31. Escândalo da Pane DDD do Sistema Telefônico Privatizado (o "Caladão")
  32. Escândalo dos Desvios de Verbas do TRT-SP (Caso Nicolau dos Santos Neto , o "Lalau")
  33. Escândalo da Administração da Roseana Sarney (Maranhão)
  34. Corrupção na Prefeitura de São Paulo (ou Caso Celso Pitta)
  35. Escândalo da Sudam
  36. Escândalo da Sudene
  37. Escândalo do Banpará
  38. Escândalo da Quebra do Sigilo do Painel do Senado
  39. Escândalos no Senado em 2001
  40. Escândalo da Administração de Mão Santa (Piauí)
  41. Caso Lunus (ou Caso Roseana Sarney)
  42. Acidentes Ambientais da Petrobrás
  43. Abuso de Medidas Provisórias (5.491)
  44. Escândalo do Abafamento das CPIs no Governo do FHC

Governo Lula ( Luiz Inácio Lula da Silva) (desde 2003 até jun/2007 - faltam 3 anos e 1/2... )

  1. Caso Pinheiro Landim
  2. Caso Celso Daniel
  3. Caso Toninho do PT
  4. Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia
  5. Escândalo do Proprinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha )
  6. CPI do Banestado
  7. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST
  8. Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC
  9. Privatização das Estatais no Primeiro Ano do Governo Lula
  10. Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros
  11. Irregularidades do Fome Zero
  12. Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
  13. Escândalo do Ministério do Trabalho
  14. Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos
  15. Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
  16. Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)
  17. Operação Anaconda
  18. Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)
  19. Caso José Eduardo Dutra
  20. Escândalo dos Frangos (em Roraima)
  21. Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo
  22. Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)
  23. Expulsão dos Políticos do PT
  24. Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz)
  25. Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF)
  26. Escândalo da ONG Ágora
  27. Escândalo dos Corpos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky)
  28. Caso Henrique Meirelles
  29. Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)
  30. Caso Cássio Caseb
  31. Caso Kroll
  32. Conselho Federal de Jornalismo
  33. Escândalo dos Vampiros
  34. Escândalo das Fotos de Herzog
  35. Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004
  36. Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado)
  37. Caso Antônio Celso Cipriani
  38. Irregularidades na Bolsa-Escola
  39. Caso Flamarion Portela
  40. Irregularidades na Bolsa-Família
  41. Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência
  42. Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT)
  43. Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
  44. Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
  45. Escândalo do IRB
  46. Escândalo da Novadata
  47. Escândalo da Usina de Itaipu
  48. Escândalo das Furnas
  49. Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão)
  50. Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão)
  51. Escândalo da Secom
  52. Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
  53. Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)
  54. Escândalo da CPEM
  55. Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)
  56. Caso Marka/FonteCindam
  57. Escândalo dos Dólares na Cueca
  58. Escândalo do Banco Santos
  59. Escândalo Daniel Dantas - Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)
  60. Escândalo da Interbrazil
  61. Caso Toninho da Barcelona
  62. Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha)
  63. Caso dos Dólares de Cuba
  64. Doação de Roupas da Lu Alckmin (esposa do Geraldo Alckimin)
  65. Doação de Terninhos da Marísia da Silva (esposa do presidente Lula)
  66. Escândalo da Nossa Caixa
  67. Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
  68. Escândalo das Cartilhas do PT
  69. Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
  70. Escândalo do Proer
  71. Escândalo dos Fundos de Pensão
  72. Escândalo dos Grampos na Abin
  73. Escândalo do Foro de São Paulo
  74. Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)
  75. Escândalo do Mensalinho
  76. Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).
  77. 69 CPIs Abafadas pelo Geraldo Alckmin (em São Paulo)
  78. Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula
  79. Crise da Varig
  80. Escândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
  81. Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
  82. CPI da Imigração Ilegal
  83. CPI do Tráfico de Armas
  84. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC
  85. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST
  86. Operação Confraria
  87. Operação Dominó
  88. Operação Saúva
  89. Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra
  90. Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam
  91. Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
  92. Escândalo dos Grampos no TSE
  93. Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula)
  94. ONG Unitrabalho
  95. Escândalo da Renascer em Cristo
  96. CPI das ONGs
  97. Operação Testamento
  98. CPI do Apagão Aéreo ( Câmara dos Deputados)
  99. CPI da Crise Aérea ( Câmara dos Senadores)
  100. Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão )
  101. Operação Navalha
  102. Operação Xeque-Mate
Ano 2007: Aumento de até 140% em Junho/07 para 21000 Assessores (cargos de confiança) da administração federal (salário mínimo 8,6%, aposentados 3% e parlamentares na faixa de 30% ou mais, visto que todos os gastos são também remunerados...)
Fonte:

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Edição de hoje


A união e o clamor uníssono dos brasileiros decentes para que sejam fustigados com a Lei é a melhor arma contra a sanha destruidora dos vendilhões da Patria!


Nova palavra foi acrescentada aos dicionários de português, não chega a ser sinônimo de malufar, é um conceito mais abrangente.

Lular . [Do analfabeto Lula]: Verbo totalmente irregular de estranha conjugação. 1. Ocultar ou encobrir com astúcia e safadeza; disfarçar com a maior cara de pau e cinismo. 2. Não dar a perceber, apesar de ululantes e genuínas evidências; calar. 3. Fingir, simular inocência angelical. 4. Usar de dissimulação; proceder com fingimento, hipocrisia. 5. Ocultar-se, esconder-se, fugir da responsa. 6. Tirar o cu da reta, atingindo sempre o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que eu). 7. Encobrir, disfarçar, negar sem olhar para as câmeras e nos olhos das pessoas. 8. Fraudar, iludir 9. Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios. 10. Voar com dinheiro alheio.




POLÍTICA BRASILEIRA
– A VOLTA DA ANARQUIA, DO COMUNISMO,
DOS MESMOS CRIMES, DOS MESMOS ERROS,
DAS MESMAS CORRUPÇÕES.
Lembram-se do governo Sarney?
Dos Pacotes econômicos mirabolantes,
Cruzeiro Novo, Cruzado,Cruzado Novo...,
que elevaram a inflação a 2.000%,
E eles fizeram o povo de curta memória
e os mais novos acreditarem que isso
foi coisa dos governos militares,
como tudo o que fizeram de errado.
Sempre disseram que foi mais lá atrás,
e o povo desinformado acreditou.
Foi exatamente aí que os famosos “cargos de confiança”
foram também inflacionados,
e a república do Maranhão, junto com outras oligarquias
que dominaram a política na época,
montaram as primeiras máquinas públicas de roubar o Estado.
!!!!!!!!!!!
Então chegou o caçados de marajás!
Lembram-se do governo Collor?
A corrupção e os crimes contra a Constituição, as Leis Brasileiras
e contra o povo brasileiro eram as mesmas de hoje.
Com um agravante criminoso contra a economia popular,
seqüestraram toda a poupança do povo...
E para que?
Para poderem roubar mais e mais cedo.
!!!!!!!!!
E o do “Lord”FHC?
Foi bem recente, vocês não se esqueceram, não é??
Muitos escândalos, CPIs abafadas,
arquivadas, escondidas do povo,
privatizações totalmente nebulosas,
vendendo todo o patrimônio brasileiro,
criado principalmente nos governos de Getúlio,
Juscelino e governos militares,
a preço de banana.
Criação das indecifráveis ANAS – Agências Nacionais, que não obedecem a ninguém e não representam e nem defendem o povo.
E de lá para cá tivemos os aumentos mais absurdos
na luz, na água, no gás, na gasolina e principalmente no telefone...
e pagamos os preços mais altos do mundo em serviços “públicos”;
e ficou tudo por isso mesmo...nada foi apurado de verdade.
!!!!!!!!!!!
Agora com o governo popular do Lula...
2 mandatos dos piores crimes, dos piores abusos
e nada se faz para defender o pobre e indefeso povo brasileiro...
Toda a corrupção voltou e com muito mais força.
Todos os crimes ocorreram em maior intensidade.
Nós e o mundo tivemos medo de Lula,
como a Regina Duarte bem representou
o medo de todo o povo brasileiro...
!!!!!!!
E o medo se transformou em realidade.
O País está sendo espoliado, vilipendiado.
Estão roubando até a alma do brasileiro.
!!!!!!
Logo pelo governo que ia mudar o país,
que se dizia dono da ética,
que detinha um grão de romantismo idealista,
que ia aprofundar as mudanças democráticas,
que ia aperfeiçoar o Plano Real,
ia fazer as reformas no Estado,
ia cortar despesas,
ia fazer o espetáculo do crescimento...
Só cresceu mais do que o Haiti,
Um minúsculo país em guerra civil.
!!!!!!!!
Graças a sua ideologia vermelha,
de um comunismo ultrapassado e criminoso
que encheu o mundo de sangue
e tristezas no século passado,
o governo Lula só teve a esperteza inercial
de manter a política do FH com o Palocci,
mas não mexeu em nada, não mudou nada
e foi organizando esta zorra,
esta bela congestão institucional que temos agora,
que coroa a volta triunfal do crime,
da corrupção, da morte da democracia.
Mas o governo Lula é o povo no poder, é o novo!
!!!!!!!!!!!
O presidente Lula não passa de um alpinista social,
o único pobre que subiu na vida nesse governo,
era a esperança popular e agora é só um símbolo vazio...
!!!!!!!!!!!!!
O Fome Zero só serviu para aplacar a fome dos petistas
invadindo o Estado como uma porcada magra no batatal,
nunca houve um programa real,
se perderam em discussões vazias
e nunca souberam administrar nada...
!!!!!!!!!!!
A reeleição de Lula foi uma bela vitória do atraso nacional,
apoiado por massas que nunca entenderão o que isso significa
e pelos intelectuais que não conseguem se livrar
do feitiço retrógrado comunista...
!
- Por que eles amam tanto o Lula?
Eles são fascinados pela sua sagrada ignorância,
pela sua carinha barbuda,
porque Lula aplaca suas más consciências,
porque Lula é um conceito que eles não conseguem superar:
um vago populismo estatista com tintas socialistas...
O Lula é a tara dos intelectuais...
!!!!!!!!!!!!
Quando surgiu o Roberto Jefferson,
houve pânico geral na terra de Pindorama
e dentro do jaquetão do Sarney:
O povo descobriu a verdade !
Tudo foi desmascarado!"...
Mas Lula foi perfeito...um grande ator!
Os mensalões lhe bateram como insetos,
os sanguessugas mamaram,
as cuecas incharam,
e Lula conseguiu segurar tudo no mais grandioso cinismo,
como um Ademar, um Quércia...
Bastou a sua declaração que "não sabia de nada..."
!
- Santa ignorância de um povo,
trabalhada durante 3 décadas...
!
Quando pintou a verdade do Jefferson,
o sistema todo se agitou
e defendeu as oligarquias corruptas que se entrelaçavam...
A paralisia dos tribunais oportunistas também os defenderam.
A sordidez dos deputados defendeu com unhas e dentes
a continuidade deste sistema podre,
absolvendo quase todos os criminosos,
com os seus votos secretos corporativos,
com os depoimentos cínicos, com o Severino,
todos defenderam a podridão que Jefferson revelou para o mundo ,
e tudo continuou como sempre foi...
!!!!!!!!!!!
Hoje temos um país deprimido
e impotente para reagir,
assistindo ao maravilhoso festival de mentiras,
onde nada de bom acontece nem consola;
em suma, um país pegajoso, inviável para sempre...
paralisando totalmente o progresso que se anunciava...
Lula revigorou o personalismo populista
de um getulismo tardio...
!!!!!!!!!
O governo de Lula e o do Collor são parecidos,
só que Lula substituiu um PC do Collor por uma matilha de PCs.
O Lula é um Collor do povão,
e por isso ninguém tem coragem de lhe impichar,
e olha que o Collor saiu por muito menos...
!!!!!!!!!
- Assim como os comunas acham
que os fins justificam os meios,
o Lula e o PT pensam:
"Nós justificamos os meios!"
O Lula se acha acima dos poderes,
um chávez cordial, um chávez aceito pelos bancos, pelo Bush...
O Lula quer o êxtase da aceitação total,
e vale tudo para isso.
!!!!!!!!!
O Lula vai substituir o atraso tradicional
por um atraso travestido de novo,
um programa que será um vago ensopadinho
de slogans populistas
com um estatismo inchado e falido,
crescendo cada vez mais o quisto sebáceo do empreguismo,
do aparelhamento do Estado-mamãe,
com os 40 mil cargos dos petistas
que jamais largarão essa boca...
Onde estão nossos heróis?
Onde estão os Cara-pintadas????
Onde estão os brasileiros informados?
Onde estão as Forças Armadas???
Euro - 02jun2007
Brasil Acima de Tudo
BRASIL, GIGANTE ENFRAQUECIDO
EDUARDO ITALO PESCE (*)
IBERÊ MARIANO DA SILVA (*)
O equilíbrio de poder é uma situação instável, enquanto que o desequilíbrio é comparativamente estável. Na América do Sul, a paz vem sendo mantida pelo desequilíbrio de poder entre o Brasil e os demais países. O enfraquecimento do Brasil poderia gerar instabilidade e insegurança no subcontinente.
A superioridade militar do Brasil na América do Sul está ameaçada. Nos próximos anos, o país poderá até mesmo perder sua posição de liderança regional no setor. Os desdobramentos disso seriam potencialmente desestabilizadores, pois nosso país, que não tem ambições expansionistas, vem exercendo um papel moderador no subcontinente.
Segundo a Política de Defesa Nacional (PDN 2005), o entorno estratégico do Brasil inclui a América do Sul, o Atlântico Sul e a África Ocidental e Meridional, assim como os países de língua portuguesa. Entretanto, a crônica falta de recursos para custeio e investimento nas Forças Armadas está pondo em risco a segurança externa do país.
O entorno estratégico do Brasil está quase todo localizado dentro da área de instabilidade do “novo mapa do Pentágono”. Nessa extensa área marcada por conflitos, que se estende do noroeste da América do Sul à África, ao Oriente Médio, à Ásia Meridional e ao Sudeste Asiático, muitos países podem vir a se transformar em “Estados fracassados”.
Na visão da superpotência hegemônica, tal área constitui um “fosso” que separa os que estão fora dos que estão dentro. Países estratégicos como Brasil, África do Sul e Índia estão situados à beira desse “fosso”. O colapso de qualquer um deles ampliaria a área de conflito e instabilidade no mundo.
Essa é uma situação inédita para o Brasil, habitualmente distante dos focos de tensão. Na nova geopolítica das relações mundiais de poder, os assuntos de defesa e segurança são de importância fundamental para o país. Se o processo de desmonte do Estado nacional brasileiro prosseguir, nosso país acabará caindo no “fosso”.
Recentemente, o ministro da Defesa anunciou as novas diretrizes que deverão ser seguidas, para fortalecer os meios de defesa e dissuasão do país. Tal anúncio, porém, deve ser visto com reservas. Os políticos brasileiros desconhecem o real potencial eleitoral, representado pelos que confiam nas Forças Armadas e com elas se identificam.
No Brasil do Século XXI, não há mais clima para revoltas militares, como as da década de 20 do século passado. Entretanto, da próxima vez em que ocorrer uma grave crise externa ou interna, na qual o Estado brasileiro necessite empregar suas Forças Armadas, o resultado de anos de negligência e desinvestimento se fará sentir.
Não basta resolver os problemas da segurança pública e do controle do espaço aéreo. “O desafio com que hoje nos defrontamos é escolher entre ser uma potência que corresponda à geografia que a história até hoje nos garantiu, ou não ser potência, e não tendo o que oferecer às gerações futuras, arriscar-nos a nada ser”, como afirma o professor Oliveiros S. Ferreira.
(*) Especialista em Relações Internacionais e professor no Centro de Produção da UERJ.
(*) General-de-brigada engenheiro militar do Exército Brasileiro, na reserva.


“Confraria de Amigos”
Hélder Cordeiro – Jornalista
È impressionante e até inacreditável o que diz a imprensa nacional sobre a intimidade e acesso dos “amigos” do presidente da República aos pontos chaves do governo-PT. São companheiros de partido e ex dos bares de São Bernardo, padrinhos, compadres, afilhados e parentes consangüíneos. É um mundo de gente sem fim. Há mais de quatro anos são denunciados, deixam as benesses do poder e se multiplicam no dia-a-dia com novas caras e sósias. Já estiveram envolvidos em sucessos escândalos com dinheiro público, indiciados pelo Ministério Público e até denunciados pela Procuradoria Geral da República, depois de rotulados de integrantes de uma “organização criminosa”.
Quem poderia imaginar que outros “companheiros” ainda estivessem infiltrados nas cercanias do poder e com ações criminosas ramificadas dentro do governo-PT? Depois do afastamento do ex-ministro Zé Dirceu e seus 40 mensaleiros, vieram os “vampiros” chefiados pelo ex-ministro da Saúde, Humberto Costa; o “caso caseiro” do ex-ministro Palocci e as sanguessugas das ambulâncias. Para desembocar nesta última, Operação Navalha da Polícia Federal, uma dezena de outras peraltices ocorreu e lá estavam os “amigos do presidente“, com dólar na cueca, malas e sacolas recheadas de dinheiro, empréstimos fantasmas e até quitação de dívida pessoal do chefe.
Ser "amigo de Lula é salvo conduta”, frase do paulista Roberto Romano. Segundo a imprensa, filosofo da Unicamp. Portanto, estou fora companheiros do PT, apenas transcrevendo!
É incrível o que acontece no governo-PT, até então pregoeiro dos valores éticos e morais. Antes, os petistas eram intransigentes denunciadores do desgoverno de FHC. Quem não se recorda da luta deles para afastar e cassar os “Anões do Orçamento” e Lula dizendo ter o Congresso Nacional 300 picaretas sob a coordenação de Severino Cavalcante, hoje aliados? O que faz o governo-PT para acabar com as emendas parlamentares no Orçamento da União? Eles e nós sabemos que ali é o início da corrupção nacional com o dinheiro público! O governo anterior usou e o atual abusa das liberações de verbas como instrumento de barganha para obter voto e aprovar o que deseja no Congresso Nacional. Exemplos: prorrogação de mandato (FHC) e taxação dos aposentados (PT). Enfim, a corrupção nacional leva 32% do que arrecada o governo de impostos. Dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário. Algo em torno de R$ 260 bilhões/ano. É pouco? Com a reforma política do governo-PT ainda vem a lista dos candidatos que deverão ser eleitos e à patuleia somente dizer amém! Ah Brasil!



Confira abaixo a lista de parlamentares, ex-parlamentares, governadores, ex-governadores, prefeitos, ex-prefeitos, ministros, ex-ministro e ministros do TCU que receberam presentes da Construtora Gautama, envolvida no esquema da máfia que fraudava obras públicas. (Informações da Folha de S.Paulo)

Deputados federais e ex-deputados
Benedito de Lyra (PP-AL)
Jonival Lucas Jr. (ex-deputado pelo PTB-BA)
Pedro Novaes (PMDB-MA)
Gastão Vieira (PMDB-MA)
Átila Lins (PSB-PI)
Jutahy Jr. (PSDB-BA)
Paulo Magalhães (DEM-BA)
Olavo Calheiros (PMDB-AL)
José Carlos Aleluia (DEM-BA)
Marinha Raupp (PMDB-RO)
Paulo Lima (ex-deputado pelo PMDB-SP)
Vicentinho (PT-SP)
Professor Luizinho (PT-SP)
Jorge Bittar (PT-RJ)
José Borba (PMDB-PR)
Ricardo Barros (PP-PR)
Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
Almerinda Carvalho (ex-deputada pelo PSB-RJ)
José Chaves (PTB-PE)
Luiz Piauhylino (ex-deputado pelo PDT de Pernambuco)
Maurício Quintela (PR-AL)
Eduardo Campos (PSB-CE)
Iberê Ferreira (ex-deputado federal pelo PSB-RN)
José Carlos Machado (DEM-SE)
Gervásio Oliveira (ex-deputado pelo PMDB-AP)
Milton Monte (PR-SP)
Humberto Michiles (ex-deputado pelo PL-AM)
Welington Roberto (PR-PB)
Ivan Paixão (ex-deputado federal do PPS-SE)
João Leão (PP-BA)
Wilson Santiago (PMDB-PB)
Celcita Pinheiro (ex-deputada do DEM-MT)
Osvaldo Reis (PMDB-TO)
Márcio Reinaldo (PP-MG)
ACM Neto (DEM-BA)
Albano Franco (PSDB-SE)
Pedro Passos (deputado distrital do PMDB)
Carlos Wilson (PT-PE)

Senadores e ex-senadores
José Sarney (PMDB-AP)
José Agripino (DEM-RN)
Teotônio Vilela (PSDB-AL)
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Sérgio Guerra (PSDB-PE)
João Ribeiro (PFL-TO)
Roseana Sarney (PMDB-AP)
Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA)
Almeida Lima (PMDB-SE)
Fernando Bezerra (ex-senador pelo PTB-RN)
Waldir Raupp (PMDB-RO)
José Jorge (DEM-PE)
Fernando Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Jonas Pinheiro (DEM-MT)
Romeu Tuma (DEM-SP)
João Tenório (PSDB-AL)

Ministros de Estado
Geddel Vieira Lima (Integração Nacional)
Alfredo Nascimento (Transportes)
Paulo Bernardo (Planejamento) Ex-ministro
Silas Rondeau, ex-ministro das Minas e Energia

Ministros do TCU
Walton Alencar Rodrigues (presidente da entidade)
Augusto Nardes
Aroldo Cedraz
Guilherme Palmeira
Benjamin Zinler

Governadores, ex-governadores, prefeitos e ex-prefeitos
Jarbas Vasconcelos (PMDB), ex-governador de Pernambuco e atual senador
Marcone Perillo (PSDB), ex-governador de Goiás
Ronaldo Lessa, ex-governador de Alagoas (PDT)
Amazonino Mendes, ex-governador do Amazonas (DEM)
Eduardo Braga (PMDB), governador do Amazonas
Paulo Souto, ex-governador da Bahia (DEM)
Eraldo Tinoco, ex-vice-governador da Bahia (DEM)
João Alves, ex-governador de Sergipe (DEM)
Moema Gramacho, prefeita de Lauro de Freitas (PT)
Luiz Caetano, prefeito de Camaçari (PT)
Marcelo Miranda (PMDB), governador de Tocantins
Joaquim Roriz (PMDB), ex-governador do Distrito Federal e hoje senador
José Reinaldo Tavares, ex-govenador do Maranhão
Antonio Imbassahy, ex-prefeito de Salvador
Agripino Lima, prefeito de Presidente Prudente
Iris Rezende, ex-governador de Goiás
André Puccinelli, governador do Mato Grosso do Sul (PMDB)
Alcides Rodrigues, governador do Goiás (PP)
Waldez Góes, governador do Amapá (PDT)
Jackson Lago, governador do Maranhão (PDT)
Oswaldo Dias (PT), ex-prefeito de Mauá
Marcelo Déda, governador de Sergipe (PT)
Jaques Wagner, ex-ministro das Relações Institucionais e hoje governador da Bahia

Outros
Alexandra, ex-mulher do ex-governador do Maranhão José Reinaldo Tavares

O Brasil está mergulhando em uma ANARQUIA incontrolável. O presidente lula e seus valentes vendilhões desfraldaram impunemente a bandeira da DESORDEM e do RETROCESSO e rasgaram ostensivamente a LEI, mantendo como representante do Estado brasileiro na pasta responsável pela promoção da igualdade racial uma ministra RACISTA e mandando recolher os mandados de prisão de militares AMOTINADOS.

Destituição do Presidente

O clamor público legitima qualquer movimento de mudança.



É inaceitável a falácia de vendilhões cínicos e mentirosos que banalizam as Instituições Nacionais, a impunidade e a violência.

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Edição de hoje

A união e o clamor uníssono dos brasileiros decentes para que sejam fustigados com a Lei é a melhor arma contra a sanha destruidora dos vendilhões da Patria!
O responsável pela IMPUNIDADE somos nós mesmos que nos indignamos com os escândalos e a violência quando o mínimo que já DEVERÍAMOS ter feito e TEMOS O DEVER CÍVICO DE FAZER É EXIGIR DE TODOS o fiel CUMPRIMENTO DA LEI.

O Brasil está mergulhando em uma ANARQUIA incontrolável. O presidente lula e seus valentes vendilhões desfraldaram impunemente a bandeira da DESORDEM e do