Google

Relatório de Transparência

À semelhança de outras empresas de tecnologia e comunicações, a Google recebe regularmente pedidos de organismos governamentais e tribunais em todo o mundo para remover conteúdo dos nossos serviços ou analisar esse conteúdo para determinar se deve ser removido devido a inconsistência com as políticas da comunidade de um produto. Neste relatório, divulgamos o número de pedidos recebidos de cada governo em períodos de seis meses com determinadas limitações.

Os governos podem pedir às empresas para removerem ou analisarem conteúdo por vários motivos diferentes. Por exemplo, algumas remoções de conteúdo são solicitadas devido a alegações de difamação, enquanto outras são devido a alegações de que o conteúdo viola as leis locais que proíbem a incitação ao ódio ou conteúdo para adultos. As leis sobre estas matérias variam consoante o país e os pedidos refletem o contexto legal de uma determinada jurisdição. Esperamos que esta ferramenta seja útil nos debates acerca da autoridade e do âmbito apropriado dos pedidos governamentais.

Resumo de Todos os Pedidos

Por Período de Relatório

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Por Motivo (desde julho de 2010)

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Observações Notáveisjulho a dezembro de 2012

Afeganistão

 
  • Recebemos um pedido de um organismo policial para remover um vídeo do YouTube que alegadamente retrata símbolos do estado de uma forma depreciativa. Não removemos o vídeo.

    Recebemos um pedido do organismo de proteção dos jovens Jugendschutz.net para remover 135 vídeos do YouTube por alegadamente violarem a Lei Alemã Sobre a Proteção de Menores, bem como outras leis locais. Restringimos a visualização de 34 dos vídeos na Alemanha de acordo com as leis locais e removemos um dos vídeos por violar as nossas Regras da Comunidade.

  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Recebemos um pedido para remover um vídeo do YouTube que alegadamente difama o Presidente ao retratá-lo numa posição comprometedora. Aplicámos uma restrição de idade ao vídeo de acordo com as Regras da Comunidade do YouTube.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.

    Recebemos um pedido de um organismo de transportes local para remover 119 vídeos do YouTube por utilizarem uma marca comercial protegida sem permissão. Removemos os vídeos.

  • Recebemos uma ordem judicial de um indivíduo dirigida a terceiros. Removemos 124 resultados de pesquisa do domínio google.at que entendemos estarem dentro do âmbito da ordem.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Um produto ou um serviço Google foi interrompido durante este período de tempo:
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.

    Recebemos 316 pedidos para a remoção de 756 conteúdos distintos relacionados com alegadas violações do Código Eleitoral Brasileiro durante as Eleições Brasileiras de 2012. A Google removeu conteúdo em resposta a 35 decisões judiciais finais. Nos outros casos, a Google está a exercer o seu direito de recurso ao abrigo da lei brasileira, com base na premissa de que o conteúdo está protegido pela liberdade de expressão nos termos da Constituição Brasileira.

    Recebemos um pedido de um promotor de justiça federal para remover cinco mensagens de blogues e quatro resultados de pesquisa por estabelecerem ligação a mensagens de blogues que alegadamente o difamavam com acusações de incompetência e de corrupção. Não removemos o conteúdo em resposta a este pedido.

    Recebemos um pedido de um procurador municipal para remover um blogue que alegadamente o difamava com acusações de corrupção. Não removemos o blogue.

    Recebemos um pedido de um juiz para remover um blogue que alegadamente o difamava, fazendo referência ou ligações a acusações de corrupção e um pedido semelhante de um juiz diferente para remover um resultado de pesquisa. Não removemos o blogue nem o resultado de pesquisa.

    Recebemos uma ordem judicial assinada por um juiz que ordenava a remoção de duas mensagens de blogues, sendo que uma delas criticava o juiz que assinava a ordem. Recorremos da ordem e o caso ainda está pendente.

  • O número de pedidos de remoção de conteúdo recebidos aumentou em 265% em relação ao período do relatório anterior.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Recebemos uma ordem judicial de uma empresa que era dirigida a terceiros para remover 242 resultados de pesquisa e um anúncio do AdWords que estabeleciam ligação a Websites que publicitavam bens que estavam alegadamente a utilizar segredos comerciais da empresa. Removemos 242 resultados de pesquisa e o anúncio que entendemos estarem dentro do âmbito da ordem.
  • Recebemos um pedido para remover um vídeo do YouTube que alegadamente difamava um candidato presidencial. Não removemos o vídeo.

    Recebemos vários pedidos da Comissão de Classificação de Jogos da Coreia durante este período do relatório para remover 293 aplicações do Google Play de acordo com o Artigo 21 da Lei relacionada com a Promoção da Indústria de Jogos. Removemos 286 das aplicações.

  • Recebemos um pedido de um organismo policial local para remover dois vídeos do YouTube por criticarem um embaixador estrangeiro. Não foi fornecido um fundamento jurídico para a remoção. Não removemos os vídeos.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Em resposta a uma ordem judicial emitida por um juiz de uma divisão do tribunal distrital, removemos uma mensagem de blogue do domínio blogspot.es que alegadamente difamava outro juiz na mesma divisão do tribunal distrital.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.

    Recebemos um pedido de um organismo governamental local para remover um vídeo do YouTube que alegadamente difamava um administrador escolar. Não removemos o vídeo.

    Recebemos três pedidos separados de organismos policiais locais para remover três vídeos do YouTube que alegadamente difamavam agentes policiais, procuradores-gerais ou continham informações acerca de investigações policiais. Não removemos os vídeos.

    Em resposta a três ordens judiciais, removemos 771 itens dos Grupos do Google relacionados com um caso de difamação contínua contra um homem e a sua família.

    Recebemos três ordens judiciais diferentes de diferentes indivíduos dirigidas a terceiros, juntamente com um pedido para remover 690 itens dos Grupos do Google, que alegadamente continham declarações difamatórias. Pedimos esclarecimentos, mas nunca recebemos uma resposta.

    Recebemos três ordens judiciais de diferentes indivíduos dirigidas a terceiros, juntamente com pedidos para remover 452 resultados de pesquisa que estabeleciam ligação a Websites que alegadamente contêm conteúdo difamatório. Removemos 70 resultados de pesquisa que entendemos estarem dentro do âmbito das ordens.

    Em resposta a uma ordem judicial, removemos 119 resultados de pesquisa que estabeleciam ligação a Websites que alegadamente alojavam material de marca comercial em infração.

  • Recebemos um pedido do líder de uma entidade governamental regional para remover uma mensagem de blogue que criticava aspetos da sua carreira judicial. Não agimos em conformidade com este pedido.
  • Em resposta a uma ordem judicial, removemos uma mensagem de um blogue no domínio blogspot.gr que alegadamente difamou um oficial militar reformado, acusado de benefícios comerciais através de ligações políticas, incluindo ligações a um antigo Primeiro-Ministro da Grécia.
  • Recebemos um pedido de um partido político para remover um vídeo do YouTube que alegadamente violava os seus direitos de autor. Era o vídeo de um discurso dado por um membro de outro partido, a protestar uma recomendação do partido queixoso para selecionar membros judeus do Parlamento. Não removemos o vídeo.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.

    Durante o período de agitação na região nordeste, recebemos cinco pedidos da Equipa de Resposta a Emergências Informáticas da Índia para remover conteúdo do Google+, um blogue do Blogger, 64 vídeos do YouTube e 1759 comentários associados a alguns vídeos do YouTube, que citavam leis sobre a perturbação da ordem pública ou leis de ofensa étnica. Os URLs do Google+ eram apenas links para resultados de pesquisa que não identificavam mensagens específicas que violassem a legislação aplicável. Em resposta a estes pedidos, removemos um vídeo por violar as Regras da Comunidade do YouTube. Também restringimos a visualização local de 47 vídeos do YouTube, além de removermos 12 comentários do YouTube e desativarmos o acesso local a 3 mensagens de blogue do Blogger que violavam leis locais.

    Recebemos uma ordem judicial dirigida a terceiros para remover 247 resultados de pesquisa por estabelecerem ligação a Websites que alegadamente violavam a privacidade de um indivíduo. Não removemos os resultados de pesquisa porque não nos foi possível determinar a sua relação com a ordem judicial. Solicitámos esclarecimentos, mas não recebemos uma resposta.

    Recebemos um pedido de uma Unidade de Investigação de Cibercrime para remover representações atuais das fronteiras em disputa de Jammu e Caxemira em cinco domínios do Google Maps que não maps.google.co.in. Não alterámos a nossa representação das fronteiras em resposta a este pedido.

  • O número de pedidos de remoção de conteúdo recebidos aumentou em 90% em relação ao período do relatório anterior.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • 3 produtos ou serviços Google foram interrompidos durante este período de tempo:
  • Recebemos um pedido de representantes legais de um membro do poder executivo para remover dois vídeos do YouTube por alegada difamação. Não removemos os vídeos.

    Recebemos um pedido de um membro da administração judicial para remover resultados de pesquisa que alegadamente violam a secção 255 da Lei Penal de Israel que lida com a desobediência ao tribunal, estabelecendo ligação a conteúdo que crítica juízes israelitas, bem como resultados que alegadamente violam a secção 70(f) da Lei dos Tribunais e a secção 24(a)1 da Lei de Tratamento e Proteção de Menores, estabelecendo ligação a conteúdo que alegadamente viola ordens de silêncio legais. Solicitámos informações adicionais, mas não recebemos uma resposta.

  • Recebemos um pedido de um membro de um município para retirar um vídeo do YouTube que alegadamente viola a sua privacidade porque inclui uma imagem do seu rosto num póster de campanha. Não removemos o vídeo.

    Em resposta a uma ordem judicial, removemos uma mensagem de blogue do domínio blogspot.it que alegadamente difamava um indivíduo especulando que estava a lucrar cobrando ao governo taxas por disponibilizar casa a funcionários públicos e conseguiu fazê-lo devido à sua associação com determinados políticos.

  • Recebemos um pedido do Ministério dos Negócios Estrangeiros para remover comentários duplicados de fichas da embaixada japonesa no Google+ relacionados com a posição do governo sobre uma questão política. Removemos 2558 comentários por violarem as nossas políticas de produtos.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.

Marrocos

 
  • Recebemos dois pedidos de dois funcionários do governo separados para remover um blogue e um vídeo do YouTube, respetivamente, que alegadamente os difamavam com acusações de corrupção. Não removemos o conteúdo em resposta a estes pedidos.
  • Recebemos uma ordem judicial dirigida a terceiros para remover cinco blogues que alegadamente difamavam um membro da polícia. Não removemos os blogues porque não nos foi possível determinar a sua relação com a ordem judicial. Solicitámos esclarecimentos, mas não recebemos uma resposta.
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.
  • Um produto ou um serviço Google foi interrompido durante este período de tempo:
  • Recebemos um pedido de um Deputado para remover uma mensagem de blogue por sugerir que este aconselhou empresas enquanto estava ao serviço do governo. Não estávamos em posição de comprovar os factos, pelo que remetemos a reclamação para o autor do blogue, com a autorização do Deputado. O conteúdo foi retirado apesar de não o termos removido.

    Recebemos um pedido de um organismo policial local para remover um vídeo do YouTube por alegada difamação, visto que o mesmo retratava artificialmente um membro do organismo com um uniforme racista. Não removemos este vídeo.

    Recebemos um pedido de um organismo policial local para remover um vídeo do YouTube que criticava práticas policiais. Não removemos o vídeo.

  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.

    Recebemos 107 pedidos do Serviço Federal de Supervisão no Âmbito das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicações em Massa para remover 107 itens de diferentes produtos por alegadamente violarem a Lei Federal relativa à Informação, Tecnologias da Informações e Proteção da Informação ao incluírem conteúdo relacionado com suicídio e drogas. Restringimos a visualização do conteúdo a nível local em resposta a cerca de um terço dos pedidos e removemos o conteúdo globalmente por violar as nossas políticas de produtos em resposta a mais de metade dos pedidos.

  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.

Síria

 

Tajiquistão

 
  • Recebemos pedidos de 20 países relativamente a vídeos do YouTube que contêm clipes do filme “A Inocência dos Muçulmanos”: Arábia Saudita, Austrália, Bangladeche, Brasil, Brunei, Egito, Emirados Árabes Unidos, EUA, Índia, Indonésia, Irão, Jibuti, Jordânia, Líbano, Malásia, Maldivas, Paquistão, Rússia, Singapura e Turquia. A Austrália, o Egito e os EUA solicitaram a avaliação dos vídeos com o objetivo de determinar se estes violavam as nossas Regras da Comunidade, o que não era o caso. Os outros 17 países solicitaram a remoção dos vídeos. Restringimos a visualização dos vídeos na Arábia Saudita, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, Rússia, Singapura e Turquia. Devido a circunstâncias difíceis, restringimos temporariamente a visualização dos vídeos no Egito e na Líbia.

    Recebemos 17 pedidos da Presidência da Comunicação sobre Telecomunicações da Autoridade das Tecnologias da Informação e da Comunicação para remover 63 vídeos do YouTube e 22 mensagens de blogue do Blogger, tudo devido a alegadas críticas a Atatürk, ao governo ou à identidade e aos valores nacionais. Restringimos o acesso dos utilizadores turcos a 52% dos vídeos do YouTube. Não removemos conteúdo em resposta aos pedidos relacionados com mensagens de blogue do Blogger.

    Recebemos 16 pedidos com base numa ordem judicial dirigida a terceiros para remover 8119 resultados de pesquisa que estabeleciam ligação a Websites que alegadamente continham material que viola direitos de autor. Removemos 6851 resultados de pesquisa que entendemos estarem dentro do âmbito da ordem.

  • Um produto ou um serviço Google foi interrompido durante este período de tempo: